(Inglês: Telemedicine)
Atendimento médico feito à distância. A telemedicina é um processo avançado para monitoramento de pacientes, troca de informações médicas e análise de resultados de diferentes exames. Estes exames são avaliados e entregues de forma digital, dando apoio para a medicina tradicional. A telemedicina já é utilizada em todo mundo, de forma segura e legalizada, estando de acordo com a legislação e as normas médicas.
Popularizada no ano de 2020 devido à pandemia de Covid 19, a telemedicina é um conceito de atendimento médico à distância, iniciado em 1950, mas diferente do modelo atual. Naquela época, alguns poucos atendimentos eram feitos através de televisões ou mesmo de telefone (o tele refere-se ao mesmo) e sempre fora do Brasil – Estados Unidos, Europa e Israel, país pioneiro e que deu origem a prática. Então, resumindo, telemedicina é o atendimento médico feito a distância (mas não necessariamente por telefone).
Houve mudança com a pandemia de Covid. Até 2020, o atendimento médico feito de modo remoto não era regulamentado no Brasil e isso precisou ser modificado rapidamente. Houve então, necessidade de regulamentação do modelo de “teleconsulta” no país pois havia necessidade de manter as pessoas isoladas, evitando a exposição em hospitais. Os planos de saúde também aderiram ao novo modelo. Anteriormente, o paciente, necessariamente, precisava sair de casa para uma consulta simples. Presentemente, ele passa a ter a possibilidade de encontrar seu médico virtualmente e receber um diagnóstico de qualquer lugar. Com o avanço da tecnologia e à facilidade para se conectar com a internet atualmente, surge uma nova opção para quem necessita se cuidar e, por algum motivo, não poder sair de casa.
· Redução do tempo e dos custos, pela desnecessidade de transportar os pacientes;
· Ajuste do gerenciamento dos recursos de saúde devido à avaliação e triagem por acesso rápido a especialistas em casos de acidentes e emergências;
· Diminuição da ida a hospitais superlotados e com riscos de infecções hospitalares;
· Uso mais eficiente de recursos, através da centralização de especialistas e da descentralização da assistência, alcançando um número maior de pessoas;
· Cooperação e integração de pesquisadores com o compartilhamento de registros clínicos;
· Maior qualidade dos programas educacionais para médicos e residentes localizados em zonas fora de centros especializados.
Referências
1- Pesquisas realizadas pelos alunos do 8º ano “A”, do Colégio Externato São José, Goiânia-Goiás, em outubro de 2022.
2- https://blog.bancointer.com.br
3- https://sersaudeocupacional.com.br
5- https://www.conexasaude.com.br/blog/telemedicina/
6- https://telemedicinamorsch.com.br/blog/telemedicina
7- https://portaltelemedicina.com.br/blog/telemedicina-o-que-e-e-como-funciona/amp
8- https://telemedicina.fm.usp.br/portal/historia-da-telemedicina/