As Ciclovias inteligentes podem ser definidas, em pistas de uso exclusivo de bicicletas e outros ciclos, com separação física dos outros meios de transporte, uma estrutura integrada a internet, iluminação pública e semáforos interligentes.
As ciclovias já são uma realidade nas grandes, médias e até pequenas cidades. Faz parte do projeto Estatuto da Cidade, criado por todas as cidades com mais de 20 mil habitantes. Dentro desse estatuto é observado a necessidade da fomentação de ciclovias, uma política de mobilidade urbana.
O começo das ciclovias se da no continente europeu, tem registros de 1862 em Paris, uma área reservada para as bicicletas, em 1930 na Alemanha, separando-as das vias rápidas dos carros. Desde o início, o objetivo sempre foi dar mais segurança ao ciclistas.
As ciclovias inteligentes estão inseridas na geração da revolução industrial 4.0 associado a integração da chamada internet das coisas. Vamos dar alguns exemplos de ciclovias inteligentes:
Exemplo 01: Starling Crossing (STigmergic Adaptive Responsive LearnING Crossing) é um protótipo de cruzamento interativo testado no sul de Londres que se adapta, em tempo real, ao tráfego e decide quem tem a preferência em cada situação.
Exemplo 02: Localizada na Holanda, a SolaRoad é a primeira ciclovia do mundo com placas solares e células fotovoltaicas capazes de gerar energia renovável. Mas não é a única: na Coreia do Sul, entre Sejong e Daejon, existe uma ciclovia de 32 km de comprimento com teto solar que fornece energia para toda a estrada e, ao mesmo tempo, protege os ciclistas do Sol e do mau tempo.
1- Pesquisas realizadas pelos alunos do 6º ano “C”, do colégio Externato São José, Goiânia-Goiás, em outubro de 2022.
4- https://www.bbc.com/portuguese/geral-37658309
5- https://www.tecmundo.com.br/internet/230884-internet-coisas-entenda-funciona.htm
6- https://www.iberdrola.com/inovacao/ciclovias-bicicleta-do-futuro