Sonho da casa propria

Sonho da Casa Propria

Quem tem o sonho da casa própria sabe o quanto é difícil ter o crédito aprovado para financiar um apartamento.

Como consultar score na Serasa em 5 passos simples CONSULTE O SCORE GRÁTIS Reúna a documentação Com todas as informações, você também vai precisar levar todos os documentos necessários para conseguir o financiamento.

O estudo aponta que, aproximadamente, 40% dos brasileiros sonham em comprar um imóvel, desejo que, junto com os veículos — há um empate técnico na pesquisa — ocupa a liderança na lista de prioridades.

É muito possível, com esforço, dedicação e, principalmente, planejamento, realizar alguns cálculos, procurar uma instituição financeira e verificar quais são as opções disponíveis para o financiamento.

Consulte as condições básicas e exigências Atualmente, a Caixa exige um valor mínimo de 50% para que seja possível a entrada em um imóvel, algo que passou a ser comum em outras instituições financeiras.

Além da entrada, a pessoa interessada no financiamento imobiliário também deve lembrar que todos os principais bancos que realizam essa operação costumam cobrar uma taxa média de 10,70%.

Por fim, outra exigência bastante comum das instituições financeiras é que o valor das parcelas do financiamento não comprometa mais do que 30% da renda familiar.

Isso restringe as opções que uma família tem para adquirir um imóvel próprio, mas é uma forma de proteger o banco e o cliente da inadimplência, principalmente em tempos de crise.

Opte por simulações prontas Recentemente, o site Canal do Crédito, especializado em realizar comparação entre custos de financiamento, realizou um estudo minucioso sobre os valores máximos que as famílias conseguem financiar de acordo com a sua faixa de renda.

Essa simulação leva em conta todos os fatores citados anteriormente, além de calcular o tempo para conclusão do financiamento, com um prazo máximo de 30 anos — as diferenças entre as instituições públicas e privadas também são levadas em consideração.

Uma família que tem como renda mensal o valor de R$ 6 mil, por exemplo, consegue financiar em um banco público um imóvel de R$ 186,84 mil e, nas instituições privadas, a mesma renda proporciona um financiamento de 209,25 mil.

Uma faixa intermediária de renda familiar entre R$ 10 mil e R$ 12 mil reais conseguiria financiar, em instituições públicas e privadas, imóveis cujo valor seria de R$ 352,06 mil e R$ 423,46 mil, respectivamente.

Conheça exatamente a sua renda Muitas pessoas acham que conhecem sua renda ao observar o pagamento mensal, mas o fato é que isso é um erro básico para quem deseja financiar um imóvel.

Nessa equação entram, por exemplo, o plano de saúde, o aluguel, a escola das crianças, a taxa de condomínio, impostos, as prestações de outros financiamentos etc.

Saiba quais são os tipos de financiamentos imobiliários Agora que você já conheceu algumas dicas básicas para financiar o seu imóvel, é hora de conhecer quais são os tipos de financiamentos imobiliários mais utilizados e vantajosos do mercado.

burocracia, por exemplo, costuma ser muito menor do que em um banco ou instituição financeira, e a construtora, normalmente, faz uma rápida análise do seu nome antes de conceder o crédito.

Além disso, no caso de unidades remanescentes ou condomínios que estão na fase inicial da obra, o poder de barganha do cliente é muito maior e, com isso, fica muito mais simples conseguir um desconto ou facilidades no pagamento.

Financiamento pela Caixa Econômica Federal Já o financiamento imobiliário diretamente com a Caixa Econômica Federal apresenta algumas vantagens importantes para certos grupos de compradores e é muito popular no Brasil, especialmente por conta dos programas do Governo Federal, como o Minha Casa Minha Vida.

No entanto, especialmente após a crise econômica, o banco vem adotando algumas medidas de restrição de acesso ao crédito, como o aumento dos juros e redução do percentual máximo a ser emprestado.

É uma opção atraente, sobretudo para quem vive com uma faixa de renda mais baixa, podendo, assim, se valer de todos os benefícios dos programas habitacionais.

Essa alternativa é mais atraente para quem tem um poder aquisitivo mais elevado ou tem estabilidade no emprego, pois isso dá poder para barganhar vantagens, e os contratos e os juros desses bancos tendem a ser bastante negociáveis, especialmente para quem tem o nome limpo no mercado.

extremamente importante ter a consciência de que planejar é fundamental para quem deseja financiar um imóvel e aumentar o seu patrimônio, afinal, essa não é uma aquisição corriqueira na vida da maioria das pessoas.

Trata-se de um processo de administração e de organização das suas finanças, feito por meio do reconhecimento da sua situação econômica atual, junto com a determinação do seu objetivo, no caso a compra de uma casa ou apartamento, avaliando os possíveis caminhos para alcançar essa meta.

Alguns especialistas recomendam juntar até um terço do valor da unidade, para conseguir manter as prestações dentro o prazo por alguns anos, mesmo em caso de alguma eventualidade.

Também é indicado que as parcelas não ultrapassem mais de 25% da renda familiar e que você e seu cônjuge, se for o caso, ainda consigam guardar uma parte do salário todos os meses.

Conheça fatores que influenciam no valor da parcela Amortização Muita gente ouve falar sobre esse termo na hora de financiar um imóvel, mas não sabe ao certo o que ele significa.

Trazendo para um modelo prático, na modalidade do SAC (Sistema de Amortização Constante), que é a mais utilizada no Brasil, isso representa simplesmente a divisão do saldo devedor pelo número de parcelas.

Juros Obviamente, ao financiar um imóvel, você também deve estar familiarizado com os juros, visto que eles são a forma pela qual o banco ou instituição financeira que liberaram o crédito para o cliente realmente lucram.

Embora a economia brasileira tenham uma taxa de juros básicos da economia, denominada Selic, ela é apenas um parâmetro inicial e diversos ouros fatores podem influenciar nos percentuais cobrados em um financiamento imobiliário.

Nesse caso, uma das formas mais acessíveis de concretizar essa meta é por meio do financiamento de imóveis — uma modalidade de empréstimo com juros baixos e longo prazo de pagamento.

Em financiamentos direto com a construtora, por exemplo, geralmente é preciso apresentar apenas a documentação solicitada pelo incorporador responsável pela implantação do imóvel.

Já nas situações envolvendo financiamento junto a um banco, tais papéis também são necessários, mas é preciso, obrigatoriamente, não ter nenhum empréstimo em vigor no seu nome.

Ao final da pesquisa, algumas instituições financeiras e bancárias estabelecem uma espécie de “pontuação” com o objetivo de classificar o risco de inadimplência referente a tal pessoa.

Assinar um contrato de financiamento envolve um grande compromisso por parte do consumidor, pois, a partir daí, ele deverá quitar, mensalmente, as parcelas do empréstimo.

Se a quitação do financiamento fosse feita apenas com o pagamento da amortização, as instituições financeiras teriam prejuízo por conta da inflação — conforme o tempo for passando, o dinheiro emprestado vai perdendo valor.

Ao escolher um imóvel, existem duas opções: adquirir um bem novo ou um seminovo, sendo que, em ambos os casos, há pontos positivos a serem analisados pelo consumidor.

Imóveis antigos, porém, propiciam uma mudança mais rápida pois, após a compra, muitas vezes por ser feito um acordo com o antigo proprietário para definir até quando você receber.

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