Sair do Aluguel

Saia do aluguel

Sair do aluguel e comprar a casa própria é o sonho da maioria dos brasileiros há muito tempo!

Seja pela economia que isso representa no orçamento, seja para realizar o sonho de ter a segurança de um patrimônio próprio, sair do aluguel está na cabeça de muitos brasileiros hoje em dia e é mais fácil do que você imagina!

Se você ainda tem dúvidas sobre como fazer isso, se realmente vale a pena adquirir o próprio imóvel e se é mesmo possível sair do aluguel, confira 7 motivos para você colocar isso em prática agora: Investir em um imóvel pode ser muito rentável Poucas pessoas efetivamente utilizam a compra de um imóvel como investimento, mas isso pode ser bastante rentável.

Ainda que você escolha morar no apartamento ou casa em que morar, a venda posterior desse imóvel pode gerar bons frutos!

Isso, porque a valorização de imóveis tende a ser maior do que muitos investimentos que existem por aí, principalmente se você souber escolher áreas residenciais em processo de valorização.

Aluguel é um dinheiro que pagamos todo mês, mas que não vira investimento, que não te deixa mais próximo de ser proprietário, nem mesmo oferece algum retorno em termos de rendimento.

O financiamento da casa própria, ao contrário, é algo que você paga mensalmente sabendo que será convertido em propriedade sua no futuro.

Sair do aluguel significa também investir em uma residência permanente Quando você mora de aluguel, nunca faz as reformas e alterações no imóvel que gostaria.

Esqueça as burocracias contratuais, fiadores, taxa de corretagem Contratos de aluguel representam também muita burocracia: reconhecimento de firmas, autenticações, contratos de fiança, taxas de corretagem, entre outras coisas.

GUIA: OS MAIORES ERROS QUE TE IMPEDEM DE SAIR DO ALUGUEL Em alguns momentos da vida, morar de aluguel é a melhor opção, seja devido ao trabalho — como é o caso daqueles que precisam passar uma temporada em outra cidade — ou devido à situação econômica, quando as taxas de juros estão muito altas para fazer um financiamento imobiliário.

Em outras fases, viver no aluguel pode ser uma verdadeira tortura para grande parte das pessoas que sonha em ter a casa própria.

Para resolver esse problema de uma vez por todas, elaboramos este guia completo para te ajudar a atingir essa sonhada meta: sair do aluguel.

Em casos extremos, a falta de planejamento pode até te levar a adiar momentaneamente seu sonho, perdendo o imóvel para seus credores.

Este passo é essencial para que você possa visualizar facilmente os seus gastos, eliminar dívidas, saber em que aspectos você pode economizar e até mesmo quanto da sua renda você poderá comprometer com o imóvel próprio.

Coloque nesta lista desde os valores fixos, como valor do aluguel e compras parceladas, até projeções de valores variáveis, como conta de luz e gastos com lazer.

Lembre-se de que, neste momento, algumas coisas podem ser de seu agrado mas devem ser suspensas até você atingir seu objetivo principal: sair do aluguel.

Segundo essa regra, 50% de sua renda deve ser direcionada para os gastos essenciais, como aluguel, alimentação, transporte e contas de luz, telefone, água e internet.

Os 35% restantes de sua renda podem ser destinados à manutenção do seu estilo de vida, como lazer e assinaturas de serviços não essenciais.

Vale lembrar que se você estiver muito endividado precisará comprometer mais de 15% de sua renda com as prioridades financeiras, reduzindo tanto os gastos essenciais como os para lazer.

Por exemplo: “em seis meses você quitará todas suas dívidas” ou “em dois anos você terá 30% do valor do imóvel que deseja para dar como entrada”.

Não há nada mais desmotivador que tentar dar passos maiores do que suas pernas e se descobrir incapaz de cumprir suas metas.

Por vezes, uma simples redução da frequência com que vai ao cinema ou a quantidade de cafezinhos que você toma na padaria já representam uma mudança considerável que o ajudará a alcançar a sua independência.

Mas, ao fazer o seu planejamento financeiro e repensar o seu estilo de vida, será tranquilamente possível identificar os gastos que são essenciais e os que são supérfluos, ou seja, desnecessários.

Por exemplo, imagine uma pessoa que gosta de café e faz questão tomar dois expressos na padaria da esquina do trabalho em vez de tomar o café da empresa.

No entanto, qualquer um pode comprovar que a variação de preços pode ser astronômica em lojas que estão, muitas vezes, localizadas numa mesma rua ou shopping.

Logo, pagar o dobro por um produto só porque não dedicou um tempinho a pesquisar preços mais em conta é um dos mestres dos gastos desnecessários.

Não aproveitar descontos oferecidos Seja estudante ou titular de assinatura de revistas, muitas pessoas têm direito a descontos oferecidos por empresas mas não usufruem deles.

Então, se você é cliente de empresas de telefonia móvel, TV paga ou assina algum tipo de serviço, como revistas e jornais, fique atento aos chamados clubes de descontos.

Deixar para comprar só quando precisar Apesar de parecer contraditório, deixar para comprar alguma coisa só quando estiver precisando daquilo pode gerar um gasto desnecessário.

Para ilustrar: imagine o quanto os pais economizariam se, no decorrer do ano, já comprassem o material escolar dos filhos para o próximo ano?

Do mesmo modo, muitas pessoas têm o sonho de sair do aluguel, mas temem não conseguir quitar os vencimentos do imóvel adquirido.

Então, organize-se para que seus passos não sejam em falso e você possa resolver possíveis pendências financeiras, economizar recursos e concretizar seus planos de sair do aluguel e morar no seu próprio apartamento ou casa.

Não achar que um imóvel é um bom investimento Seja por uma reportagem na TV ou pela instabilidade da economia, crer que comprar um imóvel não é um bom investimento é um dos piores erros de quem quer sair do aluguel.

Para ilustrar bem isso, acompanhe a seguinte linha de raciocínio: quanto maiores forem a densidade demográfica, a expectativa de vida das pessoas e a taxa de natalidade de uma região, maior será a busca por imóveis.

Além destas facilidades, é preciso lembrar que muito raramente um imóvel sofre desvalorização por motivos não externos, como o aumento de violência na região.

Ou seja, com o passar do tempo, conforme a família vai aumentando e os filhos se mudando, você poderá optar por vender o imóvel, comprar um menor e ainda ficar com um dinheirinho para investir, viajar ou quitar débitos.

Não saber suas opções de financiamento Não é incomum encontrar pessoas que sonham em sair do aluguel mas acham que isso só é possível fazendo economia por anos para juntar uma quantia para pagar à vista — ou ganhando na loteria!

Por ter juros mais baixos, adotar políticas atreladas aos programas sociais do Governo Federal, como o “Minha Casa, Minha Vida“, mas restringir o acesso ao crédito conforme o perfil do interessado, trata-se da opção mais atraente para quem tem uma faixa de renda baixa.

Financiamento bancário comum Para aproveitar este tipo de financiamento para a compra de um imóvel, além do planejamento financeiro, é preciso muita pesquisa e análise das propostas.

Isso porque, apesar de ter certa regulamentação pelo Banco Central, as instituições financeiras são livres para oferecerem cláusulas contratuais específicas com condições especiais para suas ofertas.

Por isso, é importante fazer a cotação com diversos bancos e comparar todos os pontos positivos e negativos, não focando apenas no valor das prestações e nas taxas praticadas pela instituição.

Financiamento direto com a construtora Modalidade muito comum para comprar um imóvel na planta, o financiamento realizado diretamente com a construtora pode ser a melhor alternativa em tempos de crise.

Assim, o consumidor pode encontrar diversas facilidades nas formas de entrada e de pagamento, e até adicionais gratuitos, como itens de acabamento e decoração.

Outro ponto interessante é que, normalmente, os novos prédios vêm equipados com estruturas modernas e que proporcionam economia, além de vasta opção de lazer.

Isso porque quem adquire uma cota de consórcio pode tanto ser contemplado com a carta de crédito logo no primeiro mês como apenas no término do pagamento do plano.

Infelizmente, o medo de arriscar diante de um cenário financeiro não tão animador tem levado muitas pessoas a se resignarem, pagando aluguel mês após mês.

E caso você precise, um dia, se mudar ou se desfazer do bem por qualquer motivo, será possível recuperar o valor investido, o que não ocorre em hipótese alguma no aluguel.

Com exceção de raros casos de alterações estruturais em apartamentos que possam comprometer a segurança do local, você terá liberdade total para decorar e personalizar o ambiente como quiser.

Vale ressaltar que, ainda que receba autorização para fazer adaptações em um imóvel alugado, você terá que negociar com o proprietário quem será o responsável pelo pagamento das mudanças.

Quando você opta por comprar um imóvel e sair do aluguel, passa a contar com sua rentabilidade, que pode trazer um grande retorno financeiro no futuro, já que o bem faz parte do seu patrimônio.

Resolver problemas sem burocracia Se você mora — ou já morou — de aluguel, deve saber o quanto é difícil resolver problemas com a manutenção do imóvel.

Encontrar facilidades no financiamento Para quem está pensando em financiar um imóvel para sair do aluguel, a ampliação do teto do Minha Casa Minha Vida pode ser o empurrão que faltava.

No começo do ano, o governo federal aumentou para R$ 9 mil o teto da renda mensal permitida para que as famílias possam aderir ao programa habitacional, que oferece juros mais atrativos.

Outra vantagem é a possibilidade de utilizar os recursos das contas vinculadas do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), o que pode ser feito para completar o valor da entrada, pagar ou amortizar prestações.

Se você está sentindo que o aluguel é um dinheiro mal gasto, este é o momento ideal para optar por um financiamento de um imóvel próprio, que em muitos casos terá um valor próximo ao valor da locação, porém com a vantagem de depois de finalizada as parcelas a casa será totalmente sua.

Maior liberdade Ao alugar um imóvel, não é possível reformá-lo do jeito que se deseja, até por que não é financeiramente viável gastar valores altos arrumando uma casa que não é sua.

Garantia de estabilidade Quem mora de aluguel, tem sempre aquela sensação de que terá que sair do imóvel a qualquer momento, pois o proprietário pode solicitar a residência de volta ou os valores podem ser reajustados de forma que fique inviável morar naquele local.

É claro, um imóvel alugado pode servir de lar para toda uma família e às vezes é a única solução, mas ainda assim o dinheiro pago mensalmente não está sendo investido.

E sem contar que, com o passar dos anos, o patrimônio será gradativamente valorizado, o que gera uma excelente oportunidade de realizar algum negócio no futuro.

E é neste momento que a lei da oferta e procura entra em ação: a solução foi baixar os preços e melhorar os financiamentos, tornando o momento atual ideal para quem guardou um dinheiro utilizar para comprar a casa própria.

E, além de todas essas vantagens, ao adquirir um imóvel, o preço das prestações é sempre fixado no valor da compra, não possuindo reajustes no decorrer do contrato, como ocorre no aluguel.

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