Como comprar Meu primeiro Apartamento?

Como Comprar meu primeiro Apartamento?

Segundo o economista e professor da FGV, Samy Dana, por ser um bem de valor alto, é preciso muito planejamento para que o negócio se torne sustentável para o comprador.

É necessário estudar e escolher a melhor opção para a localização, tipo de imóvel (casa ou apartamento), se será novo ou usado, o número de quartos e garagens e a metragem.

Para ajudar na realização do sonho da casa própria, detalhamos abaixo oito dicas dadas por especialistas para quem busca o seu primeiro imóvel.

Lógico que se tem o prazer de morar onde ninguém nunca morou, em um imóvel mais moderno, com condomínio mais barato, mas é mais caro e tem depreciação”, diz Samy Dana.

Quanto menor o valor financiado, melhor Nem sempre existe possibilidade de quitar o valor de imóvel à vista.

Raspe suas economias, abra mão de alguns bens para tentar dar uma entrada num valor mais alto.

Consumir é que é gratificante" • O modo de comprar muda a percepção • Está sobrando emprego no Canadá • Quer produzir sua energia elétrica?

valor a ser pago na parcela é um dos itens mais importantes quando se quer comprar um imóvel financiado.

Como escolher a instituição financeira Para um imóvel de até R$ 500 mil, os juros do financiamento habitacional variam, em média, de 8% a 10% ao ano.

“Tem que pesquisar as condições de crédito e tomar cuidado com o que eles chamam de relacionamento com o cliente – para ter uma taxa melhor, o cliente precisa ter ‘fidelização bancária’.

Às vezes, para ter uma taxa melhor, o banco te obriga a fechar pacotes, que muitas vezes não valem à pena.

Pesquisa legal do imóvel e do corretor Consultar um advogado ou uma imobiliária para ver se os documentos estão ok é fundamental.

“Pode custar até 2 mil reais, mas é um investimento que vale a pena para evitar dor de cabeça futura”.

Mensalmente, o empregador deposita em uma conta o equivalente a 8% do salário bruto do funcionário.

Só é possível receber o benefício em algumas situações específicas, como demissão sem justa causa, rescisão do contrato por extinção total ou parcial da empresa, aposentadoria, falecimento do trabalhador, compra de moradia própria, liquidação ou amortização de dívida ou pagamento de parte das prestações de financiamento habitacional.

“Vale a pena usar o FGTS, pois este benefício é exclusivo para que não possui nenhum outro imóvel no nome.

Analisar a vizinhança, avaliar o acesso ao transporte público, visitar o local durante o dia e durante a noite, para saber se o imóvel é perigoso ou barulhento e conhecer o trânsito local são alguns dos conselhos importantes nesta hora.

Vale esperar Além de pesquisar e entender o mercado, a opinião dos especialistas é que a hora não é boa para comprar um imóvel, especialmente na cidade de São Paulo.

problema é que esses ciclos de aquecimento e desaquecimento da economia também afetam o seu emprego, o valor real do seu salário, a rentabilidade dos seus investimentos e o seu custo de vida.

Por este motivo, é importante ter alguns cuidados antes de tomar a decisão de comprar um imóvel através de uma dívida que pode demorar 10, 20 ou 30 anos para ser quitada.

No campo da política, nos últimos 30 anos, tivemos apenas quatro presidentes diferentes eleitos pelo voto do povo sendo que dois sofreram impeachment e um está sendo investigado.

Diante dessas constatações, não temos o direito de assumir dívidas grandes de longo prazo sem antes saber exatamente o que estamos fazendo.

Para que você saiba como comprar um imóvel com consciência do que está fazendo e preparado para as adversidades, separei três dicas valiosas, das muitas que já compartilhei com milhares de leitores dos meus livros sobre imóveis.

Dica #1: Simule seu novo estilo de vida (antes de financiar) Vamos imaginar que você já fez a simulação para o financiamento do seu imóvel.

problema é saber se você tem consciência do que significa ficar algumas décadas comprometendo uma parte significativa a sua renda familiar.

banco permitirá que as parcelas do seu financiamento comprometam até 30% da sua renda ou o equivalente a R$ 3.000,00.

Antes de comprar o seu imóvel comprometendo 10%, 20% ou 30% da sua renda, tente viver por alguns meses com uma renda familiar menor.

Ao receber o seu salário, transfira para um investimento esse percentual equivalente ao que será comprometido na dívida.

Além do comprometimento da sua renda com o financiamento, você deve se lembrar do comprometimento gerado pelas despesas com condomínio, água, energia, internet, gás, compras no supermercado, entre tantos outros.

Depois de três meses, você já terá uma ideia superficial do impacto que sofrerá na sua renda diante de um financiamento.

Considere que, além do imóvel, você terá outras necessidades envolvendo transporte (carro), lazer (viagens), vestuário, educação… Somente se você progredir profissionalmente esse peso será aliviado com o aumento da sua renda.

Em teoria, as pessoas conseguem aumentar sua renda com o passar dos anos ao serem promovidas, mudarem de emprego ou aumentaram sua qualificação profissional.

Muitos se acomodam em uma atividade e ficam nela por praticamente toda vida, podendo até regredir com relação a sua renda.

Para muitos leitores dos meus livros sobre imóveis, esse desafio que proponho foi a primeira experiência séria de poupança que eles fizeram durante a vida.

claro que todo mundo já poupou algum dinheiro, mas são poucos que passaram pela experiência dura de restringir um percentual elevado da renda familiar por livre e espontânea vontade.

Essa ideia de poupar por vontade própria é importante, pois muitas vezes as pessoas só poupam quando são coagidas por uma dívida.

Se você pode poupar um grande percentual da sua renda para pagar uma dívida, ou seja, para pagar juros e taxas para um banco, por qual motivo não poderia fazer a mesma coisa ganhando juros e tendo o tempo como seu aliado?

Vamos imaginar que o banco esteja exigindo uma entrada de 30% do valor do imóvel para liberar o seu financiamento.

Isso significa que, para comprar um apartamento de R$ 300 mil, você precisa ter R$ 90 mil em dinheiro que será pago ao dono do imóvel.

que você precisa saber é que, quanto maior for a entrada, mais fácil será conseguir o financiamento no banco.

fácil entender que, para um imóvel avaliado em R$ 300 mil, é mais seguro para o banco financiar R$ 100 mil em vez de R$ 200 mil.

Você deve considerar que uma parte desses juros é calculado com base no risco que o banco corre de não receber o valor emprestado.

Pode demorar 60 dias (em alguns casos, até mais que isso) para o proprietário do imóvel receber o valor do banco.

Dica #3: Tenha uma reserva para emergências Antes de assumir uma enorme dívida que comprometerá a sua renda por várias décadas, além de uma boa entrada, é fundamental que você comece um financiamento com uma boa reserva para enfrentar as emergências.

Imagine o desastre que seria passar por dificuldades financeiras geradas por situações imprevisíveis e que podem comprometer o pagamento das prestações do seu financiamento.

Isso significa que, se você ficar devendo as prestações do financiamento por mais de três meses, o imóvel poderá ser leiloado pelo banco, mesmo que você e sua família ainda estejam morando nele.

Alguém vai aparecer na sua porta dizendo que é o novo dono do imóvel e você será obrigado a sair do bem que, na verdade, nunca foi seu.

2. Você tem um prazo para pagar o que deve, que pode ser de até três meses, caso seu financiamento tenha utilizado recursos do SFH (Sistema Financeiro da Habitação), ou de apenas 15 dias, caso os recursos sejam do SFI (Sistema Financeiro Imobiliário);

Se ninguém se interessar pelo imóvel ele poderá ser leiloado pelo valor da dívida e caso você receba alguma coisa, será muito pouco.

Vale lembrar que você não pode desistir de um contrato de financiamento de imóveis da mesma forma que pode desistir de um contrato de promessa de compra de um imóvel na planta.

Diante de uma dificuldade financeira, você ser verá obrigado e vender o seu imóvel, ou melhor, vender o seu contrato de financiamento com o banco, antes de atrasar o pagamento das parcelas.

No entanto, existe uma forma de evitar todo esse transtorno diante dos imprevistos que você poderá enfrentar pela frente.

Você não vai querer atrasar o pagamento da escola dos seus filhos, plano de saúde, condomínio, água, energia, internet ou fatura do cartão de crédito, por exemplo.

Antes de comprar um imóvel, você deve observar diversos detalhes que, hoje, pode podem parecer pequenos, mas que podem se transformar em grandes problemas e prejuízos no futuro.

Comprar um imóvel é uma das aquisições mais importantes na vida da maioria das pessoas, tanto pelo valor do bem em si, quanto pelo significado emocional que isso representa, muitas vezes é a saída do aluguel e realização do sonho da casa própria.

Mas neste momento de grandes emoções, é imprescindível sermos muito racionais antes de assinar o contrato de compra e venda, em especial para imóveis na planta.

contrato de compra e venda deve ser muito claro e fornecer todas as informações sobre o imóvel em questão, como área útil, vagas de estacionamento, áreas comuns, e todas essas informações sem margens para dúvidas, caso contrário, peça a revisão deste item no contrato.

Itens indispensáveis em qualquer contrato de compra e venda de imóvel: • Dados do incorporador e qualificação dos seus representantes • Dados do comprador ou compradores • Valor total da transação • Valor da entrada ou sinal • Formas de pagamento e valores das parcelas com suas datas de vencimento • Financiamento e índice de reajuste, se houver • Possíveis casos de rescisão, como em casos de inadimplência • Previsão das penalidades, tanto por parte do comprador quanto do incorporador

Lei 4.591/64 condiciona a comercialização das unidades pelo incorporador ao arquivamento de uma série de documentos no Cartório de Registro de Imóveis:

Qualquer pessoa pode obter cópia desses documentos no Cartório e o incorporador é obrigado a apresentar tais documentos ao consumidor.

memorial descritivo da habitação é um documento que descreve detalhadamente o processo de construção do imóvel que você está comprando, os materiais e acabamentos a serem utilizados no apartamento.

Basicamente, o contrato de compra e venda é um documento celebrado entre duas partes para descrever preço e condições previamente acertadas para transferir a posse de determinado bem.

Escritura Definitiva de Compra e Venda é o instrumento público, pelo qual se transmite definitivamente a posse de um bem imóvel, e na maioria dos casos é realizada em cumprimento a um Contrato previamente assinado, com algumas exceções, como na aquisição de imóveis pelo projeto Minha Casa Minha Vida, em que muitas vezes a Escritura já é feita no nome do novo proprietário no momento da compra.


Consulte a disponibilidade da unidade com o

Corretor de Plantão e Online (79)9992-1049






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