“As escolas devem-se ajustar a todas as crianças, independentemente das suas condições físicas, sociais, linguísticas ou outras. Neste conceito, terão de incluir-se crianças com deficiência ou sobredotadas, crianças da rua ou que trabalham, crianças de populações remotas ou nómadas, crianças de minorias linguísticas, étnicas ou culturais e crianças de áreas ou grupos desfavorecidos ou marginais (...). As escolas devem encontrar formas de educar com sucesso estas crianças, incluindo aquelas que apresentam incapacidades graves." Declaração de Salamanca (1994)


Informações à comunidade educativa

  • ASSUNTO: Selo Protetor AEPAS

Exmo.(a) Senhor(a)

Presidente/ Responsável pela Candidatura ao Selo Protetor

A Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Proteção das Crianças e Jovens (CNPDPCJ) tem vindo a promover uma medida de prevenção que é reconhecidamente permissora da salvaguarda do Direitos das Crianças e Jovens, através da implementação do programa Selo Protetor, que se encontra na quarta edição.

O Selo Protetor é uma medida inovadora e de reconhecido mérito na promoção de uma maior eficácia e eficiência do sistema português de proteção da população infantojuvenil, desenvolvido pelas Entidades com Competência em Matéria de Infância e Juventude e tem consolidado uma boa prática de trabalho integrado e em rede.

Terminada a análise das candidaturas à atribuição do Selo Protetor, é com honra que informamos que a candidatura apresentada por V. Ex. demonstrou intencionalidade preventiva na proteção e defesa dos direitos das crianças e jovens, assim como no desenvolvimento do trabalho em parceria, respondendo de modo positivo aos requisitos exigidos.

Assim, vem o júri do concurso, notificar da atribuição do SELO PROTETOR, à candidatura apresentada pelo(a)

- Agrupamento de Escolas Professor Agostinho da Silva

A atribuição do Selo Protetor confere um grande prestígio e, em simultâneo, uma responsabilidade acrescida, tendo em vista a salvaguarda dos direitos das crianças e jovens. Reconhecendo, assim, às entidades e a toda a comunidade educativa, um papel privilegiado na disseminação de boas práticas de promoção dos Direitos Humanos da Criança, numa ótica de inovação e desenvolvimento de uma cultura colaborativa e preventiva.

A CNPDPCJ irá realizar no mês de fevereiro de 2022 , uma cerimónia em local e horário a informar posteriormente, para a qual gostaríamos de convidar vossa excelência a estar presente.

Com os melhores cumprimentos

A Presidente do Júri

Rosário Farmhouse

  • ASSUNTO: Procedimentos a adotar em caso de covid+ ou de isolamento nas turmas - 18 janeiro 2022

Ex.ms Senhores Pontos Focais para o Covid19 na Escola


Decorrente da última atualização da Norma 015/2020 da DGS e atendendo ao atual contexto Pandêmico, considerando a que a maioria das infeções por SARS-CoV2 em Portugal são causadas pela variante Ómicron, muito mais transmissível implicando um elevado número de casos na comunidade, é fundamental a responsabilização individual e coletiva para a adoção de comportamentos preventivos e de proteção de e para a comunidade na gestão e controlo da pandemia.

Assim, vimos informar dos novos procedimentos a adotar, a partir de 18/01/2022, na sequência de um caso positivo na escola (confirmado por teste de PCR ou Teste de Antigénio Profissional- TrAg; um auto-teste não permite confirmar diagnóstico de doença Covid 19):

  • O caso positivo não vai a escola, permanece em isolamento durante 7 dias e não necessita de fazer teste para ter alta;

  • Só cumprem isolamento os coabitantes de um caso positivo que não tenham dose de reforço há mais de 14 dias (exceto os recuperados de Covid19 há menos de 180 dias que não necessitam de cumprir isolamento profilático).

  • Deixa de estar previsto o isolamento das turmas, por contatos em meio escolar com caso confirmado de infeção por SARS-CoV2/COVID-19 (aluno/criança ou professor/funcionário positivo).Todos os alunos e professores da turma que contactaram com o caso positivo nas 48 horas antes do início de sintomas ou da realização do teste que deu resultado positivo, consoante o que ocorrer primeiro são considerados contactos de baixo risco;

  • Deixa de ser necessário o preenchimento do formulário on-line - “Reporte de caso confirmado em meio escolar para a Autoridade de saúde-LVT”, bem como a notificação, por rotina de todos os casos, à Unidade de Saúde Pública (USP), através de e-mail.

  • A escola deve informar os pais/Encarregado de Educação da ocorrência de um caso positivo em aluno/professor da turma dos seus educandos e informar que devem efetuar 1 teste para o SARS-CoV2, preferencialmente até ao 3º dia após contacto com o positivo (fica dispensado de realização de teste os contactos que tenham tido infeção por SARS-CoV2 há menos de 180 dias desde que permaneçam sem sintomas de doença aguda)

  • Este teste pode ser teste de Antigénio de uso profissional realizado gratuitamente numa farmácia (TrAg) ou teste de PCR (para obtenção da prescrição de PCR devem contactar o SNS24 – 808 24 24 24).

Feira de Minerais - Cartaz AE Agostinho da Silva.pdf