20 de fevereiro de 2026
A Professora Débora Boto desenvolveu com a turma D2, quarto ano da Escola Básica N.º 2 de São Roque, uma atividade que envolvia escrita, cartas mágicas e muita imaginação!
A marca Clementoni produziu 56 cartas ilustradas com o título “Conta-me uma história...”. Neste sentido, a Professora formou quatro grupos de trabalho e distribuiu 14 cartas ilustradas, do referido baralho, a cada grupo. De acordo com as cartas, os alunos deveriam criar uma história, mas havia uma regra muito especial: só podiam virar uma carta de cada vez, isto é, só era permitido ver a carta seguinte depois de ter desenvolvido algo na história sobre a carta anterior. O mais engraçado? É que apareciam cartas que quase destruíam as histórias dos nossos pequenos, mas a imaginação deles é inalcançável e, por isso, foi possível criar histórias maravilhosas!
Como exemplo, deixamos aqui uma história muito divertida criada pelos alunos Artur Justino, Fernando Silva e Mariana Maio.
Os Mistérios
Era uma vez uma porta mágica que nunca ninguém soube o que havia lá dentro. A porta ficava numa montanha altíssima. Quando a noite chegava aparecia uma constelação de estrelas e ao lado da porta surgia uma fénix que guardava o seu ovo e protegia a porta.
Um relógio indicava o tempo de alguém misterioso chegar perto da porta e uma roda que fazia vento para afastar os intrusos.
Um certo dia, apareceu um homem de chapéu grande e foi tentar abrir a porta, mas a fénix pôs fogo no chapéu do homem e a roda fê-lo voar. O homem voou até à estrada da montanha e encontrou uma mala que tinha lá dentro uns binóculos e utilizou-os para avistar a porta. O homem conseguiu abrir a porta, mas viu outra porta. O binóculo ajudou-o e apontou para o mar e disse:
- A chave está na barriga do peixe!
No mar, uma sereia apareceu e ajudou-o a apanhar o peixe. Os dois abriram a boca do peixe para tirar a chave e quando tiraram a chave apareceu uma vassoura. Ele despediu-se da sereia, montou-se na vassoura e ajudou-o a chegar novamente à porta.
O homem abriu-a e lá dentro não havia nada, mas ele aprendeu que trabalhar em equipa é bom!