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Sobre o processo evolutivo...

postado em 3 de fev de 2019 18:30 por Sérgio Kawanami

Há algum tempo a espiritualidade vem nos orientando sobre o processo evolutivo.

Nos falaram sobre o tempo, disciplina, prioridades, ser verdadeiro, saber o que quer, planejar, dentre muitos outros temas.

Falaram sobre diversas técnicas, mas sobre todas elas, também falaram de que nada adiantarão se nós, por vontade própria, não agirmos conforme os ensinamentos morais.

Esses ensinamentos morais que podem ser chamados de cristãos, mas que se confundem com os mesmos ensinamentos morais de outras linhas de pensamentos filosóficos ou religiosos (sejam europeus, asiáticos ou americanos).

Todavia, conhecimento por conhecimento de nada vale.

É preciso agir e vivenciar cada um dos ensinamentos.

Desde o final de setembro/18 (“coincidentemente” na proximidade da festa de Cosme – quando também presto homenagem para os Ibejis – que é o Orixá da felicidade, do que é bom, belo e puro) passei a avaliar e a agir para mudar os rumos da vida.

 

Algumas conclusões (as quais geraram muitas ações):

 

Momentos são mais importantes que dinheiro.

Tempo é o que temos de mais valioso (se momentos são mais importantes que dinheiro, é no mínimo prudente, que utilizemos nosso tempo com momentos que levaremos na memória).

O que levamos conosco na memória é o que pode nos entristecer ou alegrar, nos dar motivação para viver.

Somente vivenciando isso é que o conhecimento é solidificado.

Quando compartilhamos VERDADEIRAMENTE tempo com alguém, ambos compartilham suas vidas entre si.

Isso ocorre somente com quem quisermos e com quem queremos bem.

 

Por isso, ao priorizarmos nossas ações, nosso tempo, estamos mostrando apenas o que realmente importa para nossas vidas.

Assim, pergunto:

Trabalho ou saúde?

Festas ou ficar em casa com quem importa?

Viagem de férias ou cuidar de uma pessoa doente?

Cursos ou fazer o que é certo?

Convenções sociais ou sua felicidade?

Conversar ou cuidar das plantas?

Arriscar o novo ou continuar no velho?

Ficar ou partir?

 

Não há resposta correta. Óbvio que se deve ter horário para tudo. Cada um sabe o que quer priorizar.

Apesar de não haver resposta correta, há uma indubitavelmente sempre incorreta: escolher para agradar outrem (ou seja, sendo falso e hipócrita).

 

Assim é o processo evolutivo.

Fazemos nossas escolhas (de maneira verdadeira), planejamos, agimos, assumimos os riscos e as dificuldades dessas decisões. Assim vivenciaremos, aprenderemos, acertaremos e erraremos. E tudo começa novamente.

Não adianta fazer escolhas sem que a mesma seja a expressão verdadeira da sua própria vontade (acreditem... tem gente pensando que o importante é fazer o que está escrito nos livros, mesmo sem ter vontade, simplesmente para passar para a imagem de “gente mais evoluída que os demais...” basicamente, a mais absurda manifestação do ego inflado e a vontade de dominar os que os cercam).

 

Nesse ano, mais decisões serão tomadas. Ações também...

Dizem que o ano é regido por Ogum. Espero que seja mesmo.

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