Bem vindo à DRE de Ceilândia Virtual

espaço de trabalho interativo das escolas públicas de Ceilândia-DF

Mamãe

 

Quero te agradecer pelo perdão,

pela bronca, pelo abraço,

pelo pão, pela mesa, pela festa,

pela energia e pelo afago,

por tua capacidade de perdoar e organizar.

 

Quero te agradecer, mãe querida,

pelo colo, o apoio e a prece,

pelo impulso, o empurrão e o aplauso

pelos braços abertos

e as mãos estendidas,

pela cumplicidade na luta,

na derrota e na conquista,

por tua capacidade de perdoar e estimular.

 

Quero te agradecer, mamãe

pelo soluço, pelo choro compreendido,

pela lágrima enxugada,

pela atenção ao mínimo ruído

por decifrar o balbucio, a palavra ensaiada,

a frase inacabada, o pensamento escondido,

a expressão disfarçada,

por tua capacidade de perdoar,

estimular e ouvir.

 

Quero te agradecer, minha mãe,

por entender meus projetos,

teimosias, desordens, exigências,

por descobrir escondida em cada gesto,

a vontade enorme de me afirmar e ser gente.

Agradeço-te, mãe, por tua capacidade de perdoar,

organizar, estimular, ouvir, compreender!

 

Mamãe, quero te dizer “muito obrigado” pelo sonho,

pelo sim, pela vida.

por tua capacidade de amar.

“O Senhor fez grandes coisas por ti” (DT 10,21).

                                                    

                                                                       Patrícia Silva


 

              Núcleo Pedagógico realiza 1º Encontro Setorizado de Educadores

 

Por Irismar  Almeida


O Núcleo Pedagógico da DRE Ceilândia realizou nesta Quarta-Feira (06\04) na Escola Classe 66, o primeiro encontro setorizado com professores e coordenadores da Educação Infantil, Bloco Inicial de Alfabetização (BIA) e os 4º e 5º anos respectivamente. O evento teve como objetivo principal otimizar a formação continuada dos educadores na perspectiva do aperfeiçoamento do trabalho pedagógico. O encontro contou com a presença do Diretor da Regional de Ensino Prof. Nelson Moreira Sobrinho acompanhado da Chefe do NP, Valdenice de Oliveira. Na ocasião, as coordenadoras intermediárias da educação infantil deram ênfase no currículo e orientações sobre o diário de classe. Já as articuladoras do CRA,  trabalharam com oficinas sobre a psicogênese da língua escrita. As coordenadoras dos 4º e 5º anos assistiram a uma palestra ministrada pelo mestre e doutorando em Avaliação pela Unb, Prof. Erisevelton Lima, com o tema: Avaliação formativa das aprendizagens: portifólio, registros reflexivos e autoavaliação. O professor Eri, como gosta de ser chamado, reforçou a importância do tema discutido no encontro. Segundo ele, “a necessidade de articular o trabalho pedagógico com estratégias que possibilitem acompanhar e avaliar o desenvolvimento da cada aluno com vistas às aprendizagens é um grande desafio para professores e alunos”. Para a vice-diretora da Escola Classe 66, professora Claudia de Brito Barros, foi importante a iniciativa do NP na realização do evento: “encontros setorizados como esse são de fundamental importância porque ajudam o professor a entender melhor a parte pedagógica e, ao mesmo tempo, possibilitam a troca de experiências” conclui. Outro fato significante que a professora destaca é a atenção que a Regional está dando  às escolas consideradas periféricas, visto que, no passado, sofriam preconceitos, ficando totalmente esquecidas. De acordo com a chefe do NP Valdenice Oliveira, eventos dessa magnitude serão levados a outras instituições de ensino.

 

 

Centro de Ensino Fundamental Maria do Rosário participa da campanha do Dia Mundial de Conscientização sobre o Autismo e é citado em reportagem do Correio Brasiliense. Leia a reportagem na íntegra:

 

Por Rayanne Portugal, da equipe do Correio

 

Primeiro, o silêncio, a timidez. Em seguida, o resguardo e a dificuldade de estabelecer relacionamento com outras pessoas. O que começa durante a infância e normalmente leva muitos pais a acreditarem que seus filhos sofrem alguma dificuldade relacionada ao aprendizado pode se confirmar como uma síndrome: o autismo. Apesar da falta de levantamentos específicos  sobre o transtorno, acredita-se que exista hoje uma criança autista  para cada 110, segundo levantamento do Centro de Prevenção e Controle de Doenças(CDC,da sigla em inglês), órgão de pesquisa e promoção da saúde ligado ao governo norte-americano. No Brasil, esse número pode chegar a 2 milhões de autistas de acordo com estudo apresentado no Senado Federal por diversos especialistas, no fim de 2010,durante audiência  pública sobre a criação de uma lei  exclusiva sobre o autismo.

        Devido à importância da discussão e a falta de conhecimento que ainda existe sobre a realidade vivida pelo autista, no Brasil e no mundo, diversos eventos serão realizados para marcar o Dia Mundial de Conscientização sobre o Autismo, comemorado hoje. E Brasília não fica de fora. A cor azul, símbolo da campanha criada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2008, cobrirá diversas cidades. O prédio do Senado e a Torre de TV, em Brasília, o Cristo Redentor, no Rio de Janeiro; a Ponte estaiada, o Monumento às Bandeiras e o Viaduto do Chá, em São Paulo, estarão iluminados com esse tom. Também tem sido promovidas atividades paralelas. Os alunos do Centro de Ensino Fundamental Professora Maria do Rosário, em Ceilândia, realizaram um encontro com a comunidade para esclarecer o que é a síndrome. Com o apoio de vídeos, apresentações e cartazes produzidos pelos próprios estudantes, pais e amigos da escola tiveram a oportunidade de aprender mais sobre a importância do respeito àquele que é diferente. “Estudamos bastante sobre o que é o autismo e agora vamos ajudar as pessoas a entender melhor também”, afirma Raiza Maria Silva, de 9 anos.”Todo mundo tem que aceitar as diferenças de cada um. Nós somos iguais, temos os mesmos direitos. E o autista precisa muito da nossa ajuda,” afirma Rômulo da Silva Santos,10. “Eles só pensam um pouco diferente da gente. Não são piores nem melhores, são especiais, como todos nós” defende Talita Martins, 10 anos. O professor Lúcio Marcelo Faria, especializado no atendimento de alunos especiais e com vários anos de experiência com autistas, lembra que o evento é de extrema importância para comunicar à sociedade as necessidades de quem convive com o autismo. “As crianças são multiplicadoras e principalmente agentes na promoção da igualdade. Elas se sentem responsáveis por ajudar a melhorar a realidade de outras”, defende. “Diversas famílias convivem hoje com um autista em casa e querem dar a ele a melhor educação e carinho. Às vezes, enfrentam dificuldades nesse processo”, lembra a Vice-diretora da escola, Hivana Sampaio.” Essa ação tem por objetivo orientar e apoiar quem conhece pouco a síndrome, além de mostrar que o autista tem habilidades tão notáveis quanto aqueles tidos como normais”.pontua.

 

Matéria publicada no Caderno Cidades, editoria de Saúde, do Correio  Brasiliense em 02 de Abril (Sábado,) 2011.
 

 
  
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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