Reflexologia é o estudo dos reflexos,
Reflexoterapia é a aplicação da reflexologia,
Reflexologia podal é a técnica complementar baseada na anatomia e fisiologia humana que identifica, previne e trata os distúrbios orgânicos e os desequilíbrios emocionais através de estímulos por pressão nas terminações nervosas em pontos específicos dos pés.
A reflexologia é uma arte suave, uma ciência fascinante que conquistou um lugar de destaque no campo da medicina complementar. Ela é uma ciência porque se baseia no estudo fisiológico e neurológico, e é também uma arte porque muita coisa depende da habilidade com que o terapeuta aplica o seu conhecimento e da dinâmica que ocorre entre o terapeuta e o paciente. A reflexologia é uma técnica curativa holística – o termo holístico é derivado da palavra grega holos, que significa inteiro e, assim, procura tratar o indivíduo como uma entidade constituída de corpo e mente.
Os reflexologistas não isolam uma doença para tratar os seus sintomas, nem atuam especificamente sobre um órgão ou sistema, em vez disso, eles tratam à pessoa inteira com o objetivo de induzir um estado de equilíbrio e harmonia.
Reflexologia não deve ser confundida com massagem básica dos pés; ela é uma técnica específica de pressão que atua em pontos reflexos precisos dos pés com base na premissa de que as áreas reflexas dos pés correspondem a todas as partes do corpo. Como os pés representam um microcosmo do corpo, todos os órgãos, glândulas e outras partes do corpo estão dispostas num arranjo similar ao dos pés.
A pressão é aplicada nas áreas reflexas com os dedos das mãos e usando técnicas específicas. Isso provoca mudanças fisiológicas no corpo, na medida em que o próprio potencial de cura do organismo é estimulado. Dessa maneira, os pés podem desempenhar um papel importante para se conquistar e manter uma saúde melhor. A simplicidade do tratamento reflexológico não corresponde à sua eficácia. Não é necessário nenhum equipamento complicado ou tecnologicamente sofisticado.
Um bom terapeuta precisa de um par de mãos sensíveis, porém vigorosas, de um genuíno desejo de aliviar a dor e o sofrimento, compaixão, intuição e uma compreensão da natureza humana. O relacionamento entre o beneficiário e o terapeuta é um importante aspecto do processo de cura.
O reflexoterapeuta não cura, somente o corpo é capaz de fazê-lo. Mas a reflexologia ajuda a equilibrar todos os sistemas corporais, estimulando uma área pouco ativa e acalmando uma área super ativa. Ela é inofensiva para as áreas que estão funcionando adequadamente.
As Origens da Reflexologia
As origens da reflexologia remontam à Antiguidade, quando as terapias de pressão eram reconhecidas como uma forma de medicina preventiva e terapêutica. Embora não se saiba ao certo quando e como isso começou, as evidências indicam que a massagem terapêutica nos pés tem sido praticada por diversas culturas ao longo da história.
História antiga
De acordo com uma teoria que goza de larga aceitação, a reflexologia nasceu na China há 5.000 anos. Muitos respeitados reflexologistas manifestaram sua crença nessa teoria, muito embora as evidências concretas sejam ambíguas. Todavia, as culturas egípcias e babilônicas desenvolveram-se antes da chinesa, e o Egito contribuiu com uma valiosa evidência histórica. O documento mais antigo que descreve a prática da reflexologia foi encontrado em escavações no Egito. Essa evidência, um pictograma produzido em torno de 2500 a 2330 a.C., foi descoberta na tumba de um médico egípcio, Ankmahor,em Saqqara. Segundo as evidências encontradas na tumba, Ankmahor era uma pessoa muito influente – suplantado apenas pelo rei.
Esse conhecimento da reflexoterapia aplicada aos pés poderia ter sido perdido nas névoas da antiguidade não fosse pelas pesquisas de médicos do final do século XIX. Pessoas curiosas com o conceito de reflexoterapia estimularam um surgimento do interesse pelo estudo dos reflexos. O estudo e o desenvolvimento da reflexoterapia pelos pioneiros europeus e empreendedores americanos estabeleceram os fundamentos da reflexologia, tais como a conhecem hoje.
A base científica do estudo dos reflexos tem sua origem nos estudos neurológicos realizados na década de 1890 por Sir Henry Head, de Londres. Em 1898 ele descobriu a existência de zonas da pele que se tornavam, hipersensível à pressão quando um órgão ligado por nervos a essa região da pele apresentava alguma doença. Após anos de pesquisas clínicas, Head demonstrou a existência daquilo que se tornaria conhecido como “Zonas de Head” ou “zonas de hiperalgesia”. As pesquisas russas sobre reflexos começaram a partir de uma perspectiva psicológica. O fundador da fisiologia russa, Ivan Sechenov (que descobriu a inibição cerebral dos reflexos espinhais), publicou um trabalho em 1870, intitulado “Quem deve investigar os problemas da psicologia e como?”. Psicólogos liderados por Vladimir Bekhterev, fundador do Instituto Cerebral de Leningrado, aceitaram o desafio e atacaram-no através do estudo dos reflexos. Hoje os russos prosseguem seus estudos sobre reflexologia, tanto de um ponto de vista fisiológico como psicológico. Eles testaram cientificamente os efeitos da reflexoterapia em pacientes com uma variedade de problemas e descobriram que a reflexologia é um complemento eficaz da medicina tradicional. Simultaneamente, os alemães também estavam pesquisando o tratamento de doenças por meio de massagens.
No final da década de 1890 e no início da década de 1900, as técnicas de massagem desenvolvidas na Alemanha tornaram-se conhecidas como “massagem reflexa”. Essa foi à primeira vez em que os benefícios de técnicas de massagem foram creditados a ações reflexas. Ao que parece o Dr. Alfons Cornelius foi o primeiro a aplicar a massagem nas “zonas reflexas”. Segundo consta, em 1893 Cornelius sofreu uma infecção e, durante sua convalescença, recebeu uma massagem diária. Na estação de água ele observou o quanto era eficaz as massagens de um determinado médico. O homem trabalhava mais tempo nas áreas onde sentia dor e este conceito serviu de inspiração para Cornelius. Depois de examinar a si mesmo, Cornelius determinou que o seu massagista trabalhasse apenas as áreas dolorosas. As suas dores desapareceram rapidamente e em quatro semanas ele estava completamente recuperado. Isso o levou a usar a aplicação localizada de pressões em sua clínica. Ele publicou o seu manuscrito “Druckpunkte” ou “Pontos de Pressão, Origem e Significado”, em 1902. Os europeus expandiram as pesquisas iniciadas pelas pessoas acima mencionadas. Todavia, o crédito por colocar a moderna reflexologia no mapa deve ir para os norte-americanos.
A influência Norte-Americana
O Dr. William Fitzgerald, comumente conhecido como o fundador da terapia por Zonas, nasceu em Connecticut, nos Estados Unidos, em 1872. Ele formou-se em medicina pela Universidade de Vermont, em 1895, e clinicou em hospitais de Viena e Londres. No seu livro Zone Therapy, Fitzgerald descreve de que modo ele chegou ao conceito de terapia por zona: “Descobri acidentalmente que a pressão” exercia por uma sonda com ponta de algodão sobre a borda muco cutânea (onde a pele entra em contato com a membrana mucosa) do nariz tinha um efeito anestésico semelhante ao produzido pela aplicação de uma solução de cocaína no local.
Posteriormente descobri que havia muitos pontos no nariz, na boca, na garganta e em ambas as superfícies da língua que, quando pressionados com firmeza, amorteciam áreas definidas. Verifiquei também que pressões exercidas sobre qualquer proeminência corporal, sobre as mãos, pés ou sobre as articulações produziam os mesmos resultados analgésicos. Também descobri que, quando a dor era aliviada, a condição que a produzia na maior parte das vezes também melhorava. Isso me levou a “mapear” essas diversas áreas e suas conexões, e também a observar as condições influenciadas por elas. “Dei a essa ciência o nome de terapia por zona”.
Fitzgerald juntamente com seu colega, o Dr. Edwin Bowers queriam convencer a comunidade médica a respeito da validade da teoria de zona. Um médico acreditou realmente em trabalho – o Dr. Joseph Shelby Riley. Fitzgerald ensinou a terapia por zonas a Riley e à esposa deste, Elizabeth, e eles usaram esse método em sua clínica durante muitos anos. Fitzgerald, Bowers e Riley desenvolveram e aprimoraram a teoria da terapia por zonas, mas foi a assistente de Riley, Eunice Ingham, que provavelmente fez a maior contribuição para o surgimento da moderna reflexologia. Foi através de sua incansável pesquisa e dedicação que a reflexologia tornou-se o que é hoje. Ela estabeleceu a distinção entre a terapia por zonas, de maneira geral, e o trabalho com os reflexos dos pés.
Eunice Ingham (1879-1974) deveria ser considerado a Mãe da Moderna Reflexologia. Ela usou a terapia por zonas em seu trabalho, mas sentiu que os pés deveriam ser alvos específicos da terapia, devido a sua natureza altamente sensível. Ela mapeou os pés em relação às zonas e os seus efeitos sobre o restante da anatomia até chegar a produzir-nos próprios pés um “mapa” de todo o corpo. O seu trabalho foi então bem-sucedido que sua fama disseminou-se e ela agora é reconhecida como a fundadora da reflexologia de pés. A teoria das zonas é considerada a base da moderna reflexologia dos pés. Na América Latina a Zonoterapia e a Reflexologia foram trazidas ao Paraguai pela missionária Margarida Gootaht, que passou a ensinar no Instituto Conaras, dirigido pela primeira-dama, esposa do Presidente Stroessner. Vários brasileiros formaram-se nesse Instituto e trouxeram a reflexologia para o Brasil.
A Reflexologia
- Faz com que o paciente tenha consciência do seu estado de saúde (física ou emocional);
- O toque é conscientizador do problema;
- É através do toque que sentimos os pontos de carência;
- O toque pode estimular reações no corpo que podem se revelar em até 24 horas.
Reações:
- Urina
- Fezes
- Sono
- Menstruação
- Erupções cutâneas
- Coceiras, alergias
- Choro ou risada, com o equilíbrio do corpo, tudo volta ao normal (de 24 a 48 horas)
Estas reações do paciente podem ser subjetivas (conscientes) ou objetivas (inconscientes).
Obs.: Existe uma contra-indicação muito especial quando o terapeuta tem grandes dúvidas ou medos íntimos em relação ao quadro de enfermidade de um paciente ou quando não tem capacidade para fazer o tratamento. Uma ambição falsamente entendida ou um impulso exagerado para ajudar poderiam, nesse caso, mais prejudicar do que ser útil a todos os envolvidos.
Reflexologia é o estudo dos reflexos,
Reflexoterapia é a aplicação da reflexologia,
Reflexologia podal é a técnica complementar baseada na anatomia e fisiologia humana que identifica, previne e trata os distúrbios orgânicos e os desequilíbrios emocionais através de estímulos por pressão nas terminações nervosas em pontos específicos dos pés.
A reflexologia é uma arte suave, uma ciência fascinante que conquistou um lugar de destaque no campo da medicina complementar. Ela é uma ciência porque se baseia no estudo fisiológico e neurológico, e é também uma arte porque muita coisa depende da habilidade com que o terapeuta aplica o seu conhecimento e da dinâmica que ocorre entre o terapeuta e o paciente. A reflexologia é uma técnica curativa holística – o termo holístico é derivado da palavra grega holos, que significa inteiro e, assim, procura tratar o indivíduo como uma entidade constituída de corpo e mente.
Os reflexologistas não isolam uma doença para tratar os seus sintomas, nem atuam especificamente sobre um órgão ou sistema, em vez disso, eles tratam à pessoa inteira com o objetivo de induzir um estado de equilíbrio e harmonia.
Reflexologia não deve ser confundida com massagem básica dos pés; ela é uma técnica específica de pressão que atua em pontos reflexos precisos dos pés com base na premissa de que as áreas reflexas dos pés correspondem a todas as partes do corpo. Como os pés representam um microcosmo do corpo, todos os órgãos, glândulas e outras partes do corpo estão dispostas num arranjo similar ao dos pés.
A pressão é aplicada nas áreas reflexas com os dedos das mãos e usando técnicas específicas. Isso provoca mudanças fisiológicas no corpo, na medida em que o próprio potencial de cura do organismo é estimulado. Dessa maneira, os pés podem desempenhar um papel importante para se conquistar e manter uma saúde melhor. A simplicidade do tratamento reflexológico não corresponde à sua eficácia. Não é necessário nenhum equipamento complicado ou tecnologicamente sofisticado.
Um bom terapeuta precisa de um par de mãos sensíveis, porém vigorosas, de um genuíno desejo de aliviar a dor e o sofrimento, compaixão, intuição e uma compreensão da natureza humana. O relacionamento entre o beneficiário e o terapeuta é um importante aspecto do processo de cura.
O reflexoterapeuta não cura, somente o corpo é capaz de fazê-lo. Mas a reflexologia ajuda a equilibrar todos os sistemas corporais, estimulando uma área pouco ativa e acalmando uma área super ativa. Ela é inofensiva para as áreas que estão funcionando adequadamente.
As Origens da Reflexologia
As origens da reflexologia remontam à Antiguidade, quando as terapias de pressão eram reconhecidas como uma forma de medicina preventiva e terapêutica. Embora não se saiba ao certo quando e como isso começou, as evidências indicam que a massagem terapêutica nos pés tem sido praticada por diversas culturas ao longo da história.
História antiga
De acordo com uma teoria que goza de larga aceitação, a reflexologia nasceu na China há 5.000 anos. Muitos respeitados reflexologistas manifestaram sua crença nessa teoria, muito embora as evidências concretas sejam ambíguas. Todavia, as culturas egípcias e babilônicas desenvolveram-se antes da chinesa, e o Egito contribuiu com uma valiosa evidência histórica. O documento mais antigo que descreve a prática da reflexologia foi encontrado em escavações no Egito. Essa evidência, um pictograma produzido em torno de 2500 a 2330 a.C., foi descoberta na tumba de um médico egípcio, Ankmahor,em Saqqara. Segundo as evidências encontradas na tumba, Ankmahor era uma pessoa muito influente – suplantado apenas pelo rei.
Esse conhecimento da reflexoterapia aplicada aos pés poderia ter sido perdido nas névoas da antiguidade não fosse pelas pesquisas de médicos do final do século XIX. Pessoas curiosas com o conceito de reflexoterapia estimularam um surgimento do interesse pelo estudo dos reflexos. O estudo e o desenvolvimento da reflexoterapia pelos pioneiros europeus e empreendedores americanos estabeleceram os fundamentos da reflexologia, tais como a conhecem hoje.
A base científica do estudo dos reflexos tem sua origem nos estudos neurológicos realizados na década de 1890 por Sir Henry Head, de Londres. Em 1898 ele descobriu a existência de zonas da pele que se tornavam, hipersensível à pressão quando um órgão ligado por nervos a essa região da pele apresentava alguma doença. Após anos de pesquisas clínicas, Head demonstrou a existência daquilo que se tornaria conhecido como “Zonas de Head” ou “zonas de hiperalgesia”. As pesquisas russas sobre reflexos começaram a partir de uma perspectiva psicológica. O fundador da fisiologia russa, Ivan Sechenov (que descobriu a inibição cerebral dos reflexos espinhais), publicou um trabalho em 1870, intitulado “Quem deve investigar os problemas da psicologia e como?”. Psicólogos liderados por Vladimir Bekhterev, fundador do Instituto Cerebral de Leningrado, aceitaram o desafio e atacaram-no através do estudo dos reflexos. Hoje os russos prosseguem seus estudos sobre reflexologia, tanto de um ponto de vista fisiológico como psicológico. Eles testaram cientificamente os efeitos da reflexoterapia em pacientes com uma variedade de problemas e descobriram que a reflexologia é um complemento eficaz da medicina tradicional. Simultaneamente, os alemães também estavam pesquisando o tratamento de doenças por meio de massagens.
No final da década de 1890 e no início da década de 1900, as técnicas de massagem desenvolvidas na Alemanha tornaram-se conhecidas como “massagem reflexa”. Essa foi à primeira vez em que os benefícios de técnicas de massagem foram creditados a ações reflexas. Ao que parece o Dr. Alfons Cornelius foi o primeiro a aplicar a massagem nas “zonas reflexas”. Segundo consta, em 1893 Cornelius sofreu uma infecção e, durante sua convalescença, recebeu uma massagem diária. Na estação de água ele observou o quanto era eficaz as massagens de um determinado médico. O homem trabalhava mais tempo nas áreas onde sentia dor e este conceito serviu de inspiração para Cornelius. Depois de examinar a si mesmo, Cornelius determinou que o seu massagista trabalhasse apenas as áreas dolorosas. As suas dores desapareceram rapidamente e em quatro semanas ele estava completamente recuperado. Isso o levou a usar a aplicação localizada de pressões em sua clínica. Ele publicou o seu manuscrito “Druckpunkte” ou “Pontos de Pressão, Origem e Significado”, em 1902. Os europeus expandiram as pesquisas iniciadas pelas pessoas acima mencionadas. Todavia, o crédito por colocar a moderna reflexologia no mapa deve ir para os norte-americanos.
A influência Norte-Americana
O Dr. William Fitzgerald, comumente conhecido como o fundador da terapia por Zonas, nasceu em Connecticut, nos Estados Unidos, em 1872. Ele formou-se em medicina pela Universidade de Vermont, em 1895, e clinicou em hospitais de Viena e Londres. No seu livro Zone Therapy, Fitzgerald descreve de que modo ele chegou ao conceito de terapia por zona: “Descobri acidentalmente que a pressão” exercia por uma sonda com ponta de algodão sobre a borda muco cutânea (onde a pele entra em contato com a membrana mucosa) do nariz tinha um efeito anestésico semelhante ao produzido pela aplicação de uma solução de cocaína no local.
Posteriormente descobri que havia muitos pontos no nariz, na boca, na garganta e em ambas as superfícies da língua que, quando pressionados com firmeza, amorteciam áreas definidas. Verifiquei também que pressões exercidas sobre qualquer proeminência corporal, sobre as mãos, pés ou sobre as articulações produziam os mesmos resultados analgésicos. Também descobri que, quando a dor era aliviada, a condição que a produzia na maior parte das vezes também melhorava. Isso me levou a “mapear” essas diversas áreas e suas conexões, e também a observar as condições influenciadas por elas. “Dei a essa ciência o nome de terapia por zona”.
Fitzgerald juntamente com seu colega, o Dr. Edwin Bowers queriam convencer a comunidade médica a respeito da validade da teoria de zona. Um médico acreditou realmente em trabalho – o Dr. Joseph Shelby Riley. Fitzgerald ensinou a terapia por zonas a Riley e à esposa deste, Elizabeth, e eles usaram esse método em sua clínica durante muitos anos. Fitzgerald, Bowers e Riley desenvolveram e aprimoraram a teoria da terapia por zonas, mas foi a assistente de Riley, Eunice Ingham, que provavelmente fez a maior contribuição para o surgimento da moderna reflexologia. Foi através de sua incansável pesquisa e dedicação que a reflexologia tornou-se o que é hoje. Ela estabeleceu a distinção entre a terapia por zonas, de maneira geral, e o trabalho com os reflexos dos pés.
Eunice Ingham (1879-1974) deveria ser considerado a Mãe da Moderna Reflexologia. Ela usou a terapia por zonas em seu trabalho, mas sentiu que os pés deveriam ser alvos específicos da terapia, devido a sua natureza altamente sensível. Ela mapeou os pés em relação às zonas e os seus efeitos sobre o restante da anatomia até chegar a produzir-nos próprios pés um “mapa” de todo o corpo. O seu trabalho foi então bem-sucedido que sua fama disseminou-se e ela agora é reconhecida como a fundadora da reflexologia de pés. A teoria das zonas é considerada a base da moderna reflexologia dos pés. Na América Latina a Zonoterapia e a Reflexologia foram trazidas ao Paraguai pela missionária Margarida Gootaht, que passou a ensinar no Instituto Conaras, dirigido pela primeira-dama, esposa do Presidente Stroessner. Vários brasileiros formaram-se nesse Instituto e trouxeram a reflexologia para o Brasil.
A Reflexologia
- Faz com que o paciente tenha consciência do seu estado de saúde (física ou emocional);
- O toque é conscientizador do problema;
- É através do toque que sentimos os pontos de carência;
- O toque pode estimular reações no corpo que podem se revelar em até 24 horas.
Reações:
- Urina
- Fezes
- Sono
- Menstruação
- Erupções cutâneas
- Coceiras, alergias
- Choro ou risada, com o equilíbrio do corpo, tudo volta ao normal (de 24 a 48 horas)
Estas reações do paciente podem ser subjetivas (conscientes) ou objetivas (inconscientes).
Obs.: Existe uma contra-indicação muito especial quando o terapeuta tem grandes dúvidas ou medos íntimos em relação ao quadro de enfermidade de um paciente ou quando não tem capacidade para fazer o tratamento. Uma ambição falsamente entendida ou um impulso exagerado para ajudar poderiam, nesse caso, mais prejudicar do que ser útil a todos os envolvidos.