CONCURSO INFANTOJUVENIL DE TEXTOS E ILUSTRAÇÕES



CONCURSO INFANTOJUVENIL DE TEXTOS E ILUSTRAÇÕES


Como em todas as edições desse evento, propomos o Concurso Infantojuvenil de textos e ilustrações com o objetivo de integrar crianças e jovens neste processo de educação, valorizando o trabalho desenvolvido com a infância e juventude nas instituições espíritas e incentivando os educandos a expressarem suas opiniões e sentimentos em relação ao tema central do evento. Nesta edição, crianças e jovens deverão responder a seguinte pergunta: O que eu penso e o que pensam os adultos é igual ou diferente? Em quê?

Poderão participar do Concurso crianças e jovens que frequentam a educação espírita infantojuvenil em qualquer instituição espírita do Estado de Pernambuco, conforme critérios em anexo. As produções escolhidas serão utilizadas em material de divulgação do Congresso e seus autores premiados durante a realização do evento.

Para contribuir com os educadores no planejamento da aula que resultará nessas produções, sugerimos as referências abaixo como fonte de pesquisa:

· O Livro dos Espíritos – perguntas 379, 380, 385;
· O Evangelho Segundo o Espiritismo – Capítulo VIII, Lição “Simplicidade e pureza de coração”;
· O Pequeno Príncipe, especialmente os quatro capítulos iniciais;
· Vida de Inseto (vídeo), destacando a forma como a pequena princesinha é tratada pela maioria do grupo.

No debate com os educandos, as reflexões podem levantar questões como: Em quais situações as pessoas pensam de forma semelhante, independente da idade que tenham? E em quais situações adultos, crianças e jovens pensam diferente? O que faz adultos, jovens e crianças pensarem de modo diferente? Quando pensam diferente sobre algo, como a situação é resolvida? Você acha que os adultos, algum dia, já pensaram como você? Se sim, o que os fez mudar de opinião? Você acha que os adultos têm mais conhecimento e experiência e, por isso, sempre dão as melhores opiniões? Em determinadas situações, é possível que algumas crianças pequenas tenham melhores opiniões que alguns adultos? As pessoas grandes valorizam o que você pensa? O que fazer para que crianças, jovens e adultos, ao pensarem diferente, consigam resolver a questão com tranquilidade?

Ressaltamos que os educadores devem sentir-se livres para utilizar os recursos e as metodologias que lhes sejam mais acessíveis, bem como que melhor se adequem a sua realidade. O importante é gerar reflexões que contribuam para que crianças e jovens encontrem respostas para os seus questionamentos.

Solicitamos, ainda, que, no momento das atividades, dentro das possibilidades de cada instituição, seja feito um relato de como foi desenvolvida, bem como registro através de fotos ou vídeos a serem encaminhados em CD ou DVD, juntamente com as produções dos educandos.

Esclarecemos que, independente do envio desse registro, todas as produções encaminhadas estarão concorrendo, desde que atendam aos critérios em anexo.



As produções deverão ser entregues até o dia 31 de novembro de 2014 do corrente ano, na COMISSÃO ESTADUAL DE ESPIRITISMO, sito à Rua IGUATU, 135, Campina do Barreto, nas quartas-feiras, no horário das 14:30 às 16:00h. Em caso de impossibilidade, comunicar através dos telefones 30766643 (CEE), 9133.5621 ( claro) / 9832.4963 ( / 8768.0392 (Virgínia Nóbrega) ou 3427.2328 / 9299.8095 (Arlene Soares), ou pelo email cepei@cepei.com.br




Coordenadoria de Infância e Juventude – CEE

CRITÉRIOS PARA PARTICIPAÇÃO NO CONCURSO:

A atividade de produção deverá:

1. Ser realizada na instituição espírita por qualquer criança ou jovem que frequente a infância e juventude e tenha idade entre 4 e 21 anos;

A escolha será realizada por faixa etária, sendo selecionado, pelo menos uma produção de cada, a saber:
  • faixa 1 : 4 a 8 anos
  • faixa 2 : 9 a 12 anos
  • faixa 3 : 13 a 16 anos
  • faixa 4 : 17 a 21 anos
2. Ser apresentado através de desenhos e/ou textos. É importante lembrar que a criança ou jovem deve ficar livre para expressar-se da maneira que desejar, mas a produção deverá ser realizada exclusivamente dentro da instituição espírita durante o horário da educação espírita infantojuvenil.

3. Ser produzido individualmente, em caso de desenho e, em caso de texto, ser escrito individualmente ou em dupla, em qualquer gênero ou tipo textual (poesia, cordel, carta, dissertação, entre outros).

4. Ser feita em papel A-4 branco, devendo estar bem contornados e coloridos, constando o nome da criança, idade e instituição da qual participa.

5. Ser entregue até o dia 22 de dezembro de 2014

6. Responder à questão: O que eu penso e o que pensam os adultos é igual ou diferente? Em quê?

7. Para contribuir com os educadores no planejamento da aula que resultará nessas produções, sugerimos as referências abaixo como fonte de pesquisa:

  • O Livro dos Espíritos – perguntas 379, 380, 385;
  • O Evangelho Segundo o Espiritismo – Capítulo VIII, Lição “Simplicidade e pureza de coração”;
  • O Pequeno Príncipe, especialmente os quatro capítulos iniciais;
  • Vida de Inseto (vídeo), destacando a forma como a pequena princesinha é tratada pela maioria do grupo.

8. No debate com os educandos, as reflexões podem levantar questões como: Em quais situações as pessoas pensam de forma semelhante, independente da idade que tenham? E em quais situações adultos, crianças e jovens pensam diferente? O que faz adultos, jovens e crianças pensarem de modo diferente? Quando pensam diferente sobre algo, como a situação é resolvida? Você acha que os adultos, algum dia, já pensaram como você? Se sim, o que os fez mudar de opinião? Você acha que os adultos têm mais conhecimento e experiência e, por isso, sempre dão as melhores opiniões? Em determinadas situações, é possível que algumas crianças pequenas tenham melhores opiniões que alguns adultos? As pessoas grandes valorizam o que você pensa? O que fazer para que crianças, jovens e adultos, ao pensarem diferente, consigam resolver a questão com tranquilidade?

OBSERVAÇÃO:

Ressaltamos que os educadores devem sentir-se livres para utilizar os recursos e as metodologias que lhes sejam mais acessíveis, bem como que melhor se adequem a sua realidade. O importante é gerar reflexões que contribuam para que crianças e jovens encontrem respostas para os seus questionamentos.