Verbo e Equívoco

 

 

Revista mensal de arte e filosofia 


" Desse verbo que falo, mal declino/o caso do meu nome, nele divino;/anónimo sem ele, vagueio mudo:/Mas chamem-no os vestígios da parábola,/e brilho como a pérola da fábula,/ homem, menos que nada e mais que tudo" 

Vitorino Nemésio ("Verbo e equívoco", de O verbo e a morte)

 

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Colaboração especial:

tradução de um poema de Verlaine

Apresentamos um novo colaborador, que estréia com a tradução do poema de Verlaine "Monsieur Prudhomme".

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Intelectual de vários tempos e para toda a poesia

Artigo de Chimena Barros da Gama sobre o crítico literário e pensador Eduardo Lourenço.

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A Metafísica de Aristóteles, segundo Giovanni Reale

Paráfrase, quase um resumo do caítulo II do livro introdutório da Metáfica aristotélica, no qual Reale define sua interpretação da obra do estagirita.

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Artes plásticas no século XIX, segundo Ernst Gombrich

Artigo com as principais idéias de Gombrich sobre esse período tão importante para a história da arte.

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Canto de partida, poema dedicado a Bruno Tolentino

Poema de Eduardo gama dedicado à memória de Bruno Tolentino, falecido em 27 de junho de 2007.