A elaboração do Plano de Emergência da Escola Secundária Jaime Cortesão procura responder às directivas do Ministério da Educação e das suas estruturas periféricas e teve como base de apoio o PLANO DE EMERGÊNCIA PARA ESTABELECIMENTOS DE ENSINO concebido pelo Serviço Municipal de Protecção Civil da Câmara Municipal de Lisboa e editado pelo Serviço Nacional de Protecção Civil (SNPC).
Apesar do apoio deste documento, surgiram múltiplas dificuldades e situações para as quais não se obteve resposta fácil. Com efeito, a morfologia do edifício, a antiguidade da sua construção, as diferentes datas de construção dos diversos blocos, o facto do edifício não ter sido projectado para estabelecimento de ensino, a sua localização no coração da baixa de Coimbra, a exiguidade dos espaços, os acessos difíceis e a inexistência de plantas, acrescentou enormes dificuldades a um trabalho já por si nada fácil.
No entanto, a necessidade de dar resposta, não só perante as estruturas ministeriais, mas também perante a comunidade escolar, a questões que envolvem a segurança de todos os que trabalham e estudam neste espaço, determinou a elaboração deste documento, que não sendo perfeito – longe disso – é o possível.
Assim, o Plano de Emergência não deve ser entendido como uma obra acabada, um documento definitivo. Pelo contrário, é um projecto em permanente construção que irá sendo corrigido/aperfeiçoado com as sugestões dos diversos intervenientes, com os pareceres das entidades que colaboram com a Escola nas questões relativas à Segurança e com o que a experiência – que esperamos seja apenas a que resultar dos exercícios a realizar – nos for ensinando.
Com este plano pretende-se estabelecer regras que contribuam para a coordenação de esforços na prevenção e planeamento e na preparação para situações de emergência, numa perspectiva do SABER AGIR FACE A UMA SITUAÇÃO DE ACIDENTE.
O plano de emergência aqui apresentado procura responder a vários tipos de situações e parte do princípio de que a segurança, antes de ser responsabilidade de alguns, deve ser uma preocupação de todos. Por mais perfeito e bem concebido que um seja plano, ele não será eficaz se os seus destinatários não o conhecerem em profundidade e não actuarem conforme os seus preceitos. É por isso “indispensável que cada UM e TODOS conheçam os riscos que correm, os meios de que dispõem e como actuar”.
Está organizado em cinco partes, e embora a consulta do índice possibilite um acesso fácil, fica expressa nesta introdução a sua estrutura básica de forma a facilitar a sua compreensão: |


