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Publicado 06 Maio 2010 Entrevista: JADSON
O entrevistado de hj no spnaeuropa è o JADSON,
Jádson Rodrigues da Silva, mais conhecido como Jádson (Londrina, 5 de outubro de 1982), é um futebolista brasileiro que atua como meia. Atualmente, joga pelo Shakhtar Donetsk. Sua caracterista é o jeito em que bate na bola, muito colocada e rápida, Jadson fez muitos gols assim pelo Atlético Paranaense
SPNAEUROPA: Jadson, quantos anos você tem e em que cidade você nasceu?
JADSON:Tenho 26 anos e nasci em Londrina, Paraná.
SPNAEUROPA:Como foi sua adaptação? e a quanto tempo vc ta na ucrania?
JADSON:No começo foi difícil pelo frio. Estranhei, mas com o decorrer do tempo fui me adaptando. Estou há 5 anos aqui, já me acostumei ao clima e ao país. SPNAEUROPA:E o idioma? Tem sido problema?
JADSON:Quando cheguei tinham tradutores. Fiz aulas de russo, mas com o tempofui pegando o idioma. Sei me virar, nos treinamentos fui pegando uma coisinha aqui outra ali. Os brasileiros que já moravam aqui ajudam bastante também. SPNAEUROPA:Como é o país?
JADSON: Quando cheguei não tinha muito o que fazer, a cidade era escura, não tinha muita luz pelo clima sempre fechado. A Ucrânia vem melhorando muito, a cidade, a mentalidade das pessoas. Hoje já temos comida imnportada aqui (risos)! Não tenho o que reclamar. SPNAEUROPA:Você se deparou com algum episódio diferente aí?
JADSON: Acho que não, pelo menos não me lembro.
SPNAEUROPA:Conte-me um pouco sobre a sua trajetória como jogador:
JADSON: Em 2003 fui promovido ao profissional do Atlético-PR. Tive
algumas oportunidades de mostrar meu futebol até que em 2004 já era titular. Fiz um bom brasileiro naquele ano, nossa equipe terminou em segundo lugar e, em seguida, no outro ano, fui negociado com o Shakhtar. Consegui vários títulos aqui. Campeonato Ucraniano, inclusive o desta temporada, Copa da Ucrânia, e a Copa da UEFA (atual Liga Europa) em 2009, o título mais importante da minha carreira até agora. SPNAEUROPA:qual seu ídolo no futebol?
JADSON: Sempre gostei do Ronaldinho Gaúcho e admiro muito o futebol dele.
SPNAEUROPA:O que te surpreendeu durante esse tempo na Ucrânia? JADSON: Achei diferente os costumes, os lugares, os retaurantes e a
comida. Com o tempo, a cidade e o clube melhoraram muito. A diretoria, comissão técnica e o presidente mudaram um pouco a mentalidade, estão mais abertos. O presidente fez um grande estádio aqui... Me surpreendi muito desde que cheguei em 2005. SPNAEUROPA:Como é o assédio na Ucrânia? JADSON: É sussegado. Quando saimos para comer ou ir ao shopping, algumas
pessoas me reconhecem e pedem autógrafos, fotos, mas não ficam em cima. É bem tranquilo. SPNAEUROPA:Você faz o que para se divertir?
JADSON: Ultimamente não tenho feito muita coisa. Antes costumava jogar
boliche, mas agora fico bastante em casa, curtindo o filhão e a esposa. SPNAEUROPA:O estilo de jogo é muito diferente? JADSON: Aqui o frutebol é mais pegado, de muita força e muitas
divididas. Eles prezam muito pela marcação, diferente do Brasil, que é um futebol mais técnico, jogado para frente. Aqui é muito truncado, eles jogam fechado. SPNAEUROPA:Tem muitos brasileiros no clube? JADSON: Sempre tem aquele que é contra contratação de muitos
estrangeiros, mas o resultado está aí: ganhamos mais um título e mostramos a qualidade do futebol brasileiro. Tem sete brasileiros no clube. Além de mim, o Douglas (Costa), Willian, Ilsinho, Fernandinho, Alex Teixeira e o Luiz Adriano. Todos tem uma relação muito boa, é bem legal. Tenho mais intimidade com o Fernandinho, por ter jogado com ele na base do Atlético-PR, com o Ilsinho e com o Willian. Sempre estamos jantando na cas um do outro. SPNAEUROPA: LI UMA MATÉRIA DO Kléber, hoje no Cruzeiro, dizendo que não
considera a Ucrânia uma vitrine para despontar no futebol mundial. Você concorda com isso? JADSON: Quando cheguei, o futebol ucraniano era pior, mas nos últimos SPNAEUROPA:Quais são seus planos agora?
JADSON; Tenho mais quatro anos e meio de contrato aqui. Tenho que cumpri-lo até o fim, mas quem sabe, propostas podem aparecer, mas estou muito bem, aqui SPNAEUROPA:Você pensa em voltar ao Brasil? JADSON: Agora não penso nisso, mas futuramente sim. Quaro eb=ncerrar minha carreira no Brasil, mas antes gostaria de atuar pelo Santos, meu time de coração e do meu pai também. SPNAEUROPA:como a Ucrânia está se preparando para sediar a Eurocopa de
2012, em parceria com a Polônia? JADSON: Eles estão muito focados nisso. O país mostra organização e vontade de sediar uma competição desse calibre, vamos aguardar. SPNAEUROPA:Como é a torcida do Shakhtar Donetsk?
JADSON: A torcida não é como a dos clubes brasileiros. Sempre tem aqueles mais fanáticos, mas é algo frio, típico do país e do clima europeu. A torcida do Shakhtar sempre comparece ao jogos e incentiva a equipe. SPNAEUROPA:O que achou do site SPNAEUROPA.PT.VU? SPNAEUROPA:Para encerrar. JADSON, muitíssimo obrigado por essa entrevista
e pela atenção que me foi dada. Deixe uma mensagem para os leitores do SPNAEUROPA? que acompanham seu trabalho. JADSON: Espero que continuem torcendo por mim e pelo Shakhtar. Obrigado UM ABRAÇO
SPNAEUROPA
SPNAEUROPA /ENTREVISTA
http://sites.google.com/site/saopaulonaeuropa/spnaeuropa-entrevista WWW.SPNAEUROPA.PT.VU THIAGOPSIMOES PUBLICADO 25 ABRIL 2010
Entrevista: ZÉ MÁRIO
No treino ao lado do preparado físico brasileiro Wellington Moura
SPNAEUROPA: EM que ano começou sua carreira? Zé Mário: Comecei no Futsal jogando pelo Magnatas e depois fui para o Vila Isabel. No futebol de campo comecei no juvenil do Fluminense em 1965. SPNAEUROPA: qual jogador mais técnico que você viu jogar? Zé Mário: Eu vi o Garrincha, o Pelé, o Zico e o Paulo Cesar Cajú SPNAEUROPA:qual jogador mais difícil de ser marcado? Zé Mário: marquei grandes jogadores mas o Zico foi o mais difícil pela facilidade de sair para os dois lados. SPNAEUROPA:qual sua maior alegria no futebol? Zé Mário: Ter jogado ao lado dos grandes jogadores da minha geração e ter sido sempre titular. SPNAEUROPA:que time você gostaria de ter jogado que não jogou? Zé Mário: Era torcedor do grande Santos da minha época e por isso gostaria de ter jogado lá, mas ter jogado no Fluminense, no Flamengo e no Vasco já me satisfez bastante. Zé Mário: Um gol de bicicleta contra o Bonsucesso pelo Flamengo. Foi um gol importante para a classificação para as finais do campeonato. SPNAEUROPA:qual time europeu que você jogou? Zé Mário: Na minha época era muito difícil um jogador ir para a Europa. Não é como hoje que qualquer um vai para lá. Zé Mario: Barcelona ou Real Madri. Zé Mario: Não era a minha característica marcar gols, mas vi muitos gols bonitos do Zico, do Garrincha, do Pelé que eu gostaria de ter feito. SPNAEUROPA:Qual a maior diferença do futebol de hoje para sua época? Zé Mario: O futebol da minha época era mais romantico. Tínhamos ídolod nos clubes. O jogador era simbolo do clube. Hoje muda-se de clube muito rápido e o torcedor nem sabe para qual jogador torcer. A parte técnica caiu um pouco e a parte física ganhou mais necessária, mas uma coisa é certa: sem parte técnica não há bom futebol. SPNAEUROPA:Como e ser técnico fora do Brasil tem muita diferença o futebol da Arábia? Zé Mario: Quando se fala em arábia o pessoal generaliza muito. Arábia é a Arábia Saudita. Existem outros países por lá como: Emirados Árabes, Qatar, Bahrain, Oman. Ser técnico por lá é muito gratificante porque podemos ensinar aquilo que eu aprendi aqui. Vc tem que começar do zero e ir progredindo gradualmente. Hoje, principalmente a Arábia Saudita, os países de lá estão numa evolução crescente. Eu gosto de trabalhar por lá porque me respeitam muito. Zé Mario: Como jogador foram dois: um eu estava jogando pelo Flamengo contra o Vasco e outro eu estava no vasco contra o Flamengo. Zé Mario: Comecei de ponta direita no juvenil do Flu e depois joguei de segundo homem no Flamengo e terminei de volante no Fluminense, Vasco e Portuguesa de Desportos. spnaeuropa:vocês esta dirigindo alguma equipe?se sim qual? Zé Mario: No momento não. Estou descansando um pouco. Há muito eu não tirava umas férias. Zé Mario: A maior dificuldade em um clube é vc conseguir casar as peças, isto é, conseguir que um jogador complete o outro dentro de cada posição e depois num todo. Entretanto nem sempre vc consegue com os jogadores que vc tem no elenco. Numa seleção é mais fácil porque vc pode convocar o jogador que vc quer. Zé Mario: No início ninguém acreditava. Nem os dirigentes. Pouco a pouco e com muito trabalho fomos conseguindo os resultados e aí foi só alegria. SPNAEUROPA:Conte-nos sobre alguns métodos utilizados desde a pré-temporada? Zé Mario: Desde do início disse aos jogadores que eu nào era o melhor técnico do mundo mas eu tinha a fórmula que era: Bom treino. Boa alimentação. Bom descanso. Em inglês: good training, Good Food, Good Sleep (eles brincavam comigo assim). Disciplina e tirar o máximo do que os jogadores tinham, aproveitando a característica de cada jogador sem querer violentar o que eles tinham de bom. SPNAEUROPA:O Al Wasl não ganhava o campeonato nacional há 10 anos. Havia pressão por parte da torcida, imprensa e diretoria? Zé Mario: Quando cheguei me pediram para chegar pelo menos em sexto lugar e eu disse que seríamos campeões. Portanto não sofri pressão. Zé Mario: Tínhamos dois jogadores brasileiros que estavam muito bem. Anderson e Oliveira. Os árabes estavam bem motivados e confiantes. Todos estavam contra a gente e acho que isso deu mais motivação para eles. SPNAEUROPA:O brasileiro Ânderson foi um dos protagonistas deste último título nacional do Al Wasl. Mas voltou ao Al Sharjah. Vocês não conseguiram mantê-lo no elenco por quê? Zé Mario: Ele precipitou-se e assinou um contrato com o Sharjah em Feverero da temporada que fomos campeões. Aí depois ele não pôde voltar atrás. SPNAEUROPA:Ele (Anderson) foi artilheiro dos últimos três campeonatos nos Emirados Árabes (2005/06/07), mas é desconhecido no Brasil. Zé Mario: o Anderson foi muito cedo do Vila Nova de Goiás para o Internacional de Porto Alegre num momento muito difícil para todos os jogadores do Inter. Depois disso voltou ao Vila Nova e fui reencontrá-lo no Al-Wasl. É um jogador com eximia facilidade para finalizar e ainda é um sujeito maravilhoso. SPNAEUROPA:Sem o Anderson e o também brasileiro Oliveira, o Al Wasl teria chance de vencer o campeonato? SPNAEUROPA:A contratação do atacante André Dias, do Vasco, foi indicação sua? Quais jogadores você pediu a diretoria para reforçar o grupo para esta temporada 2007/08? Zé Mario: O André Dias foi indicação da diretoria com um empresário. Gostei da idéia e ele só não foi melhor devidos a algumas contusões. SPNAEUROPA:No Brasil tem-se a idéia de que os jogadores estrangeiros (especialmente as estrelas em fim de carreira) que vão jogar no Oriente Médio vão exclusivamente pelo dinheiro e não se empenham. Zé Mario: Mentira. Jogador em final de carreira não consegue jogar por lá. Muitos pensam que é fácil mas temos vários exemplos de jogadores que chegam lé e decepcionam. SPNAEUROPA:A mentalidade dos dirigentes árabes é muito parecida com a brasileira no que diz respeito a trocas constantes de técnicos ao longo do campeonato. Zé Mario: Não tenho queixas sobre isso. Sempre consegui fazer o meu trabalho por lá. Como em todo lugar o resultado no futebol é preponderante para a realização de um trabalho a medio/longo prazo. SPNAEUROPA:Você concorda que as seleções árabes só serão competitivas quando exportarem seus jogadores para a Europa? Zé Mario: Eles ganham muito bem para a região e a maioria não som totalmente profissionais. Trabalham e jogam. Na Arábia Saudita eles já só jogam futebol. Outros países já começaram a fazer o mesmo. Eles evoluíram muito mas ainda não tem chance de fazer muita coisa numa Copa do Mundo. SPNAEUROPA:Quais as principais diferenças entre trabalhar com os jogadores orientais e os futebolistas árabes? Qual deles, na média, assimila melhor o que o treinador pede? Zé Mario: Sem dúvida os japoneses (com quem eu trabalhei) são melhores. Os japoneses são profissionais exemplares. SPNAEUROPA:O Site SP na Europa agradece a sua entrevista!!! obrigado Emerson Maia Flamenguista por te ajudado a elaborar as perguntas!!!!! DEUS AMOR PAZ LUZ FÉ AMÉM Zé Mário PUBLICADO 20 ABRIL 2010
Entrevista: Jota Júnior
O entrevistado de hoje do SPNAEUROPAé o grande narrador esportivo dos canais Sportv, Jota Junior. A ele, nossos sinceros agradecimentos pela atenção. Quem quiser acompanhar suas escritas, aliás, visite diariamente seu blog. É só clicar aqui. Segue o bate-papo que fiz com o mesmo, via e-mail.
SPNAEUROPA: Jota, quantos anos você tem e em que cidade você nasceu? JJ: Tenho 61 anos de idade e nasci em Americana, SP. SPNAEUROPA: Conte-me um pouco sobre a sua trajetória ?: jj:Minha ambição se prende a sempre fazer um bom trabalho, respeitando o telespectador e seu direito de pensar e decidir. Cada jornada é um desafio à nossa competência e ética. Ambiciono decepcionar muito pouco aquele que me acompanha. SPNAEUROPA: Jota, não consigo desvincular seu nome da fantástica equipe de esportes que a TV Bandeirantes nos anos 80. Você pode nos contar detalhes daquele projeto e da formação da equipe? SPNAEUROPA: Você acredita que a TV aberta hoje ainda tem espaço para um projeto semelhante ao da TV Bandeirantes nos anos 80 ou comercialmente ele seria inviável? JJ: Vejo com pessimismo um canal aberto nos dias de hoje abrindo espaços amplos para o esporte. Também pelo fato da existência de canais fechados segmentados atualmente. Dificilmente haveria um ressurgimento do projeto SHOW DO ESPORTE da Band, ou semelhante, na atualidade. Outro aspecto é o quanto ficou caro adquirir-se um evento esportivo.
SPNAEUROPA: Como foi sua saída da TV Bandeirantes? Qual foi seu projeto profissional em seguida? E no Sportv, fale de sua chegada. JJ:Saí da TV Bandeirantes quando houve uma terceirização do esporte para a empresa de Jota Háwilla. Com a chegada da parceira, alguns profissionais não se enquadravam ao perfil da empresa. Eu e outros companheiros não tivemos nossos contratos renovados.
SPNAEUROPA: Há alguma distinção da transmissão na TV aberta da TV fechada? O formato da cobertura não chega a ser o mesmo, não é verdade? JJ:Narração pela televisão tem sua linguagem especial, mas tem muita coisa do rádio. E não há como ser diferente. Deve-se respeitar as imagens, o principal produto da televisão, mas é necessário dar o tom radiofonico em muitos momentos. Até pelo fato de que o telespectador também é um ouvinte de rádio. Relatar pelo rádio é preencher mais. Pela televisão é pontuar as imagens, contextualizar.
SPNAEUROPA: Quais suas referências na transmissão esportiva? Quais os profissionais nos quais você teve e tem admiração? Na televisão, Geraldo José de Almeida, Raul Tabajara, Mário Moraes, Luciano do Valle, Peirão de Castro.
SPNAEUROPA: Atualmente a TV brasileira está bem servida de narradores? Falo da nova geração que surge buscando espaço na grande mídia.
SPNAEUROPA: Percebemos que o Sportv/PFC usa a equipe esportiva das afiliadas da Rede Globo para transmitir determinadas partidas. Entretanto, quando o jogo vai para o RJ e SP, geralmente é enviada equipe própria do canal para fazê-lo. Você enxerga algum tipo de desvalorização deste pessoal em casos assim?
SPNAEUROPA: Como se prepara para a transmissão de uma partida? JJ:Para as transmissões, tenho um certo ritual. Procuro dormir bem na noite anterior. Me alimento com cuidados. Faço gargarejos e me utilizo do mel puro para "limpar" a garganta. E dispenso qualquer compromisso que possa me desconcentrar da jornada. Além de "estudar" muito o evento, como estatísticas, situaçao dos clubes, projeções, noticiário geral. Tudo que envolva o espetáculo. SPNAEUROPA: Você já passou por situações cômicas/curiosas durante a transmissão de uma partida? Pode nos contar alguma? Não era o João. Era o Joaquim.
SPNAEUROPA: Alguma transmissão inesquecível? JJ:Transmissão inesquecível. Foram várias. Uma delas, a abertura das Olimpiadas de 84 em Los Angeles, quando todo o Coliseu estava de "mãos dadas" e se emocionando com o hino de abertura. Na oportunidade houve o boicote soviético ao evento e os atletas fizeram leve manifestação de protesto. Eu, Luciano do Valle e Osmar de Oliveira também nos demos as mãos e nos emocionamos.
SPNAEUROPA: Quando está em casa, você costuma acompanhar os jogos na TV ou prefere se desvincular do ambiente profissional? JJ: Em casa dificilmente assisto a jogos na íntegra. Vejo lances de uma ou outra partida. Apenas isso. Mas vejo com olhos profissionais, apenas para ver o desempenho dos colegas, torcendo por eles.
SPNAEUROPA: A questão da exclusividade nas transmissões. É salutar? Não seria importante o telespectador ter opções para escolher que emissora assistir? JJ:O certo seria não haver exclusividade nas transmissões do esporte. Mas vivemos o capitalismo pleno e é inevitável que os clubes e entidades façam leilões de seus produtos, vendendo para quem mais paga. Quem paga mais, leva. JJ:Futebol brasileiro sempre foi e sempre será espetacular. Nascem talentos à cada minuto por aqui. Os estrangeiros continuam levando a nossa jogadorzada. Jogamos o fino da bola. Perdemos tantos craques e continuamos tendo ótimos campeonatos aqui. Brasileirão, Copa do Brasil, os estaduais. SPNAEUROPA:Para encerrar. JJ, muitíssimo obrigado por essa entrevista e pela atenção que me foi dada. Queria te dizer que sou admirador do seu trabalho. Deixe uma mensagem para os leitores do SPNAEUROPA que acompanham seu trabalho. Que vocês tenham muito sucesso, valorizando sempre os eventos do esporte.
Uma ótima Copa do Mundo para todos.
jota júnior
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O entrevistado de hoje do SPNAEUROPA é o Zé Mário,jogou no meio campo,passou por ( Bonsucesso,Flamengo,Fluminense,Vasco da Gama .... etc A ele, nossos sinceros agradecimentos pela atenção. Quem quiser acompanhar suas escritas, aliás, visite diariamente seu Site. É só clicar 