Pré-forma de PET ou preformas de garrafas pet que assopradas se transformam naquelas belas garrafas pet que você conhece
Muitas pessoas ainda perguntam o que é a tal pré-forma e como pode aquele tubinho se transformar em uma garrafa PET. Pesquisamos no site da ABIPET e encontramos uma matéria explicando todo o processo de transformação. Veja Abaixo:
PRÉ-FORMA e transformação em garrafas PET. Como ocorre? A transformação A transformação da resina PET em garrafas, frascos ou potes ocorre em 7 etapas distintas: secagem, alimentação, plastificação, injeção, condicionamento, sopro e ejeção do produto. A primeira etapa, secagem, é uma das mais importantes e críticas. Assim falaremos mais a frente sobre este tópico. A Segunda etapa, a alimentação, é a transição entre o silo e a entrada da resina PET na. injetora. Nesta etapa, quando necessário, são dosados aditivos a resina PET (protetores aos raios ultravioleta, concentrados de cor, etc.), através de equipamentos específicos para esta finalidade. Nesta etapa, o material está sólido, seco e a uma temperatura, preferencialmente, acima de 100oC. A terceira etapa, plastificação, é muito importante e delicada. Nesta etapa a resina PET muda de estado físico para ser injetado. Ele é aquecido e plastificado dentro do canhão da injetora com o auxilio de um parafuso sem fim, com passo de rosca e zonas de pressão bem determinados. As temperaturas de trabalho, geralmente controladas por resistências, variam conforme o equipamento e estão entre 265 e 305oC. A quarta etapa, da injeção. A resina PET plastificada é transferida para molde de pré-formas pelo processo de injeção. O molde de injeção de pré-formas se encontra a baixa temperatura, devido à circulação em seu interior de água gelada. O PET no molde de injeção endurece rapidamente devido a esta baixa temperatura. Se o resfriamento fosse lento, o PET poderia retornar parcialmente ao estado cristalizado, podendo debilitar algumas propriedades do produto final. Ao final desta etapa, a pré-forma está pronta, com o gargalo em sua forma definitiva e o corpo que, na etapa seguinte, será transformado no corpo da embalagem final. Nos sistemas de dois estágios, ela será estocada e nos sistemas integrados seguirá diretamente para a próxima etapa. Na Quinta etapa, o condicionamento, se realiza de maneira diversa para cada um dos sistemas: integrado e de dois estágios. No sistema integrado, a pré-forma segue do molde de injeção diretamente para o condicionamento, a uma temperatura em torno de 100ºC. Na etapa de condicionamento, a pré-forma recebe um tratamento térmico diferenciado, aquecendo-se mais onde for necessário, otimizando assim a etapa seguinte. No sistema de dois estágios, a pré-forma chega fria do estoque e entra no forno, onde a região a ser estirada será condicionada. Uma vez atingida as temperaturas ideais, a pré-forma está preparada e otimizada para etapa seguinte. Na Sexta etapa, a pré-forma, geralmente com o auxílio de robôs, é colocada dentro do molde de sopro, cuja cavidade tem a forma final da embalagem. Um pino penetra no gargalo da pré-forma para estirá-la, e é admitido ar comprimido em seu interior a uma pressão que pode variar entre 20 e 40kgf/cm2. O corpo da pré-forma é inflado de forma controlada com a ajuda de uma haste de estiramento. Desta maneira, a pré-forma é estirada, orientando as moléculas de PET nas direções radial e axial, isto é, biorientada, até que encoste na cavidade do molde de sopro e adquira sua forma final. Na sétima e última etapa, o produto é retirado ou ejetado da máquina pronto para ser estocado ou envasado. |