Avaliação do Módulo Este módulo é avaliado mediante a entrega de um trabalho prático. A data de entrega será definida nas primeiras sessões e o não respeito desta data significa penalização na nota. Os trabalhos devem ser entregues em dois formatos:
Por cada dia de atraso os trabalhos são penalizados da seguinte forma: 15% no primeiro dia, 5% em cada um dos seguintes cinco dias; 3% nos dias que se seguirem. Parâmetros de avaliação:
Nota: Os formandos que não obtiveram aprovação a este módulo deverão apresentar novo trabalho em data a definir e efectuar o pagamento de uma propina proporcional à carga horária do módulo. Ainda antes do início do módulo, não deixe de ver os vídeos que se seguem... SCM = Supply Chain Management (gestão da cadeia de fornecimento) SKU = Stock Kepping Unit Para des Para desenvolver uma Lean SCM, as empresas devem: 1. Perceber que lean management é um processo de melhoria continua; 2. Ganhar o envolvimento e comprometimento da gestão de topo. A melhoria contínua requer suporte continuo; 3. Criar uma equipa multi-disciplinar; 4. Analisar a totalidade da cadeia de fornecimento, não apenas a parte interna ou a parte externa da cadeia; 5. Mapear a totalidade dos processos envolvidos na cadeia de valor, recorrendo ao VSM ou à metodologia sugerida pelo modelo SCOR (Pinto, 2006); 6. Avaliar as lacunas (gaps) entre a cadeia de fornecimento actual (as is) e a situação ideal ou a pretendida (to-be). Avaliar gaps ou redundancias que originam tempo, um dos despedícios-chave na cadeia de fornecimento; 7. Evitar a canibalização do processo de melhoria contínua, tal como focando apenas no armazenamento ou no transporte ou em outras actividades em vez de considerar toda a cadeia de fornecimento; 8. Perceber claramente os impactos causa-efeito. Elevados custos de fretagem, por exemplo, podem ser um problema não um sintoma. O inventário pode ser um problema, ou mais frequentemente, o sintoma de um problema; 9. Orientar-se para identificar a raiz das causas, não sintomas. Para tal envolver todas as pessoas (não apenas as da empresa, mas também recursos humanos de outras partes: clientes e parceiros); 10. Perceber junto dos seus clientes quanto eficiente é a sua cadeia de fornecimento. Dado que a supply chain é construída com base nos pedidos do cliente, o cliente final tem da cadeia glogal uma visão muito previligiada; 11. Compreender a complexidade das supply chains, sendo estas composter por multiplos fornecedores, centros de distribuição e clientes; 12. Analizar o efeito de factores externos no lead time da cadeia e na dinâmica da mesma; 13. Reconhecer que a tecnologia não pode suplantar falhas nos processos 14. Observar o efeito que o tempo tem nos stocks e no desempenho da cadeia; 15. Avaliar as possibilidades de uniformização de procedimentos, processos, materiais e produtos se, comprometer a personalização junto dos clientes; 16. Tornar a cadeia de fornecimento visível. Cada ponto “escuro” ou “cego” pode estar a esconder oportunidades de melhoria; 17. Integrar todas as funções da cadeia de fornecimento (internas e externas) 18. Colaborar com fornecedores e clientes. É um requisito, não uma opção; procurar estabelecer com estes relações de longo-prazo e de mutuo beneficio (ie, relações win-win); 19. Sincronizar todos os elos da cadeia com o cliente final de forma a construir uma estrutura ágil e rápida; 20. Medir continuamente o desempenho da cadeia de fornecimento, tendo com referência métricas (kpi’s) dos seguintes domínios: tempo, custo, e stocks; 21. Incorporar a tecnologia como parte do processo de melhoria. A tecnologia é um facilitador. Perceber e aceitar que os sistemas ERP (enterprise resource planning) padronizados e outras peças de software podem ou não ser um facilitador da lean supply chain; 22. Reconhecer a viabilidade do outsourcing como facilitador e reforço da capacidade para dar resposta às mudanças e exigências dos mercados; 23. Investigar as razões porque os produtos não fluem de forma consistente e de modo mais previsível na cadeia; 24. Colocar o inventário nos centros de distribuição certos. O stock certo na localização errada resulta em deslocações desnecessárias e extra tempo e custos; 25. Estar aberto à mudança – uma cadeia de fornecimento lean tem de estar adaptada para continuamente se adaptar. Desde a tecnologia, tal como o RFID (radio frequency identification), a um processo completamente redesenhado; 26. Incluir a liderança e a gestão da mudança como requisitos do programa lean. |


Temas de Trabalhos Práticos a realizar (max 3 pessoas por grupo):
a) Redes colaborativas entre parceiros da SCM
b) Relações win-win com fornecedores - exemplos de boas práticas
c) Logística Interna e Integrada;
d) Sistemas de Informação Logísticos (incluindo hardware e software);
e) Implementação do Bordo de Linha e Supermercados
f) O Modelo SCOR;
g) A caixa logística e o Heijunka
h) Elaboração de um Case Study de boas práticas Lean SCM (este pode ser repetido).
i) Logística Inversa