PG LEAN MANAGEMENT

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LEAN MANAGEMENT

BEM VINDO AO SITE DE APOIO À PG EM LEAN MANAGEMENT.

Coordenadas GPS: Rua Visconde das Devesas , Vila Nova de Gaia
Lat.: 41.124 Long.: -8615


Hotel Melia Gaia Porto (sala Vargelas).
Transportes públicos, poderá optar por: autocarro: em S.Bento apanhar o autocarro 900-Vilar de Andorinho, sair na paragem Barrosa e andar 1 min a pé até ao hotel; metro: sair na estação João de Deus (El Corte Ingles), andar a pé cerca de 7 min até ao hotel;

Lançamento Editorial

1ª Edição do Livro "PENSAMENTO LEAN"
21 de Outubro de 2009





Edições Lídel, 2009

> UNIVERSO CLT

  • Web page oficial da Comunidade )(
  • Site Training Files (acesso restrito) )(
  • PG SIX SIGMA - BLACK BELT (Porto, 2009) )(

*** LEAN SURVEY ***


A CLT está a realizar um projecto de Investigação e solicita a colaboração de todos na realização de um questionário (10 perguntas, não mais que 5 minutos).

O Questionário encontra-se aqui, é só clicar.

Muito obrigado pela Vossa Colaboração!
Os resultados serão publicados em finais de Setembro de 2009

.Lean Supply Chain Mgt

Avaliação do Módulo
Este módulo é avaliado mediante a entrega de um trabalho prático. A data de entrega será definida nas primeiras sessões e o não respeito desta data significa penalização na nota.
Os trabalhos devem ser entregues em dois formatos:
  • Em papel à coordenadora administrativa da PG LM (Dra Christiane Lucas);
  • Em formato digital, por email para: jpopinto@gmail.com com o seguinte texto no assunto: "PG_LM_Porto_nomeformando" (ex. PG_LM_Porto_JoaoPinto).
A hora de entrada do email serve de prova de entrega e de cumprimento da data de entrega.
Por cada dia de atraso os trabalhos são penalizados da seguinte forma: 15% no primeiro dia, 5% em cada um dos seguintes cinco dias; 3% nos dias que se seguirem.

Parâmetros de avaliação:
  • Trabalho prático: 75%
  • Avaliação Contínua (participação, assiduidade e pontualidade): 25%
Peso do Módulo na Avaliação final: 3 ETCS (7.5%)


Nota: Os formandos que não obtiveram aprovação a este módulo deverão apresentar novo trabalho em data a definir e efectuar o pagamento de uma propina proporcional à carga horária do módulo.


Ainda antes do início do módulo, não deixe de ver os vídeos que se seguem...
SCM = Supply Chain Management (gestão da cadeia de fornecimento)
SKU = Stock Kepping Unit

Definição de SCM


O Sistema de duas caixas (two-bin system)



Kanban e o sistema 2-bin


O sistema SCM da Zara


Toyota Supply Chain


Global SCM


Para des

Para desenvolver uma Lean SCM, as empresas devem:

1.       Perceber que lean management é um processo de melhoria continua;

2.       Ganhar o envolvimento e comprometimento da gestão de topo. A melhoria contínua requer suporte continuo;

3.       Criar uma equipa multi-disciplinar;

4.       Analisar a totalidade da cadeia de fornecimento, não apenas a parte interna ou a parte externa da cadeia;

5.       Mapear a totalidade dos processos envolvidos na cadeia de valor, recorrendo ao VSM ou à metodologia sugerida pelo modelo SCOR (Pinto, 2006);

6.       Avaliar as lacunas (gaps) entre a cadeia de fornecimento actual (as is) e a situação ideal ou a pretendida (to-be). Avaliar gaps ou redundancias que originam tempo, um dos despedícios-chave na cadeia de fornecimento;

7.       Evitar a canibalização do processo de melhoria contínua, tal como focando apenas no armazenamento ou no transporte ou em outras actividades em vez de considerar toda a cadeia de fornecimento;

8.       Perceber claramente os impactos causa-efeito. Elevados custos de fretagem, por exemplo, podem ser um problema não um sintoma. O inventário pode ser um problema, ou mais frequentemente, o sintoma de um problema;

9.       Orientar-se para identificar a raiz das causas, não sintomas. Para tal envolver todas as pessoas (não apenas as da empresa, mas também recursos humanos de outras partes: clientes e parceiros);

10.    Perceber junto dos seus clientes quanto eficiente é a sua cadeia de fornecimento. Dado que a supply chain é construída com base nos pedidos do cliente, o cliente final tem da cadeia glogal uma visão muito previligiada;

11.    Compreender a complexidade das supply chains, sendo estas composter por multiplos fornecedores, centros de distribuição e clientes;

12.    Analizar o efeito de factores externos no lead time da cadeia e na dinâmica da mesma;

13.    Reconhecer que a tecnologia não pode suplantar falhas nos processos

14.    Observar o efeito que o tempo tem nos stocks e no desempenho da cadeia;

15.    Avaliar as possibilidades de uniformização de procedimentos, processos, materiais e produtos se, comprometer a personalização junto dos clientes;

16.    Tornar a cadeia de fornecimento visível. Cada ponto “escuro” ou “cego” pode estar a esconder oportunidades de melhoria;

17.    Integrar todas as funções da cadeia de fornecimento (internas e externas)

18.    Colaborar com fornecedores e clientes. É um requisito, não uma opção; procurar estabelecer com estes relações de longo-prazo e de mutuo beneficio (ie, relações win-win);

19.    Sincronizar todos os elos da cadeia com o cliente final de forma a construir uma estrutura ágil e rápida;

20.    Medir continuamente o desempenho da cadeia de fornecimento, tendo com referência métricas (kpi’s) dos seguintes domínios: tempo, custo, e stocks;

21.    Incorporar a tecnologia como parte do processo de melhoria. A tecnologia é um facilitador. Perceber e aceitar que os sistemas ERP (enterprise resource planning) padronizados e outras peças de software podem ou não ser um facilitador da lean supply chain;

22.    Reconhecer a viabilidade do outsourcing como facilitador e reforço da capacidade para dar resposta às mudanças e exigências dos mercados;

23.    Investigar as razões porque os produtos não fluem de forma consistente e de modo mais previsível na cadeia;

24.    Colocar o inventário nos centros de distribuição certos. O stock certo na localização errada resulta em deslocações desnecessárias e extra tempo e custos;

25.    Estar aberto à mudança – uma cadeia de fornecimento lean tem de estar adaptada para continuamente se adaptar. Desde a tecnologia, tal como o RFID (radio frequency identification), a um processo completamente redesenhado;

26.    Incluir a liderança e a gestão da mudança como requisitos do programa lean.

Attachments (4)

  • Convergencia SCOR e Lean.pdf - on Mar 10, 2009 7:54 PM by Joao Pinto (version 1)
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  • PG_LM_Lean Supply Chain GuideBook.pdf - on Jan 11, 2009 10:07 AM by Joao Pinto (version 1)
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  • SCM_O Modelo SCOR.pdf - on Mar 10, 2009 7:54 PM by Joao Pinto (version 1)
    1107k View Download
  • Zara_Revista Veja Dez2008.pdf - on Jan 4, 2009 1:05 PM by Joao Pinto (version 1)
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Comments (1)

Joao Pinto - May 6, 2009 9:29 AM

Temas de Trabalhos Práticos a realizar (max 3 pessoas por grupo):

a) Redes colaborativas entre parceiros da SCM
b) Relações win-win com fornecedores - exemplos de boas práticas
c) Logística Interna e Integrada;
d) Sistemas de Informação Logísticos (incluindo hardware e software);
e) Implementação do Bordo de Linha e Supermercados
f) O Modelo SCOR;
g) A caixa logística e o Heijunka
h) Elaboração de um Case Study de boas práticas Lean SCM (este pode ser repetido).
i) Logística Inversa