Ou, preparativos para emergências
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pensar sobre a necessidade de manter alguns procedimentos básicos para
mitigar os efeitos pessoais de uma catástrofe natural. Gostamos de pensar que o Brasil é um país privilegiado, livre de tufões, furacões, terremotos, vulcões, nevascas e outros desastres naturais. Felizmente parece que também não corremos riscos de invasões por outros países ou de revoluções. Não podemos evitar, na maioria das vezes não podemos prevê-los, mas podemos fazer alguma coisa para diminuir suas consequências, pelo menos para nós mesmos e para aqueles que amamos. A probabilidade de ocorrer um evento
de grande magnitude são geralmente pequenas, mas quando eles ocorrem, a
possibilidade de grandes perdas é alta. Daí vem a necessidade de
preparativos especiais para essas situações. Não pretendo tratar aqui sobre preparativos para uma revolução ou infestação de zumbis. Isso é assunto para outro artigo. Então, direto ao assunto. Durante uma emergência como uma catástrofe natural, as primeiras coisas a ser afetadas são os serviços públicos, como telefonia (fixa e celular), televisão (radiodifusão e cabo), água, esgoto e eletricidade. Os serviços de saúde provavelmente estarão sobrecarregados com os feridos dos primeiros momentos. Serviços de policiamento e socorro (como bombeiros, SAMU e defesa civil) também estarão sobrecarregados e não poderão dar prioridade individual. Conforme pudemos acompanhar na imprensa, o comércio também é afetado, seja diretamente pela catástrofe quanto pelos saques provocados por oportunistas. Então, como fazer para evitar as consequências de uma catástrofe?
Tenha um plano de emergência, de evacuação se for o caso. Quando surge a necessidade, geralmente não há tempo de se preocupar com mais nada, apenas colocar a família no carro e se dirigir a um local seguro. Sua TV nova, seu computador, sua casa, nada disso importa. O que importa é que você e sua família estejam a salvo e bem. Com algum trabalho, se recupera o prejuízo material. Um ente querido, estará perdido para sempre. No próximo artigo, discutiremos o conteúdo de uma bolsa de evasão, ou "bug out bag", como eles dizem lá... |
© Paulo Marcondes, 2008