ÍNDICE:
1- DINÂMICAS DE ESTUDO E TRABALHO
01- Roda Viva
02- Juri Simulado
03- Cochicho
04- Entrevista
05- Dramatização
06- Estudo do meio
07- Painel
08- Pesquisa
09- Foto-Linguagem
10- Grupo de Verblização X Grupo de Observação (GV X GO)
11- Jornal Falado
12- Choque de Culturas
13- Socio-drama
2- DINÂMICAS DE APRESENTAÇÃO E CONHECIMENTO
01- Quem sou eu ?
02- Loteria de Apresentação
03- Cartão Postal
04- Eptáfio
05- Apresentação através de Desenhos
06- Primeiros nomes, primeiras impressões
07- Personagens
08- Cartões Postais
09- A Foto Preferida
10- A Palavra Chave
11- Conhecer pelas Figuras
12- Baralho
3 - RECREAÇÃO
01- Moisés no Deserto
02- Labirinto
03- Famílias de Pássaros
04- Confusão de Sapatos
05- Festival de Máscaras
06- Salvar da Bruxa
07-
Advinhando Objetos
08-
Varrendo Bolas
09- Mister Balão
10- Corrida com Bolas
11- Inflando Balões
12- Meu vizinho
4- AUXÍLIO PARA DIÁLOGO NO GRUPO
01- Escolha dos Bichos Mais
02- A Jaula
03- O Jogo da Bicharada
5- CELEBRAÇÕES
01- Cegos, Surdos e Mudos
02- Rezando Imagens
03- Celebração da Luz
04- A Vida no Evangelho de São João
6- TÉCNICAS DE INTEGRAÇÃO
01- Integração
02- Boas Notícias
03-Todos Juntos (Canção/Debate)
04- A família Ideal
05- Baú das Recordações
06- Construção da Casa
Dinâmicas de Estudo e Trabalho
1. Roda Viva
Objetivos:
1- Debater um tema e
desenvolvê-lo de forma participativa.
2-Envolver a todos do
grupo no debate.
3-Falar sobre o que cada
um sabe a respeito de um assunto.
4-Saber expor e ouvir.
Passos:
1- Fazer dois círculos,
um de frente para o outro, de pé.
2- O círculo de dentro
fica parado no lugar inicial e o círculo de fora gira para a esquerda, a cada
sinal dado pelo animador ou coordenador do grupo.
3- Cada dupla fala sobre
o assunto colocado para reflexão, durante dois minutos, sendo um minuto para
cada pessoa.
4- O Círculo de Fora vai
girando até chegar no par inicial.
5- Depois deste
trabalho, realiza-se um plenário, onde as pessoas apresentam conclusões, tiram
dúvidas, complementam idéias.
6- Complementação do
assunto pelo coordenador.
Observações:
1- O assunto deve ser
preparado pelo coordenador, com antecedência.
2- Os participantes do
grupo devem pesquisar e fazer leituras prévias sobre o assunto.
Avaliação:
- O que descobrimos
sobre o assunto?
- Como nos sentimos
durante a dinâmica?
- O que foi positivo?
- Que ensinamentos
podemos tirar para o grupo?
02 - Juri Simulado
Objetivos:
1- Estudar e debater um
tema, levando todos os participantes do grupo se envolverem e tomar uma
posição.
2- Exercitar a expressão
e o raciocínio.
3- Desenvolver o senso
crítico:
Participantes: (Funções)
Juiz: Dirige e coordena
o andamento do júri.
Advogado de acusação:
Formula as acusações contra o réu ou ré.
Advogado de defesa:
Defende o réu ou ré e responde às acusações formuladas pelo advogado de
acusação.
Testemunhas: Falam a
favor ou contra o réu ou ré, de acordo com o que tiver sido combinado, pondo em
evidência as contradições e enfatizando os argumentos fundamentais.
Corpo de Jurados: Ouve
todo o processo e a seguir vota: Culpado ou inocente, definindo a pena. A
quantidade do corpo de jurados deve ser constituido por número impar:(3, 5 ou
7)
Público: Dividido em
dois grupos da defesa e da acusação, ajudam seus advogados a prepararem os
argumentos para acusação ou defesa. Durante o juri, acompanham em silêncio.
Passos:
1- Coordenador apresenta
o assunto e a questão a ser trabalhada.
2- Orientação para os
participantes.
3- Preparação para o
júri.
4- Juiz abre a sessão.
5- Advogado de acusação
(promotor) acusa o réu ou ré (a questão
em pauta).
6- Advogado de defesa,
defende o réu ou a ré.
7- Advogado de acusação
toma a palavra e continua a acusação.
8- Intervenção de
testemunhas, uma de acusação.
9- Advogado de defesa,
retoma a defesa.
10- Intervenção da
testemunha de defesa.
11- Jurados decidem a
sentença, junto com o juiz.
12- O público, avalia o
debate entre os advogados, destacando o que foi bom, o que faltou.
13- Leitura e
justificativa da sentença pelo juiz.
Avaliação:
- Que proveito tiramos
da dinâmica?
- O que mais nos
agradou?
- Como nos sentimos?
- O que podemos
melhorar?
03 - Cochicho
Objetivos
1- Levar todos do grupo
a participar de uma discussão.
2- Colher opiniões e
sugestões de um grupo, e sondar-lhes os interesses.
3- Criar uma atmosfera
informal e democrática durante um estudo, debate.
4- Dar oportunidade para
a troca de idéias dentro de um grupo.
5- Ajudar as pessoas a
se libertarem das suas inibições.
6- Obter rapidamente
idéias, opiniões e posições dos participantes
de um grupo.
Componentes:
1- Coordenador: orientar
e encaminhar o trabalho
2- Secretário: anota no
quadro ou papelógrafo, as idéias dos participantes
3- Público:
participantes do grupo.
Passos
1- coordenador expõe de
forma clara uma questão, solicitando idéias do grupo;
2- Coordenador divide o
grupo de 2 em 2 ou 3 em 3 (depende do número de participantes do grupo)
3- Formados os grupos,
passam a trabalhar. Cada grupo tem 2, 3 ou 4 minutos para expor suas idéias, sendo
um minuto para cada participante.
4- Uma pessoa de cada
grupo expõe em plenário,. a síntese das idéias de seu grupo.
5- O secretário procura anotar as principais
idéias no quadro, ou num papelógrafo.
6- O coordenador faz um
comentário geral, esclarece dúvidas.
7- Alguém do grupo pode
fazer uma conclusão.
Avaliação
1- O que aprendemos?
2- O que descobrimos em
relação ao grupo?
3- O que precisamos
aprofundar sobre este assunto?
04 - ENTREVISTA
Objetivos
1- Obter conhecimentos,
informações ou mesmo opiniões atuais a respeito de um tema.
2- Utilizar melhor os
conhecimentos de um especialista sobre o tema.
3- Obter mais
informações em menos tempo.
4- Tornar o estudo de um
tema, mais dinâmico.
Componentes:
1- Coordenador (O
próprio coordenador do grupo)
2- Entrevistado (Pessoa
versada no tema de interesse do grupo)
3- Auditório (os demais
participantes do grupo)
Passos:
1- coordenador apresenta
em breves palavras, um tema, deixando várias dúvidas sobre o mesmo.
(proposital)
2- Coordenador levanta
com o grupo, a possibilidade de completar o conhecimento através de entrevista
jusnto a pessoas que são estudiosas do assunto.
3- O grupo define o
entrevistado.
4- O grupo, orientado
pelo coordenador prepara as perguntas para a entrevista.
5- Convite ao
entrevistado
6- Representante do
grupo faz as perguntas.
7- Auditório vai
registrando as respostas.
8- Coordenador
possibilita comentários sobre as respostas dadas pelo entrevistado.
9- Coordenador faz uma
síntese de todo o conteúdo.
10- Discussão sobre o
assunto.
11- Grupo (auditório)
apresenta verbalmente, suas conclusões.
Avaliação
1- Para que serviu a
dinâmica?
2- O que descobrimos
através de entrevista?
3- O que gostaríamos de
aprofundar sobre o assunto?
05 - Dramatização
Objetivos
1- Criar condições para
a participação psicológica em uma discussão.
2- Pesquisa um assunto e
apresentá-lo, simuladamente.
3- Libertar a discussão
da centralização numa pessoa
4- Facilitar a
comunicação mostrando ao invés de apenas falar.
5- Dar calor e vida aos
fatos estudados.
6- Comprovar as diversas
formas de encarar uma situação-problema.
7- Desenvolver a
sensibilidade
Componentes
1- Diretor de cena:
Promove discussão, esforçando-se para que todos participem dela.
2- Atores: Membros do
grupo
3- Auditório: Outros
membros da comunidade
Passos
1- Preparo
1.1- Estudo do tema:
pesquisa, debate, etc
1.2- Prepara-se o
assunto a ser dramatizado
1.3- Define-se
personagens e suas características
1.4- Prepara-se os
atores
1.5- Prepara-se o
cenário
1.6- Prepara-se
disfarces, etc.
2- Representação
3- Discussão
3.1 Atores avaliam a
apresentação, destacando impressões, animação, envolvimento, relações,
aprendizagem, dificuldades.
06 - Estudo do Meio
Objetivos
1- Entrar em contato com
a realidade, através de seus múltiplos aspectos, de maneira objetiva, ordenada
e positiva.
2- Descobrir aspectos
particulares do meio, através de presquisa e reflexão.
3- Compreender as causas
de muitos fatos da vida individual e social.
4- Sensibilizar para o
dever de prestar serviço à comunidade.
5- Incentivar o
exercício da cidadania responsável.
Passos
1- Planejamento:
- Como conhecer nossa
comunidade?
a) Descobrindo a
necessidades, os interesses, os problemas, as aspirações, as possibilidades, os
hábitos, os costumes, como as pessoas se relacionam, os recursos que a
comunidade oferece, etc...
b) Para descobrir será
necessário fazer visitas, observar, entrevistas, dialogar, levantar dados.
Observação:
- Planejar roteiros de
visitas, entrevistas, observações, levantamentos.
- Formar grupos
- Fazer cronograma para
realização das tarefas.
- Distribuir as tarefas.
2- Execução/VER
- Realização das tarefas
pelos grupos.
3- Apresentação
- Grupos apresentam
resultados das entrevistas, observações, levantamentos, etc.
4- Análise/Julgar
a) confrontar os dados
com a proposta de Jesus Cristo.
b) Verificar o que não
está de acordo.
5- Ação
a) Discutir sobre o que
precisa ser feito para melhorar o meio.
b) Ver os recursos
disponíveis
c) Projetar a ação ou
ações necessárias.
6- Celebrar
- Preparar para iniciar
a ação.
7- Realizar o projeto
8- Avaliar e celebrar os
resultados.
07 - Painel
- Reunião de várias
pessoas que estudaram um assunto e vão expor suas idéias sobre ele, diante de
um auditório, de maneira dialogada.
Objetivos
1- Conhecer melhor um
assunto.
2- Tornar mais
compreensivo o estudo de um tema que tenha deixado dúvidas.
3- Apropriar-se de um
conhecimento, com a ajuda de várias pessoas.
Coordenador
- Coordenador do grupo
com os componentes do painel organizam um roteiro de perguntas que cubra todo o
tema em pauta.
- Coordenador abre o
painel, apresenta os componentes do painel. Seu papel é lançar perguntas para
que os componentes do painel, discutam sobre elas.
- Convida também o grupo
(demais participantes do grupo) para participar, lançando perguntas de seus
interesses ao final do tempo previsto,
faz uma síntese dos trabalhos e encerra o painel.
Componentes do painel
- Podem ser de 3 a 6.
Podem ser membros do grupo que queriam estudar (preparar) o assunto, ou pessoas
convidadas. Sua função é discutir as questões propostas, primeiro pelo
coordenador e, depois, as que forem propostas pelo grupo.
Grupo (platéia)
- Membros do grupo.
Acompanha a discussão com atenção e preparam questão para lançarem aos
componentes do painel, para também serem discutidas.
Passos
1- Coordenador abre o
painel, apresenta componentes, justifica a realização do mesmo e orienta a participação.
2- O coordenador lança
perguntas, para serem discutidas, até
esgotar o roteiro preparado anteriormente. Sempre que necessário, o coordenador
poderá lançar outras perguntas fora do roteiro, para melhor esclarecer o
assunto.
3- Ao terminar o
roteiro, o coordenador pede a cada
componente do painel que resuma suas idéias. Após, o coordenador pode
ressaltar aspectos importantes do assunto.
4- Coordenador convida o
grupo (platéia) para fazerem perguntas aos compomentes do painel.
5- Quando não tiver mais
perguntas, o coordenador agradece os componentes do painel e o grupo e encerra
os trabalhos.
Avaliação
1- Que proveitos tiramos
dessa dinâmica?
2- Como nos sentimos?
3- O que precisamos
melhorar?
08 - Pesquisa
Objetvos
1- Obter conhecimentos,
informações sobre problemas da realidade do lugar onde vive.
2- Desenvolver o senso
crítico sobre a realidade
3- Obter vários informes
em pouco tempo.
Passos
1- Preparar um retoriro
de pesquisa, uma série de perguntas
sobre algum aspecto da comunidade (educação, religião, política, desemprego,
violência, etc)
2- Dividir o grupo em
pequenos grupos. Cada pequeno grupo recebe uma cópia do roteiro da pesquisa, o
qual deverá ser respondido durante a semana, através de entrevistas, jornais,
revistas, TV, observações da realidade, fotografias, etc.
3- Equipe de Coordenação
recolhe as respostas e prepara uma síntese, aproveitando ao máximo, os
resultados trazidos pelos pequenos grupos.
4- Na reunião seguinte,
apresenta a síntese para o grupo e abre-se um debate, enriquecendo-o com fatos
e acontecimentos do lugar, coma finalidade de:
a) descobrir as causas
dos problemas e pistas de solução.
AvaliaçÃo:
1- Que proveito nos
trouxe o exercício?
2- Como nos sentimos
depois de fazê-lo?
09 - Foto-Linguagem
Objetivos :
1- Estimular a
observação, a participação e o debate dos componentes de um grupo.
2- Ampliar a visão da
realidade
3- Confrontar o projeto
social com o projeto de Deus
4- Interpretar fotos
Passos:
1- Selecionar fotos que
expressem a realidade (de revistas ou jornais)
2- Preparar um mural com
fotos que representem cenas de certas situações da vida.
3- Incentivar o grupo a
observar as fotos.
4- Após observações
colher as impressões do grupo.
5- Pedir a cada um que
justifique as impressões sobre as fotos ou mural de fotos.
6- Confrontar o contido
nas fotos com a realidade estimulando um debate sobre a mesma; através de
perguntas como:
- Existem cenas
semelhantes perto de nós?
- Por que isso está
acontecendo?
- O que nós temos a ver
com tal realidade?
- Qual é o apoio de Deus
presente em cada situação?
7- Destacar atitudes não
evangélicas e atitudes evangélicas nas fotos que observamos ou na realidade
onde vivemos.
8- Pesquisar textos
bíblicos que direta ou indeiretamente se
refira aos fatos.
9- Levantar propostas do
que é possível fazer para mudar situações contrárias ao projeto de Deus.
Avaliação
1- Que proveito nos
trouxe esta dinâmica (estudo/reflexão)?
2- Qual etapa (parte) que mais nos agradaram?
3- O que descobrimos?
10 - Grupo de Verbalização X Grupo de
Observação (GV-GO)
Objetivos
1- Desenvolver a
capacidade de ouvir o outro.
2- Desenvolver a
capacidade de manifestar-se na vida.
3- Contribuir para a
ampliação do conhecimento do outro.
4- Participar direta ou
indiretamente de uma discussão.
5- Exercitar a
elaboração de síntese.
Passos
1- Dividir a turma em
dois sub-grupos, que formarão dois círculos. O círculo interno será o da
verbalização, que tem como tarefa, a discussão de um tema proposto. O círculo
externo será o de observação. À ele cabe a tarefa de observar o processo de
discussão e o conteúdo da mesma.
2- o Coordenador lança
uma pergunta sobre o tema (capaz de provocar uma discussão). Somenteo grupo
interno poderá responder, discutindo o assunto.
3- Durante a dicussão, o
grupo de observação, apenas registra idéias esquecidas pelo grupo de
verbalização, anota dúvidas, e outros pontos que gostariam de falar.
4- Após 10 minutos de
discussão, inverter os grupos.
5- Coordenador formula a
mesma questão ou outra para que o grupo, de observação agora na posição de
verbalização, possa expressar idéias, completar idéias do grupo anterior,
exemplificar, etc.
6- Após 10 minutos
formar uma grande círculo:
a) Fazer uma síntese dos
pontos discutidos;
b) Tirar dúvidas;
c) fazer uma avaliação.
Observação:
- É responsabilidade do
coordenador cuidar de:
1- Formular bem as perguntas;
2- Ficar atento para que
todos participem;
3- fazer com que o grupo
de verbalização se expresse de maneira clara para que todos possam ouvir suas
opiniões;
4- fazer com que o grupo
de observação fique absolutamente calado durante a discussão do grupo de
dentro;
5- Marcar o tempo e
determinar a troca de posições;
6- Abrir o debate final
no grupão;
7- Fazer a síntese final
da discussão.
11 - Jornal Falado
Objetivos
1- Organizar informações
sobre um determinado assunto
2- Desenvolver a
expressão oral, o raciocínio, o espírito de cooperação e socialização.
3- Sintetizar
idéias e fatos.
4- Transmitir idéias com
pronúncia adequada e correta.
Passos:
1- Formar pequenos
grupos.
2- O coordenador
apresenta o tema para estudo, pesquisa.
3- Cada grupo pesquisa e
estuda o tema.
4- Cada grupo sintetiza
as idéias do tema.
5- Elaboração das
notícias para apresentação, de forma
bastante criativa.
6- Apresentação do
jornal ao grupão.
Avaliação
1- Quais os momentos que
mais nos agradaram?
2- Que ensinamentos
podemos tirar para o grupo?
12 - Choque de Culturas
Objetivos:
1- Refletir as
diferenças e riquezas culturais.
2- Valorizar e respeitar
as diferentes culturas.
3- Perceber a cultura
como dimensão de tudo o que se faz em cada grupo humano.
4- Perceber a cultura
como a identidade de um povo.
Passos
1- Dividir o grupo em
três sub-grupos. Um subgrupo vai encenar uma tribo indígena chegando a cidade.
Outro subgrupo encena um grupo de operários chegando a uma tribo indígena. O
terceiro subgrupo será observador e avaliador das encenações.
2- O coordenador orienta
com antecedência o subgrupo “indígena” e o subgrupo “operários” para
pesquisarem sobre os custumes, hábitos e relações sociais de cada do grupo
humano que vai representar.
3- Enquanto os dois
subgrupos se preparam, o coordenador orienta o subgrupo que vai observar e
avaliar as encenações.
4- Em primeiro lugar, a
tribo indígena encena sua chegada à cidade. Não conhecem as formas de nossas
cidades, estranham tudo, até as coisas mais simples, e não percebem os riscos
das mais perigosas.
5- Em segundo lugar, os
operários chegam a uma tribo indígena, ignorando toda a sua realidade.
6- Debate
- O que observamos?
- O que pode ocorrer no
confronto (choque) de duas culturas diferentes?
- Como analisamos a
colonização do Brasil, a partir da encenação?
- Quais as consequências
para nós, hoje?
- refletir as encenações
à luz dos textos: Mt. 7,1-15 e Is. 10,1-4.
7- Coordenador procura
sintetizar o debate.
8- Avaliação:
- O terceiro subgrupo
avalia o trabalho, emitindo opiniões.
Avaliação
1- O que aprendemos?
2- Como nos sentimos?
13 - Sociodrama
Objetivos
1- Refletir e comunicar
um problema.
2- Desenvolver a
sensibilidade para problemas vitais.
3- Conscientizar-se
sobre atitudes positivas ou negativas diante de problemas vitais.
Passos
1- Escolher um
coordenador para dirigir o trabalho.
2- Escolher com o grupo
um fato real, concreto, próximo à vida do grupo. Um fato atraente e que
apresente algum conflito. Cada um pode contar um fato. Depois o grupo escolhe o
mais atraente.
3- Definir o gênero (na
arte dramática há dois gêneros básicos: a tragédia e a comédia)
4- Construir a história.
O grupo já tem um fato inspirador. Agora é preciso construir uma história.
Dependendo do tema do fato, pode-se fazer pesquisas.
5- Caracterizar os
personagens: ao construir a história, é bom já ir definindo os personagens
principais. É preciso deixar claro as caracteristícas de cada personagem na
representação (ex.: dominante, astuto, bobo, brincalhão, paternalista, etc).
Observação: Não há necessidade de muitos personagens em um sociodrama.
6- Armar o roteiro: É
preciso ordenar as cenas das história. Definir bem o que acontece em cada cena
e os personagens que vão atuar nela. Cada personagem ensaia o seu papel.
7- Organizar a
apresentação: Preparar o cenário, os
disfarces para os personagens, o fundo musical..
8- Realizar o
sociodrama, fazendo os espectadores participarem. Dialogar com os espectadores,
reconstruindo a história, analisando a história, levantando propostas para
mudar o quadro.
Avaliação
1- Como nos sentimos?
2- Que ensinamentos
podemos tirar da experiência?
3- Do que mais gostamos?
Dinâmicas de Apresentação e
Conhecimento
01 - Quem sou eu?
Objetivo
Tornar os membros do
grupo conhecidos rapidamente, num ambiente relativamente pouco inibidor.
Passos
1- Cada um recebe uma
folha com o título: “Quem sou eu?”
2- Durante 10 minutos
cada um escreve cinco ítens em relação a si mesmo, que facilitem o
conhecimento.
3- A folha escrita será
fixada na blusa dos participantes.
4- Os componentes do
grupo circulam livremente e em silêncio pela sala, ao som de uma música suave,
enquanto lêem a respeito do outro e deixa que os outros leiam o que escreveu a
respeito de si.
5-Logo após reunir 2 a 3
colegas, com os quais gostariam de conversar para se conhecerem melhor. Nesse
momento é possível lançar perguntas que ordinariamente não fariam.
Avaliação
1- Para que serviu o
exercício?
2- Como nos sentimos?
02 - Loteria de
Apresentação
Objetivo
1- Favorecer o
conhecimento entre os participantes de um grupo.
Passos
1- O coordenador entrega
uma ficha e um lápis a cada participante, pedindo que escrevam seu nome e a
devolvam à ele.
2- Entrega a seguir, o
cartão de loteria, como o modelo abaixo:
e pede aos presentes que
anotem o nome de seus companheiros à medida que forem lidos pelo coordenador,
de acordo com as fichas entregues pelo grupo. Cada qual escreve no espaço que
desejar.
3- Quando todos
estiverem com o seu cartão pronto, o coordenador explica como jogar: conforme
forem sendo repetidos os nomes dos participantes, cada um vai assinalando o
cartão, no lugar onde consta o nome citado, como em uma cartela de bingo. A
primeira pessoa que completar uma fileira, ganhará dez pontos.
O exercício poderá ser
repetido várias vezes.
Avaliação
1- Para que serviu a
dinâmica?
03 - Cartão Musical.
Objetivo
1- Facilitar o
relacionamento entre os participantes de um grupo.
Passos
1- Coordenador distribui
um cartão, um lápis e um alfinete para cada participante e pede que cada um
escreva no cartão o nome e prenda-o na blusa. (Não pode ser apelido)
2- Os participantes
sentam-se em círculo. O coordenador coloca-se no centro e convida os demais a
cantar:
“Quando vim para este
grupo, um(a) amigo(a) eu encontrei (o coordenador escolhe uma pessoa) como
estava ele(a) sem nome, de (nome da pessoa) eu o(a) chamei.
Oh! amigo(a), que bom te
encontrar, unidos na amizade iremos caminhar”(bis).
(Melodia: Oh, suzana!!)
3- O coordenador
junta-se ao círculo e a pessoa escolhida, entoa a canção, ajudada pelo grupo,
repetindo o mesmo que o coordenador fez antes. E assim prossegue o exercício
até que todos tenham se apresentado.
4- A última pessoa entoa
o canto da seguinte maneira:
“Quando vim para este
grupo, mais amigos encontrei, como eu não tinha nome, de ...(cada um grita seu
nome) eu o chamei.
Oh! amigos(as), que bom nos encontrar, unidos
lutaremos para o mundo melhorar (bis)”
Avaliação
1- Para que serviu a
dinâmica?
2- Como nos sentimos?
04 - Epitáfio
Objetivo
1- Apresentar os
participantes de um grupo que vão trabalhar juntos.
Passos
1- O coordenador
distribui uma folha de sulfite para cada participante do grupo e explica que
cada um deve escrever seu epitáfio (lépide de seu túmulo).
2- Os participantes
preparam seu epitáfio. Todos devem fazê-lo.
3- Uma vez escrito,
prendem o epitáfio junto ao peito e passeiam pela sala, a fim de que todos
leiam o epitáfio de todos.
4- No passo seguinte, as
pessoas se reúnem, aos pares, com aqueles cujo epitáfio tenha coincidências com
o seu. Conversam durante seis minutos.
5- Feito isso, a
critério do coordenador cada par poderá reunir-se a outro e conversar por 10 a
12 minutos.
Avaliação
1- O que aprendemos com
esta dinâmica?
2- Como nos sentimos
após essa experiência?
05 - Apresentação
através de desenhos
Destinatários: Grupos de
jovens ou de adultos. Pode-se trabalhar em equipes.
Material: Uma folha para
desenho e um lápis colorido ou caneta hidrocor para cada participante.
Desenvolvimento:
1.Distribuiídos os
materiais da dinâmica, o animador explica o exercício: Cada qual terá que
responder, atrvés de desenhos, à seguinte pergunta:
Quem sou eu?
Dispoem de 15 minutos
para preparar a resposta.
2.Os participantes
desenham sua resposta
3. A apresentação dos
desenhos é feita em plenário ou nas respectivas equipes. O grupo procura
interpretar as resposta. Feita essa interpretação, os interessados, por sua
vez, comentam a própria resposta.
4.Avaliação da Dinâmica:
- O que aprendemos com
este exercício?
06 - Primeiros nomes,
primeiras impressões
Objetivos:
- Conhecer os outros
participantes do grupo.
- Descobrir o impacto
inicial de alguém nos outros.
- Estudar fenômenos
relacionados com primeiras impressões - sua precissão, seus efeitos, etc.
Passos:
1- O coordenador pede
aos participantes sentados em círculo que se apresentem, dizendo seu nome e
dois fatos marcantes de sua vida.
2- Coordenador pede que
todos virem as costas (evitando que um veja os outros) e escrevam ao mesmo tempo,
o primeiro nome de todos os participantes do grupo, à medida que deles se
lembrem.
3- Voltando-se novamente
para o grupo, procuram saber qual o nome, que ficou esquecido na lista. Podem
pedir que as pessoas indiquem mais um fato a fim de melhor fazer a ligação com
o nome.
4- O grupo discute os
nomes, sentimentos ligados a eles, dificuldades que sentiram para lembrar de
todos, suas reações em não ser lembrados, etc.
5- O coordenador
distribui outra folha em branco, na qual devem fazer a lista dos nomes novamente,
pedindo-lhes que acrescentem anotações em relação à primeira impressão que
tiveram das pessoas, deixando a folha anônima.
6- As folhas anônimas
serão recolhidas, e o coordenador irá lê-las em voz alta: Os membros poderão
reagir sobre a precisão ou relatividade das impressões, sobre o que sentiram, o
que lhes surpreendeu, etc.
7- O grupo discutirá a
precisão dos dados da primeira impressão, os efeitos da mesma e suas reações
sobre a experiência.
Avaliação:
- Como estamos nos
sentindo?
- Do que mais gostamos?
07 - Personagens
Destinatários: Grupos de
jovens ou de adultos; caso haja muitos participantes, formam-se equipes.
Material: O animador
deve preparar, previamente, um pôster em que apareça uma figura humana sobre um
ponto de interrogação. Um cartão para cada pessoa.
Desenvolvimento:
- Distribuído o cartão
aos participantes, o animador passa à motivação do exercício.
“Raramente
encontramos um ser humano que não admire alguém: um héroi, um santo, um
cientista... ou mesmo pessoas comuns, mas cuja a vida lhe causou impacto. Hoje
iremos apresentar ao grupo alguns comentários acerca dessa pessoa a quem
admiramos, seja ela viva ou morta, não importa sua nacionalidade, nem tampouco
seu prestígio junto a sociedade.”
- Convidam-se os presentes
a anotarem no cartão o nome da personagem e as razões de sua admiração.
- Logo após, reúnem-se
em equipe e cada qual indica sua personagem e os motivos de sua admiração, após
o que, os demais podem fazer perguntas. É preciso evitar que as preferências
das pessoas sejam questionadas.
4- Avaliação da
experiência:
- Para que serviu o
exercício?
08 - Cartões Postais
Objetivos
- Quebrar gelo
- Integrar os
participantes do grupo.
Passos
1- O coordenador fixa
cartões postais numerados num lugar visível ao grupo.
2- Coordenador convida os presentes a observarem em silêncio
os postais,. escolhendo cada qual o que mais lhe agrada e também aquele de que
menos gosta. Cada um escreve no caderno, o porquê da escolha.
3- O grupo observa e
escolhe os postais, de acordo com a
orientação do coordenador.
4- No plenário, cada
pessoa comenta sua escolha; em primeiro lugar, indicam os postais que não lhes
agradaram e, a seguir, aqueles de que mais gostaram.
Avaliação
- O que descobrimos
acerca dos demais, através desse exercício?
- Como nos sentimos?
09 - A foto Preferida
1- Objetivos:
- Começar a integração
do grupo, partindo do conhecimento mútuo.
- Romper o gelo desde o
princípio, a fim de desfazer tensões.
2- Destinatários: Grupos
de jovens ou de adultos; se os participantes forem numerosos, convém
organizar-se em equipes.
3- Material: Oito
fotografias tamanho pôster, numeradas, apresentando cenas diversas, colocadas
em lugar visível a todos.
3- Desenvolvimento:
- A motivação é feita
pelo animador, com as seguintes palavras: “Em nossa comunicação diária, nós nos
servimos de símbolos para expressar coisas, identificar pessoas, acontecimentos
e instituições: neste momento, vamos fazer algo semelhante”.
- Convida os presentes a
observarem as fotografias em silêncio e escolher aquela com que melhor se
identificarem.
- A seguir, em equipe,
cada qual indica a foto escolhida e faz seus comentários sobre ela. Os demais
participantes podem interverir, fazendo perguntas.
4- Avaliação:
- Para que seviu o
exercício?
- Como nos sentimos
durante a experiência?
10 - A Palavra Chave
1- Destinatários: Grupos
de jovens ou de adultos. Pode-se trabalhar em equipes.
2- Material: Oito
Cartões para cada equipe. Cada um deles contém uma palavra: Amizade, liberdade,
diálogo, justiça, verdade, companheirismo, bravura, ideal, etc. Os cartões são
colocados em um envelope.
3- Desenvolvimento:
- O animador organiza as
equipes e entrega o material de trabalho.
- Explica a maneira de
executar a dinâmica. As pessoas retiram um dos cartões (do envelope); cada qual
fala sobre o significado que atribui à palavra.
- A seguir, a equipe
escolhe uma das palavras e prepara uma frase alusiva.
- No plenário, começa-se
pela apresentação de cada equipe, dizendo o nome dos integrantes e, em seguida,
a frase alusiva à palavra escolhida.
5- Avaliação:
- Para que serviu o
exercício?
- Como estamos nos
sentindo?
11 - Conhecer pelas
Figuras
1- Objetivo:
- Conhecer pelas
figuras.
- Quebrar gelo
2- Passos:
- Espalhar pela sala
vários recortes de jornais, revistas, folhinhas, propagandas, etc (as figuras
devem ser as mais variadas possível, com temas bem diferentes, para dar maiores
possibilidades de escolha aos participantes).
- Os participantes
passam diante das figuras, observando-as atentamente. Uma música de fundo para
favorecer o clima.
- Dar tempo suficiente
para conhecer todas as figuras, o coordenador dá um sinal e cada participante
deverá apanhar a figura que mais lhe chamou a atenção.
- Formar pequenos grupos
e cada participante vai dizer para seu grupo por que ecolheu a figura.
- O grupo escolhe alguém
para anotar a apresentação de cada um e expor em plenário.
- Faz-se um plenário onde o representante de cada grupo
apresenta as anotações e a figura que representa o pensamento do grupo.
- O coordenador faz um
comentário final, aproveitando tudo o que foi apresentado e chamando a atenção
para aquelas figuras que estão mais relacionadas.
3.Avaliação:
- Como nos sentimos ??
- Que proveito tiramos
dessa dinâmica ??
12 - Baralho
1.Destinatários: Grupos
de Jovens
2.Material: 12 Cartas
gigantes (Anexo I)
3.Desenvolvimento:
- O animador convida a
observar as cartas m silêncio e, logo após, explica o exercício:
Cada um deve selecionar
aquelas cartas que apresentarem alguma característica sua, pessoal, e explicar
ao grupo o porquê de sua escolha.
- Os participantes selecionam suas cartas.
- No plenário, cada qual
passa a comentar sua escolha e as razões da preferência.
4.Avaliação da experiência:
-
Que
proveito tiramos do exercício?
RECREAÇÃO
01 - Moisés no
deserto
1.Passos
- O coordenador diz para
o grupo, que ele representa Moisés no deserto.
- começa a andar no meio
do grupo e diz para uns quatro ou cinco participantes: “siga-me”.
- A pessoa convidada
acompanha o Moisés.
- Feita a escolha,
dirige-se ao meio do grupo e diz: “apresento-lhes os camelos de Moisés.”
02 - Labirinto
1. Destinatários: Grupos
de Jovens
2. Material: uma bandeja
e um vaso ou copo com água
3. Desenvolvimento:
- O grupo se divide em
duas equipes, com igual número de participantes. Tomando-se pelos braços, os
integrantes de cada equipe formam um círculo. O animador pede um voluntário de
cada equipe e entrega-lhes a bandeja com um vaso ou copo cheio de água. Ao
ouvirem o sinal de partida, iniciam a corrida por entre os companheiros,
entrando e saindo do círculo. Retornando ao ponto de partida, passarão a
bandeja a outro companheiro que irá fazer o mesmo, e assim sucessivamente, até
que todos tenham participado. A equipe vencedora será aquela que terminar
primeiro, sem haver derramado água.
4- Avaliação:
- Para que serviu a
dinâmica??
03 - Familias de
Pássaros
1-Passos:
- Participantes são
divididos em duas equipes: a) A família dos Joões-de-barro; b) a família dos
pardais
Nos extremos opostos da
sala, marcam-se dois ninhos: a) um dos Joões-de -barro; b) outro dos pardais.
Os Joões-de-barro
caminham agachados e os pardais brincam saltitantes, num pé só. Uns e outros
brincam juntos num mesmo espaço.
- Enquanto estiverem
andando todos misturados, mas cada qual em seu estilo, será dado um sinal e as
famílias terão de voltar a seus ninhos. Cada qual o fará agachado ou
saltitando, conforme se trate de João-de-barro ou pardal. A família vencedora
será aquela, que, por primeiro, reunir todos os seus companheiros no ninho.
04 - Confusão de
Sapatos
1- Passos:
- Traçam-se 2 linhas
paralelas a uma distãncia de 10m.
- Atrás de uma das
linhas, a de partida, ficam alinhados os participantes
- atrás da outra linha,
ficam os sapatos dos participantes, todos misturados, porém sem estarem
amarrados ou abotoados.
- Ao sinal de partida,
todos correm para a linha de chegada, e cada qual procura calçar o seu sapato.
Este deve ser amarrado ou abotoado, conforme a necessidade. Em seguida,
retorna-se à linha de partida.
- O primeiro que
transpuser a linha de partida, devidamente calçado com o seu sapato, será o
vencedor.
05 - Festival de
Máscara
1- Destinatários: Grupos
de Jovens
2- Material: Um saco de
papel bem grandde e um número para cada pessoa (evite-se que o material seja
plástico).
3- Desenvolvimento:
- O animador distribui
um saco de papel para cada participante, pedindo que façam com ele uma máscara,
deixando apenas dois buracos para olhar. O número deverá ser afixado na altura
do peito. Uma vez prontas as máscaras, o animador apaga as luzes um momento,
para que cada qual possa colocar a sua, assim como o número. Ao se reacenderem
as luzes, cada um terá que adivinhar quem são os mascarados, anotando o nome e
o número numa folha de papel. As pessoas não podem falar. O vencedor será
aquele que obtiver a maior quantidade de acertos.
4- Avaliação:
- Para que serviu a
dinâmica??
06 - Salvar da Bruxa
1- Passos:
- A bruxa traça vários
círculos dentro de seus domínios, como no esquema abaixo (no chão). No domínio
da bruxa só ela pode entrar. Os outros jogadores ficam dispersos.
Montar exemplo do
Domínio *****
- A bruxa sai em
perseguição dos jogadores. Cada um que ela apanhar, será colocado num dos círculos.
Os companheiros poderão salvar os colegas prisioneiros sem, penetrar nos
domínios da bruxa, mas estendendo a mão para os mais próximos, e este, por sua
vez, para os dos outros círculos, sem sairem dos próprios círculos.
- Se a bruxa colocar
mais de um prisioneiro num só círculo estes não poderão ser salvos.
- Os jogadores, que
forem aprisionados mais de uma vez, serão auxiliadores da bruxa.
- Será vencedor o
jogador que não se deixar aprisionar.
07 - Adivinhando
objetos.
1- Destinatários: Grupos
de Jovens
2- Material: Giz e quadro negro.
3- Desenvolvimento:
- O animador divide o
grupo em duas equipes, com igual número de participantes. Cada qual recebe um
giz.
- A uma distância de
aproximadamente 15 metros, coloca-se o quadro-negro. O exercício consiste no
seguinte: As equipes têm que adivinhar o objeto cujo nome o animador esconde;
para consegui-lo, recebem três pistas. Tão logo descubram do que se trata,
escrevem seu nome no quadro. Ganha a equipe que o fizer Primeiro. O exercício pode
ser repetido diversas vezes. O animador dá, por exemplo, as seguintes pistas:
pode ser de cores diferentes, é sólido, usa-se para comer e tem quatro letras
(mesa). As palavras propostas às equipes
devem ser breves, exigindo a utilização de cada letra apenas uma vez. Exemplos:
apito, sol disco, barco, livro, caderno, goma, lápis, pulseira, meia, trem,
etc.
4- Avaliação:
- Para que serviu a
dinâmica??
08 - Varrendo Bolas
1- Destinatários: Grupos
de Jovens ou adultos
2- Material: 15 bolas e
uma vassoura para cada equipe (sendo as bolas de cores diferentes para cada
equipe).
3- Desenvolvimento:
- O animador divide o
grupo em duas equipes, com igual número de integrantes. Colocam-se em filas
paralelas, na linha de partida; em frente a elas, espalha-se uma quantidade de
bolas. O primeiro representante de cada fila recebe uma vassoura. Dado o sinal,
saem varrendo as bolas até à meta e depois passam a vassoura para a segunda
pessoa, que deverá varrê-la da meta para a linha de partida, e assim
sucessivamente. A equipe vencedora será aquela que primeiro terminar com a
participação de todos os seus integrantes.
4- Avaliação:
- Para que serviu a
dinâmica ?
09 - Mister Balão
1- Destinatários: Grupos
de jovens ou de adultos.
2- Material: 15 Balões
por equipe.
3- Desenvolvimento:
- O animador divide o
grupo em equipes. Cada uma delas escolhe um representante para o concurso de
“Mister Balão”. A um sinal do animador,
cada equipe procura “rechear” seu candidato até que fique repleto de balões.
Dispõem de três minutos para executá-lo. Ganha a equipe que conseguir
“rechear”seu representante com o maior número de balões. O exercício é repetido
por diversas vezes.
4- Avaliação:
- Para que serviu a
dinâmica??
10 - Corrida com
bolas
1- Destinatários: Grupos
de jovens ou de adultos.
2- Material: uma bola
para cada pessoa; uma bandeja e um saco para cada equipe.
3- Desenvolvimento:
- O animador divide o
grupo em equipes, que se colocam em filas paralelas de partida. Os primeiros
representantes de cada equipe recebem, no menor tempo possível, a bola sobre a
bandeja até à meta. As bolas que chegam
a seu destino são depositadas no saco. Logo a seguir, a segunda pessoa repete o
mesmo procedimento, e assim sucessivamente, até que todos os integrantes tenham
participado. Vence a equipe que terminar primeiro o transporte de suas bolas.
4- Avaliação:
- Para que serviu a
dinâmica ??
11 - Inflando balões
1- Destinatários: Grupos
de jovens.
2- Material: 15 balões
para cada equipe e barbante ou linha para amarrar a boca dos balões.
3- Desenvolvimento:
- O animador divide o
grupo em equipes. Cada qual recebe uma qunatidade de balões, sem ar. A um sinal
do animador, e no espaço de dois minutos, as equipes procuram inflar todos os
seus balões. Ganha a equipe que conseguir a maior quantidade.
4- Avaliação:
- Para que serviu a
dinâmica??
12- Meu Vizinho
Formação : todos em
círculo
Desenvolvimento:
O animador começa o jogo
dizendo : “O meu vizinho é ...” ( aqui diz uma qualidade ). Conforme a letra que inicia a palavra dita, todos os
outros jogadores devem dizer palavras que se iniciem com a emsma letra. Por ex., se o animador desser: “Meu vizinho é corajoso”,
todos os demais jogadores dirão palavras
com a letra “C”. Não podem repetir palavras. Terminada a primeira rodada, o animador
escolhe outra letra e assim por diante prossegue o jogo.
AUXÍLIO PARA DIÁLOGO NO GRUPO
01 - Escolha dos
bichos “mais”
1- Objetivos:
- Cultivar uma boa
convivência no grupo, na amizade e na verdade;
- Perceber as razões da
falta de fraternidade e dos conflitos que surgem no grupo de jovens, no grupo
de trabalho;
- Rever as próprias
atitudes, para tentar mudar.
2- Passos:
- Cada participante
recebe um papel onde está escrito o nome de um bicho, com algumas características,
procurando interiorizá-las e expressá-las no grupo em forma de dramatização.
Exemplo:
A Cobra: É traiçoira,
perigosa, esperta e oportunista, envenena o grupo, é fofoqueira e quer ver o
circo pegar fogo.
O gato: Companheiro,
prestativo, carinhoso, esperto.
A borboleta: Não é
acomodada. Alegra o ambiente, integra.
O papagaio: Fala, fala,
não fala nada que contribua. É inteligente, aprende o que os outros fazem,
tanto o bem como o
mal.
O cavalo: Dá patadas em
todos.
O pavão: Fica sempre de
leque aberto. Acha que é mais bonito, mais inteligente, aquele que sabe mais.
O Boi: Sossegado,
tranquilo, é esforçado e topa qualquer trabalho.
O pombo: Sempre se
preocupa em conversar com os companheiros.
O urubu: Só vê carniça.
É pessimista, descrente. Só gosta de coisa ruim. Quer ver o grupo morrer.
A formiga: É operária,
trabalhadeira, trabalha sempre em grupo.
Galinha d’Angola: Fala a
mesma coisa o dia inteiro: “Tô fraco”. Não acredita em si mesma, mas tem que
falar.
O bicho preguiça:
Vagaroso, preguiçoso. Nunca faz nada. Está sempre “pendurado” nos outros.
- O animador verifica se
todos compreendem os diferentes papéis (animais), podendo acrescentar outros,
se necessário.
- O animador observe que
cada animal expressa características positivas ou negativas. Nunca as duas
juntas.
- Colocar em papelógrafo
o comportamento dos animais e afixar na parede.
- Trabalho em grupo:
a) Quais desses animais
encontramos em nosso ambiente de trabalho?
b) Analisar 3 bichos
considerados mais importantes para o grupo.
- Plenário.
02 - A jaula
1- Objetivos:
- Levar os participantes
a analisar como se situam no mundo da família, da escola, e da sociedade (rua);
- Procurar, em comum,
atitudes que respondam à realização do jovem ou da pessoa.
2- Passos:
- O desenho abaixo é
entregue a todos, num folha de papel ofício e cada um, individualmente, tenta
interpretar os quadros, e descobrir:
- O que significa cada
um deles?
- O que tem, cada
quadro, a ver comigo?
- A partir deles, como
me situo no espaço da minha família, na escola e na sociedade?
- Depois de de 10
minutos:
a) fazer a partilha em
pequenos grupos por aproximação;
b) como conciliar casa,
escola, sociedade, montando assim uma grande “aldeia fraterna”?
- Plenário:
- conclusões dos grupos
e escrever no quadro-negro.
- Complementação por
parte do coordenador.
03 - O jogo da
bicharada
1- Objetivos:
- Cultivar boa
convivência no grupo, na amizade e na verdade;
- Perceber as razões da
falta de fraternidade e dos conflitos que surgem no grupo de jovens, no grupo
de trabalho.
2- Passos:
- Todos recebem a lista
dos bichos e num momento pessoas, em silêncio, lêem a lista e escolhem três
bichos que mais se assemelham a ele;
- Dos três bichos
escolhidos, ficar com apenas um com o qual se identifica;
- Grupos por bichos
escolhidos - grupos dos gatos, grupo dos macacos, etc...
- durante 15 minutos
partilhar o por quê escolheu tal bicho e como se manifestam as características
no dia-a-dia da própria vida.
3- Em plenário:
- Os grupos apresentam o
seu bicho de forma criativa, com encenação, dramatização, colocando as
caracteristicas do bicho escolhido.
- Cometários:
a) o que chamou a
atenção, o que faltou, etc;
b) significado para o
nosso grupo.
OS BICHOS
01- Leão: Rei da reunião.
Quando urra, todos participam. Os ratinhos tremem à sua frente. Não é
agressivo. Está certo de sua superioridade. Boceja despreocupadamente,
pacientemente, com as peraltices dos outros.
02- Hiena: Não tem opinião própria. Aprova sempre o
leão. Sempre recorda o que o leão disse.
03- Tigre: É um leão
ressentido por não ser reconhecido como rei pelo grupo. Fica de mau humor, às
vezes mais competente que o leão. É agressivo, irônico, irrita o grupo que o
coloca na jaula, e não toma conhecimento de sua presença.
04- Raposa: Surpreende
sempre o grupo; desvia o assunto; sofista, força o assunto. Jamais caminha em
direção ao objetivo.
05- Pavão: Mostra sempre
a sua cultura. Não se interessa pelo objetivo e pelo grupo. Não perde ocasião
de mostrar seus conhecimentos. Preocupa-se sempre consigo mesmo.
06- Cobra: Envenena as
relações. Sempre de bote armado. Ai de quem comete uma asneira. Provoca brigas
e fica de fora.
07- Papagaio: Fala por
todos os poros; comenta tudo. Fala alto, grita. Ninguém lhe dá importância, nem
ele próprio. Sempre por fora do assunto.
08- Coruja: Não fala,
presta muita atenção. Pisca quando não entende. assusta-se quando alguém a
interpela. Pede desculpa quando intervém.
09- Carcará: Não gosta
de discussão. Irrita-se quando o grupo não progride. Quer decisões
rápidas. Impaciente, levanta mas volta.
10- Girafa: Pelo modo de
sentar-se e rir, acha o grupo indigno de sua participação. Seu silêncio não
permite saber-se se ela está por cima mesmo.
11- Macaco: Anedoteiro,
espirituoso, bagunceiro, inteligente e superficial. Sempre faz rir; ninguém o
leva a sério. anima, mas termina irritado. No fim está amuado e sem graça.
12- Gaivota; Voa pelo
alto - abaixa. mas sobe logo. Vive solitária.
13- Cão: Inteligente,
fareja tudo, mas ladra demais. Faz muito
barulho por pouco. Sempre vigilante para defender suas idéias.
14- Boi: Obstinado,
lento. Não acompanha o grupo. Devagar e sempre.
15- Elefante: Sem
sutileza. Leva tudo a peito. Não é feito para viver em grupo. Quer ação. Quando
intervém é para acabar a reunião.
16. Gato: Mia para
chamar a atenção. solicitado, se enrosca e não quer falar. Dengoso, prefere
agir depois da reunião.
17. Coelho: Simpático,
ágil, pulador. Não tem planos. Não é conseqüente. Encolhe-se quando os maiores
aparecem.
18. Esquilo - Acanhado,
fugido, embaraçado. Dificilmente participa.
Quebra sozinho suas nozes. Se insistir muito, não volta.
19. Pombo: Fica
arrulhando com o companheiro do lado. Só vive de par. Se o interpelam, voa e
volta ao companheiro.
20. Araponga: Sempre
igual e vibrante. Tem idéia fixa. Só tem uma idéia. É incapaz de seguir uma
reunião.
21. Pica-Pau: Pega uma
idéia e pulveriza-a. Não tem objetivos. Só sabe picar idéias. Na discussão fica
picando o que ficou para trás.
22. Aranha: É mestra em
teia, onde se envolvem mosquitos e besouros. Na discussão amarra um fio no
outro. Não prepara plano, prepara armadilha.
23. Ouriço: Fica
espinhento por tudo. Para ele, no grupo, não há idéias; tudo são intenções.
24. Antílope: É arisco.
Sempre farejando o ar para ver se não o querem pegar de surpresa. Está sempre
de sobreaviso. Não acredita em ninguém.
25. Hipopótamo: Fica
mergulhado no assunto. Não sai das discussões. Sempre mergulhado.
26. Ratinho: Nunca
aparece, mas caminha entre todos. Rói as idéias. Passa pela platéia às
carreiras.
27. Zebra: Em cada fase
da discussão apresenta ponto de vista diferente. Não sabe somar as idéias. É
preto ou Branco.
28. Camaleão: Está de
acordo com todos. Vai para onde o leva o vento.
29. Foca: Muito curiosa
e imaginosa. Interessa-se por tudo e mexe em tudo. Adora brincar.
30. Coati: Fuçador.
Intromete o nariz nas coisas com o objeto de beneficiar-se. Uma vez satisfeito,
perde o interesse.
CELEBRAÇÕES
01 - Cegos, Surdos e
Mudos
Ps.: Ter mural da
realidade coberto por um lençol
1.Introdução: Diante de
mais um dia da criação que se inicia vamos nos colocar diante da SS. Trindade
em nome do Pai....
Cantar o Salmo 51 (50)
2.Recordando o 2º
momento da celebração: Temos o anti-gênesis - A desgraça! E nós muitas vezes
agimos como: Cegos, Surdos e Mudos, diante dessa situação. Por isso vamos fazer
a experiência de Servos: cegos, surdos e mudos - fechando os olhos e ficando em
silêncio - vamos tapar completamente os ouvidos. Contamos até 20 bem devagar e
destapamos apenas o ouvido.
3- Ouvir o Evangelho -
Mc 7,31-35 (em 2 vozes): Procurando perceber o que Jesus diz e faz e nos
colocando no lugar do surdo-mudo.
4- De olho Fechados:
dizer o que nos impede de vermos a realidade. (deixar colocarem)
5-Ainda sem enxergar:
Vamos acompanhar a leitura do Evangelho - nos colocando no lugar de Bartimeu e
procurando perceber o que Jesus realiza!
Ler em 4 vozes Mc
10,46-52.
Meditar a música
(enquanto isso tirar o lençol da realidade) no final abrir os olhos.
6- Como recém-curado da
cegueira vemos só o que é bonito. O que de bonito vemos na Criação (deixar
colocar)
7- Com um olhar atento
veremos mais coisas - Outra realidade existindo paralelamente. Demos uma volta
pelo mundo da realidade (mural) e
destaquemos o que vimos em uma palavra (ter papel e pincel para por palavra)
8-Temos uma corda (com
pregadores e ter um desfiado no meio).
De que lado vai
arrebentar?? (Do lado mais fraco) Pede para que 2 pessoas segurem a corda e que
o negativo da Realidade (palavras) sejam colocadas na corda - com breve
colocação)
9- As curas que Jesus
fazia Reintegrava na sociedade e levava o curado a servir. Como Recém-curados:
da Surdez, da Mudez, e da Cegueira - vamos nos colocar a Serviço do Reino:
colocando o nosso ser em abertura e oferecimento para que aproveitemos este encontro
- denunciando a realidade de miséria que nos cerca.
Canto Final.
02 - Rezando Imagens
Objetivo:
Rezar a realidade como
tal e a realidade de cada um.
Ambiente:
De preferência a capela
ou um lugar que ajude o recolhimento.
Passos Metodológicos
1. Espalhar muitas
figuras, fotografias, paisagens, da realidade social, política e religiosa da
juventude;
2. Momento de silêncio
para todos visualizarem esta realidade;
3. Escolher uma destas
imagens e fazer uns minutos de silêncio refletindo sobre a questão: o que esta imagem significa para
mim??
4. Em grupos de três
pessoas fazer a partilha em forma de reflexão e terminar com uma oração.
5. Fazer a partilha, em
plenário, num clima de oração e perdão.
6. Terminar com um
canto, ou uma oração comum.
03 - Celebração da
Luz
Preparação
Material Necessário:
Bíblia, velas para cada participante e um menora ou Círio Pascal. A sala onde
se realiza a celebração deve poder escurecer-se completamente. No centro da
sala ou um lugar de destaque, coloca-se o menora ou o Círio.
Para a leitura e
comentário, definir um Celebrante, Leitor 1 e Leitor 2.
Introdução: (A ser em
sala separada): divide-se a Assembléia em 6 pequenos grupos. Cada grupo
corresponde a um dia da Criação. Cada participante, identificando-se com um
determinado dia da Criação, tentará vivenciar ao máximo, a “Sua” criação, o seu
nascimento e aparecimento no mundo e no universo. Por exemplo, se no primeiro
dia Deus criou a terra, os participantes do grupo 01 procurarão fazer parte da
maravilha que é ser Céu ou Terra, etc. Do mesmo modo quando for lido o texto do
anti-gênese. O dia da criação representarão os dias de nossa história.
Ambientação: A sala
deverá estar escura e acessa somente a vela
central do menora (ou Círio), as outras velas vão se acendendo (ou apagando) conforme a leitura
do Gênesis ou Anti-Gênesis. Cada participante deverá estar já na sala com uma
vela na mão (apagada) e ciente do número do dia.
Celebrante: Iniciemos
nossa celebração, manifestando que Deus é comunidade e nos reúne en Nome do
Pai, do Filho e Do Espírito Santo. Cada um de nós representa um dia da Criação.
Mergulhemo-nos nesta maravilhosa realidade de sermos criados no amor de Deus. Á
medida em que forem lidos os dias da criação, as pessoas do Nº do dia
mencionado aproximar-se-ão do Círio acesso
e ascenderão as velas, em sinal de presença do amor e da luz de Deus em
sua vida, será ascesa também uma vela, a
primeira de menora.
Leitor 01 - Gn 1,1 a 2,4
(leitura pausada, devagar, fazendo uma parada depois de cada dia da criação, permitindo
que as pessoas ascendam as suas velas. (Depois da Leitura, quando todos já
tiverem com as suas velas ascesas, pedir-se-á aos participantes que partilhem o
que significou, para eles o dia da Criação que vivenciaram.
Rito da Escuridão:
Celebrante: O amor de
Deus, na criação, é podado e sufocado pelo egoísmo do Homem. É a história do pecado na história dos homens e
na nossa história. Vamos agora representar a participação de cada pessoa, na
ruptura com o plano de Deus, do mesmo modo que representamos o dia da Criação.
Agora tentaremos vivenciar um dia da destruição. Mergulhemos nesta realidade de
pecado que destrói e sufoca o amor de Deus. A medida em que forem lidos os dias
do anti-Gênese, as pessoas do nº do dia mencionado apagarão as suas velas, em
sinal de ruptura com Deus e com os outros homens. Serão as trevas do egoísmo
entrando na nossa história e na nossa vida.
Leitura do Texto do
Anti-Gênese
Leitor 2: Perto do Fim
dos tempos, o homem quis viver só, longe do Deus que o criou. Assumiu-se como
absoluto e senhor de toda a terra. A terra era bela e fértil, a luz brilhava
nas montanhas e nos mares. A terra estava cheia de vida, o azul do céu
resplandecia e o ar era puro.
Disse então o homem:
Dividamos então o céu e a terra... que alguns homens possuam todo o poder sobre
o céu e outros sobre a terra. Que a ganância de possuir mais dê origem a
discórdia e lutas fratricidas, e assim o sangue humano seja derramado sobre a
terra. E assim foi. Foi a Primeira Noite antes do Fim. (o grupo do 1º dia apaga as velas).
O Homem disse: Tomemos o
céu que ele seja cinzento, cheio de fumaças e gases venenosos e que o ar seja
poluído. Lancemos nele foguetes, aviões, “Scuds”e bombas “inteligêntes”. E
assim se fez. O homem achou que assim era melhor. As pessoas começam a levar
mascáras anti-gases. Foi a Segunda Noite, antes do fim ( O grupo do 2º dia
apaga as luzes ou seja velas).
O Homem Disse: Que as
águas sobre a face da terra se encham de navios de produtos químicos e de lixo
das cidades. Que naveguem, nas águas, no fundo dos oceanos, submarinhos
atômicos, capazes de poluir e destruir povos sobre a terra. E o homem afirmou:
Acabamos com o verde das florestas. Coloquemos no seu lugar plantas que deêm
mais lucro, prédios que acumulem riquezas e asfalto, para que não nasçam mais
plantas. E assim se fez. Os homens ficaram encantados com o “avanço”
conquistado. Foi a Terceira Noite antes do Fim. ( O grupo do 3º dia apaga suas
velas).
O Homem Disse: Não nos
importemos mais com o sol, com as estrelas e que a Luz perca o seu encanto.
Façamos nós mesmos os nossos luzeiros, e que sejam coloridos, para que brilhem
nas noites de nossas cidades. E que as bombas sejam lançadas ao céu, para fazer
o mesmo clarão das noites de tempestade. E assim se fez.
O homem abafou o encanto
da lua e das estrelas e, no seu lugar, colocou satélites espiões. O homem viu
tudo o que tinha feito e ficou orgulhoso de sua façanha. Foi a Quarta noite
antes do Fim. (o Grupo do 4º dia apaga sua vela)
O Homem disse: Tomemos
todos os peixes das águas e os animais das florestas. Que a pesca seja
permitida em todos os tempos, por esporte, necessidade ou crueldade. Joguemos
petróleo e veneno no mar, para que assim os peixes morram envenenados e as
praias fiquem mal cheirosas e poluídas. E disse ainda mais: criemos um esporte
entre os homens, para que possamos matar as aves do céu, e que seja o vencedor
aquele que mais aves conseguir matar ou abater. E assim se fez. O homem viu que
assim era melhor, foi a Quinta Noite Antes do Fim.
Disse o Homem: cacemos à
vontade, os animais da floresta, façamos tapetes, calçados e roupas com a sua
pele. E aqueles que ainda sobrarem, serão trancados, domesticados, sirvam de
lazer e experiências de laboratório. E por fim gritou sem pudor: façamos um
grande deus á nossa e semelhança. Que ele abençõe tudo o que nós fizemos,
esteja a serviço de nossas ideologias e projetos, sirva de acomodação para
homens, tomando várias formas na vida das pessoas. Que cada um possua seu
próprio deus, seja o deus do lucro e da ganância, da técnica, do poder ou do
prazer. Que estes deuses dominem o homem e o façam cada vez mais egoísta. E
assim foi. Foi a Sexta Noite, Antes do Fim.
Na Sétima noite, o homem
ficou só, cansado e vazio. Não havia nada sobre a face da terra. Um frio e um
tremor o envolveram por toda parte. Só havia, ódio, discórdia e morte. No meio
daquela solidão, quase infinita, caiu a peste. Foi o Fim do homem. Veio então a
ventania ensurdecedora, arrastando o nada que havia ficado. Uma escuridão
espantosa tomou conta de tudo. Era o caos! (pausa) ... Depois, muito depois se
fez um silêncio encantador, uma brisa suave começava a passar... era o Espírito de Deus pairando novamente sobre a
terra!
Silêncio para meditação
O celebrante faz algum
comentário. Em seguida, motiva as pessoas a pedirem perdão, a partir do
anti-gênese que vivenciaram. Dá-se um tempo para que cada um possa expressar,
orando, o que sente.
Celebrante: Nosso Deus é
um Deus rico em misericórdia e bondade. Ele perdoa os nossos pecados. Escutemos
a palavra de Deus.
Leitor 01: Is 9,1-6
O Celebrante faz
comentário sobre a leitura, ressaltando o amor de Deus. Entoa-se um canto e, a
medida que vão cantando, alguém se aproxima do Círio, que ficou acesso, acende
a sua vela e vai passando a outros.
A morte só se vence com
a solidariedade daqueles que são capazes de ser luz e passar a outros a mesma
luz.
Finaliza-se rezando,
abraçado, a oração do Pai Nosso.
04 - A Vida no
Evangelho de São João
Motivação:
- Refletir e rezar sobre
o valor da vida;
- Perceber como Deus ama
e quer muita vida para todos (Jo 10,10)
- Sentir como o pão dá a
vida, quando é partilhado (CF85);
- Querer relações de
justiça entre pessoas, classes, povos, para que ninguém fique à margem da vida
(Jo 10,15)
Introdução:
- Apresentação: Nome -
Procedência - por que veio? (Criar ambiente de grupo e de confiança mútua)
- Levar os Jovens a
desejaram momentos fortes de diálogo com Deus e de confronto com a sua Palavra.
Escutar a resposta de Deus. Sentir a importância do momento que está vivendo.
- O que é mesmo um
retiro? Diferenciá-lo de um simples encontro. Clima de silêncio. Ambiente
físico favorável. Propostas de caminhada para os dois dias: programação geral
do retiro.
Textos Bíblicos:
O cego de nascença (Jo 9,1-41);
Samaritana (Jo 4,1-42);
Nicodemos (Jo 3,1-21);
Bom Pastor (Jo 10,1-21)
Multiplicação dos Pães (Jo 6,1-13 e 35-65)
Desenvolvimento
Convém dar uma breve
explicação do texto de Jo 9,1-41: quem pecou - dia e a noite - Siloé - Sábado -
a Sinagoga, etc
1º Identificar
- Cegueiras e conflitos
pessoais, na família, no grupo, na comunidade (reflexão pessoal, escrever).
- Iluminação e confronto
dessa realidade com o episódio evangélico “O cego de nascença” (em grupos
pequenos: preparar um roteiro, atitudes dos discípulos de Cristo, do cego, dos
pais, dos fariseus).
- Partilha no grande
grupo - oração
Reflexão:
O Cego de Nascença vive
seu problema pessoal de forma resignada e acomodada. É acusado por Jesus. Toma
consciência do que se passa e de sua identidade: “Sou eu mesmo”. De repente se vê
metido num conflito com os fariseus que ameaçam expulsá-lo da sinagoga
(comunidade). Tenta fugir do conflito: permanecer cego teria sido até mais
fácil. Os pais, de medo, dão jeito de cair fora. O cego vê-se desafiado a se
posicionar: ao lado de Jesus, o que lhe traz riscos e perseguições; ou ao lado
dos fariseus, que permanecem na cegueira e condenam Jesus. Finalmente assume
a fé em Jesus Cristo e dá um corajoso
testemunho que lhe vale a explusão. Embora perseguido, sente-se livre para uma
nova dimensão de vida.
2º - Identificar
conflitos sociais:
- Situações de cegueira,
que geram miséria, fome, desemprego, marginalização e morte de grandes grupos
sociais. Identificá-los.
- retomada do texto
bíblico (cego de nascença). Leitura dialogada, para maior compreensão
TÉCNICAS DE INTEGRAÇÃO
01 - Integração
Destinatário : grupos de
jovens ou de adultos que convivem há algum tempo. Se o grupo for muito numeroso
trabalha-se em equipes.
Material : uma folha de papel e um lápis para cada
participante, flanelógrafo e percevejos.
Desenvolvimento:
1- O animador conta uma
história, a partir de desenhos.
Numa pequena paróquia da
cidade, existe um grupo de jovens que se reúne, semanalmente, há um ano.
realizam, constantemente, jornadas e encontros para convívio e gostam muito de
cantar. Em suas reuniões, refletem sobre os temas da atualidade. A assistência,
entretanto, não é muito boa e mesmo os que participam de maneira constante são
muito desunidos. O animador, frequentemente, se pergunta: “Que fazer com o
grupo”?
2- Após este relato,
convida os participantes a procurarem identificar as prováveis causas que, a
seu ver, geram a desunião no grupo, assim como as possíveis soluções. Um
secretário toma nota. Pode-se trabalhar em equipes formadas por três ou quatro pessoas.
3- As equipes manifestam
suas respostas em plenário. Os demais participantes podem questioná-los ou
pedir esclarecimentos. As respostas coincidentes vão sendo afixadas num
flanelógrafo: de um lado as causas e, de
outro, as soluções. O importante é que se chegue a elaborar um programa de
ação, que seja resultado da contribuição de todos.
4- Avaliação:
. Qual o ensinamento
extraído desta dinãmica para o grupo ?
. A história tem alguma
relação com o grupo ?
. Que podemos fazer para
aumentar a integração ?
02- Boas Notícias
Destinatários: Grupos de jovens ou de adultos
Material: uma folha de
papel e lápis para cada pessoa.
Desenvolvimento:
1- O animador pode
motivar o exercício da seguinte maneira:
“Diariamente, todos nós recebemos notícias, boas ou más. Algumas delas foram
motivo de grande alegria e por isso as guardamos com perfeita nitidez. Vamos
hoje recordar algumas dessas boas notícias “.
2- Logo após, explica
como fazer o exercício: os participantes dispõem de 15 minutos para anotar na
folha as três notícias mais felizes de sua vida.
3- As pessoas comentam
suas notícias em plenário, a começar pelo animador, seguido pelo vizinho da
direita e, assim, sucessivamente, até que todos o façam. Em cada uma das vezes,
os demais participantes podem dar seu parecer e fazer perguntas.
4- Avaliação
. Para que serviu a
dinâmica ?
. O que descobrimos
acerca dos demais ?
03 - Todos Juntos (Canção/ Debate)
Destinatários: Grupos de
Jovens ou de adultos formados a algum tempo
Material: cópias da canção Amigo, um k7 com a canção ou
alguém que possa cantá-la com acompanhamento.
Desenvolvimento:
1 - O animador distribui
o material e convida a ouvir a canção.
2 - O grupo entoa a canção. Ao terminá-la, começa
o debate.
3 - As respostas serão
comentadas em plenária. o animador ajuda a associar a mensagem da canção à vida
do grupo.
Para isso as
seguintes perguntas podem servir de
apoio:
. O que é preciso para
se construir uma vedadeira amizade ?
. Quais são, no grupo,
os elementos que nos separam ?
. Que pode ser feito
para fortalecer a união do grupo ?
4 - Avaliação:
. Para que serviu a
dinâmica ?
04 - A família ideal
Destinatários: grupos de
jovens que se reúnem a algum tempo.
Material: oito corações
de papel; em cada um deles estará escrito uma característica da família ideal:
comunicação, respeito, cooperação, união, compreensão, fé , amizade, amor.
Desenvolvimento;
1- O animador convida os
presentes a formarem, espontaneamente, equipes em número não inferior a cinco
pessoas. Escolhem um nome de família e,
colocando-se a uns cinco metros do animador, ouvem as regras da
dinâmica.
A dinâmica consiste em
descobrir a equipe que melhor reflete as características de uma família ideal. Para isso, todos devem
enfrentar uma série de provas. Para algumas, são concedidos vários minutos de
preparação. Outras, porém, devem ser realizadas de imediato. A família (equipe)
que vence uma prova, recebe um coração. As últimas atividades realizam-se em
conjunto (duas equipes se unem).
2- O animador vai
propondo as equipes as diferentes
provas:
a) A família que chegar
primeiro junto a ele, com a lista de todos os seus integrantes, recebe o
coração da Comunicação.
b) A família que melhor representar uma cena familiar,
recebe o coração do Respeito. Dispõem de quatro minutos para a
preparação desta prova.
c) A família que conseguir formar primeiro uma roda de
crianças, recebe o coração da
Cooperação.
d) A família que conseguir primeiro cinco cadernos e
cinco lápis ou canetas, recebe o coração da Compreensão.
e) A família que melhor representar, através da mímica,
um ensinamento de Jesus, recebe o coração do Amor.
As equipes dispõem de quatro minutos para preparar esta prova.
f)
As famílias (nesta prova, trabalha-se em conjunto com outra equipe) que
apresentarem a Miss ou o Mister mais barrigudo (usam-se roupas),
recebem o coração da União. As equipes dispõem de três minutos para se preparar.
g) As famílias (as mesmas equipes em conjunto) que
apresentarem o melhor conjunto vocal, recebem o coração da Amizade. As equipes dispõem de quatro minutos
para se preparar.
h) As famílias (as mesmas) que apresentarem o melhor “slogan” pela
igreja, recebem o coração da Fé. dispõem
de quatro minutos para se preparar.
3- Em equipe avalia-se a
experiência:
. Para que serviu a
dinâmica ?
. Como cada um se sentiu
durante o exercício ?
. Como foi a
participação de sua equipe ?
4- As respostas são
comentadas em plenário e, a seguir,
associa-se esta experiência à vida do grupo.
. De que maneira podemos
associar a dinâmica à vida do grupo ?
. Que podemos fazer para
que haja mais integração ?
05 - Baú das
Recordações
Destinatários: grupos de
jovens formados há algum tempo
Material:
Cada pessoa deve
trazer para o encontro uma recordação,
um objeto que guarda por algum motivo especial.
O animador deve
confeccionar previamente um baú, onde serão depositadas as recordações , e uma
pequena chave numerada para cada integrante. A numeração da chave indica a
ordem de participação.
O animador coloca o baú
sobre uma mesa, no centro do grupo. Ao lado dele, encontram-se as chaves
numeradas. À medida que os participantes
vão chegando, depositam sua recordação no baú, retiram uma chave e vão ocupar seu assento,
formando um círculo em volta do baú.
Desenvolvimento:
1- O animador motiva o
exercício com as seguintes palavras: “Nós, seres humanos, comunicamo-nos
também através das coisas ... os objetos
que guardamos como recordações revelam a nós mesmos, assim como expressa aos
demais, algo de nossa vida, de nossa história pessoal e familiar ... Ao comentarmos nossas recordações, vamos
revelar, hoje, parte dessa história. Preparemos nosso espírito para receber
este presente tão precioso constituído pela intimidade do outro, que vai
partilhá-la gratuitamente conosco”.
2 - O animador convida a
pessoa cuja chave contenha o número 01 a retirar sua recordação do baú,
apresentá-la ao grupo e comentar o seu significado; os demais podem fazer
perguntas. Assim se procede até que seja retirada a última recordação. O
animador também participa.
3- Avaliação:
. Para que serviu o
exercício ?
. Como nos sentimos ao
cometar nossas recordações ?
. Que ensinamento nos
trouxe a dinâmica ?
. O que podemos fazer
para nos conhecermos cada vez melhor ?
06- Construção da
casa
Objetivo: Mostrar ao
grupo o que é nucleação e quais seus passos.
Destinatários : grupos
de jovens iniciantes
Material : canudos
plásticos, durex, papel e caneta.
Divide-se o grupo em
várias equipes, e escolhe-se um secretário para cada equipe. Entrega-se para
cada equipe um pacote de canudinhos e ao secretário uma folha de papel e
caneta. Pede-se que a equipe construa uma casa, e o secretário deverá escrever
tudo o que for dito, todo o planejamento que a equipe fizer ou falar, e não
deve dar palpite na construção da casa.
Desenvolvimento:
1- O animador divide o
grupo em equipes com igual número de pessoas, entrega o material e pede que construam uma casa. Define um tempo de 15
minutos.
2- O animador chama uma pessoa de cada equipe,
entrega uma folha de papel e caneta e lhes pede para escrever tudo o que for
dito pelos participantes da equipe durane a construção da casa.
3- Em plenário as casas
serão expostas para que todos possam ver as casas construídas.
4- O secretário de cada
equipe vai ler para o grupo o que sua
equipe discutiu enquanto construia a casa.
Avaliação:
. Para que serviu esta
dinâmica ?
. Em que fase da
construção nosso grupo está ?