Por que mulheres criam expectativas e homens somem? Qual mulher nunca esperou ansiosa o telefone tocar no dia seguinte ao encontro? E qual homem não teve medo da insistente que liga sem parar, mesmo que mal se conheçam? Nem sempre as pessoas estão na mesma sintonia. E isso explica as expectativas frustradas e os sumiços repentinos. "As pessoas buscam a alma gêmea, mas não percebem que precisam procurar a fase gêmea. É típico do sul-americano acreditar em amor à primeira vista e no 'seremos felizes para sempre'. Os europeus procuram fazer dar certo”, comenta o escritor Heverton Anunciação, que lançou recentemente o e-book "Por que as mulheres criam expectativas e os homens somem?". De acordo com o autor, o segredo é estar em fase gêmea, aquela em que as pessoas procuram um mesmo ideal para o futuro e estão dispostos a construir algo juntas, sem abandonar o relacionamento ao menor sinal de brigas. “Em minhas pesquisas para o livro, conheci casais maravilhosos, mas que não mantiveram a relação. Muita expectativa pode gerar conflitos. Não é racionalizar o amor, mas investir para entendê-lo melhor.” Erros comuns Sem pressão Um dos maiores defeitos é a cobrança no relacionamento. “É preciso lembrar de dar algo em troca. Ao menor sinal de pressão, o parceiro ou a parceira pula fora mesmo, se não estiver a fim. Dê sinais do que quer sem cobranças. Mostre que a intenção é ter ou não uma família. Costumo dizer que em 45 dias de convivência ou o cara volta com tudo ou cai fora”.
Atitudes Atitudes nem sempre falam mais do que palavras. “Presentinhos, ida ao motel, isso tudo acaba. Você só pode ficar junto com quem consegue conversar e ter uma boa convivência”, diz o autor. Viver um dia de cada vez, baseando-se também nas reações de momentos bons e ruins. E não adianta achar que o homem "galinha" vai mudar e querer uma família. “É tentar transformar rapadura em petit gateau. Se ele não está nesta fase, esqueça”, diz. Elas também fogem Até agora falamos de homens que somem ao menor sinal de compromisso. Mas isso não é exclusividade deles. As mulheres também pulam fora. “Na pesquisa que fiz para o livro, encontrei muitas que querem só sexo casual e sabem separar o que é amor do que é apenas atração. Também vi muitos homens querendo compromisso e não encontrando quem também queira.” Papeis definidos Outro erro comum é tratar o marido como criancinha. “O marido é marido. Ambos têm suas responsabilidades, não podem ser folgados. A prestação de contas é boa para os dois. Vi muitas famílias falidas emocionalmente. E todos sofrem com isso”. Equação simples De acordo com Heverton Anunciação, tudo é resumido em uma equação simples, mas de resultados surpreendentes: S = R – E, que significa satisfação é igual ao resultado, menos expectativa. As pessoas esperam que a outra irá saciar seus anseios em tudo, mas esquecem que há muitos outros fatores envolvidos na felicidade além do emocional, como os profissionais e a satisfação pessoal.ENRIQUECENDO COM DISCIPLINA Gustavo Cerbasi
QUAL A DIFERENÇA entre um atleta excepcional e um medíocre? Entre um chef de cozinha premiado e um simples cozinheiro? Entre um artista admirado e um ator anônimo? Entre um sedentário obeso e uma barriga enxuta e bem definida? Entre uma família próspera e outra com problemas financeiros? Nada de sorte, genética ou dom. O que diferencia as conquistas dos fracassos é a dedicação, que pode ser traduzida em disciplina para estabelecer metas e persegui-Ias. A diferença entre sonhar e realizar está na ação que empregamos em direção ao sonho. Já dizia Peter Drucker que a melhor maneira de prever o futuro é criá-lo: Enquanto alguns sonham· com uma promoção, outros dedicam horas a cursos de especialização para agregar valor a seu currículo. Enquanto alguns sonham em viajar para o exterior, outros agendam suas férias e mergulham nas pesquisas de promoções e parcelamentos de agências de viagem. Planejar é muito mais do que Organizar e fazer contas. Envolve questionar detalhes, ver e rever suas escolhas várias vezes, estudar alternativas, debater dúvidas e soluções, enfim, focar em seus objetivos e ajustar regularmente suas ações, com base em novos conhecimentos. Esse pacote de ações pode ser traduzido como disciplina. Com ela, ficam mais curtos os caminhos para alcançarmos todos os nossos objetivos pessoais, sejam eles profissionais e financeiros ou não. O fato é que cultivar a disciplina em nossa rotina pessoal e familiar pode trazer grandes ganhos. Pais disciplinados com a hora das refeições e do banho criam filhos disciplinados em todas as áreas, da alimentação às finanças pessoais. Esses jovens serão bem menos propensos ao descontrole financeiro e serão mais capazes de planejar a superação de dificuldades. Por outro lado, filhos de pais indisciplinados terão maior dificuldade em se planejar, ou aprenderão com o antiexemplo dos pais, sob algum grau de sofrimento que pode ser evitado. Não se deve confundir, porém, o fomento da disciplina com a anulação da individualidade e da personalidade. Existem pessoas mais predispostas à disciplina do que outras. Enquanto o "mão santa" Oscar treinava arremessos durante horas após o final dos treinos, o tetracampeão Romário insistia em fugir dos treinos para brincar de bola com amigos. Sua disciplina em ser indisciplinado criou uma posição única em campo, competente apesar da pouca técnica. Porém, é inegável que um aluno estudioso terá mais facilidade em perscrutar detalhadamente contratos de financiamento na vida adulta, expondo-se menos ao erro, do que aquele que nunca conseguiu se debruçar com dedicação sobre textos simples.
Isso não quer dizer que pessoas indisciplinadas estejam fadadas ao fracasso ou à pobreza. Com um punhado de criatividade e boas escolhas, é possível terceirizar nossa disciplina. Para aqueles que não conseguem se lembrar de pagar as contas ou de investir o valor mensal para a futura faculdade do filho, existem conveniências como o débito automático ou a aplicação programada em fundos de investimento
Se você não se dá bem com contas e pensa que planejar o futuro é um bicho de sete cabeças, uma única conversa sobre planos de previdência com um corretor de seguros experiente pode resolver definitivamente seu problema!
Outra solução para quem não consegue concretizar planos devido a sua indisciplina é contar com a disciplina dos outros. Está difícil acordar cedo para frequentar a academia? Que tal convidar um amigo para irem juntos? Uma solução interessante para quem quer investir em ações, mas não consegue acompanhar os fatos do mercado, é criar um clube de investimento com amigos e discutir as estratégias em animadas mesas regadas a cerveja. O que não pode servir de desculpa é sua propensão natural à indisciplina. Um dia você perceberá que essa desculpa lhe custará caro. Estrangeiros na própria alma
Às vezes na vida se faz necessário rompimentos com o cotidiano para que possamos ver melhor o sentido do que fazemos, ou a total falta de sentido. A vida se degrada facilmente na rotina de tentar mantê-la funcionando, por isso a derrota, pode ser a condição necessária para a consciência repousar em paz consigo mesma. Vencer sempre pode ser um inferno. No fundo, sempre suspeitei de que cada dia é mais um dia sob risco de ser devorado pelo sentimento da melancolia. | "Um homem que está livre da religião tem uma oportunidade melhor de viver uma vida mais normal e completa."
Sigmund Freud
''RA-TIM-BUM'' O SIGNIFICADO!
"BOM DIA !" "Airbus apresenta conceito futurista de avião"
"Brincando de Deus - Código da vida é reescrito com 4 letras...". VALE a PENA !!! Meu filho, você não merece nada! A crença de que a felicidade é um direito tem tornado despreparada a geração mais preparada Eliane Brum Ao conviver com os bem mais jovens, com aqueles que se tornaram adultos há pouco e com aqueles que estão tateando para virar gente grande, percebo que estamos diante da geração mais preparada – e, ao mesmo tempo, da mais despreparada. Preparada do ponto de vista das habilidades, despreparada porque não sabe lidar com frustrações. Preparada porque é capaz de usar as ferramentas da tecnologia, despreparada porque despreza o esforço. Preparada porque conhece o mundo em viagens protegidas, despreparada porque desconhece a fragilidade da matéria da vida. E por tudo isso sofre, sofre muito, porque foi ensinada a acreditar que nasceu com o patrimônio da felicidade. E não foi ensinada a criar a partir da dor. Há uma geração de classe média que estudou em bons colégios, é fluente em outras línguas, viajou para o exterior e teve acesso à cultura e à tecnologia. Uma geração que teve muito mais do que seus pais. Ao mesmo tempo, cresceu com a ilusão de que a vida é fácil. Ou que já nascem prontos – bastaria apenas que o mundo reconhecesse a sua genialidade. Tenho me deparado com jovens que esperam ter no mercado de trabalho uma continuação de suas casas – onde o chefe seria um pai ou uma mãe complacente, que tudo concede. Foram ensinados a pensar que merecem, seja lá o que for que queiram. E quando isso não acontece – porque obviamente não acontece – sentem-se traídos, revoltam-se com a “injustiça” e boa parte se emburra e desiste. Como esses estreantes na vida adulta foram crianças e adolescentes que ganharam tudo, sem ter de lutar por quase nada de relevante, desconhecem que a vida é construção – e para conquistar um espaço no mundo é preciso ralar muito. Com ética e honestidade – e não a cotoveladas ou aos gritos. Como seus pais não conseguiram dizer, é o mundo que anuncia a eles uma nova não lá muito animadora: viver é para os insistentes. Por que boa parte dessa nova geração é assim? Penso que este é um questionamento importante para quem está educando uma criança ou um adolescente hoje. Nossa época tem sido marcada pela ilusão de que a felicidade é uma espécie de direito. E tenho testemunhado a angústia de muitos pais para garantir que os filhos sejam “felizes”. Pais que fazem malabarismos para dar tudo aos filhos e protegê-los de todos os perrengues – sem esperar nenhuma responsabilização nem reciprocidade. É como se os filhos nascessem e imediatamente os pais já se tornassem devedores. Para estes, frustrar os filhos é sinônimo de fracasso pessoal. Mas é possível uma vida sem frustrações? Não é importante que os filhos compreendam como parte do processo educativo duas premissas básicas do viver, a frustração e o esforço? Ou a falta e a busca, duas faces de um mesmo movimento? Existe alguém que viva sem se confrontar dia após dia com os limites tanto de sua condição humana como de suas capacidades individuais? Nossa classe média parece desprezar o esforço. Prefere a genialidade. O valor está no dom, naquilo que já nasce pronto. Dizer que “fulano é esforçado” é quase uma ofensa. Ter de dar duro para conquistar algo parece já vir assinalado com o carimbo de perdedor. Bacana é o cara que não estudou, passou a noite na balada e foi aprovado no vestibular de Medicina. Este atesta a excelência dos genes de seus pais. Esforçar-se é, no máximo, coisa para os filhos da classe C, que ainda precisam assegurar seu lugar no país. Da mesma forma que supostamente seria possível construir um lugar sem esforço, existe a crença não menos fantasiosa de que é possível viver sem sofrer. De que as dores inerentes a toda vida são uma anomalia e, como percebo em muitos jovens, uma espécie de traição ao futuro que deveria estar garantido. Pais e filhos têm pagado caro pela crença de que a felicidade é um direito. E a frustração um fracasso. Talvez aí esteja uma pista para compreender a geração do “eu mereço”. Basta andar por esse mundo para testemunhar o rosto de espanto e de mágoa de jovens ao descobrir que a vida não é como os pais tinham lhes prometido. Expressão que logo muda para o emburramento. E o pior é que sofrem terrivelmente. Porque possuem muitas habilidades e ferramentas, mas não têm o menor preparo para lidar com a dor e as decepções. Nem imaginam que viver é também ter de aceitar limitações – e que ninguém, por mais brilhante que seja, consegue tudo o que quer. A questão, como poderia formular o filósofo Garrincha, é: “Estes pais e estes filhos combinaram com a vida que seria fácil”? É no passar dos dias que a conta não fecha e o projeto construído sobre fumaça desaparece deixando nenhum chão. Ninguém descobre que viver é complicado quando cresce ou deveria crescer – este momento é apenas quando a condição humana, frágil e falha, começa a se explicitar no confronto com os muros da realidade. Desde sempre sofremos. E mais vamos sofrer se não temos espaço nem mesmo para falar da tristeza e da confusão. Me parece que é isso que tem acontecido em muitas famílias por aí: se a felicidade é um imperativo, o item principal do pacote completo que os pais supostamente teriam de garantir aos filhos para serem considerados bem sucedidos, como falar de dor, de medo e da sensação de se sentir desencaixado? Não há espaço para nada que seja da vida, que pertença aos espasmos de crescer duvidando de seu lugar no mundo, porque isso seria um reconhecimento da falência do projeto familiar construído sobre a ilusão da felicidade e da completude. Quando o que não pode ser dito vira sintoma – já que ninguém está disposto a escutar, porque escutar significaria rever escolhas e reconhecer equívocos – o mais fácil é calar. E não por acaso se cala com medicamentos e cada vez mais cedo o desconforto de crianças que não se comportam segundo o manual. Assim, a família pode tocar o cotidiano sem que ninguém precise olhar de verdade para ninguém dentro de casa. Se os filhos têm o direito de ser felizes simplesmente porque existem – e aos pais caberia garantir esse direito – que tipo de relação pais e filhos podem ter? Como seria possível estabelecer um vínculo genuíno se o sofrimento, o medo e as dúvidas estão previamente fora dele? Se a relação está construída sobre uma ilusão, só é possível fingir. Aos filhos cabe fingir felicidade – e, como não conseguem, passam a exigir cada vez mais de tudo, especialmente coisas materiais, já que estas são as mais fáceis de alcançar – e aos pais cabe fingir ter a possibilidade de garantir a felicidade, o que sabem intimamente que é uma mentira porque a sentem na própria pele dia após dia. É pelos objetos de consumo que a novela familiar tem se desenrolado, onde os pais fazem de conta que dão o que ninguém pode dar, e os filhos simulam receber o que só eles podem buscar. E por isso logo é preciso criar uma nova demanda para manter o jogo funcionando. O resultado disso é pais e filhos angustiados, que vão conviver uma vida inteira, mas se desconhecem. E, portanto, estão perdendo uma grande chance. Todos sofrem muito nesse teatro de desencontros anunciados. E mais sofrem porque precisam fingir que existe uma vida em que se pode tudo. E acreditar que se pode tudo é o atalho mais rápido para alcançar não a frustração que move, mas aquela que paralisa. Quando converso com esses jovens no parapeito da vida adulta, com suas imensas possibilidades e riscos tão grandiosos quanto, percebo que precisam muito de realidade. Com tudo o que a realidade é. Sim, assumir a narrativa da própria vida é para quem tem coragem. Não é complicado porque você vai ter competidores com habilidades iguais ou superiores a sua, mas porque se tornar aquilo que se é, buscar a própria voz, é escolher um percurso pontilhado de desvios e sem nenhuma certeza de chegada. É viver com dúvidas e ter de responder pelas próprias escolhas. Mas é nesse movimento que a gente vira gente grande. Seria muito bacana que os pais de hoje entendessem que tão importante quanto uma boa escola ou um curso de línguas ou um Ipad é dizer de vez em quando: “Te vira, meu filho. Você sempre poderá contar comigo, mas essa briga é tua”. Assim como sentar para jantar e falar da vida como ela é: “Olha, meu dia foi difícil” ou “Estou com dúvidas, estou com medo, estou confuso” ou “Não sei o que fazer, mas estou tentando descobrir”. Porque fingir que está tudo bem e que tudo pode significa dizer ao seu filho que você não confia nele nem o respeita, já que o trata como um imbecil, incapaz de compreender a matéria da existência. É tão ruim quanto ligar a TV em volume alto o suficiente para que nada que ameace o frágil equilíbrio doméstico possa ser dito. Agora, se os pais mentiram que a felicidade é um direito e seu filho merece tudo simplesmente por existir, paciência. De nada vai adiantar choramingar ou emburrar ao descobrir que vai ter de conquistar seu espaço no mundo sem nenhuma garantia. O melhor a fazer é ter a coragem de escolher. Seja a escolha de lutar pelo seu desejo – ou para descobri-lo –, seja a de abrir mão dele. E não culpar ninguém porque eventualmente não deu certo, porque com certeza vai dar errado muitas vezes. Ou transferir para o outro a responsabilidade pela sua desistência. Crescer é compreender que o fato de a vida ser falta não a torna menor. Sim, a vida é insuficiente. Mas é o que temos. E é melhor não perder tempo se sentindo injustiçado porque um dia ela acaba. ELIANE BRUM Jornalista, escritora e documentarista. Ganhou mais de 40 prêmios nacionais e internacionais de reportagem. É autora de Coluna Prestes – O Avesso da Lenda (Artes e Ofícios), A Vida Que Ninguém Vê (Arquipélago Editorial, Prêmio Jabuti 2007) e O Olho da Rua (Globo). E-mail: elianebrum@uol.com.br Twitter: @brumelianebrum Por trás de toda nuvem escura há sim um arco-íris Assim como toda nuvem, por mais escura que esteja, contém um arco-íris, você também tem o pode de ver além das dificuldades.
Saiba que o bem pode surgir de qualquer situação. Esteja pronto! Deseje o bem pra você! E procure por esse dom que está à sua disposição! E não desista da busca enquanto não encontrá-lo, ok? Acredite que a lei da compensação garanta que toda situação ou acontecimento contém dentro de si tanto o bem quanto o mal. Que contém o prazer, assim como a dor. Até mesmo a melhor das situações contém sofrimento, quando se dá conta de que ela não pode durar. Certo? Concentre-se no aspecto positivo de qualquer situação e isto estará ajudando a fazê-la manifestar-se. Claro que ao procurar o bem, você faz que ela aconteça. Comece agora mesmo a ver o arco-íris em toda a situação. Tudo está contribuindo para o seu supremo bem. Quando tiver aprendido a procurar esse bem, irá aproveitar ao máximo cada circunstância com que se defrontar, viu? Por trás de toda nuvem escura há sim um arco-íris. Há sim uma oportunidade, uma nova chance pra você! Comece já a ver o arco-íris em sua vida. Acredite sempre que em cada adversidade traz um admirável ensinamento a você. Lembre-se sempre que seja qual for o seu problema, Deus estará sempre com você! Bom Dia! Bom Divertimento! Fique na Paz! Luis Carlos Mazzini Corpo humano é capaz de transmitir sinais de banda largaRedação do Site Inovação Tecnológica - 25/03/2010 Os eletrodos flexíveis transmitem as ondas eletromagnéticas através da pele gastando 90% menos energia do que uma tecnologia como o Bluetooth. Os grandes cabos conectados aos sensores foram necessários para a medição da velocidade de transmissão.[Imagem: Korea University] O acesso a redes de banda larga pode estar em suas mãos. Ou em seus braços e em suas pernas. E nos braços e nas pernas de qualquer pessoa. A equipe do professor Sang-Hoon Lee, da Universidade da Coreia, demonstrou a possibilidade de transferir grandes quantidades de informações, em alta velocidade, fazendo com que as ondas eletromagnéticas viajem pela pele humana. Transmitindo dados pela pele Utilizando eletrodos flexíveis, colados sobre a pele, os cientistas transmitiram os dados a uma velocidade de 10 megabits por segundo a partir de um eletrodo A, coletando os dados sem erros em um eletrodo B, situado a uma distância de 30 centímetros. Os eletrodos finos e flexíveis exigem muito menos energia do que um link wireless tradicional, como o Bluetooth, porque a pele oferece duas vantagens fundamentais em relação ao ar: a pele protege os sinais da interferência externa e permite a transmissão das ondas eletromagnéticas com um nível de atenuação baixíssimo. Monitoramento de sinais vitais Embora não vejam praticidade em conectar literalmente as pessoas à internet, os pesquisadores afirmam que o experimento mostra a viabilidade da tecnologia para uso principalmente na área médica. Hoje, o monitoramento de sinais vitais, como as atividades do coração e do cérebro, ou os níveis de açúcar e de oxigênio no sangue, exige grandes aparelhos, o que inviabiliza o seu uso fora dos hospitais. E o monitoramento contínuo no dia a dia seria muito desejável, por exemplo, para pacientes com elevados riscos de doenças cardiovasculares ou em convalescença depois de uma cirurgia. O uso da atual tecnologia sem fios para transmitir os dados para um computador central também ainda não é prático, porque exige baterias muito grandes. "Se usarmos um sinal wireless para cada um desses sinais vitais nós vamos precisar de um monte de baterias," explica o Dr. Sang-Hoon. Rede biológica sem fios É aí que entra a possibilidade de uma rede transmitindo através da pele. Segundo o pesquisador, o gasto de energia dessa "rede biológica sem fios" pode ser reduzido para apenas 10% do que seria necessário com a tecnologia atual. Os dados podem ser coletados do corpo do paciente e transmitidos continuamente para um dispositivo de recepção nas imediações, o que permitirá seu uso em casa, no trabalho e mesmo dentro do carro. Nada impede também que o sistema de transmissão seja compatível com um protocolo como o Bluetooth. Neste caso, é possível vislumbrar aplicações nas quais o paciente pode simplesmente pegar o celular e transmitir seus dados imediatamente para o médico no caso de algum problema. Eletrodos flexíveis Os eletrodos possuem apenas 300 micrômetros de espessura, pouco mais do que a espessura de um fio de cabelo. Mas a expectativa dos pesquisadores é que as futuras versões possam ser ainda mais finas, o que permitirá que sejam implantadas sob a pele. Na versão atual, os sensores são recobertos por uma camada de polímero semelhante ao silicone, o que evita qualquer irritação na pele. Os pesquisadores afirmaram já estar em contato com uma grande empresa fabricante de equipamentos médicos para que os novos sensores possam chegar ao mercado. Antenas humanas Pesquisadores irlandeses já haviam demonstrado que o corpo humano possui antenas naturais capazes de revelar o estado emocional e fisiológico das pessoas. Já um grupo da Universidade de Jerusalém demonstrou que, na verdade, todos possuímos antenas naturais capazes de transmitir sinais ao longo do corpo. Minissaias 05/11/2009
p/ Julian A história de Geyse, a estudante agredida por um batalhão de colegas de faculdade em São Bernardo do Campo por usar um vestido curto, me devolveu a 1962 (não me recordo com precisão, mas o erro se há é mínimo), quando as primeiras “corajosas” enfrentavam nos coletivos os olhares masculinos atônitos (e femininos também). Nos anos seguintes, já com a vasta utilização deste “acessório”, víamos com muito prazer a maioria das meninas tanto na escola como já trabalhando, de minissaia. Não eram minissaias sóbrias, a menos de um palmo do joelho, como o vestido de Geyse. Eram muito mais curtas e, nenhuma das moças, por mais bonita, fazia aquilo para provocar. Elas eram modernas, liberadas e gostavam de namorar (claro que só o faziam com quem quisessem). Não me recordo que à época, tenha havido alguma agressão ou manifestação parecida com a que aconteceu com Geyse. Alguns olhares de reprovação dos mais velhos, ou algum comentário de alguma “senhora” foi o máximo que cheguei a presenciar; de minha parte, a aprovação era total. E, 40 e tantos anos depois, um fato um tanto absurdo se apresenta, principalmente para os que viveram “aqueles dias”, a não ser que, e ai vai um palpite pessoal, houvesse alguma “intenção comercial” ou promoção pessoal por traz de tal episódio. Deixe sua alma florescer e desabrochar
O que fazer com as duas pessoas que estão dentro de você, de mim? Uma é grandiosa, poderosa, amorosa.... A outra é medíocre, ranzinza, encrenqueira. Uma ama e outra tem medo! Uma quer se conhecer, quer crescer, quer se desenvolver.... Já a outra, tem até medo de olhar para o espelho e reconhecer suas fraquezas.
Se uma quer ousar, seguir em frente e voar, a outra se acomoda, sente-se preguiçosa e travada. O que fazer com essas duas pessoas? Talvez o primeiro passo é admitir que elas estão vivas para serem administradas e descobertas. Mesmo que demore uma vida toda, você precisa descobrir a força e o poder que elas têm sobre você! Descubra os dois "eus" que te habitam! Dome o seu lado pequeno e impulsivo. Busque equilíbrio e bom senso. Busque a sua maturidade e pare de agredir as pessoas, que estão em sua vida para serem amadas, tá? Descubra os seus verdadeiros talentos! Sim, suas virtudes, suas qualidades, sua potencialidade. Saiba que fortalecendo o seu lado bom e trabalhando as suas limitações, você vai crescer como pessoa, como gente! E ao refletir sobre os seus defeitos, pergunte a você mesmo: "quem está ganhando essa batalha?". Quem está atuando com mais força, mais predominância? Aprenda a domar esse cavalo indomável que sempre foi e encontre tempo para viver, amar, sonhar... Aproveite e aprimore seus talentos. Descubra-os! Você pode perder tudo na vida, só não pode matar seus talentos, seus dons, suas virtudes. Use todo o potencial que existe dentro de você! Deixe a sua alma florescer e desabrochar! Bom Dia! Bom Divertimento! Fique com Deus e uma ótima semana! "Enquanto as pessoas tristes acham que o vento chora, os alegres têm certeza que ele canta" Colaboração de Luis Carlos Mazzini Uma homenagem à turma de cabelos brancos Um jovem muito arrogante, que estava assistindo a um jogo de futebol, tomou para si a responsabilidade de explicar a um senhor já maduro, próximo dele, porque era impossível a alguém da velha geração entender esta geração. "Vocês cresceram em um mundo diferente, um mundo quase primitivo!", o estudante disse alto e claro de modo que todos em volta pudessem ouvi-lo. "Nós, os jovens de hoje, crescemos com Internet, celular, televisão, aviões a jato, viagens espaciais, homens caminhando na Lua, nossas espaçonaves tendo visitado Marte. Nós temos energia nuclear, carros elétricos e a hidrogênio, computadores com grande capacidade de processamento e ...," - fez uma pausa para tomar outro gole decerveja. O senhor se aproveitou do intervalo do gole para interromper a liturgia do estudante em sua ladainha e disse: - Você está certo, filho. Nós não tivemos essas coisas quando éramos jovens por que estávamos ocupados em inventa-las. E você, um bostinha arrogante dos dias de hoje, o quê está fazendo para a próxima geração? Foi aplaudido ruidosamente, de pé ! O mêdo causado pela inteligência Quando Winston Churchill, ainda jovem, acabou de pronunciar seu discurso de estréia na Câmara dos Comuns, foi perguntar a um velho parlamentar, amigo de seu pai, o que tinha achado do seu primeiro desempenho naquela assembléia de vedetes políticas. O velho pôs a mão no ombro de Churchill e disse, em tom paternal: “Meu jovem, você cometeu um grande erro. Foi muito brilhante neste seu primeiro discurso na Casa. Isso é imperdoável. Devia ter começado um pouco mais na sombra. Devia ter gaguejado um pouco. Com a inteligência que demonstrou hoje, deve ter conquistado, no mínimo, uns trinta inimigos. O talento assusta".
Ali estava uma das melhores lições de abismo que um velho sábio pôde dar ao pupilo que se iniciava n'uma carreira difícil.
Isso na Inglaterra, imaginem aqui no Brasil !
Não é demais lembrar a famosa trova de Ruy Barbosa:
“Há tantos burros mandando em homens de inteligência,que, às vezes, fico pensando que a burrice é uma Ciência”.
A maior parte das pessoas encasteladas em posições políticas é medíocre e tem um indisfarçável medo da inteligência. Temos de admitir que, de um modo geral, os medíocres são mais obstinados na conquista de posições.
Sabem ocupar os espaços vazios deixados pelos talentosos displicentes que não revelam o apetite do poder.
Mas, é preciso considerar que esses medíocres ladinos, oportunistas e ambiciosos, têm o hábito de salvaguardar suas posições conquistadas com verdadeiras muralhas de granito por onde talentosos não conseguem passar. Em todas as áreas encontramos dessas fortalezas estabelecidas, as panelinhas do arrivismo, inexpugnáveis às legiões dos lúcidos.
Dentro desse raciocínio, que poderia ser uma extensão do "Elogio da Loucura", de Erasmo de Roterdan, somos forçados a admitir que uma pessoa precisa fingir de burra se quiser vencer na vida. É pecado fazer sombra a algúém até numa conversa social.
Assim como um grupo de senhoras burguesas bem casadas boicota, automaticamente, a entrada de uma jovem mulher bonita no seu círculo de convivência,por medo de perder seus maridos, também os encastelados medíocres se fecham como ostras, à simples aparição de um talentoso jovem que os possa ameaçar. Eles conhecem bem suas limitações, sabem como lhes custa desempenhar tarefas que os mais dotados realizam com uma perna nas costas... Enfim, na medida em que admiram a facilidade com que os mais lúcidos resolvem problemas, os medíocres os repudiam para se defender.
É um paradoxo angustiante. Infelizmente, temos de viver segundo essas regras absurdas que transformam a inteligência numa espécie de desvantagem perante a vida.
Como é sábio o velho conselho de Nelson Rodrigues... "Finge-te de idiota, e terás o céu e a terra".
O problema é que os inteligentes gostam de brilhar! Que Deus os proteja, então, dos medíocres!...
DONO DE LANCHONETE É PRESO POR BATIZAR SANDUICHES COM PATENTES MILITARES ( fato veridico) Para o dono de uma lanchonete de Penedo, a 170 km de Maceió (AL), tratava-se de uma estratégia de marketing. Mas, para o comandante da Polícia Militar na cidade, era uma ofensa à Corporação. E assim, por batizar os sanduíches da casa com patentes militares, Alberto Lira, 38 de idade, dono da lanchonete Mister Burg, acabou detido por ordem do comandante da PM local. Afinal, entendeu o militar, não ficaria bem alguém chegar na lanchonete e pedir: "quero um coronel mal passado". Ou sair de lá dizendo: "acabei de comer um sargento". Na delegacia foi lavrado boletim de ocorrência e, face ao tumulto havido, a casa comercial fechou durante algumas horas. Contudo, como o delegado de plantão entendeu que não havia motivo para prisão, Lira foi liberado horas mais tarde. Os cardápios da lanchonete foram recolhidos para avaliação e a casa reaberta em seguida. Aproveitando-se da inesperada repercussão, a lanchonete quer manter o cardápio, que tanto desagrada à PM. A casa oferece lanches como o "coronel" (que é o filé com presunto), o "comandante" (um prato com calabresa frita), e por aí vai. A brincadeira foi demais para o parco humor dos policiais militares, que dizem que os nomes dos pratos provocavam chacotas e insinuações contra os policiais, entre os moradores da cidade de Penedo, 60 mil habitantes. Lira, o dono da lanchonete, diz que não teve, nem tem, nenhuma intenção de brincar ou ofender à Corporação. O cardápio - garante o dono da lanchonete - pretendia ser uma homenagem à hierarquia militar. O prato mais caro era o "comandante". O comerciante contratou o advogado Francisco Guerra, para entrar com uma denúncia por abuso de autoridade contra o comandante local da PM e uma ação reparatória, por dano moral, contra o Estado de Alagoas. Nela, vai salientar que não existe nenhum texto legal que impeça um restaurante de incluir, no seu cardápio, "lula à milanesa", "filé a cavalo" ou "coronel mal passado", etc. O advogado já pediu habeas corpus preventivo, para evitar outra detenção de seu cliente. A peça sustenta que "se o argumento do comandante fosse válido, nenhuma festa de criança poderia ter brigadeiro". Como se sabe, brigadeiro - além de ser a mais alta patente da Aeronáutica - é também o nome do docinho obrigatório nos aniversários de crianças. "Em Penedo, comer brigadeiro pode, mas comer coronel, está proibido" -ironizam os advogados da cidade. ![]() |





'Por vezes, quando se está furioso com alguém, sentar e pensar sobre o problema pode ajudar bastante!'