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Nasceu em Belo Horizonte (MG) em 12 de outubro de 1923. Escreveu seu primeiro Fez faculdade de Direito na Faculdade Federal do Rio de Janeiro entre os anos 1941 e 1946, quando se formou. Publicou seu primeiro livro em 1946, chamado ‘Os grilos não cantam mais’. Recebeu uma carta elogiosa de Mário de Andrade a respeito do livro e ambos mantiveram uma troca ativa de correspondências. As cartas escritas por Mário de Andrade foram, anos mais tarde, publicadas sob o título de ‘Cartas a um jovem escritor’. Morou durante dois anos (1946-1948) em Nova Iorque, onde escreveu diversas crônicas sobre o dia-a-dia americano, que foram publicadas em alguns jornais brasileiros e no livro ‘A cidade vazia’, de 1950, e entre 1964 e 1966 morou em Londres. Fez diversas viagens para o exterior e retratou-as em inúmeras crônicas, que foram publicadas em jornais e revistas brasileiros. Era grande amigo de Hélio Pellegrino, Otto Lara Resende e Paulo Mendes Campos. Trabalhou como editor juntamente com Rubem Braga, com quem também mantinha amizade. Além de crônicas, Sabino também escreveu contos e romances. Recebeu o Prêmio Jabuti para Romance em 1976 pelo livro ‘O grande mentecapto’, que acabou sendo transformado em filme e sendo igualmente premiado. Em 1999 recebeu o Prêmio Machado de Assis da Academia Brasileira de Letras pelo conjunto de sua obra. Faleceu em sua casa em Ipanema (na zona sul do Rio de Janeiro) no dia 11 de outubro de 2004, vítima de câncer no fígado. Ele mesmo escolheu seu epitáfio: ‘Aqui jaz Fernando Sabino, que nasceu homem e morreu menino.’
Fonte: ‘O homem nu’ – Fernando Sabino – 43ª edição – 2005 – Editora Record 'Elenco de cronistas modernos' - 21ª edição - 2005 - Editora José Olympio |
trabalho literário aos 13 anos, uma história policial publicada na revista ‘Argus’, da polícia mineira. Participou de um concurso permanente da revista ‘Carioca’, do Rio, enviando crônicas sobre o rádio e ganhando vários prêmios.