Leitura e Releitura

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Carlos Drummond de Andrade

        

        Nasceu em Itabira (MG) em 31 de outubro de 1902. Ainda adolescente colaborou para revistas de Belo Horizonte e do Rio de Janeiro. Formou-se em Farmácia em Belo Horizonte, porém nunca exerceu a profissão. Trabalhou como professor de Português e Geografia ao voltar para Itabira, porém logo voltou à capital mineira, sendo, em 1926, convidado a ser redator do ‘Diário de Minas’, chegando a ser redator-chefe.
        Fundou em 1925, com Martins Almeida e Emílio Moura, ‘A Revista’, que acabou se tornando órgão representante do modernismo em Minas Gerais. Durante 35 anos trabalhou no serviço público e, em 1954, virou redator de uma coluna no ‘Correio da Manhã’. Em 1969 se transferiu par o ‘Jornal do Brasil’ como cronista. Além de crônicas, também escreveu poesias, contos e histórias infantis.

         Recebeu prêmios literários da Sociedade Felipe d’Oliveira, da União Brasileira de Escritores e do PEN Clube do Brasil, que é também uma associação de escritores. As obras de Drummond foi traduzida para diversas línguas e ele foi tradutor de grandes autores, como Balzac e Marcel Proust.

         Teve uma filha, Maria Julieta, também escritora, que faleceu em 5 de agosto de 1987. Drummond faleceu em seguida, doze dias depois, no Rio de Janeiro, sendo enterrado no cemitério São João Batista.

 

Fonte: Elenco de Cronistas Modernos – 21ª edição – Editora José Olympio

         Wikipédia

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