Bem vindo ao meu cantinho de informação. Este espaço serve de repositório público de algum do material que fui gerando, adquirindo e encontrando ao longo do meu percurso a andar de, e lidar com, bicicletas.

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Subida ao Corno do Bico - Fotoreport

Fica aqui a minha foto-reportagem com breves comentários


As margens do Lima foram palco de alguns retrocessos e hesitações iniciais. O caudal extravasado do rio alagou o percurso que o General tinha gizado. Fez-se uma retirada táctica.


A subida começou dura. Pendentes máximas de 26% obrigavam a esmagar os pedais. Aqui o Indy prepara-se para fazer mais uma curva da ondulante subida inicial.


Ponte de Lima espalhava-se lá em baixo, envolta por serras que tantos belos trilhos escondem.


Restos de um parque de merendas engolido pelo tempo e pela vegetação.


O grupo seguia compacto e era apenas quebrado por ocasionais paragens dos fotográfos, inquietados pela falta de tempo para apanhar a cena ideal.


Uma dose de muscarina teria tornado o resto do passeio em algo bem mais psico-delirante. Mas enfim, o bom senso prevaleceu.


Mais uma subida, agora junto à Cruz Vermelha. O vale que se abre pela esquerda do Indy seria mais tarde usado para encetar rápida descida.


A minha bruta montada. Sim, insiste em perder peças e desta vez ficou sem uma pastilha do travão de trás, mas eu perdoo-a. Tantos anos ao serviço, tantos milhares de quilómetros e ainda está pronta para as curvas. E à medida que a forma física sobe, cada vez gosto mais do Alfine. 8 mudanças sem manhas.


O interior da abandonada torre de vigia de florestal do Corno de Bico. A natureza começa a reclamar novamente o que é seu.


A famosa Mesa dos Quatro Abades. Segundo alguns, devia estar a umas centenas de metros de distância, no outro lado do vale. Mas enfim, parece que mudou de sítio e lá a encontramos.


Foi prontamente usada para uma reunião entre alguns dos chefes da comunidade Smurf. Devem ter decidido trocar o ciclismo como desporto de eleição e em seu lugar instalar a moto-nautica...


E consoante tal decisão lá fomos rasgar as ondas com as nossas motos-de-àgua.


A tradicional ponte militar do Caminho de Santiago e mais uma edição da clássica e periclitante manobra de passar as bicicletas pelo bordo quebrado de cimento.


E finalmente, mais uma sessão de lavagem de pés e maquinas mesmo à entrada de Ponte de Lima.

Obrigado aos guias pelo dia bem passado. Definitivamente é algo a repetir.