Hangares do Vendaval ISBN: 978-989-95000-2-0 Edição: 1ª Dimensões: 150 x 230 Páginas: 168 Formato: Edição brochada Revisão: Ana Baptista Infopoema de Capa: E. M. de Melo e Castro (cidade fractal) Concepção Gráfica: Intensidez Impressão/acabamento: Tipografia Guerra, Viseu Hangares do Vendaval são abrigos das palavras / poesias / experimentações poéticas. Os abrigos das palavras-vendavais que compõem a tessitura poética de Luís Serguilha: vários compartimentos de onde surge a sua comunicação poética, num projecto experimental de poesia contemporânea. Cada compartimento-hangar-poesia abriga vendavais compostos de grupos de palavras enfeixados em campos semânticos que, tal como o título do livro, são paradoxos, um tipo especial de metáforas. Hangares do Vendaval oferece ao leitor uma leitura-jogo: ele tem a liberdade de se ater a um grupo de palavras e entusiasmar-se em redescobrir associações ou círculos semânticos a partir daí. [in posfácio] | Tengo Algo de Arbol Tenho Qualquer Coisa de Árvore ISBN: 978-989-95000-1-3 Edição: 1ª Dimensões: 160 x 240 Páginas: 160 Formato: Edição brochada Tradução: Alberto Augusto Miranda Revisão: Ana de Sousa Concepção Gráfica: Intensidez Impressão e acabamento: Tipografia Guerra, Viseu Tenho Qualquer Coisa de Árvore, ou Tengo Algo de Arbol é uma Selecta de autores de Léon. Silvia Zayas, jovem poeta e artista performativa natural de Léon, reúne doze seus conterrâneos, numa mostra de escrita poética contemporânea espanhola. Esta obra, bilingue, traduzida por Alberto Augusto Miranda, divide-se por treze espaços individuais e interpretativos, onde cada autor, após uma breve biografia, explora a sua linguagem poética. | Fragmentos - Livro I ISBN: 978-989-95000-0-3 Edição: 1ª Dimensões: 160 x 240 Páginas: 407 Formato: Edição brochada Revisão: Ligia Mota Concepção Gráfica: Intensidez Impressão/acabamento: Litográfis, Albufeira Fragmentos - Livro I é composto por 365 textos de escrita poética, de natureza fragmentária, introspectiva e vincadamente existencialista, por vezes introduzindo o onírico como elemento de retratação, por vezes o gótico e por vezes o sensual. A obra apresenta uma leitura de características fluidas, que página após página, envolve e transporta o leitor numa viagem por um mundo criado pela autora Ana de Sousa, construído por imagens, fragmentos, de rara beleza. |


