Publicado a 08/12/2010 11:31 por Hugo Martins
Nasceu no 3º Sábado do 11 de 1982
mês de Todos os Santos que é de reza e oração
assim lhe calhou em signo
que é muito bonito de escorpião.
Que este dia se repita por muitos anos
em saúde e Bençãos de Deus
que eu lhe desejo mais e toda a sua família
este seu paroquiano António de Abreu
Ao tomar posse da minha Igreja a 06/09/2009
eu nunca me esquecerei
enquanto cá estiver a paroquiar
que nesse dia sempre me lembrarei.
Peço a Deus que lhe dê muita saúde
e que o guarde sempre o Santo Antoninho
na estrada a ir trabalhar para as suas paróquia
que o acompanha sempre o nosso Padroeiro S. Martinho.
Termino com votos de um feliz e Santo Natal.
E que o Ano Novo de 2011
seja portador das maiores
felicidades e de muitas
Graças de Deus.
Que assim seja:
António Abreu |
Publicado a 29/11/2010 08:11 por Hugo Martins
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atualizado a 29/11/2010 08:13
]
Poesias ou versos dedicadas ao Sr. Pe. Hugo
E á minha terra de S. Martinho
1º
Bem vindo á minha terra Sr. Pe. Hugo
Que ele vai ser muito nosso amiguinho
Agora a 6 de Setembro de 2009
Que tomou posse de S. Martinho
2º
Ao tomar posse de S. Martinho
Ao Sr. Bispo ele não pode dizer que não
Ele é o pároco de Sandomil e Vila Cova
Também é de São Gião
3º
Também é o de S. Gião
Essa paróquia de Seia fica mais afastada
Ele a ir e vir para lá
Perde mais tempo na estrada
4º
Das quatro paróquias que lhe foram confiadas
Uma delas de Seia fica mais pertinho
Ele já sabe e nós também sabemos
É paróquia de S. Martinho
5º
É a paróquia de S. Martinho
Que é terra antiga; habitada no tempo dos primeiros Reis
É a sua Igreja quem o afirma; com a sua data de 1216
6º
Com a sua data de 1216
Gravada na pedra do arco
Com algarismos árabes e romanos
Por isso só lhe faltam 7
Para completar os 800 anos
7º
Ela tem um sacrário muito bonito
E é de grande valor
Trabalho em esferas e anda à volta, tem 4 portinhas lá dentro
Lá dentro está o Nosso Deus
O Nosso grande Salvador
8º
Que Deus dê muita saúde ao Sr. Pe. Hugo
E o guarde sempre o Santo Anjinho
É o grande desejo de todos nós
E de todo o povo de São Martinho.
9º
Todos nós pedimos a Deus
Que seja sempre abençoado
Que por todo o povo de S. Martinho
Será sempre bem respeitado
10º
O Sr. Pe. Hugo
As paróquias de S. Martinho
Encaminha para o céu
As nossas almas
Por isso ele merece de nós todos
Uma grande salva de palmas.
Como votos de muita saúde
E muitas felicidades
É o desejo do
seu paroquiano
António de Abreu |
Publicado a 02/02/2010 17:09 por Tiago Martins
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atualizado a 02/02/2010 17:12
]
Arquivo: Edição de 09-07-2009 SECÇÃO: Entrevista | Hugo Alexandre Pichel Martins, ordenado Padre no dia 28 de Junho
“Nós Presbíteros temos de ser testemunho de esperança”
Hugo Alexandre Pichel Martins é natural de Celorico da Beira. Passou pela Escola de Santa Luzia até ao 4º ano, do 5º ano até ao 12º ano pela Escola Sacadura Cabral, em Celorico da Beira. Concluído o Ensino Secundário entrou no Seminário da Guarda, passando A frequentar o Instituto Superior de Teologia do ano Propedêutico até ao Sexto Ano de Teologia. Obteve o grau académico pela Universidade Católica Portuguesa. Foi ordenado sacerdote, no dia 28 de Junho, na Sé da Guarda, por D. Manuel Felício, Bispo da Guarda. Actualmente é cooperador pastoral nas paróquias de Alvoco da Serra, Cabeça, Loriga, Sazes da Beira e Valezim, no arciprestado de Seia. A Guarda: Quem é Hugo Alexandre Pichel Martins?
Hugo Martins: Sou, entre três irmãos, filho de Belmiro José Gonçalves Martins e de Isabel Maria de Almeida Pichel Martins. Celoricense, entre tantos outros, que Celorico da Beira viu nascer há vinte e seis anos. Com dezoito anos fiz a opção central da minha vida: Servir a Deus, com alegria, como Presbítero.
A Guarda: Qual a sua ligação à Diocese da Guarda?
Hugo Martins: É esta a Diocese, que me viu nascer bem como viver até hoje. E nesta porção do povo de Deus que eu quero servir a Igreja como Presbítero.
A Guarda: Como é que foi o seu percurso académico?
Hugo Martins: Frequentei a Escola de Santa Luzia até ao 4º ano, do 5º ano até ao 12º ano a Escola Sacadura Cabral na mesma Vila de Celorico da Beira. Aqui fiz parte do clube de Jornalismo e de Informática, foi delegado de turma e representante dos alunos no conselho pedagógico. Frequentei o nosso Instituto Superior de Teologia do ano Propedêutico até ao Sexto Ano de Teologia, passando pelos edifícios dos Seminários de Guarda, Lamego e Viseu, obtendo grau académico pela UCP. Este caminho em Seminário, foi feito de forma gradual, com bons momentos e outros menos bons, aliás como todas as vocações. Reconheço também que o nosso Instituto Superior de Teologia sediado em Viseu é a mais-valia para os nossos Seminaristas Maiores, é esta a escola que melhor pode formar Pastores que conheçam e estejam inseridos nas Dioceses de origem para melhor aqui servirem o Povo de Deus.
A Guarda: E o que é que o levou a entrar no Seminário?
Hugo Martins: Até ao 12º frequentei, a catequese como catequizando. Mais tarde foi também catequista. Fiz parte do grupo de acólitos, do grupo de jovens Trovadores de Deus (que se dedicam a animar com o canto as celebrações). Em 1996 funda-se o agrupamento de escuteiros onde fiz promessa de escuteiro a vinte de Outubro deste mesmo ano. Terminado o 12º ano, como qualquer jovem coloquei a questão: qual a minha vocação? Esta interpelação, é feita de forma directa, pelo meu Pároco: Hugo queres ir para o Seminário? Eu na altura disse-lhe: aguarde uns dias e reze que eu logo lhe dou uma resposta. De certo que, vejo no meu Pároco, um exemplo; a exigência de vida, a oração, a alegria com que vive e transmite a Fé, as suas capacidades humanas, a sua proximidade, faz com que a minha resposta seja sim.
A Guarda: Como analisa a actual distribuição do clero na Diocese da Guarda?
Hugo Martins: Ao lermos o n.º 10 da Presbiterorum Ordinis, rapidamente vemos que quando falamos da «distribuição» do Clero vemos que ai se fala de uma amplitude eclesial profunda em que aquelas Dioceses que mais (Clero) têm são chamadas a partilhar com as que menos têm. No entanto na nossa Diocese há aspectos a considerar, sensibilidades variadas e flutuantes, circunstâncias pessoais de cada presbítero, situação de cada comunidade, avanços e recuos… Toda esta ênfase dada, nos últimos tempos, à questão das “unidades pastorais” tem a sua raiz numa necessidade. Certamente, podemos dizê-lo. O ponto de partida é a necessidade, no entanto, ter “unidades pastorais” é diferente de ter unidade na pastoral. Antes de ser um facto organizativo, a unidade pastoral é uma escolha de valores, de atitudes, de modos de pensar a pastoral nas paróquias e assim poder responder mais e melhor numa pastoral organizada capaz de ir ao encontro das pessoas com um Plano Pastoral Diocesano.
A Guarda: Há ou não necessidade de mais padres?
Hugo Martins: No contexto actual a palavra crise afecta todo um campo de âmbitos da sociedade. Penso que quando aplicada esta palavra ao ministério Sacerdotal nos deve colocar a nós presbíteros alguns desafios fundamentais: 1) O Padre é chamado cada vez mais a ser homem da Palavra. O Padre deve estar constantemente, como o seu coração e entendimento, a beber da Palavra de Deus, de modo que possa anunciá-la com testemunho pertinente e actual agindo com simplicidade e prudência. 2) O Padre é chamado a exercer a paternidade espiritual para com todos, especialmente aqueles que mais necessitam, sendo sinal de esperança. 3) O Padre é chamado, para ser fiel à Tradição da Igreja, a estar atendo ao sopro do Espírito Santo, valorizando-o.
A Guarda: Como vê o desinteresse dos jovens em relação à Igreja?
Hugo Martins: Ao olharmos os nossos jovens, aliás bem como a sociedade em geral, vemos que palavras como exigência, compromisso não fazem parte da vida de muitos. A Igreja tem muito a ganhar com a larga experiencia de alguns movimentos ligados à Juventude. Os novos movimentos Eclesiais são também uma grande oportunidade. A Igreja tem de saber comunicar o rosto de Cristo aos Jovens. Tenhamos a coragem de propor aos jovens do nosso tempo, com determinação e beleza este mesmo Cristo Ressuscitado que quer caminhar com eles. Propor Cristo não como um qualquer produto mas como aquele que ao caminhar com Ele dá sentido e qualidade à vida.
A Guarda: No seu ponto de vista, ainda há lugar para Deus, na actual sociedade?
Hugo Martins: A sociedade de hoje consta que o rumo que está a seguir (como ausência de ética, consumo sem para além do necessário e capaz de bens, utilização incorrecta dos recursos naturais, má distribuição da riqueza, politicas incorrectas de ordenamento territorial) não fazem o homem feliz e por isso a palavra crise está na moda. Numa sociedade, em que aquilo que existe tem lugar na “Net”, ao fazermos uma pesquisa no “Google” 47.200.000 entradas para crise. (0,14 segundos) e 53.200.000 para Deus em (0,24 segundos). Ora nós Presbíteros temos de ser testemunho de esperança pela forma como testemunhamos Deus aos homens na sociedade. O homem tem em si sede de Deus e na sociedade Portuguesa em que o défice de esperança/confiança é dos mais elevados os Presbíteros têm aqui um largo campo para semear...
A Guarda: Onde é que está a exercer a actividade pastoral?
Hugo Martins: Estou a colaborar com o Pe. João aqui nas suas Paróquias (Alvoco da Serra, Cabeça, Loriga, Sazes da Beira e Valezim), na escola, e também na catequese a nível da Diocese. Aqui me apresentei como simples servo para esta vinha.
A Guarda: Perspectivas para o futuro em termos pastorais?
Hugo Martins: Como sacerdote quero estar atento aos sinais do mundo. Escutar muitos e muito. Ter a capacidade de acolher. Ser homem de proximidade com Deus e os homens. Ser Sacerdote orante. Ter um rosto de um Cristo que é Amor e Alegria. Ser sempre instrumento da salvação para todos e em especial aqueles que de nós mais precisam. |
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Publicado a 02/02/2010 16:59 por Tiago Martins
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atualizado a 21/11/2010 14:09 por Hugo Martins
]
Hugo
Ontem eras
uma Criança
calma,meiga e delicada
Na Creche da Lajeosa
iniciavas a caminhada
Rodeado de amiguinhos
cedo aprendeste a partilhar
Na escola de S. Pedro
as letras começaste a juntar
Os Amigos aumentavam
a responsabilidade também
Se a coragem faltava
lá estava o apoio da mãe
Na escola Sacadura Cabral
Continuaste a tua caminhada
Cada ano uma meta
que tinhas para vencer
Ser jovem é difícil
há escolhas a fazer
Dedicaste-te ao escutismo
ouvindo a voz da razão
Estar onde é preciso
de alma e coração
Sentiste um chamamento
bem diferente, bem real
No seminário estava a tua vocação
Viseu, Lamego, Guarda
Frequentaste com empenho
e muita dedicação
Como catequista ajudaste
a pensar, a escutar
Partilhando a felicidade
que existia em ti
Na tua caminhada
em Loriga foste estagiar
E nos momentos decisivos
em Fátima ias meditar
Hoje és um sacerdote
a vida enfrentar
Que a tua fé te guie
e ilumine a tua caminhada
Celorico viu-te nascer
com orgulho te que felicitar
Amanhã, num amanhã bem distante
Queremos todos,
este 12 de Julho de 2009,
recordar
E ouvir a tua voz,
Continuar a dizer, num louvor
ALEGRAI-VOS SEMPRE
NO SENHOR !
A. B.
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Publicado a 02/02/2010 16:58 por Tiago Martins
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atualizado a 02/02/2010 16:58
]
Chamo-me, Hugo Alexandre Pichel Martins, tenho vinte e sete anos e sou natural de Celorico da Beira. Ali estudei, (em escolas publicas) até ao 12º ano. Na escola, fiz parte do clube de Jornalismo, Informática, foi delegado de turma, representante dos alunos no concelho pedagógico onde até organizamos algumas greves. Como qualquer outro rapaz da minha idade pratiquei natação, karáté, ping-pong, basquetebol, volei e ténis. No futebol tive apenas uma semana. (não gostei) Até 12º frequentei, a catequese como catequizando. Mais tarde foi também catequista. Fiz parte do grupo de acólitos, do grupo de jovens Trovadores de Deus (que se dedicam a animar com o canto as celebrações). Em 1996 funda-se o agrupamento de escuteiros onde fiz promessa de escuteiro a vinte de Outubro deste mesmo ano. Terminado o 12º ano, como qualquer jovem coloquei a questão: qual a minha vocação? Esta interpelação, é feita de forma directa, pelo meu Pároco. Hugo queres ir para o Seminário? Eu na altura disse-lhe: aguarde uns dias e reze que eu logo lhe dou uma resposta. De certo que, vejo no meu Pároco, um exemplo; a exigência de vida, a oração, a alegria com que vive e transmite a Fé, as suas capacidades humanas, a sua proximidade, faz que a minha resposta seja sim. Fomos ao seminário, onde nunca tinha estado, fiz um ano propedêutico, depois a Teologia, nos Seminários da Guarda, Lamego e Viseu.(sempre como seminarista da Guarda) Este caminho em Seminário, foi feito de forma gradual, com bons momentos e outros menos bons, aliás como todas as vocações. Após sete anos acabei o curso. O Sr. Bispo diz-me para colaborar com o Pe. João nas suas Paróquias, na escola, e também na catequese a nível da Diocese. Em 28 de Junho de 2009 fui ordenado Sacerdote na Sé Catedral da Guarda. A 7 de Setembro deste mesmo ano fui tomei pose destas Paróquias. Aqui estou como simples servo para esta vinha. Como sacerdote quero estar atento aos sinais do mundo. Escutar muitos e muito. Tem de ter a capacidade de acolher. Sendo homem de proximidade com Deus e os homens. Com muita oração. Ter um rosto de um Cristo que é Amor e Alegria. Ser Sempre instrumento da salvação para todos e em especial aqueles que de nós mais precisam. Se Deus te chama tem a coragem de dizer: Aqui estou. |
Publicado a 02/02/2010 16:57 por Tiago Martins
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