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Irão decorrer, na Sé Catedral da Guarda, no dia 27 de Junho, Ordenações. O nosso Prelado dirige assim a toda a Diocese a palavra em nota (com data do dia 12 passado):
“No próximo dia 27 do corrente mês de Junho, na Sé Catedral e às 16.00 horas, a nossa Diocese vai viver uma jornada de Fé, de louvor a Deus e também de aprofundamento do seu compromisso cristão, ao acolher os novos padres e diáconos que o Senhor nos dá. Ao terminar um Ano Sacerdotal, queremos viver esta jornada na recordação dos apelos que, durante ele, nos foram feitos. Assim, aos sacerdotes foi-nos pedida revisão da nossa fidelidade diante da medida da fidelidade do próprio Cristo; ao Povo de Deus em geral foi pedida valorização do Ministério Sacerdotal no seu específico e na boa articulação com os outros ministérios e serviços eclesiais que o Espírito Santo suscita continuamente na Igreja; a todos nos foi pedido maior empenho na pastoral das vocações sacerdotais. Em dia de Ordenações, queremos recordar que a vocação sacerdotal é, antes de mais, uma chamada muito pessoal que Deus faz aos que entende. Para que essa chamada seja percebida e respondida precisamos de ambientes apropriados, que são as famílias, as paróquias e sobretudo o próprio exercício do Ministério Sacerdotal em si mesmo por aqueles que já fomos ordenados. É preciso depois que o discernimento e a preparação dos candidatos sejam feitos com ajuda da comunidade da Fé, sobretudo através dos instrumentos apropriados que são, no nosso caso, os dois Seminários (o Maior e o Menor) e o Pré-Seminário ou Seminário em Família. Depois de feito o discernimento e a devida preparação, que culminam com a chamada final à Ordenação, precisamos de continuar a acompanhar os nossos padres e diáconos, sobretudo pela oração, proporcionando-lhes todos os meios necessários para o exercício do Ministério, na santidade de Cristo. Convido, por isso, toda a Diocese à oração mais intensa, nestes dias que nos separam da celebração das Ordenações de diáconos e presbíteros por aqueles que vão ser ordenados para que o seu exercício do Ministério seja, de verdade, interpretação fiel, na Igreja, no mundo e nas circunstâncias actuais, do autêntico rosto de Cristo Bom Pastor”. |