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Om Nama Shivaya © Harrison Gomez, 2009 acrílica s/tela, 2009, coleção particular da Aldeia da terra.
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Vídeo Relatividade e gravidade:You Tube
Já pensou em adquirir um desenho à lápis? ou até mesmo uma pintura com a sua imagem?
você é bela e merece um registro artístico dessa
incomensurável sutileza que é a sua face. Mais informações na página Desenhos e Aquarelas
Link de acesso ao Arteblog do Harrison
Acredite e crie sua nova realidade!
Diga sempre:''Eu sou capaz''

Adoro ter em minha frente, um cavalete com uma tela em branco, ainda não desenhada, porque pintando é onde me sinto melhor, então para mim não existe o fato de não estar inspirado, ou não saber o que criar, e sim um reencontro de imagens e insights gráficos que passeiam em meus pensamentos, acho que foram os estudos exaustivos de geometria, a divina geometria contida no livro Museu Hermético, me forneceram todo o legado desta base concreta de criação, comecei estudando o AB uno,
O ponto.
Estar feliz, acho que esse é o fator principal para se criar uma boa obra de arte! o resultado final de qualquer obra é magnífico, escutar músicas tranquilas é satisfatório, mesmo assim me adaptei a pintar em lugares movimentados e bem barulhentos, não necessito estar em um atelier, acredito que isto foi um costume criado quando estive trabalhando em ambientes de agências de publicidade, quando completei dezenove anos já estava trabalhando na função de arte-finalista, no Grupo Jovem Publicidade, SDS-Conjunto Nacional de Brasília, sob a direção do Sr. Athaíde, Jornalista e publicitário. Outro amigo foi Antônio, um verdadeiro mestre nas artes e exímio desenhista, esses dois, me ensinaram bastante técnicas, depois de um ano eu já estava na direção de arte e também cuidava do laboratório fotográfico, lá conhecí a revelação e conhecí o ''projetor'', que projetava os fotolitos na bancada, assim produzíamos as fotografias, fotografia preto e branco era a única coisa que se usava na montagem de anúncios televisionados, a caneta Castell TG, era a nossa aliada naquela época, o contraste perfeito e com nitidez era o que importava.
Harrison
Brasília, 6 de Abril de 2009
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LIVRARIA CULTURA
Revista da cultura tem novo
projeto gráfico e editorial
Publicação mensal tem distribuição gratuita nas lojas da Livraria Cultura.
No primeiro caderno, chamado “Culturando”, são abordados assuntos contemporâneos em textos curtos, voltados para o público jovem. No segundo, estão as reportagens e entrevistas elaboradas por jornalistas e comentaristas, além de correspondentes internacionais que colaboram com a publicação. O terceiro caderno, chamado “Sempre aqui”, traz o gráfico 10+ com o desempenho dos livros mais vendidos no período de um mês, a agenda de eventos da Livraria Cultura, uma coluna social de clientes e o passatempo, que finaliza a edição.
Com tiragem de 25 mil exemplares, a Revista da Cultura pode ser encontrada em São Paulo, Campinas, Porto Alegre, Recife e Brasília.
http://livrariacultura.com.br/
Assista o vídeo Universo Elegante - O Sonho de Einstein
(legendado) Obs: Este filme já está disponível em DVD.
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Universidade de Chicago sobre o Amor
Amor Por Martha Nussbaum
Entende-se habitualmente que o amor é uma poderosa emoção que implica uma intensa ligação a um objecto e uma grande valorização desse objecto. Em algumas acepções, contudo, o amor não implica, de todo, emoção, mas somente um interesse activo no bem-estar do objecto. Noutras situações o amor é essencialmente uma relação que implica permutação e reciprocidade, mais propriamente que uma emoção. Além disso, há muitas variedades de amor, incluindo o amor erótico-romântico, o amor da amizade e o amor filantrópico. Culturas diferentes também admitem diferentes tipos de amor. O amor tem, igualmente, uma arqueologia complicada: porque tem fortes conexões com experiências de afecto precoces, pode existir na personalidade a diferentes níveis de profundidade e nitidez, apresentando problemas específicos para o autoconhecimento. É um erro tentar fazer uma descrição excessivamente uniformizada de um tão complexo conjunto de fenómenos.
O amor tem sido entendido por muitos filósofos como fonte de grande riqueza e energia na vida humana. Mas mesmo aqueles que exaltam a sua contribuição têm-no visto como uma potencial ameaça à vida virtuosa. Por esta razão, os filósofos na tradição ocidental têm-se preocupado em apresentar descrições da reforma ou "elevação" do amor, com vista a demonstrar que há formas de conservar a energia e a beleza desta paixão, ao mesmo tempo que se eliminam as suas más consequências.
1. Amor: emoção, relação, acção
O amor não é apenas uma emoção: pode também ser um tipo de relação. Aristóteles, na Ética a Nicómaco, insistiu que o amor (da amizade) implica sempre conhecimento mútuo e benevolência recíproca. Embora qualquer descrição do amor necessite de abrir caminho para amores que não são correspondidos, ou que são dirigidos para objectos que não podem retribuir (como bebés ou alguns animais) ou que não podem fazê-lo tão claramente (como Deus), a insistência de Aristóteles na interacção e na reciprocidade fornece um ingrediente importante para uma descrição normativa de muitos tipos de amor humano, quer da amizade quer romântico-erótico. Com efeito, a recusa em conceber o amor em termos relacionais é uma deficiência central em muitos casos de amor erótico, nos quais o objecto amado é, de facto, tratado como um objecto a ser possuído e imobilizado. Embora Proust pensasse que tais desígnios eram essenciais ao amor erótico, pode-se duvidar disto.
Alguns amores podem não envolver, de modo algum, uma emoção forte. Kant (1797) insistiu que o "amor patológico" (amor que envolve uma emoção passiva) era inferior ao "amor prático", uma ligação activa ao bem dos outros, incluindo emoções de respeito e preocupação. Quer concordemos quer não, devíamos reconhecer que este comprometimento prático activo é um tipo de amor: o amor filantrópico, por exemplo, pode ser melhor entendido desta forma. Os estóicos gregos acreditavam que mesmo o amor erótico podia ser repensado de uma forma que o tornasse compatível com a apatheia, impassibilidade, própria dos doutos. Seria um entusiasmo activo acerca do bem-estar do objecto, sem as correntes da passividade angustiante que habitualmente caracteriza a ligação erótica.
Podemos também classificar os amores pelo seu tipo de objecto. Nós amamos outras pessoas, e é razoável esperar que estes amores envolverão alguma reciprocidade e mutualidade. Os amores das pessoas pelos animais podem ser muito intensos; variam muito no tipo de reciprocidade que oferecem. As pessoas também amam intensamente objectos inanimados, como obras de arte e beleza natural. Tais amores não podem ser recíprocos. O amor também pode ter como objecto uma abstracção moral, como a justiça social ou o bem da humanidade. No modelo estóico-kantiano este tipo de amor é especialmente bem explicado, como algo que envolve um comprometimento activo mais do que uma emoção.
O amor de Deus ou dos deuses tem sido entendido de muitas formas diferentes. Os estóicos pensavam que amar Deus era amar o propósito racional que dá vida ao universo; tal amor era melhor entendido como uma forma de pensamento activo, sem qualquer receptividade emocional. O amor intellectualis dei, de Espinosa, segue este paradigma. Santo Agostinho, criticando a apatheia estóica, insistiu que uma forma de amor fortemente emocional, misturado com temor, culpa e dor, é mais apropriado a uma vida cristã. Muitos pensadores cristãos seguem a sua influência. As concepções judaicas do amor de Deus tendem a dar ênfase à acção correcta, quer ritual quer ética.
;) Link do flyer eletrônico:
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BrasíliaFifty50 HARRISON GOMEZ SÉRIE DE CARTÕES POSTAIS EM PINTURA, AQUARELA E FOTOGRAFIA
Viva Brasilia!
Flash do prisma, confira
o movimento da luz dentro da pirâmide, clicando:
Jesus Cristo é o Senhor!
Ponte JK, Brasília-DF, Clique e vj. em alta resolução.
BrasíliaFifty50 HARRISON GOMEZ
© Harrison Gomez, 2009, fotografia com arte digital, título: Panteão da Pátria, série Brasília fifty50
BrasíliaFifty50 HARRISON GOMEZ
CONHEÇA O PROJETO BRASÍLIA FIFTY E PARTICIPE EXPONDO SUA FOTOGRAFIA, PINTURA OU DESENHO COM O TEMA:
BRASÍLIA!
Acesse a página do projeto e faça sua inscrição! PROJETO BRASÍLIA FIFTY50 na barra lateral à esq.
INSCREVA-SE! A transcendência e a importância arquitetural de Brasília são homenageadas com muita leveza neste projeto do artista plástico Harrison Gomez e tem por objetivo evocar a constru-ção de Brasília, o fato de a capital preservar sua identidade cultural e dos seus valores no quesito segurança, permite aos brasilienses e aos visitantes um ar de proteção, com alto valor de qualidade de vida.
Brasília
É orgulho de uma nação inteira, representa recomeço, coragem, pensamento progressista e é particularmente
atraente em sua arquitetura e avenidas amplas e dotada de
um projeto urbanístico esplêndido, possui o lago Paranoá, que embeleza e refresca o ar da cidade, a cidade propicia
a criação de estilos de vida bem variados.
O grande pássaro de Oscar Niemeyer é
Brasília!
O grande pássaro continua vivo, bem vivo, fun-cionando cada vêz mais, uma cidade de homens felizes, livres, inteligentes e oferece atmosfera perfeita para que sejam felizes e saudáveis..
´´Procurei formas novas, que surpreendessem pela sua leveza e liberdade de criação. Formas que não se apoiassem no chão, rígidas e estáticas, como que suspensos, leves e brancos, nas noites sem fim do planalto´´ (Niemeyer)
´´Espero que seja uma cidade
de homens felizes, que
sintam a vida em toda a sua
plenitude´´ (Niemeyer.)
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DICIONÁRIO DE ARTE
Link: Site Portal Artes
No link abaixo você acessa o dicionário de arte
Rogelio David Iriarte
Prata atemporal
Acesse a página do Designer Rogelio David clicando:
O que é perspectiva? Perspectiva é um termo de significado amplo que possui as seguintes acepções, ainda que elas sejam bastante relacionadas umas com as outras.
A idéia básica que une todos estes significados da palavra perspectiva é o de que a experiência humana é relativizada de acordo com o ponto de vista de onde ela é vivenciada.
Perspectiva (visão). É um aspecto da percepção visual do espaço e dos objetos nele contidos pelo olho humano. Depende de um determinado ponto de vista e das condições do observador. A perspectiva, neste caso, corresponde a como o ser humano apreende visualmente seu ambiente, sendo confundida com a ilusão de óptica.
Por exemplo, as linhas paralelas de uma estrada, relativamente a um observador nela situado, parecerão afunilar-se e tenderão a se encontrar na linha do horizonte. Vem do latim spec, que significa visão.
- Perspectiva (gráfica). É um campo de estudo da geometria e, em especial, da geometria descritiva. É usada como método para representar em planos bidimensionais (como o papel) situações tridimensionais, utilizando-se de conhecimentos matemáticos e físicos, decorrentes do fenômeno explicado no tópico anterior, para passar a ilusão ao olho humano. Divide-se em várias categorias e foi desenvolvida pelos artistas do Renascimento.
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O que é o Design?
Etimologia
Design deriva do latim designare, que tem dois significados: - marcar, traçar, notar; sentido artesanal ou manual; - planejar, imaginar ; sentido intelectual ou mental; O verbo inglês to design (que vem do latim), no dicionário, significa planejar e criar artisticamente ou com habilidade.
Traduzindo o Design
Na faculdade muitos professores iniciavam as aulas do semestre com a seguinte pergunta: o que é Design? A maioria das pessoas, incluindo o próprio mercado, não sabe o que é Design e quais as responsabilidades do profissional, Designer. Realmente explicar o que fazemos é bastante desafiador.Antes de tudo, é importante saber a diferença entre Design e Designer: Design: nome que designa a profissão. Designer: nome dado ao profissional. Portanto, como afirma Strunck em seu livro “Viver de Design”, eu sou Designer e faço Design! A palavra Design é de origem Inglesa e não possui tradução no idioma português, este é o primeiro de muitos problemas em volta desta palavra de apenas seis letras. Alguns autores e estudiosos da língua tentaram encontrar uma tradução usando termos como “projética” - que caiu em desuso devido à rejeição - e “desenho industrial” – expressão diretamente relacionada ao ato de desenhar e a indústria, não contemplando todos os conceitos envolvidos no Design. Então, como traduzir “esse tal de Design”?
Origem da Palavra Começamos pela origem da palavra na língua Inglesa: - Design (em inglês) (1) : projetar, compor visualmente ou colocar em prática um plano intencional. - O substantivo Design (2) se refere tanto à idéia de plano, desígnio, intenção, quanto à de configuração, arranjo, estrutura (e não apenas de objetos de fabricação humana, pois é perfeitamente aceitável, em inglês, falar do Design do universo ou de uma molécula.
Entende-se o design (em alguns casos projeto) como o esforço criativo relacionado à configuração, concepção, elaboração e definição de algo, como um objeto, uma imagem, entre outros, em geral voltados a uma determinada função. De uma forma ampla o termo design, porém, refere-se à concepção de uma solução prévia para um problema. Mas em uma acepção mais específica, design se refere à profissão da pessoa que projeta. Como tal, tem diversas especializações, de acordo com o tipo de coisa a projetar. O profissional que trabalha na área de design é chamado, portanto, de designer, visto a palavra pertencer à língua inglesa e normalmente não se traduz.
Design é, portanto, um esforço criativo através do qual se projetam todo tipo de coisas, incluindo utensílios, vestimentas, peças gráficas, livros, máquinas, ambientes e (recentemente) também interfaces de programas.
As especializações mais comuns são o design de produto, design gráfico, webdesign e o design de moda. O design está intimamente ligado às artes aplicadas, à arquitetura, e à engenharia, mas a concorrência profissional muitas vezes leva à animosidade entre essas áreas
O termo deriva, originalmente, de designare, palavra em latim, sendo mais tarde adaptado para o inglês design. Houve uma série de tentativas de tradução do termo, mas os possíveis nomes como projética industrial acabaram em desuso.
DESIGNARE
O termo deriva, originalmente, de designare, palavra em latim, sendo mais tarde adaptado para o inglês design.
A palavra desenho em português, vem do verbo desenhar, que se originou do latim DESIGNARE. No italiano designare.No latim apresenta dois significados para Designare: a) Marcar, traçar,notar; Sentido Artesanal ou Manual b) planejar, imaginar ; Sentido Intelectal ou mental
O francês Dessigner herda assim como o inglês designer, o sentido mental,intelectual, enquanto o português desenhar vem do espanhol diseñar herda o sentido manual, nos trazendo algumas complicações. A partir do séc. XVII com o Iluminismo, a sociedade coroou a era da razão e inaugurou definitivamente o tempo do cidadão intelectual, homem da ordem e do progresso (positivismo). A partir daquele momento houve a separação das águas, O profissional (especialista) do trabalhador braçal (o peão). Apesar do progresso prometido pela era da razão não ser alcançado, o sistema inaugurado prevalece com seu costume, (ethos). O Brasil é um pais que valoriza em sua política ou cultura a idéia positivista e iluminista, ou seja coroa o serviço intelectual ( criativo) o ”novocidental” .Logo, observamos que o preconceito contra o desenhista esta relacionado, ao sentido delimitado no termo “desenhar” com o significado de serviço “inferior”, manual, quando poderíamos enfatizar o lado do desempenho mental do trabalho artístico, o planejamento, o projeto do discurso icônico da comunicação visual. É bom notar que a atual sociedade (do espetáculo) se torna cada vez mais penetrada na realidade imagética ( da imagem ). Em um mundo cada vez mais globalizado o desenho torna-se cada vez mais importante e interessante devido sua vantagem em relação a linguagem verbal.
Alguns instrumentos utilizados pr Harrison na Designare Accademia
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