"Mais vale rejeitar dez verdades do que admitir uma única mentira, uma única teoria falsa." Erasto, O Livro dos Médiuns, Capítulo XX, Influência moral dos médiuns. "Se vós vos dizeis Espíritas, então sede-o. Esquecei o mal que vos foi feito, e não penseis senão numa coisa: no Bem que podeis devolver." Simeão, Bordeaux, 1862. O Evangelho Segundo o Espiritismo, Capítulo X. "Os Espíritos elevados dirigem-se às pessoas sérias que de boa fé desejam ser esclarecidas; os Espíritos levianos divertem-se com as pessoas frívolas." Allan Kardec, Revista Espírita de 1958. Comece o dia na luz da oração. O Amor de Deus nunca falha. Em favor de sua paz conserve fidelidade a si mesmo. Lembre-se de que, no dia do Calvário, a massa aplaudia a causa triunfante dos crucificadores, mas o Cristo solitário e vencido era a Causa de Deus. Comece o dia na luz da oração. O Amor de Deus nunca falha. Aceite qualquer dificuldade sem discutir. Hoje é o tempo de fazer o melhor. Trabalhe com alegria. O preguiçoso, ainda mesmo quando se mostre num pedestal de ouro maciço é um cadáver que pensa. Faça o bem quanto possa. Cada criatura transita entre as próprias criações. Valorize os minutos. Tudo volta, com exceção da hora perdida. Aprenda a obedecer no culto das próprias obrigações. Se você não acredita na disciplina, observe um carro sem freio. Estime a simplicidade. O luxo é o mausoléu dos que se avizinham da morte. Perdoe sem condições. Irritar-se é o melhor processo de perder. Use a gentileza, mas, de modo especial dentro da própria casa. Experimente atender aos familiares como você trata as visitas. Em favor de sua paz conserve fidelidade a si mesmo. Lembre-se de que, no dia do Calvário, a massa aplaudia a causa triunfante dos crucificadores, mas o Cristo solitário e vencido era a Causa de Deus. Emmanuel - Centelhas - Psicografia de Francisco Cândido Xavier. Ao aparecer uma nova opinião, por menos que vos pareça duvidosa, passai-a pelo crivo da razão e da lógica. Erasto, O Livro dos Médiuns, Capítulo XX. No caminho da vida, há que se aprender com a própria vida. Na marcha do dia-a-dia, urge harmonizar as manifestações de nossas qualidades com o espírito de proporção e proveito, a fim de que o extremismo não nos imponha acidentes, no trânsito de nossas tarefas e relações. Energia na fé; não demais que tombe em fanatismo. Brandura na bondade; não demais que entremostre relaxamento. Energia na convicção; não demais que se transforme em teimosia. Brandura na humildade; não demais que degenere em servilismo. Energia na justiça; não demais que seja crueldade. Brandura na gentileza; não demais que denuncie bajulação. Energia na sinceridade; não demais que descambe no desrespeito. Brandura na paz; não demais que se acomode em preguiça. Energia na coragem; não demais que se faça temeridade. Brandura na prudência; não demais que se recolha ao comodismo. No caminho da vida, há que se aprender com a própria vida. Vejamos o carro moderno nas viagens de hoje: nem passo a passo, porque isso seria ignorar o progresso, diante do motor, e nem velocidade além dos limites justos, o que seria abusar do motor para descer ao desastre e à morte prematura. Em tudo equilíbrio, porque, se tivermos equilíbrio, asseguraremos, em toda parte e em qualquer tempo, a presença da Caridade e da Paciência, em nós mesmos, as duas guardiãs capazes de garantir-nos trajeto seguro e chegada feliz. Emmanuel - Centelhas - Psicografia de Francisco Cândido Xavier.
Sem nos determos sobre a forma mais ou menos imponente da linguagem, forma que os Espíritos impostores e pseudo-sábios sabem muito bem tomar para seduzirem pelas aparências, partimos desse princípio que os Espíritos Bons não podem aconselhar senão o Bem, a união e a concórdia; que sua linguagem é sempre simples, modesta, marcada pela benevolência, isenta de acrimônia, de arrogância e de fatuidade. Numa palavra, tudo neles respira a mais pura Caridade. Fonte: Allan Kardec, Revista Espírita de 1860. Nossa conversação, sem que percebamos, age por nós em todos aqueles que nos escutam. “Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, mas só o que for bom para promover a edificação” – Paulo (Efésios, 4:29). Quanto mais se adianta a civilização, mais se amplia o culto à higiene. Reservatórios são tratados, salvaguardando-se o asseio das águas. Mercados sofrem fiscalização rigorosa, com vistas à pureza das substâncias alimentícias. Laboratórios são continuamente revistos, a fim de que não surjam medicamentos deteriorados. Instalações sanitárias recebem, diariamente, cuidadosa assepsia. Será que não devemos exercer cautela e diligência para evitar a palavra torpe, capaz de situar-nos em perturbação e ruína moral? Nossa conversação, sem que percebamos, age por nós em todos aqueles que nos escutam. Nossas frases são agentes de propaganda dos sentimentos que nos caracterizam o modo de ser; se respeitáveis, traze-nos a atenção de criaturas respeitáveis; se menos dignas, carreiam em nossa direção o interesse dos que se fazem menos dignos; se indisciplinadas, sintonizam-nos com representantes da indisciplina; se azedas, afinam-nos de imediato, com os campeões do azedume. Controlemos o verbo, para que não venhamos a libertar essa ou aquela palavra torpe. Por muito esmerada nos seja a educação, a expressão repulsiva articulada por nossa língua é sempre uma brecha perigosa e infeliz, pela qual perigo e infelicidade nos ameaçam com desequilíbrio e perversão. Emmanuel - Centelhas - Psicografia de Francisco Cândido Xavier.
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