Filipe Pedroso de Lima Domingos
On-line desde 12 de Setembro de 2006
Última actualização 22 de Dezembro de 2009
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INFORMAÇÃO
Informamos todos aqueles que possam visitar esta página, que a mesma não será mais actualizada. Criei outra página com o mesmo nome desta numa nova aplicação. O Endereço é o abaixo indicado, é só clicar: 2010-01-11
http://sites.google.com/site/filipepedrosodelimadomingos/home
ÉPOCA VENATÓRIA
Encontro à hora do costume e Associativa com eles. Para ser franco, estava mesmo convencido que íamos passar uma manhã ao campo que se previa de sol, os cães esticavam as pernas e nós não faríamos grande mal aos coelhos. Afinal a coisa correu mal para os coelhos pois afinal ainda se cobraram 2 coelhos, por sinal os únicos que se viram. Na zona onde andámos eram visíveis rastos de javalis que eu dizia ao Costa que eram dessa noite. Seria de um javali que estimava eu ter por volta de 50/60 kg. Então não é que por volta das 9:30h vejo o javali que seguramente ia à nossa frente a cerca de 200m? Pois é verdade, muito próximo da localidade e em terreno limpo, fiquei estupefacto e confirmou-se o seu tamanho. Quem diria há meia dúzia de anos que os javalis apareciam por cá.
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CLUBE DE CAÇADORES DAS CALDAS DA RAINHA
Fundado a 15 de Novembro de 1985 – Registo na D.G.F. nº 3/125/87 clubecacadorescaldasdarainha@gmail.com
Sede na Praça 25 de Abril lote 43 r/c frente – Apartado 305 - 2504-912 CALDAS DA RAINHA
TV CAÇA - TELEVISÃO DO CAÇADOR
Começou no dia 9 de Novembro um projecto de televisão na Internet com a designação TVCaça.com, vocacionado para a caça, pesca e natureza de um modo geral. Tem como coordenadores o Luís Figueira e o Nuno Ferro pessoas que só por si são garante de um projecto de sucesso.
Cabe-nos a todos nós amantes da caça, apoiar também este projecto com o nosso incentivo e divulgação, pelos meios ao nosso alcance. Numa época em que o sector da caça é olhado cada vez mais pelas classes urbanas com desdém, quiçá até com animosidade, este projecto de comunicação pode ser um veículo que passe uma mensagem que ajude a reverter esta situação.
Vejam e divulguem aqui.
BOAS FESTAS
Desejo a todos um Natal Feliz e um Ano Novo com trabalho e muita saúde.
AS ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS
Quando os líderes mundiais estão reunidos em Copenhaga para debater as alterações climáticas, nomeadamente as razões que lhes têm dado origem, procurando chegar a um entendimento global que possa de alguma maneira reduzir as emissões de gases com efeito de estufa, que permita ainda ir a tempo de reverter uma situação que se afigura catastrófica para o planeta, ouçam e vejam este vídeo do malogrado Michael Jackson com o tema Earth Song (de 1995) que aborda esta temática.
SEGREDOS, MENTIRAS E JUSTIÇA (tirado daqui)
Esta combinação entre politização da justiça, políticos em desespero e magistrados incompetentes transformou a justiça na palhaçada nacional, já ninguém confia nos tribunais, nos seus sacerdotes de toga, nos polícias, nos sindicalistas e para-sindicalistas das magistraturas e em tordos os intervenientes deste circo. Basta olhar os processos mais mediáticos de fora e concluímos que a farsa justiceira está cheia de incoerências.
Começamos a ter a sensação de que acima do porteiro todos os dirigentes partidários conhecem o conteúdo das escutas, sabem que se houvesse algo de criminoso seria investigado como sucedeu com o caso Freeport. Mas como também sabem que não havendo nada para saber ninguém está interessado na divulgação, todos exigem a sua divulgação já que assim sempre promovem a suspeição. Alguém pôs a circular um documento e eis que alguém vem logo dizer que são falsas as supostas transcrições das escutas a Sócrates. Mas não é o MP que faz o desmentido, é a TVI, uma televisão que parece ter um gabinete dentro do MP quem vem dar as explicações. Até parece que os magistrados do processo delegaram competências nos jornalistas da TVI.
Mas no que se refere às supostas escutas em que se ficou a saber que Vara tinha recebido dez mil euros já ninguém veio depois a desmentir que tudo era falso, nem antes nem depois de os arguidos terem tido acesso ao processo, ainda houve um jornal que tentou atirar-nos poeira para os olhos dizendo que o MP podia ter provas em segredo, mas a mentira teve perna curta. A verdade é que tudo leva a crer que Vara foi mantido como arguido não para sua defesa, como dizem os princípios da justiça, mas sim para que os magistrados defendam a sua honra e se possam defender das consequências da aplicação da lei da responsabilidade civil. Agora vão ter que criar uma estrangeirinha para se livrarem de pagar uma indemnização a Armando Vara.
E o que dizer da suspeitas de realização abusiva de escutas a um primeiro-ministro? Quando alguém se lembrou de dizer que os magistrados poderiam responder em processo disciplinar por tal abuso foi o que se viu, organizou-se uma procissão de magistrados, sindicalistas, políticos amigos, penalistas, catedráticos e fiscalistas para defender a bondade da actuação do voyeur de toga. Que as escutas não eram a Sócrates e que quem falasse com Vara sujeitava-se a ser escutado, o voyeur de toga não tinha culpa.
Mas, tanto quanto sei as redes telefónicas não são como as de antigamente em que para fazer a escuta era necessário ligar um gravador a um fio. As actuais redes telefónicas são digitais e tudo é gerido com recurso a software. Então porque ninguém se lembrou de fazer a pergunta mais elementar: é possível programar as escutas a um telefone excluindo alguns números dessa escuta? Se tal for possível a partir do momento em que o magistrado se apercebeu de que o primeiro-ministro estava a ser escutado deveria solicitar a exclusão do número usado pelo primeiro-ministro. Se o podia fazer e não o fez a desculpa da inevitabilidade cai por terra, o magistrado fez as escutas intencional e abusivamente e deveria ser sujeito a um processo disciplinar cuja conclusão inevitável seria a demissão.
Mas se as escutas eram evitáveis e foram um trabalho sujo o que se pode concluir é que anda por aí muita gente a prescindir dos mais elementares princípios da democracia. Nesta democracia quem parte e reparte e não fica com a melhor parte ou é estúpido ou não tem arte. E anda por aí muita gente a viver à custa da democracia.
PARA REFLEXÃO
Para além da caça, existem muitos assuntos que são uma permanente preocupação, pois o homem, todos nós, pouco fazemos para preservar este nosso planeta, que diariamente agredimos por acção e ou omissão. Aqui deixo uma dessas agressões a que os interesses económicos não permitem colocar um fim. Vale a pena ver.
SEMANA NEGRA
Esta foi uma semana negra para a democracia, percebeu-se que o caso Face Oculta era ele própria a face oculta de gente cobarde, de fascistas de gabinete que não aceitaram os resultados eleitorais e decidiram transformar as escutas em tanques de um qualquer exército golpista. Seria um exagero os militares promoverem um golpe de Estado em plena Europa, até porque a nossa democracia é obra de militares, agora não se matam os adversários políticos com balas de fuzil, são eliminados com letras de jornais em processos difamatórios promovidos à sombra de processos judiciais.
Foi uma semana negra porque aqueles a que os contribuintes pagam para que se faça justiça usaram os poderes que lhes foram confiados pela democracia para conspirarem contra a democracia. Ficou-se a saber que afinal o caso Face Oculta surge na comunicação social com mentiras que agora se sabe que não constam nos processos, mentiras usadas para escutar os amigos do primeiro-ministro já que para o escutar o próprio teria que ser o Supremo a autorizar.
Foi uma semana negra da democracia porque partidos democráticos para os quais os valores da democracia deveriam estar acima da luta pelo poder não resistiram à tentação de desprezar os seus valores na esperança de conquistarem o poder de forma fácil, incapazes de convencerem os eleitores agradecem a personagens ocultas que destruam quem governa.
Foi uma semana negra porque a comunicação social que deveria ter capacidade crítica e deveria avaliar as suas fontes optaram por entrar em manobras obscuras a troco das receitas. Alguns jornalistas nem se incomodaram por fazerem figuras de parvos a explicar como Vara tinha sido escutado no gabinete.
Foi uma semana negra porque o mais alto magistrado da Nação que há poucos meses interferia num processo judicial jurando a sua confiança num amigo, agora optou por atiçar a fogueira dizendo estar preocupado mas optou pelo silêncio para não interferir na justiça. Esquece a separação de poderes para defender os amigos mas respeita-a quando é evidente que há quem a esteja a desrespeitar para dizer não à vontade dos eleitores.
Esta semana o país ficou a saber que só temos uma democracia porque anda porque os que tudo fazem para dizer não à vontade dos eleitores não têm a coragem de dar a cara e assumir as consequências, preferem esconder-se no lado oculto dos seus gabinetes de luxo, auferindo ordenados de luxo, beneficiando de horários e férias de luxo, tudo à custa daqueles cujo voto não aceitaram. Tiradodaqui
CREDIBILIZAR A JUSTIÇA
«Em Março de 2004, o Pedro, quando ia a passear com o filho de 5 anos pela rua de uma das pacatas cidades limítrofes de Lisboa, viu um carro da polícia estacionado em cima do passeio, a perturbar a passagem dos peões, e ao mesmo tempo viu que, dentro de uma loja de produtos informáticos, se encontravam dois polícias fardados em amena cavaqueira com a empregada da loja.
O Pedro entrou na loja, tendo-lhe a empregada perguntado o que queria. O Pedro foi directo: "Queria saber porque é que (os agentes da PSP) para além de não multarem os carros que estão em cima do passeio, ainda por cima põem o carro-patrulha em cima dos passeios" e pediu a identificação dos agentes para se queixar deles.
Os agentes deram a sua identificação mas, logo de seguida, pediram a identificação do Pedro. Este exibiu-lhes o bilhete de identidade mas recusou-se a dizer a sua morada. Os agentes deixaram-no sair da loja mas, um pouco mais à frente, interceptaram-no e conduziram-no à esquadra de trânsito, conjuntamente com o filho, "com vista à sua identificação". Aí chegados, retiveram o Pedro e o filho, querendo saber a sua morada e tirando os dados do seu bilhete de identidade, até que o deixaram ir embora.
O Pedro, no dia seguinte, foi-se queixar disciplinarmente da actuação dos dois agentes da PSP, que o tinham levado para esquadra, numa nítida retaliação contra o facto de os ter censurado por deixarem o carro estacionado em cima do passeio. Nesse mesmo dia, surgiu um minuciosamente elaborado auto de identificação do Pedro, subscrito pelos agentes da PSP em causa, em que referiam que o Pedro se tinha recusado a mostrar o bilhete de identidade e por isso o tinham levado à esquadra, que "aparentava estar sob o efeito de bebidas alcoólicas, devido ao odor que exalava", e que lhes tinha dito "vou-me queixar de vocês, os polícias são todos iguais e não fazem nada mas eu sou jornalista e vou-vos fazer a folha, isto não fica assim".
O comandante da Divisão da PSP ao ler a queixa do Pedro e o auto elaborado pelos agentes, considerou que se estaria "perante uma atitude reactiva" dos agentes, por o Pedro os ter questionado, no seu entender, legitimamente, no âmbito do exercício do seu direito de cidadania.
Não havia motivos que justificassem o acto de identificação a que tinham submetido o Pedro pelo que comunicou o assunto superiormente e determinou, dado poder "ter havido eventualmente algum procedimento que consubstancie o crime de abuso de autoridade", que o assunto fosse remetido ao procurador da República junto do tribunal da comarca.
Aí, a magistrada do Ministério Público não teve dúvidas em arquivar o processo: o Pedro tinha-se dirigido aos polícias por motivos que nada se prendiam com a sua pessoa e a forma como o tinha feito, não só não fora "de forma cívica (...) como fora mesmo provocatória". E acrescentou. "De facto, pelo tom autoritário em que foi proferida (...) é notório que se visava questionar a conduta dos agentes não só naquele acto específico como também na sua autoridade e legitimidade de uma forma geral. Isto, através de uma observação que pelos seus termos era passível de ser considerada razoavelmente por parte dos agentes como intimidativa ou com essa intenção."
Além disso, segundo os agentes, o Pedro encontrava-se alcoolizado e "naquelas circunstâncias transportava uma criança de seis anos pela mão". Na verdade, segundo o Ministério Público, a atitude do Pedro podia "ser entendida como uma tentativa de destituição ou deslegitimação do agente nas suas funções e em última análise é passível de cair na eventual injúria ou ameaça à autoridade"!
O Pedro quando leu o despacho de arquivamento do processo-crime que não fora ele sequer que iniciara, não quis acreditar: era retratado como um perigoso delinquente, bêbado e irresponsável com uma criança pelas mãos, a dizer que "ia fazer a folha" aos agentes, expressão que nem sequer conhecia porque tinha estado anos e anos no Brasil.
Decidiu, então, constituir-se assistente e requerer a instrução do processo. Pediu que fosse ouvida a funcionária da loja, foi ele e os polícias ouvidos outra vez e conseguiu que o juiz de instrução, em Dezembro de 2005, pronunciasse os dois agentes da PSP pelo crime de abuso de autoridade.
Os agentes da PSP, submetidos a julgamento, defenderam-se, afirmando que tinha sido necessário levar o Pedro à esquadra, dado que este se tinha recusado a identificar na loja e que os tinha ameaçado, mas a juíza do tribunal de 1.ª instância, em Maio de 2008, condenou-os na pena de 180 dias de multa à taxa diária de ? 6. O Pedro não recebeu qualquer indemnização porque não a tinha pedido: tal como quando se dirigira aos agentes na loja, o que o movia era um (mero) dever cívico.
Um dos agentes recorreu para o Tribunal da Relação de Lisboa, pretendendo ser absolvido e o Ministério Público junto deste tribunal concordou: em primeiro lugar porque não tinha havido qualquer prejuízo para o Pedro (!) e a lei exige no crime de abuso de autoridade que haja ou vantagens para o abusador ou prejuízos para o abusado e, além disso, não se sabia se o Pedro se tinha limitado a "anuir ao convite" para ir à esquadra ou se tinha sido contra a sua vontade (!!).
Mas, no passado dia 29 de Outubro, os juízes desembargadores Abrunhosa de Carvalho e Maria do Carmo Ferreira confirmaram a sentença que condenara os agentes da PSP. O Pedro descansou finalmente: apesar de tudo, os cidadãos ainda podem ser ouvidos, tanto na PSP como nos tribunais, e os abusos ainda podem ser punidos. No fundo, a justiça ainda é possível.» in Público
TABERNA DO MANELVINA
Como um confesso garfo, gosto de petiscar em locais que tenham uma boa cozinha e saibam receber bem. O local de que hoje vou falar é sem dúvida um desses. O dono e homem da grelha é um amigo de escola, o Alfredo, aqui hà uns anos deu uma volta ao café do pai e começou a fazer uns grelhados com tal aceitação e qualidade que hoje é uma referência na região. Isto para aqueles que gostam de comer. Para os outros é melhor não irem lá, pois ficam com má impressão.
Boas matérias primas seja nas carnes de todo o tipo, incluindo toiro e bons vinhos. È verdade, não é que interesse muito para o mister, mas é um aficionado dos toiros. As paredes estão cobertas com fotos de rapaziada conhecida que por lá tem passado e cartazes de corridas de toiros.
A Taberna do Manelvina fica nas Cruzes a cerca de 10 km de Caldas da Rainha.
Pode programar a sua viagem a partir daqui.





