ano 2002 - a comunidade dos produtores de Guaraná Sateré-Mawé da Terra Indígena Andirá-Marau, em quanto depositária da tradição de domesticação e beneficiamento do guaraná nativo no seu próprio berço ecológico, foi chamada a participar do primeiro grupo histórico de fortalezas internacionais de Slow Food (primeira comunidade representando o Brasil), e convidada para o Salão do Gosto, em Turim, no outubro do mesmo ano, nos dias da eleição do Presidente Lula. ano 2006 - na mesma região, com a mesma comunidade (acontecimento quase único até hoje) é reconhecida como fortaleza também a experiência dos Sateré-Mawé de incentivo à proteção e à criação da abelha nativa Canudo, numa variedade típica regional que nos chamamos "canudo sateré-mawé". ano 2008 - depois de 4 anos de trabalho participativo está pronto e editado o Protocolo de Produção do Waraná, em versão bilíngüe: Português e Sateré-Mawé. Instrumento através do qual o CPSM se propõe encaminhar em curto prazo o pedido de reconhecimento de uma DOP para o pão de Waraná e de uma IGP para o pó de Waraná. ano 2009: primeira versão do folder da Fortaleza do Waraná em francês e em espanhol: Fortaleza da abelha canudo links: |





