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Primeira Reunião Trimestral de Posicionamento do Programa Modernizando a Gestão Pública de Londrina (PMGP), com a presença de mais de 300 empresários da cidade, no Buffet Planalto.
Fotos: Luiz Jacobs - PML/N.COM
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O Movimento Brasil Competitivo (MBC) assina nesta quinta-feira o termo de cooperação com a prefeitura de Londrina (PR) referente ao Programa Modernizando a Gestão Pública (PMGP). O diretor presidente do MBC, Erik Camarano, encontrará o prefeito da cidade, Barbosa Neto, além de secretários municipais, representantes do Movimento Londrina Competitivo e cerca de 110 empresários que participam do projeto como patrocinadores.
A execução do PMGP em Londrina terá a duração de 14 meses, e a meta estipulada pelo MBC, de acordo com diagnóstico elaborado a partir das necessidades do município, é reduzir as despesas em R$ 15,1 milhões e aumentar as receitas em R$ 20,3 milhões, gerando um ganho total de R$ 35,4 milhões.
Em Londrina o PMGP será dividido em quatro frentes, iniciadas em diferentes datas. As frentes de Gestão da Aquisição de Produtos e Serviços e de Gestão da Saúde começam no próximo dia 17 de maio.
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“Um marco para a modernização da gestão pública da cidade” |
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Declaração é do prefeito Barbosa Neto sobre o encontro que reuniu 440 empresários para o lançamento do Movimento Londrina Competitiva (Londrina, 5 de março de 2010) Da Redação “Londrina deu um passo importantíssimo. Foi histórico. Um marco para a modernização da gestão pública da cidade”. A frase do prefeito de Londrina, Barbosa Neto, sintetiza o importante evento de fundação do Movimento Londrina Competitiva, que reuniu mais de 440 empresários da cidade, na noite da última quarta-feira (dia 3). “Londrina está aderindo ao plano de consultoria do Movimento Brasil Competitivo (MBC) para melhorar a gestão pública”, definiu o prefeito. Para Barbosa, “o choque de gestão é extremamente necessário para combater o estrangulamento das finanças do Município”. “Não houve nenhum lugar em que o programa tenha dado errado. Vai dar certo também em Londrina”, opinou durante a entrevista coletiva semanal. Com a palestra do fundador do MBC, no Buffet Planalto o empresário Jorge Gerdau Johanpeter, mais de 100 empresários contribuíram com cotas que variam de R$500,00 a R$ 3.500,00, mensais, arrecadando R$ 2,3 milhões. Os empresários pagaram os valores em 17 meses para custear o convênio com o MBC, que é no valor de R$ 2,5 milhões. O dinheiro que falta será conseguido em campanhas de arrecadação. O diretor-presidente da Sercomtel, Fernando Kireeff, avaliou positivamente a parceria firmada entre a gestão pública e os empresários. “Isso demonstra, em primeiro lugar, uma capacidade de união que essa cidade talvez não tenha visto nas últimas décadas. Independente de ideologias, crenças partidárias, ninguém pensou nisso ontem, ontem só se pensou na cidade de Londrina”, afirmou. “Londrina vai ter uma oportunidade única de contar com o que há de melhor, sob o ponto de vista tecnológico no mundo, para reformar sua gestão e fazer muito mais do mesmo. Ou seja, fazer mais com os recursos que existem hoje alocados para a prefeitura”, explicou Kireeff. O diretor-presidente da Sercomtel lembrou o exemplo bem-sucedido do governo estadual de Minas Gerais, Aécio Neves, que aplicou o choque de gestão baseado no projeto INDG, do Movimento Brasil Competitivo, e alcançou resultados bastante positivos. O Movimento Londrina Competitivo foi capitaneado pelos empresários Bruno Veronesi, Carlos Pichi, Fernando Kireeff, Flávio Meneghetti, George Hiraiwa, José Renato Mantovani, Kimiko Yoshii, Marcelo Cassa, Marcos Holzmann, Marcus Von Borstel, Oswaldo Pitol e Kentaro Takahara. Conforme o presidente do Instituto de Desenvolvimento de Londrina (Codel), Kentaro Takahara, o próximo passo agora, será o convênio com o MBC, que será responsável pela contratação de consultores e técnicos do Instituto de Desenvolvimento Gerencial (INGD). A meta estipulada pelo MBC, conforme diagnóstico elaborado previamente, é reduzir as despesas da prefeitura em R$ 15,1 milhões e aumentar as receitas em R$ 20,3 milhões, perfazendo um ganho de R$ 35,4 milhões, podendo chegar até a R$ 40 milhões. O trabalho do instituto consiste em treinamentos e reuniões, disseminando entre os funcionários municipais a idéia da gestão eficiente, o que é traduzida em incremento da arrecadação, aumento da capacidade de investimentos e melhora da qualidade dos serviços públicos prestados à população. O Movimento Brasil Competitivo é uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip), que desenvolve diretrizes e as aplica para que haja melhor aproveitamento e gerenciamento de recursos, tanto em empresas privadas quanto em órgãos públicos. O Movimento trabalha por um aumento radical da produtividade e competitividade em todas as esferas da vida econômica brasileira. Fundado em 2001, já atendeu dezenas de municípios brasileiros e Estados, entre eles São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul. 'Trabalhamos com metas e resultados. Implantamos uma nova relação público-privado. Um choque de gestão no sentido de melhorar a arrecadação dos recursos públicos', definiu o Diretor do Movimento Brasil Competitivo, Cláudio Gastal, presente ao evento. Videoteca do site do INDG . Instituto de Desenvolvimento Gerencial Neste acervo os visitantes do site do INDG, encontrarão armazenados vídeos com palestras de executivos, apresentações de cases de sucessos, com a descrição de resultados excepcionais alcançados em processos, produtos, redução de custos e aumento de receita, relatados pelas próprias organizações clientes, após implementarem, com o auxílio do INDG, o que existe de melhor no mundo em métodos e técnicas gerencias. Integram também a videoteca entrevistas e depoimentos. |



Números foram levantados na auditoria que vem sendo realizada desde maio deste ano; consultor Vicente Falconi fez palestra aos empresários de Londrina
Nas frentes de trabalho “Gestão de Saúde”, a auditoria que trabalha para melhorar o atendimento à população e reduzir as filas de espera, exemplificou que o tempo total de internação hospitalar eletiva leva em média 198 dias. O INDG trabalha para reduzir para 90 dias, eliminando 108 dias de espera, adotando um software de controle de regulação; criando a central de regulação para todas as modalidades e protocolos de regulação.