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O desafio de Israel (por favor não veja as imagens se você não tiver estômago ou for cardíaco)



A NOTÍCIA:

Israel desafia a comunidade internacional ao continuar ofensiva

El País, Uruguai

Israel decidiu correr o risco de indignar a comunidade internacional ao desafiar a resolução do Conselho de Segurança da ONU, que pede que se suspendam, imediatamente, os ataques a Gaza, por avaliarem que não há garantia de que o Hamas cesse suas atividades.

Esse desafio coloca Israel em uma posição muito mais difícil e causa as mais elevadas perdas de vidas humanas na Palestina e, assim, sua imagem se deteriora diante do mundo que questiona a legitimidade de suas ações.

“Levamos em conta esse risco antes de lançar a ofensiva, mas, para nós, a prioridade é a segurança dos habitantes do sul de Israel, submetidos a disparos de foguetes”, declarou a AFP YIgal Palmor, porta-voz do Ministério de Relações Exteriores de Israel.

Israel não quer, de maneira nenhuma, que o Hamas, favorável à destruição do Estado hebreu e oposto às condições atuais de um cessar fogo, saia vitorioso desse enfrentamento.



 
 
 
 
 
 
 
 

Os arquivos destas imagens foram recebidos através de e-mail, e não nos foi possível confirmar a fonte.





































AVALIAÇÃO DE UMA CIDADà


Depois que os Estados Unidos da América se fizeram superiores à Organização das Nações Unidas e, de forma unilateral e arbitrariamente, colocaram-se acima da decisão do Conselho de Segurança da ONU, contrariamente, inclusive à Comissão de Investigação instituída pelo organismo internacional para apurar os fatos, não há mais o que se questionar a qualquer nação que se ache suficiente o bastante para invadir, aniquilar ou exterminar outra.

Portanto, em que pese a crueldade da atitude israelense, os governos e suas respectivas cabeças, curvam-se ante à impotência, vermelhadas pela vergonha, porque não fizeram o que era correto fazer em um momento anterior, quando a atitude não podia se furtar à responsabilidade e à legalidade. Agora, tarde para se levantar e exigir o não exigido em situação análoga. Tarde, portanto, para ser justo e humanitário.

Agora, diante do massacre, do genocídio, do crime perpetrado por Israel contra os palestinos, fazer o quê? Seria preciso uma coragem em muito superior àquela que apresentam os homens públicos mundiais. Quem seria este homem? O atual presidente do Conselho Europeu, Sarcosy, coincidente e ironicamente, descendente de judeu? E a África? O presidente do Conselho de Segurança (CS) da ONU, o também francês Jean-Maurice Ripert? E a África? O presidente dos Estados Unidos da América, país com direito de veto no CS, protagonista do ataque ao Iraque, o pai que não deu o exemplo ao filho? Os presidentes do BRIC?... Faz-me rir, diriam os israelenses. E, ainda com um sorriso nos lábios, perguntariam desdenhosos: BRIC?!, novo chips no mercado? A comunidade judaica? Com que prerrogativa?

Está aí... As nações não se levantaram quando se fazia necessário que fossem firmes e decididas. Não se levantaram quando enforcaram Sadam Hussein e não lhe deram, como de seu direito, uma morte digna, uma morte militar. O mundo se calou ante à prepotência norte-americana àquela época, agora, paga o preço de ver inocentes serem incendiados dormindo, crianças serem decepadas, mães invadidas por uma dor dilacerante, pais desesperados ao ver seus filhos morrendo no descampado, ao desabrigo...

Agora as nações estão sendo obrigadas a se penitenciarem diante da arrogância, a prostrarem os joelhos diante de um monstro que ajudaram a criar. Agora, fazer o quê? Agora, exigir como?

No entanto, se, agora, as nações não se levantarem; os homens públicos não forem fortes e dignos dos cargos que ocupam; as pessoas, individualmente (que fique claro) não se indignarem e não cobrarem de seus governantes uma atitude.... Se agora o mundo for omisso (mais uma vez!!!...)... Tenho pena de nossos filhos! Não a  tenho em relação aos filhos dos nossos filhos, não sei se eles poderão existir em paz.