tags: crowdsourcing, risk management, risk factor, open innovation, lieda amaralIS ART SUBJECT FOR STANDARDS?An ISO Working Group has been established with the objective to develop an ISO Standard on risk management by 2009. Ferma - FEDERATION OF EUROPEAN RISK MANAGEMENT ASSOCIATIONS - believes that risk management is an integral part of management and management of an entity cannot be standardized.
The scope of risk management is broad and its application extremely complex. It is taught at many schools and universities. Although the subject is the same, the contents of the subject material are very different. The field of risk management is still in rapid development with new concepts and ideas emerging on a regular basis. This field, therefore, requires on-going monitoring. There is no consensus, among practitioners, on scope, processes and tools for risk assessment and risk treatment. Meaningful and practical ways to calculate probability and severity of risk, two essential theoretical elements of risk evaluation, for example, have yet to be developed. There are no generally accepted, consistent and comparable performance indicators for risk management, or accepted methods to do meaningful costs benefits analysis. Communication on risk issues is intricate It is not in the best interest of our corporations for risk communication to be standardized. Finally, risk management is still considered more an Art than a Science. Is Art subject to standards? SEE MORE
Um ISO Grupo de Trabalho foi instituído com o objectivo de desenvolver uma norma ISO sobre gestão de risco em 2009.
(Portugues - tradução livre do texto acima) - Documento produzido em 11/2007 Ferma - FEDERAÇÃO DAS ASSOCIAÇÕES EUROPEIAS DE GESTÃO DE RISCOS - considera que a gestão de riscos é uma parte integrante da gestão e a gestão de uma entidade não pode ser padronizada. O escopo da gestão de risco é amplo e sua aplicação extremamente complexa. É ensinado em muitas escolas e universidades. Embora o tema seja o mesmo, o conteúdo das disciplinas são muito diferentes. O campo da gestão de risco ainda está em rápido desenvolvimento, com novos conceitos e ideias emergentes numa base regular. Esse campo, por isso, exige o acompanhamento permanente. Não há consenso, entre os profissionais, no âmbito de aplicação, processos e ferramentas para a avaliação de risco e seu tratamento. Significado e as formas práticas para calcular a probabilidade e gravidade de risco, dois elementos teóricos essenciais de avaliação de risco, por exemplo, ainda têm de ser desenvolvidos. Não há indicadores de desempenho consistentes e comparáveis para a gestão de riscos geralmente aceites, ou métodos aceites de custos benefícios que propiciem uma análise significativa dos riscos. A comunicação sobre questões de risco é um processo intrincado. Não há interesse algum das corporações que compõem o FERMA que a comunicação dos riscos venha a ser padronizada. Por último, a gestão de riscos ainda é considerada uma arte mais do que uma ciência. Arte é objecto de normas? Extraindo algumas conclusões do texto elaborado pelo grupo técnico do FERMA:
Ainda hoje há muito campo para estudo em gestão de riscos organizacionais, qual a metodologia ou modelo que melhor se adequa, quais os critério de mensuração e avaliação e quais estratégias de comunicação que melhor se adequam ao perfil de cada empresa.
Risk Management and Personal ValuesRisk management involves a number of human activities which are based on the way the various stakeholders perceive risk associated with IS assets. Personal Value theory claims that risk perception within social groups and structures is predictable according to group and individual worldviews; so it´s important to examine the implications of personal value theory on open innovation risk management as a means for crowdsourcing experts to manage stakeholders, brokers and seekers perceptions. Understanding the factors influencing users’ adoption and use of innovative technologies is a critical issue for researchers and practitioners. People´s beliefs and behaviour can contribute or block the process of developing and implementing new ideas. We take people´s beliefs and this study foucus will be to provide further empirical evidence of a relationship between personal values and Information Systems Innovation (ISI) adoption and how the personal values should influence the risk perception. It is generally accepter that risks, if not managed properly and scuccessfully may cause a lot of problems. "Risk management is a central part of any organisation´s strategic management. It is the process whereby organisations methodically address the risks attaching to their activities withh the goal of achieving sustained benefit within each activity and across the portfolio of all activities" (AIRMIC/ALARM/IRM, 2002). Some interesting links...Risk Management BELRIM - Belgian Risk Management Association SIRM - Swiss Association of Insurance and Risk Managers PMI Risk Management SIG - a specific interest group Software Engineering Institute - SEI/CMU Riskmail - online forum in the field of Risk Management and Insurance RISKINFO - Resources for Risk Management, Safety, and Insurance Professionals GARP - Global Association of Risk Professionals CENTER FOR RM and INSURANCE RESEARCH - at the J. Mack Robinson College of Business Administration, Georgia State University. Risk and Insurance Management Society AMRAE - Association pour le Management des Risques et des Assurances de lÉntreprise/ AIRMIC - Association of Insurance and Risk Managers AS/NZS - The Standards Australia Group FERMA - Federation of European Risk Management Associations - SRA - Society for Risk Analysis COSO - Commitee of Sponsoring Organization of the Treaday Commission Project Management INOVANDO E CORRENDO RISCOS - PORTUGUESE PUBLISHED IN 03/17/2009 by Lieda Amaral de Souza Inovar significa não ter medo do futuro. Inovar significa romper barreiras. Inovar significa correr riscos. Tais clichés devem ter algo de verdadeiro. Façamos a seguinte reflexão: que sociedade queremos, será que realmente desejamos que nossas pequenas empresas se tornem grandes e que as grandes tornem-se corporações transnacionais e consequentemente grandes financiadores das políticas sociais? Ao longo dos últimos anos, um elevado número de acadêmicos e empreendedores têm voltado sua atenção para estudar o fenômeno da inovação. Vários autores (Cobbenhagen, 2000), (Thomke, 2001) (Tidd, et al., 2005), (von Hippel, et al., 2003) consideram a inovação como o sendo talvez o principal fator para as organizações públicas ou privadas melhorarem seus negócios e atingirem altos padrões de desempenho, garantirem competitividade e sustentabilidade. Algumas entidades tornam-se exemplo pela capacidade de ao longo dos anos demonstrar sua capacidade criativa de inovar na gestão, nas práticas e nos processos organizacionais. Estudos recentes acerca de inovação têm apontado a crescente relevância do papel das fontes externas no processo de inovação organizacional e alertam para a necessidade de envolvermos um grande leque de atores, internos e externos à organização, além de outras fontes, com o objetivo maior de garantir o sucesso das estratégias de gestão. Mas inovar traz riscos. Riscos de perdas financeiras ou de não ser bem sucedido. Se por acaso a inovação requerer algum tipo de mudança organizacional ou regimental, mexerá com zonas de conforto individuais e o risco poderá ser ainda maior! Não faltará quem tente sabotá-la, desacreditá-la ou até mesmo boicotá-la. Existem vários tipos de riscos associados a projetos inovadores. Riscos técnicos, os quais poderiam inviabilizar a implantação de uma boa ideia ou de uma tecnologia necessária à melhoria dos processos organizacionais. Quem já não ouvir falar de casos em que o projeto era maravilhoso, traria ótimos resultados e de última hora foi paralisado porque os recursos tecnológicos ou humanos não foram disponibilizados ou porque um adversário político lançou dúvidas sobre ele? Sem contar também a existência dos riscos econômicos e financeiros, cujos custos poderão ser maiores que os benefícios esperados da inovação… E as possibilidades falhas devido a uma implementação mal feita da inovação por falta de profissionais qualificados para implementá-la? Outro risco bastante comum e cada vez mais evidentes em algumas administrações são aqueles resultantes de miopia gerencial, a qual impede alguns de perceberem as vantagens e benefícios da inovação. Esses riscos se não gerenciados distanciam colaboradores e pessoas com capacidade de inovação e criatividade. Quem já não presenciou em algum momento a desmotivação de colegas, amigos, funcionários, familiares…os quais cansados de verem bons projetos engavetados perguntam-se: inovar para quê? Afinal por que correr riscos? O medo paralisa e as vezes o mais prático é ficar a distância assistindo a pseudosgestores deliberadamente rejeitarem excelentes projetos altamente inovadores os quais permitiriam a instituição dar verdadeiramente um salto qualitativo. Não permitamos em nossas organizações que nossas equipes se desmotivem ou sejam desacreditadas. Profissionais que por opção de vida dedicam-se às suas instituições e a melhorar a qualidade de vida dos cidadãos tem uma alta capacidade de inovar e de correr riscos! Referências Bibliográficas Cobbenhagen, J. 2000. Successful Innovation: towards a new theory for management of small and medium-sized enterprises. Cheltenham : Edward Elgar Publishing, 2000. Thomke, Stefan. 2001. Englihtened Experimentation: The New Imperative for Innovation. HARVARD BUSINESS REVIEW. 2, Feb 2001, Vol. 79, 1, pp. 66-75. Tidd, J, Bessant, John and Pavitt, Keith. 2005. Managing Innovation. Integrating technological, market and organisational change. New York : Wiley and Sons, 2005. von Hippel, Eric and Von Krogh, G. 2003. Open Source Software and the "Private-collective" Model: Issues for Organization Science. ORGANIZATIONAL SCIENCE. 14, 2003, Vol. 2, 1. [1] Auditora Fiscal da Receita Federal do Brasil Doutoranda em Tecnologia e Sistemas de Informação - Escola de Engenharia - Universidade do Minho - Portugal | Risk Management and Crowdsourcing InnovationLiêda Amaral - lieda@dsi.uminho.pt It is very important to managers identify the risks associated with projects and integration of project results, new processes or technologies in the business model of the company or group of companies. Risk and uncertainty are inherent in innovation activities whose objectives are path generation, i.e. breaking away from path dependencies to create new markets with pioneering technologies (Ahuja and Lampert, 2001[i]). The risk management process is the systematic application of management policies, procedures, monitoring practices to the tasks of communicating, establishing the context, identifying, analyzing, evaluating, evaluating, treating, monitoring and reviewing risk. Management system elements can include strategic planning, decision making, and other strategies, processes and practices for dealing with risk. The problem of learning as a risk management approach is implicitly addressed in the innovation literature, but riskiness in decision making has an explicit and lengthy scholarly history. Byrd and Brown, 2003[ii] ,in their book, provided a comprehensive approach to innovation .Their premise is based on the relationship between creativity and risk taking, which are combined in the following formula: innovation = creativity x risk taking. The term risk and uncertainty are usually interchangeably. In the open innovation context, could be adopted the concept of risk expressed on AS/NZS 4360 Standards- 1999:2004[iv] as “the chance of something happening that will have an impact upon objectives and it is measured in terms of consequences and likelihood of an incident happening”. The definition given above works well for open innovation because it contains the key elements that are of interest of management, that are business strategy and business objectives. Risk can be understood as a set of vulnerabilities that affect the goals of an organization and impact on its goals. It can be threaten or opportunity. In this context, risk is not only negative events happening, but not taking advantage of opportunities can be considered a risk as well. Risk may have a positive or negative impact. [i] Ahuja, G., & Lampert, C.M. (2001). Entrepreneurship in the large corporation: a longitudinal study of how established firms create breakthrough inventions. Strategic Management Journal, 22, 521-543. [ii] Byrd, Jacqueline and Brown, Locwood,( 2003). The Innovation Equation: Building Creativity and Risk Taking in Your Organization. San Francisco: Jossey-Bass/Pfeiffer. 195p. [iii] Darlington, Angela. Simon, Grout.,Whitworth, Jonh.( 2001). How safe is enough? An introduction to risk management. The Staple Inn Acturial Society. [iv] Australian/New Zealand Standards for Risk Management. 4360:2004(2004) Risk Management Standards Association of Australia, Strathfield. "Towards a Framework to Manage Operational Risk in Public Administration: an action research project"
Lieda Amaral, J. Esteves and A.Ramos This paper was presented in the 3rd European Conference on Research Methodology for Business and Management (University of Reading, 2004). In this paper we report an action research project which aims to define an operational risk framework to The Brazilian Social Security Tax Administration . Risk Management is an essencial component of good corporate governance. This conceptual framework encompasses both qualitative and quantitative aspects. We describe the advantages of this framework compared with other methods/techniques to manage operational risk. We also discuss the issues and benefits of action research method usage in public administration research. Too see full text click here Risk AppetiteIn the Orange Book, the HM Treasury (UK) defines risk appetite. At the Orange Booke, the concept may be looked at in different ways depending on whether the risk (the uncertainty) being considered is a threat or an opportunity: • When considering threats the concept of risk appetite embraces the level of exposure which is considered tolerable and justifiable should it be realised. In this sense it is about comparing the cost (financial or otherwise) of constraining the risk with the cost of the exposure should the exposure become a reality and finding an acceptable balance; • When considering opportunities the concept embraces consideration of how much one is prepared to actively put at risk in order to obtain the benefits of the opportunity. In this sense it is about comparing the value (financial or otherwise) of potential benefits with the losses which might be incurred (some losses may be incurred with or without realising the benefits). Risk Management Speakers
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