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Veja abaixo os filmes explicativos!
O famoso (Trabalhe em casa) está aumentando a cada dia! O trabalho remoto já está incorporado ao organograma, principalmente de empresas globais. "De que adianta investir uma fortuna para trazer para o centro da cidade corpos pesando 80 quilos, se o que vocês querem são os cérebros deles, que pesam 3,8 quilos?" Autor de frases memoráveis como essa, o guru da administração Peter Drucker (1909/2005), que escreveu mais de 20 livros e tem até hoje uma grande influência nos destinos da administração mundial, através de suas idéias modernas, arrojadas e inovadoras, já pressentia que o home office, o trabalho remoto, iria rapidamente deixar de ser uma excentricidade e se tornar um crescente modus vivendi corporativo. Idéia que começou a vigorar nos anos 1990, a prática foi no princípio exercida por profissionais liberais (arquitetos, por exemplo) e trabalhadores free-lancers, mas hoje já está incorporada ao organograma de muitas empresas, especialmente globais. Leila Prati, gerente global de marketing em lubrificantes para o varejo da Shell, há três anos deixou o escritório da empresa na Barra, Rio de Janeiro, para, de casa, comandar uma rede mundial. "Não tem sentido eu trabalhar em um escritório clássico, já que minha equipe está espalhada pelo mundo e jamais poderei reuni-la num mesmo espaço físico", diz. "De casa, posso fazer uma reunião com Singapura às 5 horas da manhã, enquanto tomo confortavelmente o café da manhã, depois esperar o ônibus escolar com minhas filhas e em seguida continuar on-line com a empresa. É um ganho de tempo e de qualidade de vida, o que se reflete em produtividade." Para ela, o trabalho virtual é uma decorrência da globalização e não tem retorno. "A Shell, como outras empresas globais, tem uma política para home office", explica Leila, que tem em casa toda a infra-estrutura de que necessita. "Estou sempre em contato com a matriz por banda larga, MSM e ainda telefone e celular. É claro que às vezes sinto falta do cafezinho, do contato pessoal, mas não ter que enfrentar congestionamentos, ver diminuidos os problemas de segurança e ainda sem aquele sentimento de culpa de mãe que trabalha até tarde compensa." O Serpro tem hoje 75 funcionários em seu programa de teletrabalho criado em 2005. O programa já representou, segundo pesquisa, um ganho em produtividade de 10,5% e uma economia em logística de 47,1%. Quem coordena o programa é Joselma Oliveira que o desenvolveu a pedido do próprio Serpro quando fazia uma pós-graduação paga pela empresa interessada em saber como se comportaria um programa desse tipo em uma empresa de TI e Comunicação. O que a princípio parece apenas uma simples questão de deslocamento físico, exige na verdade uma série de pressupostos a começar de adaptações na CLT. "Uma vez por semana todos têm que vir à empresa fazer o social", diz Joselma. "Sempre fui um apaixonado pelo tema e por isso quis participar da experiência e estou gostando muito", conta Flavio Correia de Souza, técnico em informação do Serpro que trabalha com indicadores da regional de Brasília. "Com a tecnologia atual e com a metodologia de trabalho, o teletrabalho se revela mais produtivo. A experiência tem sido importante para o meu desenvolvimento, leio mais pois tenho mais horas disponíveis", comenta Souza, que montou um escritório isolado dentro da própria casa. No exterior, o home office já abrange um grande número de pessoas. Nos Estados Unidos, o número cresceu bastante, especialmente depois do 11 setembro, alcançando 18% da força de trabalho. No Brasil esse número ainda é baixo, estimado pelo mercado em cerca de 3,5 milhões. "Esse número tende a crescer rapidamente, só faltam vencer, na verdade, barreiras culturais, afinal, qual empresa não quer reduzir drasticamente seus custos", diz Douglas Rivero, country manager da SonicWALL para América do Sul, empresa que cria soluções para que as corporações diminuam os riscos com os colaboradores remotos. "Há muitos mecanismos para solucionar o problema da segurança que é ainda uma grande preocupação", diz Douglas, ele próprio um trabalhador remoto, que passa 98% do seu tempo, segundo diz, fora da empresa e na companhia do notebook. Diferencial Recentemente uma pesquisa da SonicWALL com 1.100 executivos dos Estados Unidos e Austrália mostrou que mais da metade dos entrevistados acreditam que a opção do trabalho remoto é um diferencial competitivo e um componente de motivação para os funcionários. Mais de um terço dos pesquisados possuem funcionários que trabalham fora do escritório 20% ou mais do tempo. Os principais motivos para essa opção de trabalho são motivação do funcionário (58%); aumento no preço dos combustíveis (34%), condições climáticas e trânsito (33%); e custo do espaço no escritório (32%). Metade dos entrevistados disse que suas empresas também possuem políticas para os funcionários remotos. Apesar do crescente apoio a esse modelo de trabalho, os executivos identificaram algumas preocupações no gerenciamento dessa força de trabalho remota. Entre as três principais, mais de 20% dos entrevistados estão preocupação com a produtividade desses funcionários, apesar de que 34% dos executivos acreditarem que os trabalhadores remotos são mais produtivos; 15% acreditam que os funcionários remotos estão perdendo algum aspecto por não estarem fisicamente presentes no escritório e há preocupação especial com as possíveis brechas de segurança. (Gazeta Mercantil - Regina Neves) Veja abaixo ou aqui os filmes explicativos! Os mandamentos do empreendedor de sucesso
Aumenta o leque de profissionais virtuais - São Paulo - Qui, 18 Out/2007, 07h47 -
"O Brasil ainda não tem uma regulamentação para o teletrabalho. O País precisa primeiro assinar a Convenção 177 da Organização Internacional do Trabalho (OIT)", conta Joselma. Para o programa do Serpro foram criados 23 instrumentos para adaptar as necessidades da empresa. A adesão é voluntária e não é fácil adquirir o status. São pelo menos três meses de avaliações que incluem um amplo perfil psicosocial a análise de mínimos detalhes. Por exemplo, marido e mulher não devem trabalhar ao mesmo tempo em casa para não desgastar a relação. Também é feita uma análise organométrica do espaço da casa do funcionário, antes da autorização.
O interesse de toda a sociedade em relação aos pequenos negócios é explicado pelo seu grande significado político e econômico. Político porque as micro e pequenas empresas funcionam como fator de equilíbrio da estrutura empresarial brasileira e coexistem com as grandes empresas. Econômico porque geram grande número de empregos, por isso, contribuem muito na geração de receitas e na produção de bens.
Para se ter uma idéia, das 470 mil empresas registradas pelo Departamento Nacional de Registro do Comércio (DNRC) no Brasil em 1998, 34% foram enquadradas como micro empresas e cerca de 50% eram pequenas e médias. Ou seja, pelo menos 84% desses empreendimentos, no país, são de pequeno porte. No entanto, muitos empresários não conseguem manter suas portas abertas por muito tempo 56.291 empresas foram extintas em 1998, 11,4% a mais que no ano anterior. Pesquisas do SEBRAE-SP mostram que cerca de 58% das empresas de pequeno porte abertas em São Paulo não passam do terceiro ano de existência. O que leva tantas empresas à extinção? O que faz com que outras sobrevivam aos trancos e barrancos?
O fracasso pode estar ligado à falta de dinheiro no mercado, escassez de recursos próprios etc. Mas outras causas podem estar nos próprios empreendedores, isto é, a falta de habilidade administrativa, financeira, tecnológica e mercadológica.
A força que empurra o empresário para o sucesso é, sem dúvida, a vontade de enfrentar o desafio de abrir o próprio negócio. Mas somada à essa vontade tem que haver a disposição para adquirir conhecimentos e para desenvolver comportamentos adequados a empreendedores bem-sucedidos. Pesquisas feitas com empresários bem-sucedidos identificaram qualidades especiais comuns a todos eles. Aproveitando essa "receita" montou-se um decálogo do empreendedor de sucesso. Dez itens que revelam a personalidade de homens e mulheres que foram à luta e obtiveram seu lugar no mercado.
Assumir riscos - Esta é a primeira e uma das maiores qualidades do verdadeiro empreendedor. Arriscar conscientemente é ter coragem de enfrentar desafios, de tentar um novo empreendimento, de buscar, por si só, os melhores caminhos. É ter autodeterminação. Os riscos fazem parte de qualquer atividade e é preciso aprender a lidar com eles.
Identificar oportunidades - Ficar atento e perceber, no momento certo, as oportunidades que o mercado oferece e reunir as condições propícias para a realização de um bom negócio é outra marca importante do empresário bem-sucedido. Ele é um indivíduo curioso e atento a informações, pois sabe que suas chances melhoram quando seu conhecimento aumenta.
Conhecimento - Quanto maior o domínio de um empresário sobre um ramo de negócio, maior é sua chance de êxito. Esse conhecimento pode vir da experiência prática, de informações obtidas em publicações especializadas, em centros de ensino, ou mesmo de "dicas" de pessoas que montaram empreendimentos semelhantes.
Organização - Ter capacidade de utilizar recursos humanos, materiais financeiros e tecnológicos de forma racional. Resumindo: ter senso de organização. É bom não esquecer que, na maioria das vezes, a desorganização principalmente no início do empreendimento compromete seu funcionamento e seu desempenho.
Tomar decisões - O sucesso de um empreendimento, muitas vezes, está relacionado com a capacidade de decidir corretamente. Tomar decisões acertadas é um processo que exige o levantamento de informações, análise fria da situação, avaliação das alternativas e a escolha da solução mais adequada. O verdadeiro empreendedor é capaz de tomar decisões corretas, na hora certa.
Liderança - Liderar é saber definir objetivos, orientar tarefas, combinar métodos e procedimentos práticos, estimular as pessoas no rumo das metas traçadas e favorecer relações equilibradas dentro da equipe de trabalho, em torno do empreendimento. Dentro e fora da empresa, o homem de negócios faz contatos. Seja com clientes, fornecedores e empregados. Assim, a liderança tem que ser uma qualidade sempre presente.
Dinamismo - Um empreendedor de sucesso nunca se acomoda, para não perder a capacidade de fazer com que simples idéias se concretizem em negócios efetivos. Manter-se sempre dinâmico e cultivar um certo inconformismo diante da rotina é um de seus lemas preferidos. Independência Determinar seus próprios passos, abrir seus próprios caminhos, ser seu próprio patrão, enfim, buscar a independência é meta importante na busca do sucesso. O empreendedor deve ser livre, evitando protecionismos que, mais tarde, possam se transformar em obstáculos aos negócios. Só assim surge a força necessária para fazer valer seus direitos de cidadão-empresário.
Otimismo - Esta é uma característica das pessoas que enxergam o sucesso, em vez de imaginar o fracasso. Capaz de enfrentar obstáculos, o empresário de sucesso sabe olhar além e acima das dificuldades.
Tino empresarial - O que muita gente acredita ser um "sexto sentido", intuição, faro empresarial, típicos de gente bem-sucedida nos negócios é, na verdade, na maioria das vezes, a soma de todas as qualidades descritas até aqui. Se o empreendedor reúne a maior parte dessas características terá grandes chances de ter êxito. Quem quer se estabelecer por conta própria no mercado brasileiro e, principalmente, alçar vôos mais altos, na conquista do mercado externo, deve saber que clientes, fornecedores e mesmo os concorrentes só respeitam os que se mostram à altura do desafio.
Texto: Prof. Dr. José Dornelas (
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Tem vontade de trabalhar por conta própria?
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Está cansado de investir seu trabalho e suas idéias para os outros?
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Não quer mais ter patrões?
Se respondeu afirmativamente às essas questões, então você tem espírito empreendedor.
A vontade e a determinação é o que conta mais para a abertura de um negócio próprio.
Se realmente está determinado a trabalhar por conta própria, não pense que terá mais tempo para si, pense sim que será dono do seu tempo e que poderá geri-lo da melhor forma possível. Assim, embora não tenha mais tempo para a sua vida pessoal, será com certeza mais fácil arranjar um espaço para ela..
Dicas para trabalhar por conta própria e ter sucesso sem prejudicar a sua vida pessoal
O seu sucesso
O sucesso do empreendedor reside na capacidade de assumir e enfrentar, da melhor maneira, os riscos inerentes à sua ocupação.
No entanto, acautele-se para não ficar obcecado pelo sucesso. Isso seria decerto muito prejudicial à sua família, porque quando só se pensa em ter sucesso, o trabalho "engole-o" e a família acaba por ficar para segundo plano.
A sua organização
Para uma boa organização, o melhor é não só investir na gestão da sua rede informática, como também saber delegar tarefas e marcar timings.
Isso será positivo porque vai usufruir de uma boa gestão do seu tempo, o que lhe permite ter mais tempo para a família.
O seu local de trabalho
Não vá só pela aparência. O local onde vai instalar o seu negócio deverá ter bons acessos e bastante estacionamento.
Se assim não for, acaba por ter de enfrentar as infernais filas de trânsito todos os dias e ter de procurar estacionamento durante horas.
O seu tempo
Saiba gerir o seu tempo, caso contrário o stress vai aumentar e a sua família vai ficar prejudicada. Quando chegar a casa estará tão cansado e irritado, pelo dia extenuante que teve, que não terá paciência nenhuma para brincar com o seu filho mais novo ou conversar com o seu cônjuge.
O seu público alvo
Certifique-se que o público alvo está no local que escolheu para montar o seu negócio.
Caso contrário, terá de andar constantemente em viagens e mais uma vez quem vai sair prejudicada é a sua família.
A sua energia
Não desperdice energia! Não trabalhe demais! Se é certo que quando se trabalha por conta própria a pessoa tem mais motivação, porque o que fizer é para si, também é verdade que, se exagerar, a sua família e amigos vão sofrer com isso. Todas as pessoas precisam de descansar e de se divertirem, senão em breve haverá uma grande lacuna nas suas vidas.
A sua concorrência
Analise a concorrência e veja onde pode ser inovador, veja bem os factores qualidade/preço.
Se houver demasiada concorrência, o mais natural é que o negócio não vá em frente ou, se for, vai ter de ultrapassar muitos obstáculos que lhe vão despender mais tempo, tempo esse que podia aproveitar para estar com a sua família e amigos.
O seu objectivo
Determine o seu objectivo. Vai poupar tempo e muitas preocupações.
Além disso, os seus funcionários vão agradecer-lhe porque a organização será maior e, por outro lado, vai de certeza sobrar-lhe mais tempo para a sua vida pessoal.
Encha-se de coragem!
Mesmo que tudo lhe pareça difícil, não deixe de formar o seu negócio.
Trabalhar por conta própria é sempre muito mais aliciante!
No entanto, mesmo que inconscientemente, não ponha de parte a sua vida pessoal.
Ela é muito importante para a sua saúde mental e, consequentemente, para o sucesso do seu negócio certo
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As principais dicas parao Empreendedor de Sucesso
Todos sabemos o risco e as dificuldades de nos lançarmos num negócio por conta própria, mas nem todos temos um perfil adequado para iniciarmos esta aventura. É preciso ter determinadas características pessoais e profissionais para aguentar o barco firme, sobretudo durante a fase inicial em que parece estarmos sempre a remar contra a maré¦
Para os espíritos aventureiros, que davam tudo para serem patrões de si próprios, aqui ficam algumas dicas:
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Nunca trabalhe menos do que aquilo que é capaz. Segundo a sabedoria popular o sucesso é sempre feito de suor.
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Seja flexível. Em qualquer negócio, deverá haver a facilidade de acompanhar as mudanças do mercado e as exigências da clientela.
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Faça um upgrade aos seus conhecimentos. Ao gerir o seu negócio terá de estar preparado para lidar com várias áreas de negócio: desde o marketing à contabilidade.
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Escolha bem os seus colaboradores e parceiros. Ouça e aceite conselhos e sugestões. Toda a equipe tem que funcionar em plena harmonia para que o negócio não falhe.
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Saiba aceitar os seus erros tão bem como as suas vitórias. A melhor forma de lidar com os erros é tentar corrigi-los e seguir em frente.
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Valorize sempre os seus clientes. Manter bons e fiéis clientes é a principal regra para o sucesso de qualquer negócio.
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Não se deixe desanimar por nada nem ninguém. Se acredita no potencial da sua idéia e conseguir aguentar os difíceis tempos iniciais, tem boas chances de ser bem sucedido.
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Mantenha a separação entre a sua vida pessoal e profissional. Apesar de estar por conta própria, é essencial que estabeleça horários e espaços próprios para o seu negócio.
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Use a Internet. Não existe forma mais rápida e eficaz de divulgação: crie uma página para o seu negócio, edite uma newsletter, junte-se a newsgroups, veja como aqui: http://www.negociocerto.ws
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Uma franquia é a melhor maneira para um empreendedor superar as barreiras para o sucesso. Quando você adquire uma franquia ganha o direito de trabalhar os produtos ou serviços providos por sua companhia. É um negócio pronto e aprovado completo com produtos ou serviços, treinamentos, sistema de vendas, políticas e procedimentos.
É exatamente o mesmo no Marketing de Rede, exceto que você "não" tem que pagar uma taxa de franquia nem mesmo os enormes custos para começar, nem ter uma loja de varejo e/ou equipamento elaborado, nem contratar e administrar empregados ou nem ter restrições geográficas em seu território de marketing. Você também não tem que reembolsar uma porcentagem de suas vendas à companhia de Marketing de Rede, como você faz no franchising. E mais, você é um contratante independente - você trabalha para você - não para "a companhia". E como se tudo isso, não fosse bom o bastante, uma companhia de Marketing de Rede faz algo mais verdadeiramente revolucionário para você. Eles lhe dão a possibilidade de você oferecer a oportunidade de construir um negócio próprio próspero para outros, também! Ou seja, seu negócio pode ser adquirido por outra(s) pessoa(s) e você ganha um royalty! E assim todas as pessoas que você ensinar o sistema de trabalho, como você, elas possuirão seus próprios negócios independentes de Marketing de Rede.
Por isso este negócio é também conhecido como Franquia Pessoal. Com sua Franquia Pessoal
Essa é uma legítima oportunidade de iniciar o seu negócio próprio a partir de sua casa. O primeiro passo é que você compreenda que este é o SEU PRÓPRIO NEGÓCIO. Esta oportunidade destina-se a toda pessoa, homem ou mulher, maior de 18 anos, que tenha garra, determinação, força de vontade e um forte desejo de ter sucesso na vida. Mas atenção!!!! A nossa proposta:
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Fim do emprego: entenda o porquê da reação positiva diante dessa mudança
09 de novembro de 2007 às 02:00 Infopessoal
"O emprego está acabando", avisa o presidente do Grupo Cherto, Marcelo Cherto. Em um primeiro momento, a sentença parece um tanto negativa, ameaçadora e desesperadora. Entretanto, para o consultor, ela está longe de ser assim.
Na verdade, o fim dos empregos pode mudar radicalmente a vida das pessoas (para melhor). Essa aproximação mais otimista do fato é sugerida por Cherto, para quem o empreendedorismo, em suas diversas facetas, é a solução do problema. "Minha visão é de que a pessoa que sofre com a redução dos empregos possui inúmeras saídas: abrir um negócio próprio, começando do zero, comprar um empreendimento já consolidado, ir para o ramo de franquias, ou ser autônomo", argumenta. "O famoso ´frila` é, nos Estados Unidos, conhecido como free agent. O termo se refere àquele que não possui vínculo societário ou trabalhista com a empresa e também não é um consultor." O lado positivo Para Cherto, essas opções alternativas ao emprego tradicional são boas. Primeiro porque, hoje, mesmo quem é contratado com carteira assinada não possui estabilidade. Não existe mais uma relação matrimonial entre funcionário e empresa. Mantém o emprego quem dá lucro. Em segundo lugar, porque muitos profissionais, segundo ele, preferem atuar de maneira independente, sem precisar seguir ordens de um chefe. "Sei de casos de pessoas que jamais querem ser empregadas, que não conseguem agir sem independência, pois não têm esse perfil." Cherto defende que, com a mudança cada vez mais rápida nas relações de trabalho, o indivíduo pode, agora, se realizar, descobrindo e investindo em seu potencial e sua vocação. Como empreender A palavra empreender não se restringe ao ato de abrir uma empresa. Ela é mais abrangente e diz respeito à aposta em quaisquer oportunidades que surgirem. Mas como descobrir oportunidades? "Elas estão aí, basta saber enxergar", responde o presidente do Grupo Cherto. Quando indagado se, para empreender, é necessário ter criatividade, ele diz que não e exemplifica: "Conheci uma mulher que lucrava arrumando armários. Ela já tinha a agenda lotada até o final do ano. Ela é criativa? Não, pois simplesmente enxergou uma necessidade das pessoas. Provavelmente, ao conversar com as amigas, ela notou o número de reclamações decorrente da falta de tempo para arrumar armários." Mais exemplos citados por Cherto foram o de um homem de negócios que atua como presidente temporário em empresas e outro que cobra para conversar e sair com as pessoas, fazendo papel de amigo. Isso mesmo, ele vendia sua amizade. E as pessoas o procuravam muito. Apesar de um pouco absurdas, pelo menos em um primeiro contato, esses exemplos mostram que basta estar antenado à sociedade e ao mundo em que vivemos para arranjar trabalho. Acesse http://www.mulheresdenegocios.3a2.com para ler mais assuntos e dicas!
Procuram-se líderes urgente!
Segundo Chiavenato a Teoria das Relações Humanas constatou a influência da liderança sobre o comportamento das pessoas. Existem três principais teorias sobre a liderança: Traços da personalidade. Segundo esta teoria, já desacreditada, o líder possuiria características marcantes de personalidade que o qualificariam para a função. |
Estilos de liderança. Esta teoria aponta três estilos de liderança: autocrática, democrática e liberal.
Situações de liderança. Nesta teoria o líder pode assumir diferentes padrões de liderança de acordo com a situação e para cada um dos membros da sua equipe.
Para Lacombe os líderes influenciam as pessoas graças ao seu poder, que pode ser o poder legítimo, obtido com o exercício de um cargo, poder de referência, em função das qualidades e do carisma do líder e poder do saber, exercido graças a conhecimentos que o líder detém.
Tipos de Liderança
Liderança Autocrática: Na Liderança Autocrática o líder é focado apenas nas tarefas. Este tipo de liderança também é chamado de liderança autoritária ou diretiva. O líder toma decisões individuais, desconsiderando a opinião dos liderados.
Liderança Democrática: Chamada ainda de liderança participativa ou consultiva, este tipo de liderança é voltado para as pessoas e há participação dos liderados no processo decisório.
Liderança Liberal ou Laissez faire: Laissez-faire é a contração da expressão em língua francesa laissez faire, laissez aller, laissez passer, que significa literalmente "deixai fazer, deixai ir, deixai passar".
Liderança
A liderança é um tema importante para os gestores devido ao papel fundamental que os líderes representam na eficácia do grupo e da organização. Os líderes são responsáveis pelo sucesso ou fracasso da organização.Liderar não é uma tarefa simples. Pelo contrário. Liderança exige paciência, disciplina, humildade, respeito e compromisso, pois a organização é um ser vivo, dotado de colaboradores dos mais diferentes tipos.
Dessa forma, pode-se definir liderança como o processo de dirigir e influenciar as atividades relacionadas às tarefas dos membros de um grupo. Porém, existem três implicações importantes nesta definição.
Primeira: a liderança envolve outras pessoas, o que contribuirá na definição do status do líder. Segunda: a liderança envolve uma distribuição desigual de poder entre os líderes e os demais membros do grupo. E terceira: a liderança é a capacidade de usar diferentes formas de poder para influenciar de vários modos os seguidores.
De fato, os líderes influenciam seguidores. Por este motivo, muitos acreditam que os líderes têm por obrigação considerar a ética de suas decisões. Apesar de a liderança ser importante para a gerência e estreitamente relacionada a ela, liderança e gerência não são os mesmo conceitos. Planejamento, orçamento, controle, manutenção da ordem, desenvolvimento de estratégias e outras atividades fazem parte do gerenciamento. Gerência é o que fazemos.
Liderança é quem somos.
Uma pessoa pode ser um gerente eficaz, um bom planejador e um gestor justo e organizado e, mesmo assim, não ter as capacidades motivacionais de um líder. Ou simplesmente pode ocorrer o contrário. Uma pessoa pode ser um gerente ineficaz, porém, em contrapartida, ter as habilidades necessárias para um bom líder.
Entre os desafios apresentados pelo ambiente mutável, as organizações estão valorizando cada vez mais os gerentes que possuem habilidades de liderança. Qualquer pessoa que aspire a ser um gerente eficaz deve também se conscientizar de praticar e desenvolver suas habilidades de liderança.
Afinal, nascemos ou nos tornamos líderes?
LIÇÕES DE LIDERANÇA - POR TOM PETERS
PRODUTO ESCASSO
Senhoras e senhores, "coloquem o cinto de segurança". Por favor, voltem imediatamente para os seus lugares! Certifiquem-se de que suas mesinhas estão travadas. Coloquem o assento na posição vertical. Agora, controlem-se: estamos entrando em tempos turbulentos! Os últimos anos foram definitivamente loucos. Para os próximos cinco, teremos de passar de loucos a completamente loucos. Nossa vida profissional será recheada de altas apostas, alto risco, incerteza e ambigüidade. E, claro, desempenho rigoroso. Você terá de inventar a própria carreira, estabelecer sua marca e promover seu projeto individual. Nesse caos, uma nova liderança vai emergir como o elemento mais importante do mundo dos negócios. E liderança, diz o guru Tom Peters, é o atributo que tem a maior demanda e a menor oferta no mercado. "Isso quer dizer que, nos próximos cinco anos, teremos de nos virar com uma nova lista de qualidades de liderança, não ortodoxa, não testada e talvez completamente aloucada", diz Peters.
O guru americano já pregou outras revoluções aqui mesmo em VOCÊ s.a. Foi ele quem escreveu, em 1998, que as carreiras nunca mais seriam as mesmas e que caberia a você tomar as rédeas de seu futuro. No ano seguinte, também aqui, Peters afirmou "você é o seu projeto" e nos colocou, de novo, diante de uma sinuca: o sucesso não seria mais medido pelo tempo de casa nem pelo cargo, mas pelo número de projetos que o profissional tivesse levado adiante. Agora, Peters está de volta. E nos dá uma chacoalhada com as 50 regras de liderança em tempos doidos. Vale a pena prestar atenção ao que diz.
1 - Líderes visionários são importantes. Mas grandes administradores são fundamentais. A liderança tornou-se tão caaalma nos anos 90! Gire a manivela e produza uma visão. Administração? Isso era coisa para os fracos, os molengas e os que estão no fim da linha. Bem, visão é uma coisa muito elegante, mas a excelência mantida por uma companhia vem de um grupo de administradores capazes. Os grandes administradores são o cimento de uma organização. Eles criam e mantêm unidas as pessoas que detêm o poder nas companhias de alto desempenho. Não se deixe influenciar pelo velho mantra que diz que "os administradores são chatos e os líderes são calmos". Em vez disso, siga o Princípio de Peters: "Os líderes são calmos. Os administradores também."
2 - Sim, há épocas em que o culto da personalidade funciona! O.k., aqui vai o caminho paradoxal e ziguezagueante da liderança em tempos aloprados. É verdade que há épocas de verdadeiro perigo corporativo em que ninguém consegue fazer o que é necessário - a não ser um líder visionário de estatura maior do que a vida. Na minha opinião, o primeiro líder de negócios que foi capaz de estabelecer um culto da personalidade mais ou menos desse teor foi Lee Iacocca. Quando ele assumiu a Chrysler, em 1978, a companhia estava no leito de morte. A Chrysler voltou-se para ele assim como um país volta-se para líderes carismáticos em tempos de guerra. Há épocas em que necessitamos de um líder que ofereça uma visão grandiosa, popular - alguém que simbolize um novo enfoque para os negócios.
3 - A liderança é confusa como o diabo. Mantra número 1 da liderança: tudo depende. Há vários anos Victor Vroom, professor de organização e administração em Yale, desenvolveu um modelo que mais tarde foi adaptado e popularizado por Ken Blanchard. O que eles diziam: que nós temos de pensar sobre liderança situacional - a pessoa certa, o estilo certo, para a situação certa. Vi isso quando trabalhei na consultoria McKinsey. A firma descarrilara, e os sócios elegeram Alonzo McDonald como sócio-administrador. Não fizeram isso por gostar dele (ele não era da espécie dos que atraem afagos), mas sim porque era o cara certo para consertar tudo o que estava quebrado. McDonald encorajou os que tinham um desempenho fraco, apertou os sistemas de controle e colocou a empresa de volta no patamar lucrativo. Depois disso, os sócios o chutaram para a Casa Branca, onde ele se tornou diretor. Um lema: "A situação é que manda". Um líder para todas as épocas? Você está sonhando!
4 - No que se refere a talento, a liderança não é coisa de rendimento-médio. "Não existe um eu em um time." Que bobagem! Será que alguém realmente pensa que o técnico Phil Jackson ganhou seis campeonatos com os Chicago Bulls nivelando o talento de Michael Jordan com o do resto do time? Sim, o trabalho de equipe é importante. Não - o trabalho de equipe não significa baixar o nível de alguém extremamente talentoso para o menor denominador comum.
Linha final: os times espetaculares invariavelmente são constituídos por indivíduos talentosos que lutam uns contra os outros. Com o auxílio de um líder talentoso, porém, eles conseguem cultivar o ego e ganhar os campeonatos como uma equipe. Ao mesmo tempo.
5 - Líderes amam a confusão. Um líder que mereça ser lembrado? O fabuloso professor do seu filho - aquele que vê cada uma das almas que lhe foram confiadas como peças únicas. O professor que você deve evitar custe o que custar? Aquele que faz todos os garotos ficarem sentadinhos nas carteiras, incapacitados de se expressar. Não há confusão - e nenhuma criatividade, nenhuma energia. Você quer uma liderança? Vá procurar um incrível professor e veja o jogo que ele faz com a classe.
6 - O líder raramente é - ou nunca é? - o que apresenta o melhor desempenho. Uma vez li que as três maiores transições psicológicas que um ser humano adulto enfrenta são o casamento, o nascimento do primeiro filho e o primeiro cargo como chefe. Em cada uma dessas situações as pessoas aprendem a viver e a ter sucesso. É por isso que não há decisão mais importante para uma companhia do que a de selecionar os seus administradores de primeiro escalão. O melhor líder de um time raramente é o melhor jogador. É apenas o que acabamos de dizer: o melhor líder. Os líderes divertem-se orquestrando o trabalho de outros - e não o executando eles próprios.
7 - Líderes entregam em domicílio. Se você quer ser um verdadeiro líder, precisa imitar o entregador de pizzas: é melhor entregar em domicílio! Nos últimos cinco anos, as idéias e o comportamento controlado contaram. E o que conta, agora? Desempenho. Resultados.
8 - Líderes criam o seu próprio destino. Acredite: durante os próximos cinco anos não haverá lugar para burocratas. Somente as pessoas que tomam a determinação pessoal de liderar sobreviverão - e isso é verdade para todos os níveis de todas as organizações. De uma maneira surpreendente vimos isso acontecer onde menos se esperava: entre os militares. A experiência que a Marinha ou o Exército podem passar a alguém é que os líderes são necessários em todos os níveis. É isso o que acontece também hoje nas guerras das corporações. A verdadeira batalha começa quando o computador é posto fora de combate, o capitão é morto, o tenente é gravemente ferido, o sargento hesita, e, de repente, aquele agricultor de 18 anos encontra-se no comando de um pelotão, conduzindo-o para o combate. E a vida e a morte da companhia, do time, ou do projeto dependem do equilíbrio das coisas. Isso é liderança em todos os níveis, ensinada muito melhor no trabalho, no dia-a-dia, do que numa faculdade de administração.
9 - Líderes vencem usando logística. Visão - claro. Estratégia - sim. Mas quando você vai para a guerra deve ganhar usando logística superior. Depois que a Guerra do Golfo acabou, a mídia focalizou a estratégia que foi usada por Colin Powell e executada por Norman Schwarzkopf. Na minha opinião, o cara que ganhou a Guerra do Golfo foi Gus Pagonis, o gênio que cuidou de toda a parte logística. Não importa o quanto a sua visão e a sua estratégia sejam brilhantes se você não puder ter os soldados, as armas, os veículos, a gasolina, a comida - as botas, pelo amor de Deus! - para dar às pessoas certas, no lugar certo, na hora certa.
10 - Líderes entendem o poder supremo dos relacionamentos. A guerra - ou seja, ter os negócios em pé de guerra - é fundamentalmente um assunto feminino! Quando tudo está preparado, o que importa são os relacionamentos que os líderes criaram com seus seguidores. O lema favorito do general americano Douglas MacArthur era: "Nunca dê uma ordem que não possa ser obedecida". As mulheres sabem disso e investem em relacionamentos - esse é um dos motivos pelos quais a primazia do talento de liderança disponível no mundo de hoje está com as mulheres!
11 - Líderes fazem tudo ao mesmo tempo. Qual é o item mais restrito hoje, amanhã e depois de amanhã? O tempo. O futuro pertence ao líder que consegue fazer uma dúzia de coisas simultaneamente. E quem é ele? Quero dizer, ela? Quem consegue administrar mais coisas ao mesmo tempo? Quem se ocupa dos detalhes? Quem encontra novas pessoas? Quem faz mais perguntas? Quem ouve melhor? Quem encoraja a harmonia? Quem trabalha com uma lista imensa de coisas para fazer? Quem é melhor em se manter ligada nas outras pessoas? Bem, isso é uma pessoa de mil ofícios! Vamos chamar as mulheres de líderes!
12 - Líderes se comprazem com a ambigüidade. Os próximos cinco anos serão uma viagem na montanha-russa da economia. O que significa que os líderes serão desafiados não apenas a tomar decisões baseadas em fatos. Terão também de entender o sentido dos sinais conflitantes e difíceis de detectar que chegam através do nevoeiro e do barulho. Líderes conseguem manipular quantidades imensas de ambigüidade.
13 - Líderes eletrificam o ambiente de trabalho. Nos velhos tempos a rede dos negócios fornecia um meio operacional direto: eu sou um vice-presidente, você é um vice-presidente. Se eu quero algo seu, convido-o para um drinque e consigo o que desejo. Agora o poder está difuso, as alianças estão sempre mudando e os canais das tomadas de decisão são fluidos e indiretos. O jogo de hoje é: eletrifique o seu ambiente de trabalho. A maneira de fazer uma venda ou de influenciar uma decisão de alto impacto é construir, alimentar e mobilizar uma rede de infuenciadores-chave em cada nível da operação.
14 - A liderança é a arte do improviso. O jogo - aliás, o livro essencial de regras - muda continuamente. A competição muda o tempo todo. Assim, os líderes precisam também mudar, continuar a reinventar a si próprios. Líderes têm de estar prontos a adaptar, mudar, esquecer, perdoar. Têm de estruturar novos papéis e novos relacionamentos para eles próprios, para sua equipe e para os sócios.
15 - Líderes confiam nos seus instintos. "Intuição" é uma palavra que adquiriu uma conotação ruim. Intuição é a nova física. É uma maneira prática, einsteiniana, de tomar decisões difíceis. Linha final: quanto mais loucos os tempos, mais os líderes devem desenvolver sua própria intuição - e confiar nela.
16 - Líderes confiam na confiança. Meu parceiro comercial, James Kouzes, e o seu colega Barry Posner, disseram isso no livro Credibility - How Leaders Gain it and Lose it, Why People Demand it, (Ed. Vossey Bass). Num mundo louco, nós exigimos alguém em quem possamos confiar. Como subordinado, confio em um líder que aparece, faz as coisas mais difíceis e depois volta no dia seguinte cheio de vitalidade.
17 - Líderes são monstros natos no que se refere a assumir o poder. Há duas maneiras de lembrar o legado que Jack Welch nos deixou como líder. A primeira é que ele criou mais valor para os acionistas da GE do que qualquer outro líder dos dias modernos. Ele também criou mais líderes do que ninguém. Quando pensamos em Welch, não o associamos à palavra "visão", mas a padrões rigorosos de desempenho, conquista de poder, liderança e desenvolvimento de talento. Aliás, Welch é um grande administrador.
18 - Líderes esquecem com facilidade. Peter Senge teve, há dez anos, uma intuição brilhante: a de que as companhias deveriam ser organizações de aprendizado. Minha campanha em 2001: as companhias devem ser organizações capazes de esquecer. A Enron, que tem sido definida como a mais inovadora das corporações norte-americanas, é o mais importante exemplo disso. Ela não está amarrada ao que fez ontem. Você tem uma idéia? Não hesite. Trabalhe nela enquanto ela é original! Não funciona? Tente outra coisa.
19 - Líderes sempre aparecem com modelos novos. Muitos estão preocupados com a criação de organizações de alto desempenho. Mas eis o que eu digo: tempos doidos requerem organizações com altos padrões de desvio! Líderes sabem que as organizações precisam renovar as reservas de genes. É o que acontece quando os líderes esquecem as práticas antigas e abrem sua mente às novas. Isso também acontece - e de uma maneira mais eficiente - quando os líderes aparecem com novas pessoas, que tenham idéias novas. Como líder, faça com o seu pessoal o que a Cisco fez com a tecnologia: adquira uma nova linha de pensamento adquirindo uma nova linha de pensadores.
20 - Líderes cometem erros - e não esquentam a cabeça com isso. Ninguém - repito, ninguém - faz tudo certo na primeira vez. A maioria não faz nem na segunda, nem na terceira, nem na quarta. Winston Churchill disse que "sucesso é a habilidade de ir de fracasso em fracasso sem perder o entusiasmo". Churchill fracassou de missão em missão - até que deparou com uma grande missão e salvou o mundo. À medida que os tempos ficam mais loucos, você verá um número maior de erros. Quando você comete erros, tem de reconhecê-los logo, mudar - para amanhã cometer erros mais friamente.
Na política da sobrevivência, a autonomia conquista seu espaço.
Segundo o IBGE, o desemprego no Brasil é o terceiro pior do mundo, perde apenas para a Rússia e a Índia. E mais que isso, ainda hoje, 16 milhões de brasileiros são considerados analfabetos, ou seja, incapazes de ler e escrever.
Apenas 11% dos jovens têm a oportunidade e uma base educacional de qualidade, para cursar uma faculdade. Com esses dados, não é difícil entender o motivo de tantas pessoas "viverem" em péssimas condições, sem dinheiro para comer, para cuidar da saúde, para educar os filhos.
Se ter um diploma, não significa mais emprego garantido, imagina para os que não têm? Hoje, os formandos já saem da faculdade temendo o desemprego. Sempre buscando o melhor currículo, um diferencial. Mas e os que nem mesmo têm a chance de estudar? Vão brigar pelo que? Vão se destacar em que? Preocupadas com essas questões e cansadas de buscar um lugar no mercado de trabalho, algumas pessoas recorrem a outras maneiras para ganhar dinheiro.
José Paulo, 56, desempregado há dois anos, já encontrou um jeito de ser livrar do terror do desemprego. Todo dia, sai da Vila Albertina, onde mora, e vai pelas ruas catando latinhas até o centro da cidade. Lá fica até de noite. "Saio às sete da manhã e volto só às sete da noite. Depende do dia. Quando tem mais serviço fico até mais tarde, aí ganho mais". José arrecada 15 a 18 reais por dia, cerca de 250 por mês.
Paulo Luís, 40, trabalhava em um ferro velho. Mas há três anos decidiu virar catador de lixo. Recolhe papelão, sucata e latinhas. Ganha, em média, 20 reais por dia. "Eu prefiro catar lixo nas ruas. É mais cansativo e da mais trabalho, mas faço tudo do meu jeito. Acordo cedo e volto para casa só quando acho que não têm mais serviço. Assim, não tem ninguém para mandar em mim". Um outro bom exemplo, diferente desses, porém com o mesmo intuito - o de trabalhar por conta própria -, é o caso do comerciante Marcos Faleiros. Há mais de 6 anos, abriu um estabelecimento de compra e vendas de carros. Sem curso superior e um diploma, Marcos encontrou, na paixão por carros e na experiência com negócios - adquirida nos empregos anteriores -, a combinação perfeita de trabalhar com prazer e ganhar bem. "Trabalho no que gosto e ainda tenho o privilégio da fazer meus horários. Consigo pagar as contas no final do mês e viver com conforto". Thayssa Enjiu - http://www.coc.com.br/
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