1 - Continuar o diálogo com a Comunidade Europeia, Assembleia da República, Entidades Governamentais e Autárquicas, para regulamentar o Sector da Música Amadora.
2 – Continuar o diálogo com as Organizações Europeias e Internacionais, para a feitura de Protocolos e integrar as Bandas Portuguesas na rede de intercâmbios internacionais, se possível integrando-as também no novo Programa da U.E. - Cultura -, que vai ser renegociado após findo o que está em vigor - 2007/2013.
3 – Procurar a melhor forma de angariação de fundos para filiar a CMP na CISM.
4 - Rever a articulação entre as Federações, as Associações e a CMP, alterando os Estatutos e Regulamento Interno, no sentido de ser possível filiar directamente as Associações na CMP.
5 – De acordo com o Programa de Formação da CMP, continuar a promover a realização de Cursos de Formação para Dirigentes, Maestros/Regentes, Jovens Músicos, Professores/Monitores das Escolas de Música das Bandas, Conservação e Restauro de Partituras.
6 – Procurar que o Protocolo assinado entre a ANQ - Novas Oportunidades e a Confederação Musical Portuguesa, permita o reconhecimento dos Programas de Formação para Músicos, Dirigentes Associativos e Maestros/Regentes e que possam funcionar em pólos localizados de forma a abranger os interessados de diversas zonas do País.
7 – Promover debates, fóruns e outras acções, sobre os problemas das Associações Recreativas e Culturais e seus agentes.
8 – Insistir na elaboração um “Caderno Reivindicativo”, a apresentar ao Ministério da Tutela e à ANMP, para implementação de um Plano Global Nacional de Apoio às Associações com Bandas Filarmónicas e/ou Escolas de Música.
9 - Colaborar com as Federações e/ou Associações Distritais/Regionais para implementar os “Conservatórios Itinerantes”, nas zonas onde o acesso ao ensino especializado da música se torna complexo.
10 – Implementar o Cartão da CMP como forma de obtenção de benefícios para a Associações, Dirigentes, Maestros/Professores e Músicos, e servir de identificação e referência na troca de intercâmbios internacionais.
11 – Retomar a negociação com a Assembleia da República, o Ministério da Tutela e outros Ministérios sobre a Lei-Quadro da Actividade Musical Recreativa ou Lei-Quadro da Música Amadora.
12 – Continuar os contactos e negociações para proporcionarmos aos Músicos das Bandas Filarmónicas um Centro de Repouso e Lazer.
13 – Reunir com Federações e Associações para decidirem se querem ou não insistir na apresentação ao Governo e à Comunidade Europeia, de um dossier que vise as candidaturas ao Vº QCA – 2014/2020.
14 – Aprofundar e implementar o diálogo e trocas de experiências entre as Confederações Brasileiras e Espanhola e estabelecer novos Protocolos com outras Confederações.
15 - Promover em colaboração com as Federações , Associações e Autarquias, Festivais de Bandas com grande impacto sonoro, como forma de afirmação das chamadas “Práticas Culturais Amadoras”.