Concurso Mundial Pacifista

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Finaliza la recepción de obras participantes (cierre de convocatoria)

Português

Contexto e Organização

CONCURSO MUNDIAL DE CONTO E POESIA PACIFISTA

Contexto

O dia 2 de outubro foi declarado pela ONU como dia internacional da não-violência. Esse dia começará na Nova Zelândia com a Marcha Mundial pela Paz e a Não-violência, organizada por Mundo Sem Guerras, que percorrerá 100 cidades de 90 países. Nesse mesmo dia, Pacifistas Sem Fronteiras realizará o Encontro Mundial de Paz em Bogotá. E nesse mesmo dia, “Las Filigranas de Perder” premiará o Concurso Mundial de Conto e Poesia Pacifista dentro do próprio Encontro.

As Filigranas de Perder e Pacifistas Sem Fronteiras têm aderido à Marcha, e temos inscrito o Encontro e o Concurso na Web da Marcha como iniciativa para que sejam incorporados às atividades da mesma.

O Concurso Mundial de Conto e Poesia Pacifista é uma iniciativa das Filigranas de Perder, com apoio logístico e mediático de Pacifistas Sem Fronteiras, o programa Livro ao Vento em Hospitais, a Secretaria Distrital de Saúde de Bogotá, REDNEL, Lápis-lazúli Jornal, Notici@scadadía, grupo literário Salaletra, revista internacional “Red y Acción”, revista literária Paralelo 30, Eldígoras, Isla_Negra, La Fábrica Azul, Espaço e, Fundação Cultural El Laberinto, Rede ARCCO, grupo de poesia Pretextos, centro literário “El Túnel”, oficina literária Glitza: Páginas de Água, blog Poesia e Algo Mais, centro de estudos e promoção cultural Jaime Cerrón Palomino, Oficina Literária RUMI, e um grupo crescente de organizações e voluntários em todo o mundo. O Concurso Mundial de Conto e Poesia Pacifista será realizado totalmente na Internet e no maior número de idiomas possível, a fim de que seja verdadeiramente mundial. Para fazer isso realidade, contamos com um grupo de tradutores em árabe, alemão, catalã, francês, hebreu, inglês, italiano, português e wayuu, e com júris em catalão, espanhol, italiano, português e wayuu. Também temos recebido apoio para a formação de uma equipe de tradutores e júris nO idioma quéchua wanka. Precisamos especialmente de jurados que tenham uma mínima trajetória como escritores ou críticos literários no idioma em que pretendam ser júris.

Os júris e tradutores podem estar em qualquer lugar do mundo, todo o trabalho será feito por correio eletrônico e chat. Para se inscrever é necessário apenas enviar os dados pessoais (nomes completos, nacionalidade, país de residência, gênero, ocupação), e no caso dos júris, uma biografia breve onde se indique a experiência literária (prêmios, publicações, etc.) ao correio lasfiligranasdeperder@gmail.com.

Organização

O Concurso Mundial de Conto e Poesia Pacifista é uma iniciativa de “Las Filigranas de Perder”, que nasce como apoio ao desenvolvimento do Encontro Mundial de Paz que organiza Pacifistas Sem Fronteiras. A direção e coordenação do concurso está sob a responsabilidade de Néstor Pedraza, co-fundador de “Las Filigranas de Perder”. Uma equipe de mais de 80 pessoas voluntárias, escritores independentes, tradutores, e membros de organizações culturais e de meios de comunicação em vários países, colaboram com a organização, o desenvolvimento e a difusão do concurso. Esperamos que essa equipe de trabalho cresça muito antes que se abra a recepção de textos.

Para a realização do concurso em vários idiomas, se estão sendo formadas equipes de três júris para conto e três para poesia mais um tradutor (como mínimo) em cada idioma. Os tradutores receberão a informação do concurso por correio eletrônico e deverão retornar tal informação traduzida pela mesma via no menor tempo possível. Os textos dos participantes serão recebidos numa caixa de correio eletrônico que será analisada, e cada júri de forma independente deve escolher seus finalistas. Ao final da convocatória, cada júri enviará a outros dois de sua equipe os seus finalistas. Depois, mediante chat e correio eletrônico, os júris deliberarão para tomar uma decisão. Em cada idioma, os júris selecionarão um autor de conto e um de poesia como ganhadores, e poderão definir mais um ou dois autores como finalistas. Os textos ganhadores e finalistas serão publicados num blog ou website desenhado para esse fim. Publicatuslibros.com editará um livro virtual em PDF com ditos textos. Estamos buscando a forma de fazer também uma publicação física, pelo menos dos textos ganhadores.

O idioma central do concurso é espanhol, porém todos os textos serão publicados em seu idioma original e em sua tradução ao espanhol. No blog ou website serão publicadas também as traduções aos demais idiomas do concurso.

Dados dos Organizadores

As Filigranas de Perder é um Movimento Independente de caráter literário, formado por escritores e leitores que estão em diferentes pontos do globo. Foi criado em Bogotá, Colômbia, no dia 20 de abril de2006, com o objetivo de abrir um espaço de encontro e expressão para escritores sem distinção de idade, sexo, nacionalidade, etnia, crença, condição social ou experiência como autor. Especialmente, foi criado com a idéia de fazer um chamado às letras dos autores que escrevem apenas para si mesmos ou que não escrevem, por terem sido vítimas da rejeição ou por temerem sê-lo. Adicionalmente, o Movimento pretende ser foco de uma escola de Criação Coletiva na literatura. É um Movimento de estimulação criativa e difusão ao nível literário em idioma espanhol, alheio aos círculos tradicionais das indústrias editorias e do entretenimento. No blog também podem ser lidos textos de autores brasileiros e portugueses no seu idioma. Promovemos a leitura e escrita como parte de processos de recuperação da palavra, da saúde e da memória. Fomentamos a criação coletiva literária como movimento criativo que abre novos horizontes aos escritores, e como mecanismo de recuperação de valores de solidariedade e cooperação, assim como parte de processos de integração social e de construção da sociedade. Cremos no poder transformador da arte e na necessidade de formar cidadãos conscientes e participativos mediante as letras e a cultura.

As Filigranas de Perder não têm ânimo de lucro. Qualquer autor pode enviar seus textos (em espanhol ou português) à caixa eletrônica do Movimento (lasfiligranasdeperder@gmail.com), autorizando a que ditos textos sejam publicados no blog e a serem utilizados e difundidos da forma que considere. Isto não tem custo para os autores nem implica a cessão de direitos de autor. O Movimento não recebe benefícios econômicos por esta atividade Realizamos este labor por amor às letras, e esperamos que seja exemplo para recuperar a arte de escrever por amor à literatura, e não por uma apressada busca de reconhecimento, dinheiro e fama.

É formado por três membros fundadores (Alex Acevedo, Carlos Ayala e Néstor Pedraza), que definem suas políticas, criam e organizam suas atividades, e administram seu funcionamento, e por quatro membros que apóiam e aportam idéias no desenho e gestão de projetos (Karonlains Alarcón, Laura Vásquez, Patricia Alvarado e Alexandra Portela). Também estão os membros do Movimento, que são todos aqueles autores e colaboradores que tem publicado um ou mais textos no nosso blog, e que somam 140 autores, entre publicados e inéditos, anônimos e conhecidos, de 17 países da África, América, Ásia e Europa.

O diretor do Concurso

Néstor Hernán Pedraza Hurtado (Zipaquirá - Colômbia, 1971). Muçulmano. Experiente em tecnologias da informação, diretor de projetos de desenvolvimento de software, deixou a tecnologia há pouco mais de dois anos para se dedicar à sua atividade como escritor e gestor cultural. Recentemente retornou a sua labor tecnológica como administrador de aplicações e bases de dados numa instituição universitária em Bogotá, Colômbia. Trajetória literária: Premio micro conto (Colégio Champagnat, 1981), teatro (Coldemag, 1988), conto (Movimento Cultural de Engenharia Universidade Nacional de Colômbia, 1992), conto (Departamento de Literatura Universidade Nacional de Colômbia, 1992). Co-fundador de “Los Viernes de la Cultura”, Departamento de Biologia, Universidade Nacional de Colômbia (1992-93). Oficina de Escritores da Universidade Central TEUC (1992). Oficina de Narrativa da Universidade Nacional de Colômbia (1994).

Com Alex Acevedo e Carlos Ayala, co-autor de 3 novelas, El Instalador (Menção de Honor, Premio Nacional de Novela, IDCT, 2002), Una Temporada de Sal (2003) e Manual de Levitación Magnética (Finalista, Premio de Novela Breve 25 anos do TEUC). Co-palestrante no II Simpósio Internacional de Literatura da Universidad Central com La Creación Colectiva no Gênero Negro (2005). Co-fundador do movimento literário independente Las Filigranas de Perder (2006). Co-director da Oficina de Ensaio e Conto “En la Inmunda” (2006). Co-director do projeto Oficinas de Criação Coletiva em Literatura, ganhador da convocatória Bogotá, Um Livro Aberto (parte da programação de Bogotá, Capital Mundial do Livro), da Secretaria Distrital de Cultura, Recreação e Esporte de Bogotá (2007). Co-editor e co-autor do livro “Simbiosis Virginal” (antologia de textos escritos em coletivo, 2008). Co-autor do conto “Siete Hierbas y um Gatito”, incluído na antologia Señales de Ruta, de Arango Editores (2008).

Colaborador voluntário do programa Livro Ao Vento em Hospitais da Secretaria Distrital de Saúde de Bogotá, e do programa “Las Voces del Secuestro” de Caracol Radio. Palestrante sobre Islã. Membro da Rede Mundial de Escritores em Espanhol. Membro da Rede de Incentivadores da Leitura. Membro do conselho diretivo da Confissão Centro Islâmico de Bogotá. Diretor de Las Filigranas de Perder. Diretor executivo do Concurso Mundial de Conto e Poesia Pacifista.

O Encontro Mundial de Paz


É um espaço de construção global coletiva. As pessoas, grupos, ONGs, governos democráticos, movimentos sociais e políticos, expressões culturais e artísticas podem participar livremente no processo.

O Encontro Mundial de Paz e seu processo de construção é um espaço de reconhecimento dos múltiplos esforços que no mundo não são reconhecidos mas que representam a esperança e otimismo de amplos setores dos diversos grupos sociais. É uma declaração mundial contra todas as guerras, contra toda forma de violência, contra a luta armada como forma de solução de conflitos e contra o armamentismo. É um pacto pelos valores humanos de solidariedade, justiça e respeito à diversidade cultural, à pluralidade política e à multiplicidade e heterogeneidade nas formas de produção e consumo.

O Encontro Mundial de Paz é um pacto mundial pela vida em todas suas expressões, incluindo o planeta como ente vivo que nos abriga e que merece um trato no contaminante nem depredador. Planteia a tecnologia como ferramenta ao serviço do desenvolvimento eqüitativo e sustentável entre sociedades, e busca propiciar o desenvolvimento coletivo de propostas, alianças e acordos entre povos, estados, instituições, organizações não-governamentais e cidadãos para a busca de mecanismos internacionais que favoreçam a construção de cenários de diálogo para resolver conflitos a nível comunitário, local, regional e global.

Os organizadores do Encontro Mundial de Paz

Pacifista Sem Fronteiras nasce com a crença de que a humanidade pode conviver em paz, e é entendida como uma mobilização cidadã dirigida a trabalhar na busca e construção de comunidades e sociedades pacifistas. Uma mobilização que transforme o jeito de pensar, trabalhar, amar, viver e sonhar.