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O início e o futuro

 
Em 1990 teve início o primeiro ano, já com o alvará. Com uma equipa constituída pela Professora Eunice Macedo (Directora Pedagógica) Averil Bull Shoton como professora de língua inglesa e Fernanda Saraiva como secretária. Os primeiros alunos foram o Edgar e o Frederico.

 

No entanto e apesar de estar assegurada a presença do CLIP na antiga sub estação elétrica, o Dr. Artur Victoria, preocupado com o rápido passar do tempo, em 1989 assegurou a continuidade do Colégio Luso Internacional do Porto  mediante um audacioso projecto.

 

Com consecutivas reuniões e negociações com o Presidente da Câmara do Porto Dr. Fernando Cabral obteve autorização para a mudança do CLIP para Massarelos.

Um grandioso plano com o patrocínio da CIMPOR , proprietária dos antigos armazéns de pesca, junto ao Rio Douro e da família Pinto Magalhães, proprietária do terreno da rectaguarda do edifício, projectou,com o auxilio do então Presidente da CCRN um aproveitamento de restauro daquele edifício cedido graciosamente pela CIMPOR e implantava nos terrenos que seriam doados pela família sua proprietária, um complexo de edifícios, que contemplavam zonas desportivas, de lazer, culturais perspectivando que o CLIP pudesse vir prolongar – se para o ensino superior.

As maquetes  e esboços demonstram a grandeza do empreendimento que ocupava parte da Rua D. Pedro V e da Alameda Basílio Teles, no Porto, frente ao rio.

 

Este projecto terá sido abandonado após 1991, pelo motivo da nova direcção do CLIP ter adoptado directrizes diferentes.

 

Em 1991, já com a contratação da Directora da Lower School Stephanie Reader e da Hight School Lydia Silva, lideradas pelo Doutor Ruben Cabral, O número de alunos teve um crescente. Funcionaram já as Forms 1,2,3,4,7,8 e 9.

Foi então adoptadas regras que incluíam o uso obrigatório de uniforme. Estavam já 75 alunos a frequentar a escola.

 

Em Outubro de 1991 O ano iniciou – se de forma programada e a então criada AGECLIP assumiu a gestão do CLIP.

 

O Dr. Artur Victoria, solicitou a sua suspensão de Presidente, alegando um trabalho exaustivo de voluntariado de cinco anos, pelo que a direcção da então AGECLIP, por decisão unânime nomeou – o Presidente Honorário do CLIP  e mais tarde a FLI procedeu de igual modo.