Anotações Diversas

Bebê de Proveta

As inseminações artificiais humanas são classificadas em dois grupos: Inseminações Homólogas e Heterólogas. Chamam-se homólogas quando feitas com material do próprio casal, sejam "in-vivo" quando se colhe o sêmen do marido e inocula-se no útero da esposa, ou "in-vitro", quando a fecundação se dá na proveta laboratorial e se injeta posteriormente o embrião obtido no útero da mesma mulher que doou o óvulo.

O plano espiritual atento à evolução tecnológica nesta área encaminha à Reencarnação nestas condições artificialmente construídas aqueles espíritos que carmicamente se afinizam com as circunstâncias.

Como a mulher tem de 8 a 20% de chance de engravidar, conforme pesquisadores da inseminação artificial, por ciclo de tentativas, o médico às vezes opta pelo congelamento de embriões, e a inseminação dando certo logo, é comum "sobrarem" alguns embriões. Ironicamente, alguns religiosos aconselham à ciência sejam eles jogados no lixo. No Brasil, a tendência é seguir os padrões mundiais que seria o de guardá-los por três anos.

Sabemos pelos estudos e revelações psicográficas, que nem todo o desenvolvimento embrionário é acompanhado pela fixação de um Espírito. (Ver questão n.º 356 de "O Livro dos Espíritos de Allan Kardec). É possível a união de duas células germinativas pelo estímulo de sua energia vital, sem o comando do modelo extra-físico. Quando isto ocorre no organismo feminino, o molde energético é fornecido pela força mental do desejo de engravidar da mulher. É verdade no entanto, que estes organismos não sobrevivem ao nascer. Da mesma Forma, sem a presença do modelo organizador biológico (perispírito) embriões serão simplesmente grupos de células sem um "ser" dentre deles.

Fazemos estas considerações para lembrarmos de que em embriões laboratoriais, pode simplesmente nada existir sob o ponto de vista espiritual. Assim nenhum Espírito estaria preso durante os três anos de congelamento, nem em embriões mantidos ou futuramente desenvolvidos completamente até os 9 (?) meses. Tal fato embora possa neste século parecer ficção no próximo poderá deixar de sê-lo.

Fonte: DI BERNARDI, RICARDO. Gestação: Sublime Intercâmbio. Paraná, Editora Universalista, 1993. Cópia de trechos do capítulo que versa sobre Bebê de Proveta.