Insolúvel, obscurecia a possibilidade de um novo encontro em fórmulas,
de outra forma, já mergulhado em conteúdo etílico, catalisaria energias
apenas para os fatos mais moleculares. Cara cheia torna isotônicos
fluídos e conteúdo que o funil a um copo acresce.
Magnéticos, o campo de seus olhos e órbitas alteram meu sentido.
Confundo, de imediato pólos com poros, e, mesmo saturado em éter, me
reduzo em agente mais volátil e tóxico. Ao odor, não há freons ou
freios, até que ceda aos hormônios que agitam, balanço ao ritmo dos
misturadores: dança, pouca luz e noite, desprezo os passos carreando
intento que vá direto aos meios. Metano, etano, muito mal, mas penso:
diminuída a proteção de ozônio, há chances de fuga para elucubração e
crítica, portanto, avanço!
Receptiva, emulsiona, sem emoção, meus reagentes, suor que exalo, já
fui mais hidrofílico, soluto juízo, aproximo e tento. Alotrópico, me
disfarço em gente, mas esquecendo o que dissolve do relaxo humano:
banho!
Básica, retribuiu aos primeiros afagos, repartindo os mesmos
condutores: dança, pouca luz e noite. Só radicais livres levam-se assim
pelo desejo, a solução tampão para os desesperados não dá espaço a
rígidos parâmetros. Então é nano, mano, funk, coisas da madrugada e
outras bobagens, disparo onde não importa o tema, há sempre um lado
positivo, mas os iguais demais é que se afastam. Raios, fricção e
átomos!
Cáustica, interrompe o ato breve em comentários ácidos, resolve toda
preparação de evento. Odores, dores e abandono. Fermentam em mim
respostas inadequadas,mas a crítica, a esta marca, é como glicol
dissolvido em água, logo, não há como deter gente. Solto, me divido
novamente em partes. Insolúvel, volto a inércia, mas isso aí é física.
Enfim, nem etileno ou estilete, nem pipetas suficientes, emborco
novamente lento o resto do conteúdo impuro por moléculas que não se
acham. Pelo menos, experimento.