O Mar Como numa tarde quente de Verão, nem o vento abana os ciprestes, que repousam, olhando para o alto.
À beira-mar, o som da brisa, em sintonia com as ondas. Som que vem das tuas profundezas heróis conhecidos e desconhecidos. Trazes as Voz daqueles que conquistaram o Mar, que tornaram possível o sonho que vinha do passado, com as notícias dos que os antecederam. Fizeram-se ao Mar, deram a conhecer ao Mundo as Terras que estavam veladas. Como viajante invisível e misterioso, cruzaste o tempo, para contigo levares as lágrimas de um Povo que hoje sofre e chora. Alivias assim seu sofrimento e, assim também, levas um pouco desta geração para de ti fazerem parte, pequenas gotas, Salgadas como a tua extensa água. |
