Diário Pantanense

Patrocínios:

   Vendas,  Instalações e Assistência Técnica
   3734 1563 - 9693 2906
  Rua Dario Lopes de Almeida ,978
     Centro - Pantano Grande - RS


 postoogunes8@gmail.com
     Fone: 3734-1871
      BR 290, KM 215
   PANTANO GRANDE - RS






Fala Sério



Vale o que está escrito! Será?

 

Vamos ver se você recorda de onde leu isso! Não lembrou não?

Pois é!

Essa máxima ficou tão clara e legítima no meio, que hoje ela nem precisa mais ser impressa como décadas atrás. Ela vinha normalmente no roda-pé de um pedaço de papel de cerca de 11 ou 12 por 7 ou 9 centímetros de sua aposta no jogo do bicho. Em algumas capitais e várias cidades do Brasil o costume ainda é mantido.

Embora tenhamos crescido sempre ouvindo dizer que o bicho era jogo de contravenção, crime, dava cadeia e assim por diante, de forma oculta ou escancarada, é difícil apontar alguém não importa acamada social, que ainda não tenha feito sua fezinha. E a despeito de muitas lendas, ainda não conheço quem                                                                

tendo ganho, não recebeu seu premio de forma correta. Conheço donos de banca que quando o valor do premio é mais alto, fazem questão de pagar pessoalmente ao ganhador para que nenhum apontador se sinta tentado a desviar o dinheiro, e o banqueiro se vir obrigado a pagar duas vezes o mesmo premio.

Por falar em vale o que está escrito, isto me faz lembrar um jogador de futebol que conheci no meu começo de careira na minha cidade natal. Negro, alto, esguio, de chute forte, lateral direito da época, hoje seria um excelente ala. Só tinha um defeito. Se seu time perdia, enchia a cara de tristeza, se empatava, por estar chateado. E se ganhava? Bem, aí então era porque era para comemorar. Mas o maior problema estava depois, quando chegava a casa. Em qualquer das três situações batia na sua “ neguinha bendita”, como ele mesmo chamava, mesmo que ela não dissesse uma única só palavra sobre seus porres. E o que o vale o que está escrito tem a ver com isso? É que a cada porre ele rasgava e queimava uma fotocópia (Xerox daqueles tempos, providenciada pelos diretores do clube) da certidão de casamento. Para ele se queimada estava a certidão, acabado estava o casamento! Não tinha mais nada escrito!

Mas prestem bem a atenção! Ele fazia aquilo por causa da danada da pinga!

Como então entender aqueles que deitam e rolam depois de jurar sobre a Constituição, a Biblia, o Catecismo, Código Civil, Penal, Ética e sobre sabe-se lá mais o que? Será que o grande problema está em que nosso voto não é mais escrito e sim digitado na urna eletrônica, e por isso não vale o que está escrito sobre o que juraram?

Com licença, mas vou agora já, no bar do Gordo, aqui na esquina, fazer minha fezinha.

Ali pelo menos eu tenho certeza de que vale o que está escrito. Fazer o que?

Mas vocês não estão curiosos para saber como terminou a história da neguinha bendita? Um dia ela cansou, tomou umas duas garrafas da braba, trancou a casa, e esperou o negão do lado de fora. Ele chegou com uma derrota nas costas e ainda levou uma surra e depois foi posto para correr.

É bom alguns ficarem espertos! Nós também estamos cansando de apanhar!

Um abraço e até semana que vem!

Ah... e ilustrando a coluna, vai a minha fezinha! 594 . Se você souber de onde saiu esta centena, mande um email e ganhe um livro Fala Sério e um Ele de presente!

A dica está no texto!



O difícil, como vocês sabem, não é fácil!

 

Que sentença mais absurda, será nossa primeira reação, e ainda mais se nos lembrarmos de que foi dita pelo eterno presidente do seu “Curintia” Vicente Matheus, em entrevista coletiva durante uma das tantas crises pelas quais passou o clube em sua gestão.

Ora, é difícil, não pode mesmo ser fácil, diremos todos nós.

Ah é, é?

Mas parece que o folclórico ex-presidente do timão, tinha até uma boa dose de razão, já que tudo depende da maneira como encararmos esta sentença, e hoje, a cada dia que passa se torna mais difícil o fácil.

Nas relações entre os seres humanos, seria bem fácil o diálogo, a compreensão e o entendimento para a solução de problemas do dia a dia, bem como também das diferenças sociais e políticas. Mas eles estão cada vez mais longe, e com isto, o fácil fica difícil, e por isso o difícil, como vocês sabem, não é fácil!

Nas regras da sociedade, o que deveria ser tão fácil como respeito pelo direito dos outros, é difícil! Não é fácil respeitar aos mais velhos. E muito difícil mostrar que podemos sentir carinho pelos outros!

É muito difícil não ser fácil para a oferta das drogas, e enveredar por um caminho em que entramos já sabendo o quanto não será fácil também sair.

Na questão da ética e da honestidade então, o difícil, como vocês sabem, não é fácil.

Como é difícil não ser fácil! Embora se saiba que o costume do cachimbo põe a boca torta, depois da primeira vez nada mais é novidade. O difícil, portanto, é resistir pelo menos à primeira vez, que como vocês sabem, não é fácil! Até porque o fácil será sempre depois a difícil cobrança a se receber, se por acaso resolvermos ser difíceis.

Assim também acontece com o irresistível conquistador. Meu amigo Toninho é um inveterado que sempre jurou se corrigir, mas afirma que é difícil resistir a uma nova conquista, porque como vocês já sabem, não é fácil! Ah... como é difícil resistir aquele perfume de tão fácil identificação! E se foi tão difícil conquistar, como desistir fácil? E mais uma vez vamos concordar, que só que diante de tantas conquistas, vocês sabem, o difícil é se decidir por uma, e isso, não é fácil! Talvez seja por isso que até hoje esteja à procura da mulher ideal.

E aquela mulher que sempre e em todas as segundas-feiras inicia um novo regime! Mas como vocês sabem, o difícil é resistir à tentação de tantas coisas deliciosas, o que não é fácil! É difícil não sentir inveja do corpo da amiga, que não tem aquelas gordurinhas na cintura. Não é fácil!

Já me garantiu o Boca, que embora não goste, é difícil não se meter em uma confusão. E garante, “Olha meu, não é mole não, não é fácil!” E ele continua. “Então como é que você vai querer que um político faça o mais difícil? Pô, meu! Não é fácil!” Por sinal, nas últimas eleições ele não teve um voto sequer! Ele votou no compadre que se elegeu.

E então? O difícil, vocês sabem agora, não é fácil!

Ou não?

E a partir desta semana, nossa coluna também na Araucária Notícias, de Araucária – PR. Em Bom Retiro – RS muda de nome o Nossa Noticia, que passa a ser o Jornal Correio do Sul, regional com abrangência nos vales do Taquari e Rio Pardo em vinte municípios.

Um abraço, e até semana que vem!

Colunista, escritor e palestrante membro da AGEI, Associação Gaúcha dos Escritores Gaúchos.

Esta coluna está em setenta jornais do país e exterior.

 

Uma carta para mim!

 

E o pior de tudo vocês não vão acreditar.

Fui eu mesmo que a escrevi!

E deixem de ser também curiosos, porque não vou contar o que ela contém, mas nem sequer uma única vírgula, pois afinal de contas, esta carta é para mim ora bolas!

Que coisa mais feia querer ficar bisbilhotando a correspondência dos outros!

Mas saibam que nela falo também de vocês, e daqueles que passam sobre nossas colunas sem sequer dar uma olhada. Digo do telefone da namorada que anotei errado o número, e depois não consegui falar com ela, e assim acabamos não nos encontrando no dia e hora marcados. Que coisa, não?

Esta carta conta um pouco de mim, de vocês, de nós. Fala de tudo e de nada, porque afinal de contas, eu nem sabia que a tinha escrito e muito menos que um dia a encontraria nos meus arquivos eletrônicos.

Nela recordo os amigos que semeei pelos caminhos que já trilhei, e me pergunto onde andarão e o quê será feito daqueles que não gostavam de mim. Ainda bem que foram poucos, tão poucos que nem lembro mais seus nomes e se os encontrasse hoje na mesma calçada, seria capaz de lhes dar um bom dia dos mais alegres.

Uma das partes que mais me chamou a atenção e que, ainda não li de todo porque é longa esta carta, é porque muitas vezes adiei o até mesmo deixei de lado alguns projetos, sonhos, e vontade de chutar o balde. Tenho certeza de que muitas coisas teriam sido resolvidas de maneiras mais fácil e práticas, mesmo que em alguns momentos, com algumas escoriações e feridas.

Saibam que, para ler uma carta que nos escrevemos há algum tempo atrás, é preciso de um pouco de coragem? È claro! Porque acabaríamos nos revelando coisas que não gostaríamos de lembrar, algumas fraquezas, e até mesmo porque não dizer, algumas covardias.

Enfim, realmente não sei quando nem como escrevi esta carta, mas tenho quase certeza de que não a escrevi numa segunda-feira, porque não sei por qual motivo, este não é um dia muito bom nem recomendável para que eu faça ou comece qualquer coisa. Podem até dizer que estou arrumando uma desculpa para a natural preguiça das segundas-feiras, que vocês também sentem e não adianta negarem.

Por exemplo, agora, vocês também devem estar pensando em ler uma carta que se escreveram há bons tempos atrás, mas estão sem coragem ou então até mesmo com preguiça, e mais uma vez, ou deixarão para ler outra hora ou até mesmo se ainda não a escreveram, não o farão também agora.

Mas enquanto vocês decidem se escrevem ou não, lêem ou não as suas, com licença, porque vou continuar lendo a minha, e só por questão de pura educação não lhes deixarei ver o que ela traz. Não sei se gostarei de tudo que ela traz, mas em todo caso, fazer o quê? Foi eu mesmo quem a escreveu, não foi?

Um abraço! Até semana que vem!  

Por falar em carta, nosso parceiro O Buriti de Três Marias - MG, está com novo site. Confira em www.jornalburiti.com.br. Que beleza!

Esta coluna está em 70 jornais impressos e eletrônicos do Brasil e dois do Exterior.

Colunista, escritor e palestrante, membro da AGEI, Associação Gaúcha dos Escritores Independentes.

ajrettenmaier@terra.com.br, fala-serio2009@hotmail.com



O quê será quando crescer?

 

Esta era normalmente a pergunta que os pais faziam quando nascia um filho, não importando se homem ou mulher! O certo é que a criança vinha ao mundo já cercada de esperanças quanto ao seu futuro, e uma das primeiras coisas era ser aberta uma caderneta de poupança em seu nome. Assim, começava a ser alicerçada a garantia para os estudos do futuro de quem agora chegava ao velho mundo de Deus!

Será um ele médico, advogado, engenheiro, ou ela uma médica, advogada, engenheira, professora? Todos sabiam que isso só o futuro diria, e quem estava agora chegando, na hora certa deveria decidir.

Mas segundo dizem, os tempos mudaram e as cabeças agora são outras. Mas também os desejos, as esperanças e os valores são bem diferentes.

Mal o moleque dá o primeiro choro, o pai compra calção, meias e camiseta do SEU time do coração, e diz: “esse vai ser outro Fenômeno, Ronaldinho, Kaká” e assim por diante! Está mais do que claro que, na maioria das vezes, se trata de um peladeiro de fim de semana tão ruim que só tem lugar no seu time porque é dono da bola ou das camisetas, ou sempre falta alguém para completar o time. Um total e frustrado craque bola murcha, que coloca na esperança que seu filho seja um craque, e ele seu empresário, todo o seu e o amanhã do filho também. Se o filho falta às aulas regulares, tem reprovação após reprovação, não tem importância, tem muita vida pela frente para estudar depois. O importante é não faltar na escolinha de futebol custe o que custar, porque pode ter um “olheiro” de um grande clube por lá.

Só que ele não consegue ver que na maioria das vezes o filho, saiu igualzinho ao pai, um completo “pernas de pau” infestadas por cupins.

E se nasce uma menina? Bom, aí ela vai ser uma futura Gisele Bündchen, Naomi Campbell, uma top model de sucesso internacional. Mas nenhum dos dois olhou-se no espelho e descobriu que não passam de “dois tampinhas”, e que ela provavelmente nunca passará de um metro e sessenta. E que se ela tiver também a propensão de gordura dos dois então... Ah, mas talvez possa ser uma cantora de sucesso, quem sabe de rap, ou quem sabe de pagode ou música sertaneja? Coitada da “Santa Esperança”!

O certo é que esses pais de agora, sempre ficará o conselho de que pelo menos eles tentaram fazer dos filhos alguma coisa. Agora, se eles não chegaram lá, a culpa não é deles! Os dois deveriam ter se aplicado mais nos treinos ou nos ensaios nas passarelas, ora bolas!

Quanto à caderneta de poupança, eu também não acredito muito não. Quando tinha sete anos uma madrinha abriu uma em meu nome e durante vários anos realizou depósitos regulares e mensais. A intenção dela foi boa, mas sem resultados, porque quando fiquei sabendo e fui procurar a Caixa Econômica Federal detentora dos depósitos, jamais conseguiu localizar a conta! Também, faz tanto tempo não? Ô Dinda! Eu fiquei sem, Dindaaaa!

Um abraço, até semana que vem.

Esta coluna está em setenta jornais impressos e eletrônicos do Brasil e dois do Exterior.

Colunista, escritor e palestrante membro da AGEI, Associação Gaúcha dos Escritores Independentes.

 

Sorria! Você está sendo filmado!

 

Ou então: “Vamos! Sorria! Você está sendo filmado!”

Hoje especialmente, por medida de segurança é quase impossível não nos depararmos com um pedido destes em qualquer estabelecimento público ou privado. Está certo que em muitos casos é só um blefe porque não há câmera nenhuma nos focando. Por outro lado, façam a mesma observação que fizemos um dia, na fila de uma agência bancária. Havia lá um monitor mostrando as imagens do local, e inevitavelmente, à medida que se aproximavam mais das câmeras, as pessoas passavam as mãos nos cabelos, arrumavam a gravata ou o casaco. Qualquer um de nós tem esta sintomática reação. Faz parte de nós, não adianta negarmos. Podemos até não sorrir, como pede a inscrição, fecharmos ainda mais nosso semblante de poucos amigos, mas que vamos querer ficar bonitos na imagem, isto vamos.

Numa outra oportunidade estava entrando em uma grande loja de departamentos, quando duas jovens de cerca de vinte anos entravam na minha frente conversando descontraídas. De repente uma estacou, olhou para um ponto no alto da parede, desenhou um coração com os dois indicadores e com a ponta dos dedos da mão jogou um beijo. A amiga a chamou de maluca, e ela disse que não, porque estava jogando um beijo e dizendo ao seu namorado que o amava. A curiosa, e eu também, queríamos saber como ele iria saber dessa declaração, se não estava lá. Ela respondeu que, nesse horário quem vigiava os monitores da entrada da loja, era ele! E deu uma risada feliz! Nisso tocou o celular da apaixonada e ela mostrou para a amiga o recado na telinha: “Eu também!” Ela deu uma acenada toda feliz para a câmera e seguiu para o interior da loja, e eu fiquei parado pensando: como é fácil dizer que se ama!

Não me contive, olhei para a mesma câmera e com um largo sorriso, fiz com o dedo o sinal de positivo. Creio que o rapaz do outro lado entendeu.

Quase esqueci o que ia comprar, mas não teve câmera que encontrasse na minha frente para a qual não desse um sorriso.

Tempos depois me vi envolvido novamente pelo: “Sorria! Você está sendo filmado”! Ao levar uma encomenda a um amigo em seu apartamento, na volta, encontrei com uma senhora ainda jovem no elevador. Mal me respondeu o bom dia que lhe dei, porque virada para um canto, aproveitava a câmera e o pequeno monitor para terminar a maquiagem e passar uma última escova nos cabelos. Na certa, deveria estar atrasada para seu compromisso!

E vocês querem saber de uma coisa que acabei descobrindo depois de tudo isto? Que nós sempre temos uma câmera nos focando, até mesmo quando estamos entregues a sonhos ou pesadelos!

Por isso, “Sorriam! Vocês estão sendo filmados”!

Um abraço! Até semana que vem!

E à partir desta semana, nosso abraço carinhos também aos leitores do Rolando na Orla, de Valença-BA, Foco da Bahia – Ilhéus-BA, Correio de Noticias de Canoas-RS,  O Trentino de Nova Trento-SC, a Gazeta Itapirense de Itapira-SP, A Voz de Brusque de Brusque-SC, e de além mar, Jornal A Semana da Cidade de Praia, capital da República de Cabo Verde na África. Já são setenta os parceiros de nossa “Fala Sério!”

Em seis de junho estaremos a tarde na 22ª. Feira do Livro de Santa cruz do Sul, com encontro com leitores e sessão de autógrafos.

Obrigado à todos.

Colunista, escritor e palestrante, membro da AGEI, Associação Gaúcha dos Escritores Independentes.

ajrettenmaier@terra.com.br – fala-serio2009@hotmail.com

 


Ser ou não ser? Esta é a decisão!

 

Ó céus! Ó vida! Ó dúvida cruel!

E lá vão eles, com o próprio crânio na mão, no melhor estilo do Hamlet “shakespireano”, pensando se vão ou não ser, fazer ou não fazer, ter ou não ter, ir ou ficar, sair ou entrar, cair ou levantar, rir ou chorar, e muitas outras indefinições que vocês agora devem ter completado por imaginar que as teria esquecido. Eles quase vão, mas o tempo não! O tempo passa, mas eles ficam!

Ser ou não ser! E onde a decisão? Ó céus! Ó vida! Ó dúvida cruel!

Em uma das empresas em que trabalhei, havia um rapaz que toda semana tinha horário com sua psicóloga. Uma das faxineiras, um dia olhou bem direto no seus olhos, e mandou uma sentença que nunca mais saiu da minha cabeça: “Eu, sou pobre e não posso me dar direito a essa “frescura”, e quando preciso decidir alguma coisa, decido!” Recebeu de volta um olhar que, de tão feroz, seria capaz de gelar até a alma: “Tá vendo? Prá que essa tal de “psiquicoisa” que você vai, se não é capaz sequer de decidir se me responde ou não? Quando decidir, eu já fui!”

A única coisa que ficou de certeza, na hora, é de que ele teria mais uma lágrima para derramar no sofá do consultório.

Ó céus! Ó vida! Ó dúvida cruel!

Na maioria das vezes não percebemos, mas os exemplos de vida ou lições para esta, vem em qualquer lugar que se estiver. Captamos esta em uma parada de ônibus, com pessoas reclamando da demora do coletivo. Mas duas mulheres conversavam ou “fofoqueavam” sobre gente de novelas. Uma delas falava da noticia que lera em uma coluna de jornal de que determinada atriz estava procurando uma analista. A outra disse simplesmente: “É falta de ter com que se preocupar! Ela precisava é fazer como nós, ver o que há na lista do dia a dia, luz, água, feijão, arroz, aluguel... iria ficar boazinha, boazinha, logo, logo!” E deu uma sonora risada.

É por essas e outras de que cada vez me convenço mais de que se ainda não estamos piores na relação com nossos semelhantes é por causa dos pensamentos e jeito de ver as coisas das pessoas mais simples. Certo que, em nem todas suas máximas estão as soluções, mas imaginemos nossos governantes administrando seus países tais como seus lares, dando importância ao que tem real valor e necessidade.

Lamentavelmente, entretanto, ainda vemos jovens, adultos e velhos que ficam com seus próprios crânios na mão, citando sem parar William Shakespeare, “Ser ou não ser, eis a questão!”, e deixam o tempo passar procurando um buraco para fazer como o avestruz, esconder sua cabeça deixando o resto de fora. Salvam nosso dia a dia aqueles que, mesmo diante de inúmeras adversidades vão em frente, em busca de seus sonhos e realização de seus projetos, embora não se consiga entender como aqueles que continuam com seus corpos, tendo braços e pernas completamente desvinculados de suas cabeças, ainda se perguntando como os outros conseguem ser felizes e eles, não.

Bem diz aquele ditado “Que em terra de cego quem tem um olho é rei!”, mas pode ser também caolho, bastando que , para aceitar seus erros use somente o que não enxerga.

E você? Vai decidir ou vai ficar olhar o tempo passar?

Putz! Mil vezes putz!

Ó céus! Ó vida! Ó leitor indeciso!

Dia seis, estaremos a partir das 14 horas na Feira do Livro de Santa Cruz do Sul, para encontro de leitores e sessão de autógrafos. Nosso livros “FALA SÉRIO!” e “ELE” a venda na banca DOCES PALAVRAS a preço de Feira.

Vale registrar com carinho o trabalho do casal Cláudio e Rosane Castro no bairro Marechal Rondon na cidade de Cachoeirinha na Grande Porto Alegre. A antiga cozinha virou biblioteca. Bem que o pessoal do condomínio poderia dar uma forcinha não? Visitem na internet historiasaopedoouvido.blogspot.com que vale a pena, e saiba como ajudar.

Um abraço! Até semana que vem!

Esta coluna está em setenta jornais impressos e eletrônicos do Brasil e Exterior!

Colunista, escritor e palestrante, membro da AGEI, Associação Gaúcha dos Escritores Independentes.   

 

 

 

 

 

 


As bolsas das mulheres guardam segredos!

 

Mesmo que, por acaso, você já espiou dentro da bolsa de uma mulher? E o que encontrou lá?

De tudo, você vai dizer!

Lápis e pinça para sobrancelhas, batons variados, absorventes, piranhas e laços para os cabelos, creme para as mãos e rosto, papeizinhos com anotações, e em algumas mais espertas até preservativos, não? E o que mais? De vez em quando elas encontram lá no fundo de uma das tantas suas bolsas, um anel ou brincos que achavam ter perdido. Não podemos esquecer da pequena agendinha que, quase sempre está vazia, duas ou três canetas que normalmente não escrevem por falta de tinta. Óculos, então, nem se fala! Ah... E se você está ligando agora para sua mulher e ela está demorando a atender, não se preocupe em que ela possa estar fazendo algo errado. Ela está só tentando encontrar o celular, dentro da bolsa.

Um policial rodoviário me segredou uma vez, ter pavor de parar uma mulher na blitz ou barreira, porque, segundo ele, até ela encontrar a carteira de habilitação e os documentos do carro dentro da bolsa... Uma delas,  me contou ele, tirou até um par de sandálias de dentro da pequena bolsa que carregava consigo.

Vocês já viram uma mulher mais estressada procurar alguma coisa em sua bolsa? Como ela faz? Sem dúvida, vira tudo sobre uma mesa, um balcão, um banco de jardim ou até mesmo no chão... E dá-lhe nós a ajudar, correndo atrás das moedas!

Mas o mais importante não está neste verdadeiro arsenal, mas no invisível da bolsa de uma mulher.

Rindo, nós homens gostamos de fazer brincadeiras e piadas em torno das bolsas, mas jamais podemos imaginar o mundo encantado que pode estar dentro delas.

Por exemplo: vai encontrar uma embalagem de bombom de chocolate, e achar que ela guardou lixo, mas nem lembra que aquele papel é do bombom que deu a ela no primeiro encontro de vocês! E já lá se foram vinte anos! E papel do bombom ainda está lá!

Assim como estão lá guardados, o primeiro beijo, o primeiro abraço, o umbigo do primeiro filho de vocês.

Lá também você vai encontrar o abraço, o beijo, o carinho, o afago, que você não deu! Ele guardou a vontade de receber, para um dia quem sabe, trocar por aqueles que aconteceram. É bem capaz de ainda estar esperando, não? Mas todos aqueles que recebeu guardou num cantinho especial da bolsa, que só ela sabe qual é. E pode ter certeza de que mesmo quando ela vira sua bolsa em qualquer lugar para esvaziá-la e tentar achar alguma coisa, nada de seus segredos irá cair. Fazem parte da bolsa.

Não sei, mas sou capaz de apostar que mesmo sem saber, quando alguém rouba a bolsa de uma mulher, ela fica mais triste pelos segredos que possa perder do que pelo que materialmente está dentro dela. Deve ser também pelos mistérios e segredos da bolsa, que quando um ladrão a rouba, logo ali é seguro por alguém.

Mas também como imaginar alguém esperando que uma mulher encontre em sua bolsa a carteira com dinheiro ou mesmo seu celular, para entregá-los ao ladrão?

Que tal se nós déssemos agora um beijo, um abraço, um carinho, para que ela possa trocar pelos que estão em espera em sua bolsa?

Um abraço, até semana que vem!

Um registro de suma importância entre nossos parceiros. O Blog MINHOCA NA CABEÇA de Rio do SUL –SC, neste dia 11, segunda feira, entre 12 e 44 e 12 e 46 teve seu acesso UM MILHÃO, o que dá a marca para 339 dias no ar de 2.506 acessos diários e 75.187 mensais. Um grande abraço ao Aldo Nestor Siebert o Minhocão Chefe e toda turma de “minhoqueiros”!

Escritor, colunista e palestrante, membro da AGEI, Associação Gaúcha dos Escritores Gaúchos.

 

 

Um retrato no espelho!

 

Consta de que havia um provérbio ou costume antigo e milenar de se mostrar a face de um doente a ele mesmo através de um espelho ou fazer de espelho alguma coisa metálica que refletisse sua imagem. Através deste ato de todas as manhãs, se dava ao acamado a chance de se ver feliz e sadio, ou pelo menos amenizar suas dores e decadência física causados pelo mal.

Dizem também, que o simples fato de poder ver seu retrato da maneira como bem entendesse do outro lado, poderia promover senão a melhora do doente, mas pelo menos o aumento de sua disposição de lutar pela retomada de sua saúde.

Se verdade ou não, deixamos a dúvida, mas por outro lado queremos lembrar o fascínio que o espelho causa no ser humano. Muitos logo dirão: Mulher então não pode ver espelho que começar a se retocar. Pode ser de uma vitrine na rua, em um shopping, vidros de um carro... Deu uma sombrinha de espelho, pronto lá estão elas a arrumar a gola da blusa, uma ajeitada no cabelo, um dedo lambido nas sobrancelhas, e assim por diante. E se for um espelho mesmo, lá vem batom, sombra e tudo mais que houver na bolsa. Não importa o lugar. Elevador, portaria de prédio, toalete de banheiro, e até mesmo em salão de velório... Se tiver um espelho...Pimba, de costas para o morto, lá estão elas.

Só mesmo as mulheres!

Ah é, é?

E aqueles caras que com a desculpa de centralizar o nó da gravata param na frente do espelho disfarçadamente, alisam as sobrancelhas, os bigodes, os cabelos... Mesmo que careca, sempre tem uns dos lados para arrumar! Aí é um tal de levanta as calças, arruma a camisa para dentro das calças, estica a manga do casaco, e poucos prestam a

devida atenção... Mas é um tal de um rebolado...

Pois é! O tal do espelho!

Até mesmo o fundo da bandeja do garçom serve antes de sair do restaurante!

Agora, vamos fazer uma experiência fascinante? Basta colocar um espelho diante dos olhos de uma criança e o que acontece?

Um belo sorriso recebe aquela imagem!

Então porque quando acordamos de manhã e vamos ao banheiro, não nos darmos um belo sorriso de bom dia? Ora bolas, será nosso melhor bom dia de todo o dia podem apostar! E, aliás, acreditem ou não, ele ficará refletido em nosso semblante e vai atrair muitos outros ainda mais belos e positivos até a nossa noite.

Sabem agora porque muitas pessoas passam o dia todo de mau humor, de mal com a vida e com o mundo?

Ora! Porque quando levantam de manhã, com os beiços tão grandes e caídos que estes já chegam antes ao espelho e o embaçam com o bafo de uma mente e um coração petrificados por um desprezo a si próprios que eles não reconhecem.

Uma pena!

Eles não vêem seus retratos no espelho!

Um abraço!

Até semana que vem! 


Essas mulheres? São umas chatas!

 

Ora bolas! Passamos nossas vidas obedecendo, e ainda achamos que quem manda na casa, somos nós! Claro! Sempre damos a última palavra! “Sim senhora!” “Já vou!”

Lembrando de quando éramos pequenos tinha uma que vinha conferir se a gente tinha lavado direito atrás da orelha! Que saco!

Depois ainda aparecia aquela madrinha mala sempre com um presentinho de arrepiar os cabelos! Um ursinho, por exemplo! E nós loucos por uma bola de futebol!

Nas festinhas de nosso aniversário, sempre tinha uma priminha engraçadinha para ajudar a assoprar as velinhas.

Lá pelos oito anos de idade nos largavam nas mãos de uma outra chata, uma tal de professora. Sempre exigente com nossos deveres de casa, corrigindo nossa maneira de andar e até de falar! Uma chata! Porque será que noventa por cento das professoras usam óculos e estão sempre da cara amarrada? Se soubessem o quanto ficam bonitas quando sorriem! Nossa! Aliás, muitas delas até foram nossos primeiros amores! Sem esquecer que sempre apareciam aquelas menininhas mais assanhadinhas querendo namorar com a gente, e ainda diziam que namoravam! E a gente nem sabia disso! Umas chatas também!

Mais tarde quando já maiores nos interessávamos por uma delas, era uma guerra até conseguir namorar, porque sempre se faziam de difíceis! Chatas! Chatas, mesmo!

Agora quando nos casamos, a coisa enrosca. Vocês já viram quando numa reunião de amigas, falam da gente? Meu marido! Isso mesmo! MEU marido! Pode? Até quando morremos somos ainda propriedade! MEU falecido! Se nos separamos, MEU ex! Ora bolas! Que coisa chata! Enchem a boca quando dizem esse MEU!

Por falar em casamento, dizem que quando Deus fez a mulher, tirou uma costela do homem. Deve ser por isso que quando faz frio, elas sentem saudades das outras costelas e se enroscam na gente como jibóias. E dizem ainda que é tão gostoso dormir “empernadas”! O que cá prá nós, não deixa de ser verdade, não? Uma costelinha, sempre faz bem, não faz? Deve ser por sentir ciúmes das outras costelas nossas, que logo se aproximam com ar de poderosas e possessivas quando outra mulher está conversando com a gente! Isso sem falar naquelas que depois ainda resolvem escolher nossas camisas, calças, meias, cuecas... Elas compram, e nós usamos! Poxa!

Mas no fundo no fundo, vamos concordar que estava certo aquele cara que inventou aquela frase que diz “Que se Deus fez algo melhor do que a mulher fez só prá ele!” Mas será que a gente precisava de algo melhor? Pensando bem...

Só não entendo porque o tal do “DIA INTERNACIONAL DA MULHER!” se afinal de contas, todos os dias, são delas! Bem... Pelo menos deveriam ser! Não?

E nós também!

Duvidam?

Neste mês o Jornal “Capital das Praias” de Tramandaí no Rio Grande do Sul, completa 16 anos. Em quem dar o abraço? Na Jucélia! Mais uma mulher! Parabéns e é bom ter vocês como parceiros.

Com licença. Fui!

Tem uma torneira pingando na cozinha!

Até semana que vem! Já me chamaram!

Um abraço!


Coluna da ressaca...

E das brabas!

Em plena quarta-feira de cinzas, escrever e ainda com a atenção deitada sobre os números de acidentes e mortos no trânsito do carnaval, nos faz perguntar: Onde esse pessoal está com a cabeça?

Será que o motorista realmente perdeu o controle do veículo ou já não o tinha mais sobre si mesmo há muito tempo?

Muitos condenam as indústrias de armas por fazê-las cada vez mais precisas e sofisticadas. Mas e a indústria de veículos, não tem culpa de nada?

Como se dizia há cerca de trinta anos atrás, eu só queria entender! O quê?

Porque se a velocidade máxima nas estradas brasileiras fica entre 80 e 120 quilômetros por hora, se lançam no mercado veículos que podem alcançar 250 e até 300 duzentos por hora?

Qual a diferença entre uma arma de fogo e um veiculo com essa potência, na mão de um irresponsável?

Como diria nosso amigo Astrogildo, quem compra uma arma, mesmo que para se proteger, não está lá com a melhor das intenções não, porque a partir daí, cresce sua valentia e prepotência. E ele não deixa de ter razão.

Podem ter certeza de quem compra um veiculo que pode chegar a 250 ou 300 quilômetros por hora, por livre escolha, no mínimo quer mostrar nas ruas da cidade e nas estradas, que seu carro é melhor, mais potente, pode mais. Daí para fazer ultrapassagens arriscadas, em locais indevidos, e mais do que colocar a própria vida, para por as dos outros em risco, é só uma aceleradinha a mais. E mais uma vez o amigo Astrogildo tem razão quando diz que, “não se pode dar uma caixinha de fósforo a um imbecil, que logo ele dela fará um palanque, quando não um pedestal. Embora vazio seu discurso é o que será imposto, e sua figura mesmo que ridícula, deverá ser a mais invejada.”

E sabem que a questão de segurança nos carros, nos faz lembrar o Tonhão, assistindo ao desfile de carnaval na frente de uma televisão. Ao ver a figura daquele topless, de seios fartos e apetitosos na sua frente, exclama extasiado. “Um air-bag desses, eu colocaria no meu Chevette!” Putz! E o conhecendo bem, não temos dúvidas de qual air-bag ele gostaria de colocar no seu chevetinho.

Por falar no Chevão do Tonhão como ele o chama nada contra quem só tem condições de adquirir um carro usado, mas andar por aí com um como o dele, nos façam o favor! Tanto que nas portas tem em cada uma um adesivo: “não bata esta porta que a outra pode cair!” Ele ainda gosta de andar a mais de cem por hora, e diz que é só prá ver a cara dos outros! Podem ter certeza de uma coisa! Quem for por ele atropelado, corre seríssimos riscos de morrer mesmo é por tétano! E o Tonhão ainda tem a cara de pau de dizer que gostaria de levar sua sogra de carona, para que numa curva mais fechada, a porta se abrisse e ele a perdesse na estrada.

Até agora vocês não devem ter entendido onde fica nossa ressaca!

Vamos explicar então!

Na saudade dos bailes de salão, quando o pessoal que morava fora voltava para cidade para passar o carnaval e matar a saudade da turma. Nada de sair correndo para passar o carnaval na praia, como macaquinhos querendo imitar cariocas e baianos.

A nossa ressaca vem do eco que ainda rebate em nossas cabeças, das músicas de salão, das vozes alegres dos blocos e cordões, do hi-fi, do rum bacardi, do campari com soda, da caipira de vodka e das madrugadas tranqüilas de fim de bailes. Nada que um bom Sonrisal não curasse depois do sono.

Nossa ressaca está na triste visão de hoje de grupinhos pelos cantos puxando um baseado, cheirando lança perfume ou dando um tapinha na cocaína, ecstasy, crack e tantas outras drogas que assim, os deixam felizes.

Putz! Que droga!

Na nossa gaveta, só achamos os envelopes vazios, o dourado do Sonrisal e o azul do Alka-Seltzer.

Restos de uma fantasia dourada e azul do carnaval que passou!

Pelo jeito, a ressaca da saudade, não vai passar mesmo!

Um abraço, até semana que vem!

Continuamos esperando vocês nas terças-feiras, no MSN fala-serio2009@hotmail.com, das 19 às 21, horário de Brasilia,e nosso site www.ajrettenmaier.com.br .



CAMINHANDO NAS NUVENS!

 

Na certa podemos apostar que vocês nunca fizeram isto, ou se fizeram, não têm coragem de confessar! Mas que foi bom foi! Não foi?

Por outro lado, muitos devem estar dizendo agora que essa história de caminhar nas nuvens só serve para namorados apaixonados, ou aqueles que não conseguem mesmo por os pés na terra firme.

Mas podemos garantir para vocês, que caminhar nas nuvens, viajar por entre elas, e nelas descortinar as mais incríveis imagens e sonhos, é algo sensacional. Isto pode acontecer na hora em que a gente resolver dar uma descansada de um passeio no  parque, deitado de papo pro ar, sem nada a pensar. Mas infalivelmente vamos nos pegar olhando as nuvens, buscando formas diferentes ou nelas procurando reconhecer imagens de animais, barcos, peixes, carros, e até os longos cabelos de uma linda mulher. Por falar nas mulheres, elas são capazes  das nuvens tirarem as paredes de sua casa, as flores de seu jardim e os lábios do homem amado.

Poxa! Quanto romantismo hein?

Vamos confessar que nossa coluna desta semana seria bem ácida, falando de política, cretinices e canalhices, mas depois, apagamos tudo e perguntamos: Para quê?

E então, já no por do sol destes últimos dias de verão, resolvemos dar uma caminhada por entre as nuvens. Da geladeira tiramos uma latinha de cerveja bem gelada, e uma bela quantidade de salamito cortado em rodelas, colocamos o isqueiro e os cigarros no bolso, e de bermuda, sem camisa e de chinelos, fomos dar aquela volta que há muito tempo tínhamos vontade de dar.

Putz! Há quanto tempo não se sentia mais essa sensação de liberdade! Deixando a imaginação nos levar soltos, nos sentimos tocando com força o espaço antes só do soprar do vento. Mais alguns passos, e lá estávamos nós, sentados à beira de uma nuvem, quais crianças deixando as pernas balancearem a margem de um regato.  

Nada de nos sentirmos donos do mundo, da verdade, da tristeza e da alegria! Nada disso! Mas só donos desse momento em quase podemos acariciar a Lua, provocando ciúmes no Sol que já foi se recolher, e dar um peteleco em uma das pontas da Estrela D’Alva só para ouvir se o seu tinido é mesmo de puro cristal, como dizem os poetas.

Entre um gole e outro de cerveja geladinha um pedacinho de salamito, ou será que não seria entre um pedacinho e outro de salamito, um gole de cerveja. E daí? Isso não importa e nem interessa. Pode efeito da cervejinha gelada aqui no alto, mas até já cantamos aqueles marchinhas carnavalescas de antigamente, o que lembramos é claro, e batucando o compasso na latinha de cerveja. Uma diz que a Estrela D’Alva, no céu desponta com suave esplendor... larari laralááá´... E depois aquela Lua bonita se você não fosse casada, faria uma escada prá ir no céu te beijar! Pôxa! Que legal, gente! Pôxa!

Êpaaa! Esta nuvem está se afastando demais de casa! Hora de pular prá outra, senão depois não conseguiremos voltar! Sabem como é, né? Oooooppp! Deu!

Não dizem que de músico, poeta e louco, todos nós temos um pouco? Pois é! Hoje foi nosso dia!

E os seus? Coragem gente! Não dói nada! E como é bom! Como é!


Quanto riso... oh, quanta alegria,

Mais de mil palhaços no salão!

Arlequim está chorando pelo amor da Colombina, no meio da multidão!

E chegou de novo o Carnaval!

Mas não mais como antes, quando grandes paixões podiam nascer e morrer na quarta-feira de cinzas, quando era comum então se ouvir aqueles outros versinhos que diziam... Tristeza, não tem fim! Felicidade, sim!

Quantas declarações de amor não andaram escondidas nos pedacinhos coloridos de papel nas guerras de confetes. E quando era joga uma serpentina então, era como se estivéssemos jogando um pedaço do coração esperando que nosso alguém segurasse na outra ponta.

Um poeta chegou a comparar o confete a um pedacinho colorido de saudade.

Dá até mesmo para se dizer que nas poças da chuva da madrugada de quarta feira de cinzas, as lâmpadas se transformavam em pedacinhos de saudade de uma só cor, e que poderiam ter até a mistura salgada de uma lágrima fujona de um par de olhos apaixonados.

Cada esquina que se dobrava, parecia uma das voltas de nossas serpentinas jogadas ao acaso ou com endereço certo, mas que sempre sobravam para receber os passos daqueles que haviam encontrado sua Colombina no meio da multidão.

Podemos até dizer que assim também é Carnaval no dia a dia. Nosso mundo cheios de Pierrôs e Colombinas, que em um belo dia, não importando a hora, a idade, o lugar, trocaram o primeiro beijo, o primeiro carinho, e descobriram que tinham algo mais para dar e receber do outro, mas também acabaram tendo sua quarta feira de cinzas com a chegada de um Arlequim, que com seu desamor, inveja, ciúmes e burlesca maldade, se esconde por detrás de uma máscara também falsamente colorida, para provocar a saudade e transformar sonhos em tristezas.

E como sabe rir!

Não importa que os confetes coloridos tenham se transformado em lágrimas se cor, e as serpentinas sejam agora, simples linhas de uma mal contada estória de amor.

Enquanto isso, para nossos Pierrôs só resta cantar...

Foi bom te ver outra vez,

Foi no Carnaval que passou!

Eu sou aquele Pierrô, que te abraçou que te beijou meu amor.

Na mesma máscara negra que esconde seu rosto, eu quero matar a saudade!

Vou beijar-te agora, não me leve à mal, hoje é Carnaval!

Vou beijar-te agora, não me leve à mal, hoje é Carnaval!

As novidades. Nosso site, www.ajrettenmaier.com.br, e o novo email da coluna 

fala-serio2009@hotmail.com, também como sala de bate papo com leitores às terças-feiras das 19 às 21 horas...é só acessar.


ROUPA SUJA? VAI LAVAR!

 

Cá prá nós! Vocês já prestaram atenção na bagunça que vira a casa de um solteirão? São meias, cuecas, camisas, camisetas, calças, toalhas, todas jogadas pelos cantos, mesa, cama e sofás. E não tem jeito, mesmo!

Mas o que ninguém imagina também é que essa bagunça toda, pode simplesmente representar o estado de espírito, psicológico e sentimental de uma pessoa. É... Porque não são só os homens que assim são. As mulheres também, com calcinhas dependuradas pelos cantos do box, escovas e pentes para todos os lados, e nunca acham aquela borrachinha de amarrar os cabelos! Tem algumas que chegam a largar os secadores ligados na tomada, dentro da pia.

Um espanto? Nada! Todos logo pensam em relaxamento! Em parte até é, mas na grande maioria dos casos, para qualquer deles, está faltando mesmo é carinho, amor, uma simples companhia, e até mesmo, uma das mais comuns amizades. Eles e elas chegam em casa e olham aquela anarquia, e vão tomar um banho, tentar encontrar alguma roupa no meio daquela bagunça no armário e tratar logo de sair. A maioria ainda diz... ”Não agüento mais essa bagunça!” E completam com o tradicional, “Na hora em que chegar vou arrumar isso!”

Chega, abre espaço sobre a cama, joga mais algumas roupas pelos cantos e vai dormir, até porque amanhã será outro dia, e então vai arrumar tudo. Mas...

Na pia da cozinha então... Alguns são capazes de passar sede por falta de um copo limpo para beber água. Vai dar trabalho lavar antes de usar. O pior é quando resolvem abrir a geladeira e são atropeladas por uma verdadeira avalanche de garrafas pet de refrigerante vazias. E o cheirinho daquela mortadela que já teve seu prazo de validade duplamente vencido? Putz! Isso sem falar nos restos de xis que guardou a mais ou menos quinze dias para aproveitar depois... Dá para sentir que aquele leite fervido há um mês e deixado naquela caneca de alumínio, já passou por todas as etapas de nata, soro, queijo, requeijão, e agora... Bem, agora...

E o que tem tudo isso a ver comigo, com vocês? Ora bolas! Tudo não? Vocês sabiam que em algumas grandes empresas multinacionais, já existe a mania de antes de ser contratado, o candidato receber uma visita de surpresa de um representante do RH? Se existe o ditado que diz, “Diga com quem andas que direi quem és!” estas empresas acreditam que o futuro contratado vai ser na empresa como é em casa. Tem fundamento, não tem?

Sem esquecer que tem aquele negócio de que roupa suja se lava em casa. É verdade! Mas tem muitos que preferem pagar uma lavanderia. Nenhum deles imagina que ao ter que remover alguma mancha da roupa, poderá estar treinando para resolver algum problema depois.

Por outro lado, juntar toda a roupa suja e não lavar logo em casa é a mesma coisa que deixar os problemas irem se acumulando, e quando formos tentar resolve-los, tarde demais. Tem tanto mofo, manchas e sujeira por terem ficado tanto tempo deixadas de lado, que será muito difícil recuperá-las.

Agora, com licença, tenho uma forma em que assei uma pizza calabresa ontem à noite me esperando, sem falar em algumas cuecas, meias... Fui!

Um abraço, até semana que vem!

Mas antes, neste sábado, a partir das nove e meia da noite, estaremos participando do Trocando Idéias da Décima Primeira Feira do Livro no Largo do Osso da Baleia no centro do Balneário de Pinhal, litoral gaúcho e também sessão de autógrafos. Promovida pela Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Desporto, tem com patrono deste ano o escritor Charles Kiefer. Estarão conosco, (nossa!!!!) no Trocando Idéias, só (cruzes!!!) o escritor e editor da SBV Sérgio Brandão, a Diretora de Cultura de Pinhal Shirley Poffal, a Secretária Municipal de Educação Suzana Motta Werlang, além de mais jornalistas Jucélia Miranda diretora do Jornal Capital das Praias e Cesar Tubino do Jornal A Colméia, que, aliás, são nossos parceiros em nossa coluna semanal Fala Sério!, Sérgio Flor do Jornal Balneário Pinhalense, e ainda o escritor Delalves Costa.

Fala Sério! Tá gente?

Nossos livros Fala Sério! e ELE! estão a venda na banca da SVB ao preço de feira de sete reais.

E nossa agenda não pára. Dia 14 de fevereiro às 21 horas com palestra e sessão de autógrafos na Feira do Livro de Imbé.

 


Piada? Pior que não!

Quando eu tinha lá meus dezoito anos, estava ainda no inicio de minha carreira de rádio, me contaram essa piada, que hoje ainda deve ser considerada realidade. Isso que é o pior! Putz!

Logo que a televisão começou a ganhar o mundo, Deus chamou São Pedro e o mandou descer a Terra e comprar um aparelho dos melhores que houvesse, porque queria lá de cima acompanhar em tempo mais ou menos real, o que acontecia aqui no mundo que ele havia criado. E o Pedrão assim fez.

Ao chegar de volta, quase não deu para agüentar a ansiedade de Deus ver aquele trambolho funcionando. Antena instalada, tomada ligada, televisão funcionando.

O primeiro canal era russo, e mostrava um povo coberto de neve, tentando naquele frio plantar trigo para matar sua fome. Deus perguntou quem eram aqueles e São Pedro respondeu que eram russos, que cumpriam sua determinação de ganhar o pão com o suor de seu rosto. Deus mandou que Pedro mudasse de canal.

Apareceu então a imagem de homens todos sujos de lama e petróleo, e Deus quis saber quem eram, e São Pedro disse que eram americanos, ganhando o pão com o suor de seu rosto. E Deus mandou mais uma vez por não ter gostado das imagens, Pedro mudar de canal.

Apareceram então imagens de gente capinando com suas enxadas um chão seco, outros carpindo uma lavoura de milho e feijão, outros numa lavoura de arroz, mais outros trabalhadores carregando tijolos e virando massa na construção civil, e ainda os coitados virando latas de lixo para achar sobras de comida, e Deus impressionado com as imagens perguntou quem eram aqueles, e ouviu de Pedro que eram brasileiros, que como ele mesmo ordenara, ganhavam o pão com o suor de seu rosto e aqueles que não tinham trabalho se viravam com as sobras que encontravam. Deus mais uma vez e mais do que antes, e ficando triste com o que vira mandou que fosse mudado o canal porque ele não queria ver ninguém sofrendo tanto assim. E Pedro mudou de canal.

Apareceram então numa sucessão de imagens, pessoas bem arrumadas refesteladas em cadeiras altas em salas com ar condicionado, tirando um belo cochilo. Outras, refesteladas em cadeiras confortáveis à beira de praias do sul, leste e nordestes do Brasil. Outras tantas, pescando na beira do Araguaia ou no Pantanal Mato-grossense, contando cabeças de gado, sempre com um belo copo de uísque na mão. Em outra seqüência, aquelas mesmas pessoas agora em um grupo só, formavam um cordão de camisas coloridas, cantando e dançando em um imenso salão de festas, em pleno carnaval. Deus quis então saber mais satisfeito, quem eram aqueles!

São Pedro, meio sem graça e chateado com aquilo, respondeu:

“Ah, Senhor! Aqueles são políticos brasileiros! Os únicos que não acreditaram que o senhor estivesse falando sério!”

E Deus se lembrando das cenas anteriores que vira em outros canais, mandou desligar a televisão, porque ao contrário do começo de tudo, estava triste e nenhum um pouco satisfeito com o que criara.

Um aviso! Qualquer coincidência é mera semelhança!

Fala Sério!

Um abraço! Até semana que vem!

E dia 24, 19 horas no Recanto dos Autores da Oitava Feira do Livro de Tramandaí na Praça Leonel Pereira, estaremos com nossos amigos do litoral gaúcho com palestra, sessão de autógrafos e encontro com leitores. E dia 31 às 20 horas na Feira do Balneário de Pinhal. E começo de fevereiro em Imbé.



Tá! E daí?

 

Escrever sobre o que?

Se nas manchetes dos jornais, rádios e TVs do Rio Grande do Sul a população fica chocada com um casal de jovens ou fedelhos, sei lá, que passaram seis meses escrevendo cartas entre si combinando a morte de outra jovem?

Se nestes mesmos meios de comunicação a cada instante mudam as noticias sobre uma nova guerra no Oriente Médio, só porque o ódio alimentado para a juventude forma terroristas e imbecis violentos e ao mesmo tempo covardes que se escondem atrás de cadáveres de crianças e saias de mulheres para chamar a atenção do mundo contra a barbárie que eles com a sua souberam provocar?

Se você prestar a atenção nos noticiários verá mortes e mais mortes em acidentes absurdos nas estradas, mas verá também que pais irresponsáveis já estão com sua maneira violenta de dirigir e achar que podem mais, ensinando seus filhos no banco de trás a não ter respeito pela própria vida, quanto mais pela alheia? Eles não param um segundo para pensar que se derem uma fechada em alguém, ultrapassarem em lugar proibido, avançarem um sinal vermelho, estão mostrando aos seus filhos que no futuro também devem ser assim, seguindo seus exemplos de não motoristas, mas terroristas do volante. Na cabeça destes pais de hoje se passa que eles tem um carro potente, luxuoso, que tudo podem, e os outros, bem, os outros que se lixem!

Mas ainda não dá para perder a esperança, porque junto de minha janela em um cano respirador do banheiro, um casal de andorinhas se instalou e ali fez aumentar sua espécie. Não se pode acender a luz durante a noite porque reclamam, embora a gente pague sozinho o aluguel e o condomínio. Mas de dia, como agora, por exemplo, eles vem voar tão perto da janela que quase se pode tocá-los com as mãos, pousam em um poste de iluminação pública e de lá, ficam “conversando” com a gente durante longo tempo.

Tudo bem que o macho é um mala, e de vez em quando parecendo ficar com ciúmes da companheira, dá algumas rasantes como que querendo nos intimidar. Mas tudo bem!

Uma pena que alguns jovens, quem sabem alguns motoristas e mesmo estes brigões do deserto, parassem um pouco com suas tresloucadas imbecilidades, e pudessem também observar o vôo das andorinhas.

Mas sabemos também que será difícil. Enquanto os jovens precisam aprender a matar, e como nossas novelas adultas e até mesmo juvenis sabem ensinar, os nossos motoristas precisam de novo acelerar para atropelar aquele trouxa que está na faixa de pedestre, ou mesmo dar um susto no motorista que vai à sua frente em velocidade regular, ou mostrar que é o bom fazendo ultrapassagens que podem matar alguém que nada tem a ver com sua truculência, os brigões do deserto, precisam continuar a jogar pedra no telhado dos vizinhos escondidos nas saias de suas mulheres.

Com licença.

Eu vou para minha janela. Minhas andorinhas me chamam lá fora. Devem ter alguma novidade para contar.

Um abraço. Até semana que vem.

Ah! Não posso esquecer. Dia 24, a partir das sete da noite, estaremos com nossa palestra e sessão de autógrafos de nossos livros “ELE” e “Fala Sério!” no recanto do autor na Feira do Livro de Tramandaí, no litoral gaúcho. Esperamos vocês! Todos!

  

ÊTA MUNDO PEQUENO!

 

Vocês acham que esse mundo é grande, é? Quantas e quantas vezes vocês não encontram alguém conhecido em algum lugar que julgaram jamais encontrar? O pior é quando essa pessoa é ainda uma “mala” sem alças e sem rodinha, ou um “chato de galochas”! Putz! E eu sou particularmente azarado nisso!

Final de semana, XI Feira do Livro do Balneário Pinhal no Rio Grande do Sul. Lá estava eu com “ELE” e “Fala Sério!”. Domingo de manhã, a infeliz idéia de passear na beira do mar, refrescar a cabeça e deixar as idéias a surfarem nas ondas do mar. Um monte de gente bonita, simpática, sorridente, “E daí velhoooo!!!!!” Aquele grito me assustou e pedi a Deus que fosse alucinação, mas não era! Em meio a toda aquela gente, também, o chato! “Eta mundo pequeno meu! O que tu tá fazendo aqui cara?” “Tá sozinho ou trouxe a família?” “Tà parando aonde?” “Passeando na praia?” “O que foi não gostou de me ver?” “Estou te incomodando?” “Pô cara! Não vai responder não?”

Explodi! “Cala a boca, cara! Quando você parar de berrar eu vou poder falar!”

“Mas que coincidência legal cara te encontrar aqui! Não agüentava mais ficar lá na casa do meu cunhado em Tramandaí! Peguei um ônibus e me mandei!” Olhei para aquele maluco, fiquei pensando no meu azar de tomar um ônibus para encher logo o meu saco em Pinhal! Logo eu, que queria paz, tranqüilidade! Eu mereço!

Olhando de novo para o cara, vi que carregava nas costas um pano, ou era uma rede? Era uma rede! Não me contive! Que loucura! O que estaria o maluco do Tonhão fazendo com uma rede de dormir em plena praia?

“Ah, cara! Nem te conto! O traíra do meu cunhado separou essa rede pra mim, lá na área dos fundos, perto da churrasqueira. O único lugar que me sobrou prá dormir!”

“Sábio esse cunhado do Tonhão!” Pensei eu. Mas e na praia, o que estaria ele querendo com aquela rede? Enquanto eu pensava, a cabeça do Tonhão parecia uma cabeça de coruja, sempre se virando, os olhos inquietos, jogando flechadas em todas as mulheres que passavam por perto, pelos lados, por trás de nós. Senti que conhecendo bem o cara, não iria demorar para arrumar confusão. Tentando acalmar seu assanhamento, voltei ao assunto da rede e quis saber o que fazia com ela ali na praia. “Ora, bicho! Você me conhece né? Sou fatal cara! Fatal, cara!” Senti que lá vinha bomba! “Quer mesmo saber para que a rede? Vou estendê-la aqui na areia, e ficar só esperando que logo logo, uma dessas sereias cairá nela.” Olhei para o cara, e tive a sensação de que realmente a minha eterna impressão sobre ele estava certa. Esse cara é maluco! “Tonhão, e quem disse que alguma sereia vai cair na sua rede. Essa história de sereia é lenda meu! A única coisa que você pode pegar com essa rede é uma bela piranha!”

“O louco, meu! E quem disse que dá piranha no mar?” Larguei o cara de mão e como ele já tinha estendido a rede, deixei-o lá com aquele ar de corujão doido. Seja o que for que tenha acontecido com o Tonhão, não quero nem saber! Nem mesmo se na sua rede acabou mesmo caindo foi um botinho! Mas cá comigo, fiquei desejando que uma orca assassina caísse bem encima dele e assim talvez colocasse seus miolos moles no lugar.

Agora que esse mundo é pequeno, lá isso é! E como é! Cruzes!

E já que falei no início da XI Primeira Feira do Livro do Balneário de Pinhal,  sem palavras para agradecer o carinho e o respeito com que a Diretora de Cultura Shyrley Poffal e a Secretaria de Educação e Cultura Suzana Motta Werlang trataram a todos os autores que lá estiveram. Shyrley e Suzana, vocês ficarão para sempre tatuadas em nossos corações. Desculpem, mas são exemplo para Prefeitura Municipal de Tramandaí, onde respeito, consideração e atenção não existem, apesar de todos os gastos que deveriam ser cobrados pela comunidade, feitos com Feira do Livro daquele Município.

E começou neste fim de semana a Quinta Feira do Livro de Imbé, na Praça do Chafariz, tendo como Patrono Sérgio Brandão. Merecida homenagem. Nossos livros “FALA SÉRIO!” e “ELE!”  à venda na banca da Editora SVB ao preço de Sete Reais. Estaremos na Feira, sábado, dia 14 as 21 horas, com palestra “Crônicas do Fala Sério!”, depois bate papo com leitores e autógrafos. Esperamos vocês.  

Um abraço. Até semana que vem.


Membro da AGEI, Associação Gaúcha dos Escritores Independentes.