A necessidade da discussão das políticas e práticas, fundamentos e objectivos da Conservação e Musealização de sítios arqueológicos, neste caso aqueles que são entendidos como sítios/estações de ou com “arte rupestre” da Pré-história e da Proto-história, surgiu explicitamente e através de vozes diversas nos debates da Mesa Redonda I, realizada no Museu do Côa em Novembro de 2010 (debates em publicação juntamente com as Actas da Mesa Redonda I nos Trabalhos de Arqueologia do Igespar). Foram escolhidos aqueles que mais expressão têm em termos quantitativos e igualmente em termos de estudo arqueológico no espaço da Península Ibérica e também no espaço europeu: os maciços rochosos gravados, pintados e/ou esculpidos ao ar livre (que se encontram afinal em quase todas as regiões antes habitadas do Globo), e os monumentos funerários e afins. A tipologia arquitectónica destes últimos é muito diversa, intentando nós aqui versar aqueles que incluem massas tumulares de tipo mamoa ou cairn e que se constituem, nos seus diferentes espaços e materiais rochosos utilizados, como dispositivos onde a arte gravada, pintada e/ou esculpida faz parte indissociável da definição do monumento como tal. (ler mais)
Artes Rupestres da Pré-história e da Proto-história 2011 Estudo, Conservação e Musealização de Maciços Rochosos e Monumentos Funerários Local - Universidade do Porto - Faculdade de Letras (Anfiteatro Nobre) Datas - 10, 11 e 12 de Novembro |
