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Cursista- Dulcilene Martins de Souza Victor
Durante muitos anos, o Brasil silenciou a causa das
crianças portadoras de alguma deficiência, tirando o direito de conviver,
aprender, de ser uma pessoa igual, diante de suas diferencas.
Quando essa temática começou a ganhar espaço e amplitude, se referir a alguém
como deficiente era demonstrar preconceito, a rejeição sofrida por pessoas
deficientes,é camuflada por novos termos.Não são as nomenclaturas que
importam e sim a mudança de postura, o novo olhar para combater a segregação
e construir alicerces de uma nova ordem social, onde a escola verdadeiramente
é para todos.
A
Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva,
vem trazer para o seio da sociedade uma discussão pertinente a cerca do que
está escrito já a algum tempo em lei: “Todos são iguais “, “ É dever do
Estado oferecer educação a todos”. Com essa proposta educacional torna-se
próximo do real a educação para todos, já citada na constituição.
O
grande avanço é fato, podemos ver através do número de crianças matriculadas
nas Escolas Comuns, o ajuste nas propostas de trabalho das instituições de
ensino, mesmo assim ainda temos muito chão a percorrer, as pequenas cidades
como Carnaubais ainda estão dando o ponta pé inicial, temos equipamentos
de uma sala Recursos Multifuncional, porém não instalada , falta preparação
dos docentes , acessibilidade e SRM, ou seja , o básico ainda não chegou.
O grande desafio da Escola Comum é fazer com que os alunos com deficiência
supere seu limites, queira enfrentar novos desafios, gerando a autonomia e a
socialização, o que nos comprova que a Escola é um espaço privilegiado, que
promove a inclusão social.
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